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Equipa Profissional

Marquinho é Viriato até 2028

A Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD anuncia que chegou a acordo com o jogador Marquinho, para avançar para a contratação em definitivo do médio ofensivo, que termina o contrato de empréstimo no próximo dia 30 de junho.  O novo vínculo é válido até junho de 2028. Marquinho é agora, oficialmente, jogador do Académico de Viseu. A SAD do emblema beirão e o médio brasileiro acordaram a assinatura de um novo contrato profissional, que estende a ligação entre as duas partes por mais quatro temporadas desportivas. O jovem canarinho chegou a Viseu no verão passado, por empréstimo do Barra FC válido para a temporada 2023-24. No seu primeiro ano na Europa, Marquinho realizou dois jogos pela equipa sub-23 dos Viriatos, onde apontou um golo, tendo participado em outros 31 jogos na equipa principal, onde fez seis golos.  Aos canais de informação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD, Marquinho mostrou-se realizado e com vontade de dar ainda mais alegrias aos adeptos viseenses: “Esta é a realização do meu sonho de poder jogar na Europa. Sou muito grato ao Académico pela oportunidade que me deu na última época e, agora, confirmando a minha contratação em definitivo, só tenho de continuar a dar sempre o meu melhor para continuar a ajudar a equipa e a dar alegrias aos academistas”. O canarinho reconheceu também que a adaptação foi célere, afirmando que ficou satisfeito com a sua primeira época em Portugal: “Tive uma adaptação muito rápida e fui muito bem recebido por todos. Isso gerou muita confiança e consegui apresentar o meu trabalho e ter um bom desempenho nos treinos, que resultaram em oportunidades nos jogos. Estou feliz em ter conseguido boas atuações, ficou o sentimento de que poderíamos ter alçado coisas maiores, porém creio que consegui deixar uma boa imagem na minha primeira época com a camisola do Académico”. Marquinho revelou ainda que viu com bons olhos a evolução do clube, garantido que ainda haverá margem para mais: “Quando cheguei ao Académico, encontrei ótimas condições, um clube muito bem estruturado. Ainda assim, ao longo do ano fui notando uma grande evolução, tenho certeza que o clube tem muita margem para crescer ainda mais”.

2024-06-19

Equipa Profissional

Diogo Almeida é Viriato até 2027

O avançado Diogo Almeida é reforço da equipa de futebol profissional da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD. O jovem de 23 anos chega proveniente do CD Mafra, e rubrica um contrato até junho de 2027. Tendo iniciado a sua formação na Associação Desportiva “O Pinguinzinho”, Diogo Almeida vai vestir a camisola de um clube viseense pela quarta vez na carreira, depois de representar também o Lusitano de Vildemoinhos e o CD Tondela. Com passagens por Sporting Clube de Espinho, Empoli de Itália, FC Paços de Ferreira, SL Benfica B e Sporting Clube da Covilhã, o jovem avançado cumpriu as últimas três temporadas ao serviço do CD Mafra, participando em 37 jogos na Liga Portugal 2. O antigo internacional português sub-20, natural de Mortágua, Distrito de Viseu, falou em exclusivo aos canais de informação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD, aos quais reconheceu a facilidade em transferir-se para a Beira-Alta: “Foi fácil de aceitar a proposta, não quis ouvir mais nenhuma quando soube que era o Académico. O projeto que me apresentaram é muito bom e fez com que não hesitasse”. De regresso às suas origens, o jovem avançado diz que a proximidade de casa é, sem dúvida, um ponto positivo e que está pronto para se estrear pelo emblema viseense: “É excelente, tenho a oportunidade de estar mais próximo da minha família e tudo se conjugou para vir para cá, mesmo até para o meu filho que tem apenas um ano. Estar mais perto de casa será importante para dar ainda mais dentro de campo. Eu sou muito tranquilo, mas é claro que sinto aquele nervosismo pela estreia. Felizmente, agora vou ter sempre a minha família e os meus amigos e colegas, que são todos da região, a ver os meus jogos. Será uma época muito boa”. Quanto à temporada que se aproxima, Diogo Almeida reconhece ainda as dificuldades inerentes ao campeonato, definindo como primordial o apoio dos academistas: “A segunda liga é sempre muito competitiva e contamos com o apoio dos adeptos do início ao fim. Não vai faltar empenho e determinação pelo Académico, estou pronto para dar tudo em campo e é isso que podem esperar de mim”. Bem-vindo e boa sorte, Diogo.

2024-06-16

Equipa Profissional

O Perfil de Rui Ferreira - O novo Técnico Academista

Rui Ferreira foi esta semana anunciado como o novo treinador da equipa principal do Académico de Viseu. Com um vasto percurso no futebol profissional português, o treinador nortenho é também antigo jogador, numa carreira que o fez pisar o relvado do Fontelo por três vezes, sempre como adversário do clube Beirão. Perfil | Mais de 100 jogos na Liga 2 Rui Vítor da Silva Ferreira, 51 anos, está entre os mais experientes treinadores da Liga Portugal 2, onde, ao serviço de Feirense (final da época 2020/21 e campanhas completas nas duas temporadas seguintes) e Torreense (até dezembro de 2023), contabiliza 102 jogos oficiais, com 135 pontos conquistados em 88 jogos para o campeonato (36V, 27E e 25D) e média de 1,53 pontos por jogo. O seu percurso evidencia versatilidade tática, com as equipas por si orientadas a caracterizarem-se pela capacidade de pressing, posse e circulação de bola. E sempre uma atitude muito à imagem do que foi o jogador Rui Ferreira, impondo disponibilidade física para assumir protagonismo nos lances divididos e nas disputas pela posse de bola. Natural de Espinho, Rui Ferreira formou-se como futebolista no mais emblemático clube da cidade, o Sporting de Espinho, de onde saltou para os juvenis do Benfica. Três épocas na Luz antecederam a primeira experiência como sénior, no Mirense. Seguiram-se a Oliveirense, o regresso ao Sporting de Espinho, Lusitânia de Lourosa, União de Lamas, Gil Vicente, Salgueiros, Vitória de Guimarães, Belenenses, Portimonense e Santa Clara, numa volta a Portugal futebolística concluída em 2009. Antigo médio defensivo com recursos técnicos e argumentos físicos, Rui Ferreira teve a primeira experiência como técnico no Boavista, em 2010, na então II Divisão. Passou ainda pelo banco do Nogueirense, na Divisão de Honra da AF Porto, antes de dedicar-se, a tempo inteiro, à Academia Marfoot, em Silvalde, Espinho. A passagem pelos sub-23 do Feirense, na Liga Revelação, em 2019/20, confirmou a vocação pelo treino e pelo jogo, que reforçou, depois, no Campeonato de Portugal ao serviço do Felgueiras, antecâmara do regresso a Santa Maria da Feira para abraçar o desafio do Feirense, na Liga 2. Com 75 jogos sob a liderança de Rui Ferreira, entre Feirense e Torreense, o extremo André Rodrigues é o jogador mais utilizado pelo técnico. João Pinto, curiosamente defesa-central que representa o Académico Viseu, e o brasileiro Washington, central/médio do Feirense, mereceram a confiança do treinador em 72 ocasiões.

2024-05-25

Equipa Profissional

Rui Ferreira é o treinador do Académico de Viseu para a época 2024/25

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia Rui Ferreira como treinador para época 2024/25. O contrato que liga as duas partes tem a duração de uma temporada. “É mais um passo para mim, no qual eu e a minha equipa técnica queremos trabalhar bem, acreditando que somos capazes e defendendo sempre os interesses do Académico. Queremos trabalhar todos em sintonia, para que possamos ter bons resultados. No trajeto de um treinador, o mais importante são os resultados e, nesse sentido, queremos abraçar este desafio pelo clube. Sentimos que as condições que nos ofereceram nos permitirão ganhar mais vezes, algo que seguramente vamos conseguir”, afirma o técnico Rui Ferreira. Questionado sobre os adeptos academistas, o novo treinador do emblema Beirão disse contar com todos na nova tempora: "Contamos com o apoio de todos. A minha equipa técnica tem sempre uma premissa: criar um jogo entusiasmante que estará, naturalmente, ligado a vitórias que irão convencer mais facilmente os adeptos. Queremos muito entrar na cultura do Académico e no espírito dos academistas, que serão fundamentais. Cheguei a jogar neste mesmo Estádio (do Fontelo) totalmente cheio, e gostaria de voltar a trazê-los aqui enquanto treinador. Queremos entusiasmá-los e que saibam que a sua força, o apoio e a presença são muito importantes. Temos a responsabilidade de os cativar e de os fazer sentir identificados com o que fizermos em campo, para que possamos estar aqui todos juntos neste estádio cheio e intimidatório para os visitantes”. “É com muita satisfação que anunciamos o nome de Rui Ferreira, um treinador de carácter Viriato, e cujo perfil e experiência enquanto técnico vai ao encontro da nossa ambição. Em nome da SAD e do clube, quero desejar-lhe as melhores felicidades e sucessos. Juntos queremos devolver a felicidade e o orgulho aos viseenses, e lutar pelos resultados jogo a jogo", afirma Mariano Lopez, presidente da SAD do Académico de Viseu.

2024-05-23

Equipa Profissional

As 34 badaladas

Num Estádio do Fontelo em regime de despedida, Académico de Viseu e CS Marítimo protagonizaram um dos duelos mais interessantes da temporada, à altura do adeus à época 2023-24. Com as bancadas repletas de fervorosos academistas que viram, pela primeira vez, a sua nova mascote Viri, o embate terminou com um empate a dois golos, deixando uma sensação agridoce entre os Viriatos que ansiavam por uma vitória. O jogo mal começara e já os viseenses estavam em êxtase. Aos quatro minutos, a insistência do avançado André Clóvis teve o seu merecido prémio. Após uma luta intensa pela bola, esta acabou nos pés de Marquinho, que, sem cerimónia, disparou de primeira, rasteiro, desde fora da área. O esférico deslizou pelo relvado, veloz e determinado, aninhando-se no fundo das redes, sem qualquer hipótese para o guarda-redes madeirense. O Estádio do Fontelo explodia de alegria e de esperanças renovadas. Apenas dois minutos depois, os nossos corações quase voltaram a saltar do peito. Gautier, num lance de pura genialidade, rasgou a defesa maritimista e ofereceu a bola novamente a Marquinho. Parecia um guião escrito para mais um momento de glória, mas o destino foi negado por Tomás Domingos, que se agigantou e evitou o segundo golo com um corte providencial. Aos 23 minutos, depois de um período de pressão crescente por parte do Marítimo, a balança do jogo equilibrou-se. Xadas, num momento de pura inspiração, puxou a bola para o seu pé preferido e, com um remate em arco desde uma distância quase impensável, assinou um belo golo. Com o jogo ao rubro, Marquinho, sempre ele, continuou a ser o foco das atenções. Aos 32 minutos, o endiabrado voltou a ameaçar, com um remate potente que passou perto do alvo. A primeira parte terminou com um resultado justo, mas que deixou patente a superioridade e a intensidade dos homens da casa. Na segunda metade, o equilíbrio foi a tónica dominante até que, aos 65 minutos, um infortúnio para os viriatos alterou o rumo do encontro. Num canto batido pelo Marítimo, a defesa viseense não conseguiu afastar a bola, que encontrou Henrique Gomes de forma infeliz. Numa fração de segundo, o azar materializou-se e a bola entrou na própria baliza, dando a vantagem aos visitantes. Quando tudo parecia encaminhar-se para uma festa maritimista, com o tempo a escassear, surgiu a estrela de André Clóvis. Aos 83 minutos, num canto cobrado por Gautier do lado direito, o iluminado paulista elevou-se, ou melhor, nem precisou saltar, e com um gesto técnico perfeito de cabeça, fez o empate. O Fontelo explodiu uma vez mais, os adeptos renasceram em esperança e o Académico de Viseu conseguiu segurar o resultado até ao apito final. Foi uma despedida honrosa para os viriatos, que, apesar de não alcançarem a vitória, proporcionaram um bom espetáculo aos seus fiéis seguidores, deixando no ar a promessa de que o futuro nos reserva grandes momentos. Obrigado por todo o apoio, academistas. Encontramo-nos em 2024-25

2024-05-19

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Despedir-nos de Cara Lavada

Por estas terras de Viriato, onde os ventos sopram histórias antigas e os campos guardam segredos de batalhas antigas, ergue-se o nosso mítico Fontelo entre a mata que o envolve. E é neste mesmo palco de glórias e desafios pintados a preto e branco, que o Académico de Viseu se prepara para um último embate, um derradeiro confronto que promete ser o capítulo final de uma temporada marcada por altos e baixos, por lutas e superações. É hora de "Despedir-nos de Cara Lavada". Os Viriatos, guerreiros incansáveis do futebol, mas não só, tecem os seus sonhos com os fios da paixão e da dedicação, honrando as cores que trazem no peito. E neste domingo, com o sol a banhar o relvado verdejante, preparam-se para uma despedida que se quer gloriosa, que se quer brilhante como os olhos dos seus adeptos que aguardam ansiosos nas bancadas. O adversário é de peso, não se pode negar. O CS Marítimo, vindo das ondas do Atlântico, traz consigo o ímpeto de quem ainda luta pelos seus objetivos, pelo sonho de subir mais alto. Mas os Viriatos não se acovardam diante da perspetiva de dificuldade. Sabem que a jornada será árdua, que cada lance será uma batalha travada com suor e coragem. Lembram-se do último encontro, daquele empate amargo nos Barreiros, onde a vitória esteve tão próxima, mas escapou como o vento que sopra nas serras. Agora, diante dos seus fiéis seguidores, anseiam quebrar o enguiço que paira sobre eles. Nunca na história o Académico venceu os maritimistas, mas este é o momento de virar essa página, de reescrever o destino com outro tipo de letras. Sob o olhar atento dos Deuses do futebol, desafiamos quem em nós não acredita, determinados a escrever o nosso próprio conto de vitória. Cada passe, cada drible e cada defesa são gestos de respeito à perseverança, uma declaração de amor a este clube e às suas gentes. Despedimo-nos também de uma temporada que nos deixa com um peso amargo, da memória do que podia ter sido. Ainda assim, de uma coisa podemos estar certos: a união, a força e a garra da Beira conseguimos manter intactas, de modo a juntar de novo as tropas para aquela que é a nova época na qual já todos pensamos. Obrigado, academistas.

2024-05-17

Equipa Profissional

Derrotados junto ao Castelo

Com a vontade de repetir os feitos do longínquo ano de 1978, escritos em relva verde e paixão inigualável, o nosso fado reservou-nos, esta noite, um capítulo de diferentes sensações, no último embate fora de casa na presente temporada, em casa da União Desportiva de Leiria. Desde os primeiros acordes deste duelo, os instrumentos sonoros da ambição fizeram ouvir apenas com cinco minutos de jogo. Clóvis, qual águia audaz, ousou desbravar os espaços da grande área adversária, mas as suas intenções foram resfriadas pela falha no passe final. E como tão bem sabemos nesta época, “quem não marca, sofre”. Apenas dois minutos depois, Bryan Rochez fez o primeiro golo da partida, aproveitando uma bola perdida dentro da grande-área beirã, que havia sido desviada ao embater no poste. O Académico, altivo e indómito, esforçou-se em reagir, mas a ferida aberta pelo golpe inicial foi profunda. Aos vinte minutos, num lance de hesitação, a defesa viu-se traspassada, e Bryan Rochez serviu Arsénio que fez o 2-0, batendo o estreante guardião academista, Gomes Gerth.   Na segunda metade, a batalha prosseguiu com ares de golo iminente para os Viriatos. Aos 52 minutos, uma arremetida fulgurante do lado viseense, com um cruzamento que beijou os ares como uma prece, levou o desvio tecnicista de Clóvis a embater na trave, guardiã dos nossos sonhos, impedindo o 2-1. Todavia, como a sorte brinca com os mortais, aos apenas três minutos volvidos, num revés contra a correnteza, Bryan Rochez voltou a marcar, erguendo o placar para um impiedoso 3-0. Até ao término da partida, Maiga ainda esteve por duas vezes perto de marcar, mas o resultado já não se alterara. Aguardamos, ansiosamente, pela próxima partida que fechará o campeonato, para termos uma nova e derradeira oportunidade de responder em campo.

2024-05-13

Equipa Profissional

Ordem de Trabalhos: Navegar no Lis e Conquistar o Castelo

Será nas margens do Rio Lis e sobre a noite que ilumina o imponente Castelo de Leiria, que os Viriatos se prepararão, esta segunda-feira, para realizar o seu último jogo da época longe de casa. No reduto desportivo que dá nome ao autarca leiriense que o mandou construir na década de 1960, antes das requalificações para o Euro 2004, Manuel Magalhães Pessoa,  o Académico prepara-se para se estrear no maior Estádio da Liga Portugal 2, com perspetivas de vitória. Sob o olhar atento das estrelas que pontilharão o céu noturno, chegarão eles vindos de terras longínquas, trazendo consigo o fogo sagrado da determinação. Após dois jogos seguidos a pontuar, estão sedentos por mais uma vitória, com a coragem a palpitar no peito e a esperança a guiar-lhes o passo. No 30º confronto oficial entre Académico e União de Leiria, estamos perante uma certeza: esta é uma rivalidade enraizada na história do futebol português. As memórias de duelos passados ecoam ainda nos corações dos adeptos, enquanto os jogadores se prepararam para acrescentar um novo capítulo à saga. Com 10 vitórias para os viseenses e 13 para os unionistas, o Dr. Magalhães Pessoa está reparado para uma batalha renhida, onde discutiremos cada lance com a dureza da nossa Muralha. Esta época será a terceira vez que se encontram, com registos de uma vitória para cada lado: na primeira, em outubro de 2023, os unionistas festejaram, no Fontelo, a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal; já na segunda ocasião, em janeiro deste ano e também em nossa casa, o “iluminado” Messeguem faria o 0-1 do triunfo beirão. Recordamos ainda as glórias passadas, dos momentos de triunfo que fizeram vibrar as gentes de Viseu. Na única vitória em casa do adversário desta segunda-feira (na caminhada de 1977-78 que levaria a turma do timoneiro José Moniz a colocar, pela primeira vez de sempre, o Académico no mapa da Primeira Divisão), esta histórica equipa venceu em Leiria por 0-2, com um bis do maliano Cheick Keïta. As memórias desse feito histórico passam de boca em boca nos corredores do tempo, inspirando os jogadores a acreditarem que a história poderá voltar a repetir-se. Os Viriatos lutarão, novamente, com bravura e determinação, navegando pelas águas do Lis e desafiando as pedras que edificam o Castelo de Leiria com ousadia e coragem. Em frente, Académico.

2024-05-11