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Um duro revés em casa

Regressava ao Estádio do Fontelo, na tarde solarengamente fria de Viseu, um Académico envolto na determinação de manter a sua invencibilidade em casa. Desde outubro, este recinto é uma fortaleza, com apenas uma derrota sofrida durante todo o campeonato. No entanto, o FC Porto B provou ser um adversário difícil de enfrentar. O jogo começou equilibrado, com ambas as equipas a disputarem cada bola com intensidade. Na primeira parte, as oportunidades de golo foram escassas, refletindo o equilíbrio em campo. O segundo tempo traria uma carta escondida na manga, impossível de vislumbrar por parte dos beirões. A balança começou a pender para o lado dos visitantes aos 60 minutos, quando o FC Porto B conseguiu uma vantagem crucial, convertendo uma grande penalidade através de Wendel Silva, após falta cometida por Marquinho. O Académico de Viseu tentou reagir, mas aos 76 minutos, num momento imediatamente após três substituições realizadas pelo treinador Jorge Simão, o FC Porto B marcou o segundo golo, silenciando as aspirações dos jogadores da casa. Apesar dos esforços finais, incluindo uma bola ao poste por parte de Marquinho e uma excelente intervenção do guarda-redes adversário, para negar um golo certo de Nduwarugira, o Académico não conseguiu alterar o resultado. A equipa viseense enfrenta agora um desafio à sua altura: o de manter a moral alta, sabendo que a resposta a esta derrota terá de ser dada no campo. O próximo compromisso é já no próximo sábado, contra o CF "Os Belenenses". Força Académico, a luta continua.

2024-04-08

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“Há ainda muita coisa para fazer até ao final da época”

O Académico de Viseu foi derrotado, esta tarde, por 0-2 frente ao FC Porto B. No regresso ao Fontelo, os viseenses somaram a segunda derrota em casa para o campeonato. Na conferência de rescaldo ao jogo desta segunda-feira, Jorge Simão sinalizou a boa primeira parte do Académico, num jogo onde as substituições não obtiveram frutos: “Tivemos uma primeira parte com qualidade, na linha do que nós temos vindo a fazer, mas que não resultou em golos. No início da segunda parte, sofremos o golo do penálti, e a partir daí não fiquei contente com as opções que tomei, porque não ajudaram a equipa nem fizeram com que passássemos a ser melhores. No momento imediatamente a seguir às mudanças, perdemos a bola e sofremos o segundo. Depois seguiu-se uma sequência de minutos até ao fim, onde não fomos avassaladores como eu esperava”. O técnico academista reconheceu o mau momento no que aos resultados diz respeito, assumindo que há falhas a analisar: “Se olharmos, unicamente, para os resultados, é um momento muito complicado para nós. Mas se olharmos para aquilo que tem sido o desempenho da equipa, principalmente nos últimos jogos e até na primeira parte de hoje, acho que temos um jogo com mais qualidade do que alguma vez tivemos. No entanto, não está a ser suficiente para garantir as vitórias. Temos de manter a motivação, independentemente do momento. Há ainda muita coisa para fazer até ao final da época, há uma responsabilidade muito grande porque isto ainda não acabou”. Com este resultado, o Académico de Viseu mantém os 38 pontos na tabela classificativa, ocupando o nono lugar da mesma. Na próxima jornada, os viseenses deslocam-se até ao terreno do CF “Os Belenenses”, em jogo marcado para as 11H do próximo sábado.

2024-04-08

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“É fundamental continuar a somar pontos”

O mister Jorge Simão deu, no final da manhã de hoje, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida desta segunda-feira, na qual o Académico recebe o FC Porto B. Em antevisão ao jogo da 28ª jornada da Liga Portugal 2, o treinador principal do Académico de Viseu, Jorge Simão, assumiu que podem existir ligeiras mudanças na forma de jogar da equipa, deixando o desejo que a mesma repita a exibição da última jornada: “Não está na minha cabeça alterar os jogadores, em função de cada adversário. Na minha cabeça está a gestão dos jogadores, consoante o mérito que eles vão tendo no seu desempenho diário. Claro que isto não significa que não possamos alterar algumas nuances do nosso jogo, tendo em conta determinado adversário que vamos defrontar. Honestamente, gostava que, o nosso desempenho, fosse semelhante àquilo que fizemos no último jogo. Em termos de qualidade, fomos muito melhores do que os pontos que trouxemos. Se amanhã conseguirmos ter o mesmo nível de desempenho coletivo, acredito que estaremos mais perto de vencer”. Jorge Simão abordou ainda o número de empates que a equipa soma no campeonato, reconhecendo que é capital manter a soma sucessiva de pontos: “É importante perceber em que condições surgiram esses empates, não basta olhar para o número. Um somatório tão grande de empates, inviabiliza que nós consigamos somar muitos pontos, mas também nos diz que é muito difícil alguma equipa ganhar-nos, porque temos muito poucas derrotas no campeonato. Na verdade, estão-nos a faltar apenas alguns detalhes. É fundamental continuar a somar pontos e continuar a dar uma imagem competitiva”. O Académico de Viseu joga no Estádio do Fontelo, às 18H desta segunda-feira, em partida referente à 28ª jornada da Liga Portugal 2, que terá arbitragem do juiz Halim Shirzad, da Associação de Futebol de Santarém.

2024-04-07

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A memória traz garra

Nos confins de Viseu, onde os ventos da paixão pelo futebol ecoam entre as montanhas que testemunham o passado e moldam o futuro, o Fontelo, fortaleza inviolável desde o distante mês de outubro, prepara-se para voltar a abrir os braços aos seus fiéis adeptos. Lá, onde a história se inscreve em cada pedaço verde do bonito relvado, onde os gritos dos apaixonados academistas soam como hinos de guerra, onde a lealdade é tecida em cada bandeira desfraldada ao vento, o Académico de Viseu prepara-se para receber um novo desafio caseiro. Na iminência da jornada número 28 da Liga Portugal 2, um embate intenso avizinha-se. Às 18 horas da próxima segunda-feira, as cortinas deslizam pelo perímetro do Fontelo, desvendando a batalha entre o Académico de Viseu e o FC Porto B. Duas forças que se encontram num campo de batalha, cada qual com as suas armas, as suas estratégias e com os seus destinos entrelaçados num emaranhado de altos e baixos. Os Viriatos, guerreiros incansáveis, ocupam o oitavo posto na classificação, erguendo o estandarte dos 38 pontos com o orgulho de quem bem sabe o que passámos até aqui chegar. Empatados com o Mafra, mas não contentes com o meio-termo, anseiam por mais, por uma escalada rumo às alturas que só os verdadeiros heróis ousam alcançar. No entanto, diante deles, surge um desafio: o FC Porto B, um adversário conhecido que não conseguiu triunfar nas últimas três peregrinações a Viseu. Cravada na memória dos Viriatos, ecoa a derrota na primeira volta, uma sombra que se transforma em combustível para a fogueira, que faz arder os seus corações de desejo de vitória. Recordam, amargamente, o embate no Olival, onde sucumbiram por 3-0, uma ferida aberta que clama por cicatrizar. E não é de resignação que se alimentam estes guerreiros. Não, é de determinação, de garra, de uma chama interior que consome toda a dúvida e todo o medo. Jogadores e adeptos, unidos por uma paixão indomável, convergem para o Fontelo após quatro empates consecutivos a uma bola. Estes homens e mulheres, que constituem a Nação Viriathus, não satisfeitos com a mediocridade do empate, anseiam pela vitória, pelo triunfo que os elevará na tabela. Para os desejos alcançar, os bravos Viriatos treinam incansavelmente, aprimorando as suas habilidades, forjando uma unidade indissolúvel que os tornará mais fortes do que a soma de todas partes. Nos olhos dos jogadores, reluz a determinação de quem não se contenta com menos do que a vitória. Nos corações dos adeptos, pulsa a esperança de que este seja o dia em que a fortaleza do Fontelo se imponha uma vez mais. Que se ergam as cortinas, que soe o apito do árbitro, que comece a batalha. Nos campos de Viseu, onde os heróis se forjam e as lendas se inscrevem na eternidade, o Académico está pronto para continuar a mostrar ao mundo, o que é isto da Raça Beirã.

2024-04-05

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O teimoso mantém-se

No bem tratado relvado do Benfica Campus, assistimos esta tarde a um duelo intenso e cheio de ambições entre Académico de Viseu e Benfica B. A resiliência e o ímpeto dos Viriatos, tentavam erguer-se como um desafio intransponível para os encarnados. Desde o apito inaugural, ficou patente que os homens da Beira não viajaram à Capital apenas para competir, mas sim para deixar uma marca indelével, que os fizesse regressar aos triunfos. Apesar do arranque dominado pelos jovens encarnados, com Pedro Santos a roçar a trave, os comandados de Jorge Simão recusaram-se a ser meros espectadores desta partida, que levou mais de meia centena de academistas ao Seixal. Com uma progressiva ascensão, foram conquistando terreno, desafiando a integridade defensiva do adversário e criando oportunidades de fazer tremer os alicerces do Benfica Campus. Yuri Araújo esteve perto de capitalizar essas mesmas oportunidades aos 24 minutos, num deslize do guardião benfiquista. No entanto, o canarinho rematou à figura, não concretizando a abertura do marcador, mas alimentando as chamas de esperança que ardiam nos corações dos academistas. Contudo, foi na segunda metade que os rapazes, de Manto Negro encorpado, revelaram a sua verdadeira força. Mesmo após o Benfica B converter uma grande penalidade, num lance polémico que originou uma alegada mão na bola, os homens de Viseu não vacilaram. Apenas oito minutos após o “fatídico 49´”, a dupla de centrais foi lá à frente inscrever o seu nome na ficha de jogo. Na sequência de um lance confuso, o Capitão André Almeida subiu às alturas, encontrando a desmarcação de Arthur. De Chaves na mão, qual ponta-de-lança, o brasileiro venceu no primeiro ressalto, aplicando o pé esquerdo à saída do guardião encarnado. 57 é o minuto do engenho e da justiça, que juntos soltaram a festa no setor que abrigou as boas gentes de Viseu. Convictos de que não queriam trazer para o Fontelo o quarto empate seguido a uma bola, os beirões travaram uma batalha intensa pela bola, desdobrando-se em esforços e desafiando os seus limites. Steven Petkov, entrado no segundo tempo, ainda almejou a baliza contrária, mas o remate com selo de golo foi travado por André Gomes. A balança do destino não se inclinou para nenhum lado, e o empate persistiu como testemunha desta aguerrida discussão pelos três pontos. Também a discutir, seguimos lado a lado com os quatro empates “mínimos” a um golo, que em nada traduzem aquela que é, desde sempre, a nossa vontade de vencer. Como se costuma dizer em bom português: em caso de não se conseguir vencer, pois então que não se perca.

2024-04-02

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VIRIATHUS ON TOUR: Centro Social e Paroquial de Rio de Loba

Quatro elementos da equipa sénior do Académico de Viseu, Domen Gril, Henrique Gomes, Marquinho e André Clóvis, fizeram as maravilhas de cerca de meia centena de crianças, ao visitarem as instalações do Centro Social e Paroquial de Rio de Loba. O evento proporcionou, aos mais pequenos, a oportunidade de interagir com os jogadores, receber autógrafos e até participar numa emocionante "peladinha" interior. Em declarações exclusivas aos meios de comunicação do Académico de Viseu, Vanda Rodrigues, Educadora Social do Centro Social e Paroquial de Rio de Loba, expressou a importância dessas iniciativas, especialmente para as crianças. "A nossa primeira ideia foi fazê-los felizes. Eles são grandes admiradores do Académico, por ser a equipa da nossa cidade. Muitos deles estão envolvidos nas camadas jovens ou até mesmo na secção de natação, portanto, é extremamente significativo para eles conhecerem os jogadores. Como instituição, esta visita também representa uma oportunidade de estabelecer laços, promovendo um intercâmbio entre instituições. Isso fortalece os valores de associativismo e o gosto pelo desporto, que são princípios fundamentais que orientam o nosso centro social e paroquial", destacou Vanda Rodrigues. A visita dos jogadores não apenas proporcionou momentos de alegria e inspiração para as crianças, como também reforçou os vínculos entre o clube e a comunidade local. O Académico de Viseu reitera, assim, o seu compromisso em contribuir positivamente para a comunidade, promovendo valores que vão além das quatro linhas do campo de futebol.

2024-04-02

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“Preparámo-nos a fundo para defrontar uma equipa com muita juventude”

O mister Jorge Simão deu, no final da manhã de hoje, a conferência de imprensa de antevisão à partida desta segunda-feira, em casa do SL Benfica B. Perante as questões dos órgãos de comunicação social, o treinador do Académico de Viseu começou por reforçar que não é adepto das pausas na competição, assumindo que a equipa está preparada para o jogo desta jornada: “Se pudesse escolher, obviamente não havia semanas sem competição, porque é importante manter a regularidade. Se não for possível, devemos manter as nossas rotinas, insistindo nos comportamentos que queremos ver no jogo. E o nosso último jogo foi uma boa amostra desses comportamentos. Preparámo-nos a fundo para defrontar uma equipa com muita juventude, que tem uma forma de jogar talvez diferente, da maior parte das equipas da segunda liga. Tem bons jogadores a nível individual, que procura muito ligar o seu jogo entre setores, com poucas bolas longas. Acho que vamos jogar com bom clima, num bom terreno e, portanto, tem tudo para ser uma boa partida”. Já sobre o atual momento academista, Jorge Simão mostrou-se convicto de que, no que toca às exibições, esta é a melhor fase da temporada: “O bom ou mau momento de uma equipa, eu sinto-o por aquilo que vou me apercebendo ao nível comportamental, ou seja, segundo o que nós conseguimos fazer no jogo. Se olharmos só para o resultado, vamos estar eufóricos se estivermos numa sequência de vitórias, e deprimidos se sofrermos derrotas consecutivas. E essa não é uma boa base de análise. Continuamos a manter serenidade naquilo que são os resultados que estamos a alcançar. Acima de tudo, se olharmos para o nosso comportamento, estamos muito bem melhor do que alguma vez tivemos esta época.” Questionado acerca das mais recentes renovações de André Almeida e de Igor Milioransa, o técnico dos Viriatos destacou o bom trabalho de toda a estrutura: “Este clube tem dado passos, etapa após etapa, para construir e criar bases cada vez mais sólidas para um futuro melhor. Falo, concretamente, de uma equipa de juniores forte, que está neste momento a lutar para ser campeã nacional, e da equipa de sub-23 com jogadores com muita qualidade, que têm trabalhado bastante connosco. As renovações destes jogadores, com uma faixa etária diferente dos mais novos, é que fazem o “cimento” desta equipa, para que depois possa ser complementada com outros jogadores jovens que estão a emergir dos escalões jovens. Fechar jogadores maduros, com provas dadas e com muito para conquistar ao serviço do clube, são decisões que reforçam o bom trabalho que aqui a ser feito”. O Académico de Viseu joga no Benfica Campus, às 18H desta segunda-feira, terreno do SL Benfica B. A partida referente à 27ª jornada da Liga Portugal 2, terá arbitragem do juiz Miguel Fonseca, da Associação de Futebol de Porto.

2024-03-30

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Compasso Beirão

Desta feita, não teremos a habitual crónica de antevisão. Imbuídos do espírito de reinvenção e de evolução, propomos à Nação Viriathus a leitura desta "Crónica" de lançamento do jogo entre o Académico de Viseu e o SL Benfica B, da próxima segunda feira, escrita em poema.   Numa Santa tarde de Páscoa, no fervor da Capital Académico e Benfica B encaram-se, num duelo primordial. No Benfica Campus, em Lisboa, Viseu se ouvirá, Envolto em cânticos academistas disfarçados de “bruaá”.   Viajantes Viriatos chegam com fome de vitória, Após uma igualdade tripla, que deixou um gosto agridoce na memória. 1-1 foi o resultado repetido, que como nunca nos fez suspirar, Essa divisão de pontos madrasta, persistente, que nos impediu de “triunfo” cantar.   Cientes do que nos une, partimos em busca do nosso Fado, Em terra de fadistas, espalhamos este histórico legado. Frente às águias de encarnado queremos alto voar, E o Manto Negro que envergamos, desejamos orgulhar.   A ronda é a vinte e sete, quando faltam oito para jogar É só um ponto que os separa, com vantagem para o que da Beira vão viajar. Nós o oitavo, do outro lado está o nono, Vamos lá mostrar-lhes quem da glória quer ser dono.    Fácil não será, mas juntos continuaremos, Aliciados pelo desejo de fazer tudo o que podemos. Na Capital deste país, carregamos o Interior às costas, Envaidecidos pela guerra que fazemos às desigualdades impostas.   Nesta Visita Pascal, o beijo dá-se no símbolo Beirão, Com a fé com que cada um ajudou a fundar esta Nação. Somos gigantes, e disso bem sabemos, Vencer por vocês, é tudo aquilo pelo qual nos movemos.

2024-03-28