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Equipa Profissional

Igor Milioransa renova por mais dois anos

O Académico de Viseu anuncia a todos os seus sócios, adeptos e simpatizantes, a renovação do contrato do jogador Igor Milioransa, por mais duas temporadas. A sua ligação anterior, que terminaria no final da próxima época desportiva, é assim estendida até 2027. Igor Milioransa chegou a Viseu no ano de 2021, por empréstimo do Grémio Anápolis, do Brasil. Na sua primeira temporada no futebol europeu, o defesa-lateral direito representou o emblema beirão por 27 vezes, antes do Académico formalizar a sua transferência em definitivo. Desde então, o defensor brasileiro nascido no Concelho de Itapema, no Estado de Santa Catarina, alinhou noutras 87 partidas com o símbolo viseense ao peito, nas quais apontou duas assistências.   Em declarações exclusivas aos canais de informação do Académico, o defesa confessou-se feliz em Viseu, admitindo que a renovação não foi um processo difícil de gerir: “É um sentimento de muita felicidade, é um clube que tem um carinho muito especial para mim e que me abriu as portas na Europa. Estou muito feliz aqui, e penso que isso é fruto de um trabalho muito bem feito da minha parte, e também do Académico. Foi fácil renovar, reconheceram o meu crescimento e deram-me condições para que tal acontecesse. Quando trabalhas num local onde as pessoas e os adeptos têm um carinho especial por ti, também facilita muito a decisão de continuar”. A renovação do contrato de Igor Milioransa, tornou-se imprescindível ao futuro sucesso desportivo da equipa sénior do Académico de Viseu, que ganha assim um novo “reforço” até 2027. A Direção desta Sociedade Anónima Desportiva, felicita-se pelo acordo realizado com o jogador de 27 anos, desejando, ao mesmo, os maiores sucessos desportivos ao serviço do Académico de Viseu.

2024-03-27

Equipa Profissional

O Capitão dos Viriatos continua a sua jornada no Académico

O Académico de Viseu anuncia a todos os seus sócios, adeptos e simpatizantes, a renovação do contrato do jogador André Almeida, por mais dois anos. A sua ligação anterior, que terminaria no final da presente temporada é assim estendida, garantindo a continuidade do Capitão academista em terras viseenses. André Almeida, formado no Real Massamá, trouxe consigo uma rica experiência quando se juntou ao Académico de Viseu, no início da época 2022-23. Com passagens pelo CF “Os Belenenses” e pelo Sporting Clube da Covilhã, o defesa-central teve ainda uma experiência no estrangeiro, onde representou o Stumbras, da Lituânia. O seu retorno à Beira-Alta foi marcado por mais de uma época e meia de sucesso e determinação, que o fizeram tornar-se numa peça fundamental na defesa e comando dos Viriatos. Desde que chegou ao Académico de Viseu, André Almeida participou em 67 jogos, nos quais apontou cinco golos e quatro assistências. A sua dedicação, profissionalismo e liderança em campo, tornaram-no não apenas um jogador valioso, como também um símbolo da força e garra beirãs. Na hora da assinatura do novo contrato, o defesa português assumiu que a decisão foi natural e fácil, mostrando-se agradado com o momento no qual a renovação foi proposta: “É um sentimento mesmo muito bom, porque desde o meu primeiro dia aqui que me sinto em casa. Foi muito fácil quando falámos de renovação, que era algo com que eu já contava, porque queria continuar aqui, vejo-me aqui durante muitos e muitos anos. O facto de me terem abordado tão cedo, ainda a faltarem seis meses para acabar o campeonato, demonstra também a vontade que têm em contar comigo. Isso também pesou muito na minha decisão”. A renovação do contrato de André Almeida, é um testemunho do compromisso contínuo desta estrutura em fortalecer a sua equipa, com o propósito de alcançar os respetivos objetivos desportivos. A continuidade do defesa em Viseu, por mais dois anos, é motivo de celebração para toda a Nação Viriathus. Ao jogador, a Direção da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD, aproveita para desejar as maiores conquistas desportivas ao serviço do nosso emblema.

2024-03-18

Equipa Profissional

Dez Centímetros de Azar

Assistimos, esta tarde, a um embate de vontades entre o Académico de Viseu e o FC Paços de Ferreira, com as expectativas a elevarem-se no Estádio do Fontelo. Ambas as equipas, ansiosas por domar a bola e explorando os corredores laterais, deram ao início da partida um jogo cativante e equilibrado. No entanto, a disputa desenrolava-se longe das balizas, com dificuldades de penetração no último terço do campo. Já bem dentro do primeiro tempo, foi do Académico de Viseu que partiu a iniciativa de intensificar as linhas de pressão alta. Com agressividade imposta nas divididas, a equipa rentabilizou esse esforço, crescendo no jogo e assumindo, de forma ligeira, o controlo das operações num relvado que ia sendo acarinhado por mais de 1200 academistas. Com o controlo parcial do encontro a ficar nas mãos dos viseenses, o primeiro remate do encontro nasceu do “pequenino” Martim Ferreira, ele que fez, hoje, a estreia a titular no Fontelo, uma semana após ter sido titular pela primeira vez ao serviço da equipa sénior do Académico. O remate à figura de Marafona, precedeu um outro tiro de Marquinho, aos 20 minutos, que fez o esférico sair por cima e sem perigo.   O intervalo trouxe a promessa de uma segunda parte mais vibrante, onde os "castores" regressaram com mais perigo, personificando no seu jogo a boa primeira parte do Académico. Os homens da Capital do Móvel chegariam à vantagem ainda dentro dos primeiros cinco minutos do segundo período, com Welton a desmarcar Afonso Rodrigues, que cruzou para Uilton inaugurar o marcador. A turma beirã iria responder logo a seguir, tanto dentro de campo como através do banco. Foi, precisamente de lá, que Yuri e Quizera ainda viram André Clóvis a rematar por duas vezes, com a bola a sair ao lado. E aos 61 minutos, surgiria uma oportunidade crucial no jogo, que daria ainda mais ânimo ao Académico. Afonso Rodrigues, da marca dos 11 metros, falhou uma grande penalidade que faria o 0-2, mas que rapidamente se transformou em crença e motivação para os Viriatos, que tornaram a crescer e a pressionar o Paços. As oportunidades sucediam-se, com Marafona em destaque na baliza pacense. André Almeida, Gautier, Clóvis, Yuri eram as vozes inconformadas que “gritavam” em formato de remate, mas sem sucesso. No entanto, aos 88 minutos, o ex-Académico, Ícaro Silva, cometeu uma grande penalidade, e Clóvis não desperdiçou, empatando o jogo. Com o Fontelo em estado de ebulição, sentia-se no ar o doce aroma a reviravolta, e os seis minutos de compensação ajudavam a construir as esperanças viseenses. Não se contentando com o empate, Steven Petkov (entrado no segundo tempo) marcou aos 90+6 minutos, após assistência de Miguel Bandarra. Os festejos emocionados das boas gentes beirãs, do nada se tornaram em espectativa, após a bandeira subir em direção aos céus. O vídeo-árbitro demorou, e acabou por assinalar fora de jogo do avançado búlgaro pela simples distância de dez centímetros, que é o tamanho exato de algumas canetas, lápis, de uma caixa de fósforos ou de um cartão multibanco. O resultado final de 1-1 persistiu, mantendo os dois conjuntos colados na tabela classificativa, ambos com 37 pontos. Apenas dez centímetros…

2024-03-16

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“Merecíamos ganhar com um golo no último minuto”

O Académico de Viseu empatou a uma bola frente ao FC Paços de Ferreira, no regresso ao Estádio do Fontelo. O golo viseense foi marcado por André Clóvis, de grande penalidade, numa partida onde um golo anulado por fora de jogo, já para lá dos 90, travou a vitória da turma de Jorge Simão. Em reação ao 1-1, o técnico academista demonstrou o agrado com a exibição da equipa, admitindo que o empate sabe muito a pouco: “Desde que estou aqui, hoje terá sido o jogo em que senti a minha equipa mais unida e coesa. Aquilo que nós tínhamos para fazer durante o tempo de jogo, fizemos. Mantivemos a consistência neste tipo de comportamentos e, nesse seguimento, acho que o que levamos deste jogo é mesmo muito pouco”. Quanto ao lance anulado em cima do fim do encontro, por fora de jogo, Jorge Simão reconheceu que a equipa merecia mais: “Estes lances são muito difíceis de sinalizar. A meu ver, ainda não temos o desenvolvimento tecnológico, que nos permita ter uma decisão, convictamente, correta. Na minha opinião, e pelo que vou percebendo em lances destes, tudo depende do momento em que se coloca a linha. Foi um lance muito bem construído da nossa parte, num jogo em que merecíamos ganhar com um golo no último minuto. Os deuses do futebol não o quiseram”. Com este resultado, o Académico de Viseu soma agora 37 pontos. O emblema viseense ocupa agora o oitavo lugar da tabela, mesmo antes da pausa para as seleções. O próximo jogo dos Viriatos está agendado para o fim de semana de 30 e 31 de março, em casa do SL Benfica B, com hora e dia ainda a definir.

2024-03-16

Equipa Profissional

“Queremos ficar três pontos mais perto”

O mister Jorge Simão deu, no final da manhã de hoje, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, na qual o Académico recebe o FC Paços de Ferreira. Em antevisão ao jogo da 25ª jornada da Liga Portugal 2, o treinador principal do Académico de Viseu abordou os últimos jogos, em que a equipa foi incapaz de segurar as vantagens no marcador: “Aquilo que nos deve guiar são os comportamentos que nós temos de fazer em campo. É o rigor dos nossos comportamentos, que acabaram por deixar fugir a vantagem que tínhamos no marcador, nos últimos dois jogos. Temos de olhar para nós, para aquilo que fazemos ou que deixamos por fazer no decurso do jogo. Não quero pensar naquilo que o adversário fez ”. Jorge Simão reforçou ainda que, em caso de conseguir manter um equilíbrio exibicional, o Académico estará, certamente, mais perto de alcançar vitórias: “Nós atacamos e defendemos todos juntos. No entanto, reconheço que há uma diferença de comportamento da equipa quando marcamos golos e estamos em vantagem. Acabamos por perder algum rigor e temos de ser capazes de mantermos a nossa capacidade, a mesma serenidade e a mesma organização coletiva. Se formos capazes de não sofrer alterações do nosso comportamento, consoante aquilo que o adversário também faz, acredito que marcando primeiro, podemos estar mais perto de fazer o segundo golo do que de sofrer. Queremos ficar três pontos mais perto, no fim desta jornada”. O Académico de Viseu joga no Estádio da Madeira, às 15H deste sábado, em partida referente à 26ª jornada da Liga Portugal 2, que terá arbitragem do juiz Flávio Duarte, da Associação de Futebol de Lisboa.

2024-03-15

Equipa Profissional

Confronto entre Capitais

Num sábado nublado, com o relvado verdejante do Estádio do Fontelo pronto para mais uma batalha, as cidades de Viseu e Paços de Ferreira preparam-se para ver os seus guerreiros a enfrentar-se em campo. De um lado, o Académico continua a crescer das terras da Muralha, na Capital da Beira-Alta, onde os Viriatos são mais que uma tradição, são uma essência gastronómica, tão enraizada quanto o orgulho que pulsa nas veias dos seus viseenses. Desde outubro, o Académico mantém a sua fortaleza inviolada, erguendo-se como uma muralha impenetrável diante de adversários ousados. Nem mesmo a derrota na Vila das Aves, que trouxe consigo a quebra na senda pontual, foi capaz de abalar as fundações desta equipa que, com garra e determinação enfrentou, recentemente, dois dos principais candidatos à subida, mantendo-se firme e determinada em não se amedrontar seja perante quem for. Do outro lado do relvado, encaramos o FC Paços de Ferreira, oriundo da Capital do Móvel, onde a arte de moldar a madeira é uma tradição, que se reflete até nos corações daqueles que lá vivem. Com os mesmos 36 pontos que o Académico, o Paços apresenta-se com vantagem na tabela classificativa, trazendo consigo o ímpeto de três vitórias consecutivas no campeonato. Na primeira volta, a turma de Jorge Simão sofreu uma derrota por 1-0, num jogo onde a sorte não sorriu a seu favor, mas onde a ambição foi inegável. Agora, diante da muralha viseense, estes Viriatos estão determinados a mostrar a força e a qualidade que os trouxeram até aqui, sabendo que, neste embate, tal como em todos os outros, não há espaço para erros. Será o 15º confronto entre os dois históricos do futebol português, numa história que se desenrola desde 1983. Numa época que acabaria em tristeza para as gentes de Viseu, que viam o seu Académico em queda livre para a terceira divisão, dois anos depois de ter estado no topo superior do futebol nacional, Viriatos e Castores empatariam a zero no Fontelo, sendo que os pacenses venceriam na segunda volta por 2-0. Seguiram-se 12 partidas, onde os academistas só venceram por uma vez. Está, por esse mesmo motivo, mais que na hora de quebrar tal enguiço As cidades de Viseu e Paços de Ferreira unem-se na esperança e na paixão pelo desporto. O Fontelo pulsa com a saudade em ver os seus academistas nas bancadas, enquanto os jogadores entram em campo. Força, Viriatos.

2024-03-14

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Duas partes, duas histórias

No embate entre o Académico de Viseu e o CD Nacional, que terminou empatado a uma bola, assistimos a duas metades distintas, cada uma com a sua própria narrativa. Na primeira metade do jogo, presenciamos um espetáculo vibrante, repleto de oportunidades de golo, bom futebol e intensidade. O Académico entrou em campo com garra, demonstrando um futebol envolvente, eficaz e pressionante que deixou, por várias vezes, a defesa insular em dificuldades. Foi aos 21 minutos que o marcador se movimentou a favor dos viseenses, num belo lance que teve início com uma recuperação de bola de Marquinho. Miguel Bandarra fez um cruzamento perfeito ao segundo poste, onde Gautier apareceu para servir Clóvis, que não desperdiçou a oportunidade e colocou o Académico em vantagem. Durante esta primeira parte, André Almeida, Miguel Bandarra e Clóvis voltaram a ameaçar a baliza adversária, mostrando a determinação da equipa em ampliar a vantagem. No entanto, mesmo em cima do intervalo, o Nacional conseguiu igualar o marcador. Witi desferiu um cruzamento certeiro para Gustavo da Silva, que apenas teve de encostar para fazer o golo do empate. Já na segunda metade do jogo, o ritmo e a qualidade do espetáculo diminuíram. Ambas as equipas adotaram uma postura mais cautelosa e tática, privilegiando a segurança defensiva. O meio-campo tornou-se num campo de batalha, com duelos intensos que demonstraram alguma perda do fulgor academista do primeiro tempo. De forma controversa, a turma de Jorge Simão viu-se reduzida a dez jogadores aos 86 minutos, com a expulsão de Arthur Chaves após o segundo cartão amarelo, numa falta que dividiu opiniões. No final, o resultado refletiu o equilíbrio e a intensidade do confronto. Duas partes, duas histórias, cada uma contribuindo para a riqueza do espetáculo desportivo que deixou os adeptos academistas, novamente, com água na boca.

2024-03-10

Equipa Profissional

“Vai ser, seguramente, uma luta dura”

O mister Jorge Simão deu, no final da manhã de hoje, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, que leva o Académico de Viseu a deslocar-se à Ilha da Madeira, para defrontar o CD Nacional. Perante as questões dos órgãos de comunicação social, o treinador principal do Académico de Viseu falou do adversário deste fim de semana, atendendo às características próprias do Estádio da “Choupana”: “Por aquilo que aquele clube tem feito no seu passado mais recente, acho que é sempre um clube que não pode estar longe da luta, pelos lugares de promoção à primeira liga. É uma equipa com a qual vamos jogar em circunstâncias diferentes, num estádio com algumas particularidades. O clima é uma delas e a outra é a relva, são dois dos fatores a ter em conta. À medida que as jornadas se vão aproximando do término do campeonato, são jogos aos quais acresce o grau de responsabilidade, quer para quem está na luta pela subida, quer para quem luta, desesperadamente, por somar três pontos, que é o nosso caso. Dito isto, vai ser, seguramente, uma luta dura”. Jorge Simão deixou, igualmente claro, que o tempo gasto na deslocação até ao Arquipélago da Madeira não será um entrave à preparação da equipa: “Uma coisa seria chegarmos à Madeira às 23H e jogarmos no outro dia, ao início da tarde. No entanto, nós vamos fazer a viagem hoje, e vamos ter o dia de amanhã para trabalhar, portanto, não há nenhuma interferência na logística que nos possa afetar”. O Académico de Viseu joga no Estádio da Madeira, às 15H deste sábado, em partida referente à 24ª jornada da Liga Portugal 2, que terá arbitragem do juiz Diogo Rosa, da Associação de Futebol de Beja.

2024-03-07