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Três Viriatos entre os melhores da Liga Portugal 2 Meu Super

André Clóvis, Anthony Correia e Loroughon Gohi estiveram em destaque no mês de fevereiro, ao arrecadarem um total de quatro prémios individuais na Liga Portugal 2 Meu Super, numa votação realizada pelos treinadores principais da competição. André Clóvis voltou a evidenciar-se ao conquistar uma dupla distinção: Jogador do Mês e Avançado do Mês. Em fevereiro, o avançado brasileiro somou três golos, incluindo um bis na vitória frente à UD Oliveirense. Na votação para Jogador do Mês, superou Bica, do Leixões SC, e Vonic, do FC Porto B. Já no prémio de avançado, é o quarto que conquista na temporada 2025/26, terminou à frente de Juan Muñoz, da UD Leiria, e novamente de Bica. Também Anthony Correia foi distinguido como Defesa do Mês de fevereiro. O central viseense foi titular em todos os encontros disputados, destacando-se igualmente com um bis frente à UD Oliveirense. Reuniu 34,07% das preferências, superando RomainCorreia, do Marítimo M., com 12,59%, e Bruno Ramos, do Sporting CP B, com 8,89%. Por fim, Loroughon Gohi arrecadou o prémio de Jovem do Mês. O Viriato de 21 anos participou em todos os jogos do mês, sendo decisivo na vitória frente ao Portimonense. Na votação, reuniu 25,93% das preferências, superando Gonçalo Sousa e Vonic, ambos do FC Porto B. Estas distinções refletem o forte contributo individual dos atletas, aliado ao desempenho coletivo da equipa ao longo do mês de fevereiro.

2026-03-20

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Gu Costa estreia-se na convocatória da seleção nacional de Sub-20

O anúncio foi feito hoje pela Federação Portuguesa de Futebol, que revelou a convocatória do selecionador Oceano Cruz, para os próximos dois encontros da Liga de Elite. Gustavo Costa é o mais recente nome entre as escolhas do selecionador nacional Oceano Cruz, que integram o lote de convocados para os encontros diante da Suiça e da Chéquia, na caminhada da equipa Sub-20 portuguesa, na Liga de Elite da UEFA. A cumprir a terceira época em Viseu, o jovem de 20 anos chegou ao Académico no verão de 2023, vindo do Rio Ave FC, enquanto reforço dos plantéis de formação academistas. Na sua primeira temporada, estreou-se na Liga Revelação e foi uma das peças essenciais do conjunto Sub-19, então treinado por Sérgio Fonseca, que terminou no sexto lugar da primeira divisão nacional. Já em 2024/2025 sustentou a sua importância no plantel de Sub-23, o que lhe valeu a chamada para a pré-época da equipa principal no início da presente temporada. A sua estreia na Liga Portugal 2, a 31 de agosto, ficou marcada pela vitória do Académico, no Fontelo, frente ao FC Porto "B" (2-0). Desde então, tornou-se figura assídua nas escolhas do Mister Sérgio Fonseca, somando um total de 22 jogos, nos quais somou o seu primeiro golo enquanto profissional e outras três assistências.  A Seleção Nacional de Sub-20 reúne-se no próximo dia 23 em Aveiro, para preparar o duplo confronto internacional que se avizinha. Atual líder da classificação, Portugal soma cinco vitórias e um empate na Liga de Elite da UEFA, com mais quatro pontos do que a Alemanha. No dia 27 de março, às 17H, os comandados de Oceano Cruz jogam no Municipal de Aveiro, onde irão defrontar a Suiça, quinta classificada do grupo. Três dias depois, a 30 de março, será a vez de visitarem a Chéquia, para jogarem contra a equipa da casa no Estádio Letná, em Zlín, a partir das 17H. Após Rodrigo Moura em 1966, João Basto em 1967, Jorge Amaral em 1989, José Leal em 1989, de Luís Costa em 2004 e de Rodrigo Pereira em 2023, Gustavo Costa, torna-se o seétimo atleta da história do Académico de Viseu a representar a seleção nacional portuguesa enquanto jogador do emblema viseense.  A Académico de Viseu FC, Futebol SAD, congratula-se com enorme orgulho pela chamada de Gustavo Costa à seleção nacional portuguesa de Sub-21, aproveitando a oportunidade para deixar votos de boa sorte e sucesso, ao jogador e a Portugal, nas partidas internacionais que se avizinham. 

2026-03-20

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"Estamos muito confiantes"

O Académico de Viseu desloca-se, no próximo sábado, ao Estádio Dr. Carlos Osório, terreno emprestado do Lourosa FC, em jogo a contar para a 27.ª jornada da Liga Portugal 2, num encontro que se antevê exigente para os Viriatos. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca destacou a competitividade do adversário, sublinhando a continuidade da estrutura que garantiu o sucesso recente: “É um adversário difícil, como são a maioria dos que disputam este campeonato. É uma equipa que manteve praticamente grande parte da estrutura do ano passado, quando foram campeões na Liga 3, e foram contratando jogadores com experiência. Acho que é uma equipa extremamente competitiva”. O técnico academista alertou ainda para o clima que costumam criar os adeptos do Lourosa: “Quando joga junto do público, normalmente tem muita gente sempre a apoiar, também é um aspeto que os galvaniza. Estão a fazer um bom campeonato, portanto esperamos aquilo que temos estado à espera: um adversário difícil”. Quanto ao momento da equipa, Sérgio Fonseca mostrou-se satisfeito com o trabalho desenvolvido ao longo da semana: “Numa semana normal de trabalho, eles trabalharam bem. Não só quem está a jogar está a dar uma boa resposta, como também quem não tem sido utilizado com tanta regularidade, está empenhado no trabalho, no compromisso e na atitude. Vamos confiantes para o jogo”. Com oito jornadas por disputar, o treinador reforçou a mensagem interna de encarar cada partida como decisiva: “Olhamos para o que falta do campeonato e faltam oito jogos. Para nós são oito finais, é a mensagem que passamos ao grupo. Pensamos jogo a jogo, nos três pontos. Não olhamos para trás, olhamos para o imediato, que se chama Lourosa, e é com esse objetivo que vamos para o jogo”. Sérgio Fonseca valorizou ainda a competitividade interna do plantel: “É importante que exista, porque obriga quem está a jogar a manter intensidades altas e a trabalhar focado. Nós, equipa técnica, contamos com todos até ao final do campeonato”. Sobre a disponibilidade do plantel, deixou uma nota de confiança: “Esperamos entrar com 11, vamos entrar com 11. Relembrar que o Luís Silva é um jogador extremamente importante no nosso grupo, é um dos capitães, mas já fomos a Alcochete sem ele e a equipa deu uma boa resposta. Estamos muito confiantes, contando com todos os jogadores”. Também presente na conferência, Álvaro Zamora recordou o último confronto entre as equipas, destacando o espírito de superação demonstrado pelos Viriatos: “Esse jogo traz-nos muita motivação, por termos ganhado com 10 jogadores e termos dado a volta ao resultado de 2-0. O Lourosa é um adversário difícil, mas esse jogo foi especial porque nunca nos demos por vencidos e soubemos como ganhar-lhes". O avançado destacou ainda o seu compromisso individual com a equipa: “Tento sempre dar o melhor de mim, com a melhor atitude. Tento sempre jogar bem com bola e, se não a tiver, procuro ajudar fisicamente a equipa”. Por fim, deixou uma palavra de agradecimento aos adeptos, reforçando a importância do seu apoio nesta fase decisiva da época: “Estamos muito agradecidos pelo apoio que os adeptos nos têm dado durante toda a época, e não só agora que faltam oito jogos. Desde o princípio que sentimos muita motivação deles. Sabemos que estão contentes e entusiasmados para os próximos jogos. Sabemos a importância do apoio deles fora de casa, então temos uma responsabilidade muito grande”. O Académico de Viseu parte assim para Oliveira de Azeméis com confiança, espírito de união e o objetivo claro de somar mais três pontos numa fase crucial da temporada.

2026-03-19

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União, caráter e três golos: o Fontelo voltou a sorrir

No Estádio Municipal do Fontelo voltou a sentir-se aquela energia especial que tantas vezes empurra o Académico de Viseu para a frente. Perante um adversário competitivo e num jogo de elevada exigência, os Viriatos responderam com personalidade, qualidade e espírito coletivo, vencendo o Leixões por 3-1 e reforçando a confiança no caminho que continuam a trilhar. A partida começou viva, com ambas as equipas a procurar assumir o jogo. O Académico mostrou desde cedo a intenção de mandar no encontro, criando situações perigosas e pressionando alto, mas foi o Leixões quem acabou por aproveitar um momento de eficácia para se adiantar no marcador a meio da primeira parte. A desvantagem não abalou a equipa da casa. Pelo contrário. Os academistas mantiveram a serenidade, continuaram a procurar o seu futebol e, já perto do intervalo, encontraram a recompensa. Numa jogada bem construída, o Académico chegou ao empate por Cihan Kahraman, devolvendo justiça ao marcador e reacendendo o entusiasmo nas bancadas do Fontelo. O regresso dos balneários trouxe um Académico ainda mais determinado. A equipa entrou na segunda parte com intensidade e clareza nas ideias, aproximando-se rapidamente da reviravolta. Poucos minutos após o reinício, Gustavo Costa apareceu no momento certo para completar uma excelente combinação ofensiva e colocar a turma de Sérgio Fonseca na frente do marcador. A partir daí, o jogo ganhou ainda mais emoção. O Leixões tentou reagir, mas encontrou um Académico organizado, solidário e cada vez mais confiante. O momento que acabou por marcar definitivamente o encontro surgiu já na segunda metade, com a expulsão de um jogador da equipa visitante, situação que aumentou ainda mais o controlo do conjunto viseense. Com mais espaço e serenidade, o Académico soube gerir o ritmo e voltou a ferir no momento certo. André Clóvis, sempre oportuno na área, aproveitou uma situação favorável para fechar a contagem e assinar mais um golo na sua época impressionante, selando o triunfo por 3-1. Até ao apito final, o Académico manteve a mesma atitude: concentração, ambição e respeito pelo jogo. O Fontelo respondeu com aplausos, reconhecendo uma equipa que demonstrou caráter, capacidade de reação e, acima de tudo, união. Foi mais do que uma vitória. Foi mais uma afirmação de um grupo que segue focado, confiante e fiel aos seus objetivos. No Fontelo, a mensagem voltou a ser clara: juntos, os Viriatos continuam a acreditar.

2026-03-14

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Académico reage à desvantagem e vence Leixões por 3-1

O Académico de Viseu venceu este sábado o Leixões SC por 3-1, no Estádio Municipal do Fontelo, em partida a contar para a 26.ª jornada da Liga Portugal 2. Depois de entrar em desvantagem no marcador, a equipa orientada por Sérgio Fonseca reagiu e protagonizou uma reviravolta convincente, somando três pontos importantes diante dos seus adeptos. Na conferência de imprensa após o encontro, o técnico reconheceu que a equipa começou o jogo de forma positiva, mas acabou por perder alguma tranquilidade após algumas perdas de bola que permitiram aproximações perigosas do adversário: “Acho que nós até acabámos por entrar bem no jogo. Depois tivemos ali uma ou outra perda de bola que permitiu que o Leixões conseguisse também chegar perto da nossa área e isso tirou-nos tranquilidade. Inclusive sofremos o golo e tivemos a equipa um pouco ansiosa”, explicou. Ainda assim, o treinador destacou a capacidade de reação da equipa ao longo da partida, sublinhando que os ajustes realizados permitiram inverter o rumo do encontro: “Acho que as coisas foram sendo retificadas e acabámos por chegar à vitória, que acho que foi merecida”. Sérgio Fonseca considerou também que o empate antes do intervalo foi determinante para o desfecho da partida: “Momentos importantes? Sim, concordo. Conseguirmos ir para o intervalo empatados foi fundamental. É diferente. Depois, logo no início da segunda parte, ao chegar ao golo, deu-nos essa tranquilidade que não tivemos durante a primeira parte”. O técnico academista abordou ainda a resposta da equipa depois da derrota na jornada anterior, reforçando a importância de demonstrar uma reação perante os adeptos: “Nós preocupamo-nos acima de tudo jogo a jogo. O grupo tem plenamente a noção de que não fizemos tudo o que devíamos ter feito no jogo em Chaves. Era importante mostrarmos dentro de campo, junto da nossa massa associativa, que queríamos mudar o rumo das coisas”. Por fim, o treinador apontou já o foco para o próximo desafio, frente ao Lusitânia de Lourosa, reforçando a competitividade do campeonato e a necessidade de manter a concentração: “Com o Lourosa será mais uma final. Aqui não há jogos fáceis. É um campeonato extremamente competitivo e nós encaramos todos os jogos com o mesmo sentido de responsabilidade. Vamos trabalhar bem durante a semana, preparar-nos para tentar trazer os três pontos”.

2026-03-14

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Vontade de regressar às vitórias frente ao Leixões

O Académico de Viseu recebe este sábado o Leixões SC, no Estádio do Fontelo, em partida da 26.ª jornada da Liga Portugal 2, com a equipa viseense determinada em regressar aos triunfos diante dos seus adeptos. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o atleta Robinho reconheceram que o grupo analisou o último jogo e está preparada para responder frente a um adversário de qualidade. O técnico academista começou por admitir que a equipa fez uma reflexão interna após o último encontro, sublinhando a importância de corrigir erros e preparar a resposta já neste desafio: “Temos plenamente a noção de que também não fizemos tudo aquilo que deveríamos ter feito, no sentido de trazer outro resultado de Chaves. Falámos sobre isso durante a semana, analisámos as coisas que não correram tão bem e preparámo-nos para um jogo difícil contra um adversário com muita qualidade, no qual contamos muito com o apoio dos nossos adeptos para nos ajudarem a chegar ao objetivo, que é ganhar o jogo e ficar cá com os três pontos”, afirmou. Sobre o adversário, Sérgio Fonseca destacou a evolução recente da equipa de Matosinhos e a qualidade individual do plantel: “É uma equipa com muita qualidade. Como disse há pouco. É verdade que não começou muito bem o campeonato devido a alguma instabilidade, o que levou também à mudança de treinador. Melhoraram, saíram do fundo da tabela classificativa e têm muita qualidade individual. Agora, no mercado de janeiro, reforçaram-se com novos jogadores, quatro deles vindos de equipas da primeira liga. Isso, por si só, demonstra que é um adversário difícil e com qualidade, como são todos neste campeonato”, explicou. Ainda assim, o treinador garantiu que o foco da equipa está sobretudo no próprio desempenho: “Nós temos que olhar para nós, para aquilo que fizemos bem — e temos feito muitas coisas boas — e corrigir aquelas menos boas que também têm acontecido. Queremos entrar com muita confiança para o jogo e ir em busca dos três pontos”, acrescentou. O técnico abordou também o contexto do último encontro, recordando que foi um jogo diferente do habitual: “Foi um jogo atípico, sem público, com um ambiente diferente. Mas nós achamos que não fizemos tudo aquilo que estava ao nosso alcance para trazer os três pontos e isso não pode servir de justificação. Sabíamos que o jogo não iria ter público. Este aqui esperamos que tenha, e muito. Contamos muito com o apoio dos nossos adeptos”, concluiu. Ao lado do treinador, Robinho mostrou confiança na resposta da equipa e destacou a motivação de voltar a jogar perante os academistas: “A equipa está preparada e tem trabalhado para voltar às vitórias. Mais importante ainda, fazê-lo frente aos nossos adeptos e à nossa cidade é sempre uma motivação extra”, afirmou. Questionado sobre a sua posição em campo, o jogador mostrou-se totalmente disponível para ajudar a equipa em qualquer função: “As decisões são do mister. Eu estou aqui para ajudar, seja a extremo, seja a lateral. Até já brinquei com isso: nem que seja a guarda-redes, desde que possa ajudar o grupo de alguma forma, acho que é o mais importante”, referiu. O atleta reconheceu também que o último jogo não foi o mais conseguido, mas destacou a competitividade da prova: “Não foi um jogo muito conseguido da nossa parte, não fomos tão eficazes. Mas também temos que dar mérito ao adversário, que tem muita qualidade. Isto é uma liga muito competitiva e todos os jogos são muito difíceis”, concluiu. O encontro entre Académico de Viseu e Leixões está marcado para sábado às 11H, no Fontelo, onde os Viriatos procuram regressar às vitórias perante os viseenses.

2026-03-12

Equipa Profissional

Tarde/noite estranha em Chaves, na qual o silêncio falou mais alto

Há jogos que se explicam pela qualidade dentro das quatro linhas. Outros, porém, parecem nascer de circunstâncias estranhas, de ambientes pouco habituais e de um conjunto de fatores que retiram ao futebol parte da sua essência. O duelo entre o Académico e o GD Chaves, no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, foi exatamente um desses casos. Numa tarde/noite sem adeptos nas bancadas e marcada ainda por uma falha de iluminação que marcou a partida logo nos minutos iniciais, o encontro nunca ganhou verdadeiro ritmo. Faltou-lhe calor humano, intensidade e aquela energia que tantas vezes empurra equipas e jogadores em exibições menos inspiradas. O Académico, habitualmente uma equipa capaz de impor o seu jogo e a sua personalidade, apresentou-se abaixo do nível que tem demonstrado ao longo da temporada. Os Viriatos nunca conseguiram assumir a superioridade que tantas vezes exibem e acabaram por entrar num duelo fechado, pouco fluído e repleto de momentos de indefinição. Ainda assim, as melhores oportunidades surgiram de forma repartida. Perto do intervalo, André Rodrigues obrigou Domen Gril a uma intervenção complicada, evitando o golo da equipa da casa. Já na segunda parte, o Académico respondeu pelo pé de Lorougnon Gohi, que fez a bola embater no poste na sequência de um livre direto, naquele que foi um dos raros momentos em que o jogo pareceu poder abrir. A partida parecia destinada a viver de detalhes. Num encontro em que nenhuma das equipas conseguiu verdadeiramente mandar, tudo indicava que o empate seria o desfecho mais ajustado para o que se passou em campo. Só que o futebol, por vezes, escreve finais inesperados. A cerca de dez minutos do fim, um remate violento de Reinaldo embateu na barra e deixou a bola solta na área. Jorge Delgado, recém-entrado, apareceu no sítio certo para cabecear para a baliza e apontar o único golo do encontro, quebrando o equilíbrio que durante tanto tempo resistira. Foi um golpe duro para o Académico, que acabou por sair derrotado de um jogo que nunca encontrou a sua normalidade. Num cenário invulgar e num ambiente estranho, a equipa viseense ficou aquém daquilo que sabe fazer, pagando caro por um encontro em que o futebol pareceu sempre incompleto. Há jogos que ficam na memória pela grandeza. Este ficará pelo contrário: pela estranheza, pelo silêncio e por um resultado que, olhando ao que se passou em campo, dificilmente traduz o equilíbrio que marcou a partida.

2026-03-07

Equipa Profissional

"Temos de continuar sérios, focados, dar o nosso melhor e, mais uma vez, permanecer unidos”

O Académico de Viseu enfrenta, na próxima sexta-feira, o GD Chaves, em partida a contar para a 25.ª jornada da Liga Portugal 2, no Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o médio André Ceitil assumiram a ambição de conquistar os três pontos, reconhecendo, contudo, a dificuldade do desafio. O treinador Sérgio Fonseca espera um encontro complicado frente a um adversário com qualidade: “O GD Chaves é uma equipa que tem muita qualidade. O plantel foi formado com o objetivo de subir de divisão. Ao longo da época tem sido irregular: começaram bem, depois tiveram um período menos bom e houve a troca de treinador”. Ainda assim, o técnico alerta para o equilíbrio classificativo: “Não está no seu melhor momento, está a quatro pontos do play-off de descida e a seis do play-off de subida. Quando há qualidade no plantel, às vezes é o pormenor e o detalhe que fazem a diferença. Portanto, será um jogo muito difícil para nós”. O treinador lembrou também a dificuldade histórica das deslocações a Chaves: “Salvo erro, dos 12 jogos que o Académico fez em Chaves, só uma vez conseguiu ganhar e só por uma vez empatou. Isso mostra a dificuldade de jogar lá. Jogaremos com a responsabilidade de sempre”. Confiante na resposta da equipa, destacou a maturidade do grupo: “A equipa festejou no domingo, mas na segunda-feira apresentou-se para trabalhar com o mesmo querer, a mesma ambição e a mesma forma de estar”. Sobre o facto de a partida se disputar sem público, Sérgio Fonseca reconheceu um contexto diferente: “Sem público é mais parecido com um treino. Muda o ambiente e a atmosfera. Nós gostamos de jogar com público, como no último fim de semana, em casa, com estádio cheio. É importante termos os nossos sócios e adeptos próximos a apoiar-nos. São eles que muitas vezes nos impulsionam nos momentos mais difíceis do jogo. A força que transmitem para dentro de campo ajuda-nos a chegar mais longe no nosso caminho”.  Também presente, o médio André Ceitil, anteviu uma partida exigente frente ao GD Chaves e destacou a história e a qualidade do adversário: “O GD Chaves é uma equipa com muita história e é sempre uma equipa a ter em atenção no nosso campeonato. Inicialmente, foi uma das equipas que tinha essa intenção de subir de divisão”. Confiante no valor do plantel, deixa um alerta para a importância da concentração: “Tenho a certeza de que já demonstrámos no campeonato que temos qualidade para vencer qualquer equipa. Contudo, não podemos baixar a guarda nem deixar-nos levar por isso. Temos de continuar sérios, focados, dar o nosso melhor e, mais uma vez, permanecer unidos”. Para o médio academista, a chave do sucesso está na coesão: “A palavra-chave para o sucesso que temos tido até agora é a união do grupo”.

2026-03-04

Equipa Profissional

Raça e ambição, sempre

Num campeonato onde cada detalhe pesa como chumbo, há jogos que não se explicam apenas pela tática, pela estatística ou pela frieza dos números. Explicam-se pela alma. E o que se viveu no Estádio do Fontelo foi, acima de tudo, uma afirmação de alma academista. Frente ao melhor adversário da prova, o líder Marítimo, o Académico não tremeu. Não se encolheu. Não esperou. Assumiu. Desde o primeiro minuto que a equipa de Viseu quis deixar claro que a classificação não lhe pesava nos ombros — servia-lhe antes de motivação. O duelo começou intenso, repartido, com ocasiões de parte a parte. Mas, passada a fase de estudo, percebeu-se quem queria mandar. O Académico ganhou metros, ganhou duelos, ganhou confiança. André Clóvis ameaçou, Zamora afinou o pé, o meio-campo mordeu cada lance como se fosse o último. O golo, quando surgiu, aos 40 minutos, foi o espelho dessa superioridade: passe magistral de Álvaro Zamora, execução fria de André Clóvis, explosão nas bancadas. Justiça no marcador. E que bancadas. 5236 vozes, a melhor assistência do século em jogos de campeonato no Fontelo, transformaram o estádio num vulcão. Cada corte era celebrado como um golo. Cada recuperação, um rugido coletivo. Havia algo diferente no ar — uma crença quase palpável. Na segunda parte, o guião manteve-se: Académico por cima, organizado, pressionante, determinado. O Marítimo, líder experiente, procurava responder. E encontrou no detalhe que tantas vezes trai os mais fortes: uma grande penalidade. O VAR confirmou, Simo converteu. 1-1. Um empate que soava a castigo excessivo para quem tanto fizera para estar na frente. Mas esta equipa já aprendeu a lidar com a injustiça momentânea. Já sofreu demasiado para se deixar abater por um episódio. E foi aí que o destino, tantas vezes madrasto ao longo da época, decidiu equilibrar a balança. Sérgio Fonseca lançou Lorougnon Gohi. E Gohi lançou o caos controlado. Aos 90+5’, na sequência de um lance aparentemente resolvido pela defesa insular, a bola sobrou à entrada da área. O costa-marfinense não pensou duas vezes. Pé esquerdo, seco, potente. Um foguete que rasgou a noite viseense e só parou no fundo das redes. O Fontelo explodiu. Não em surpresa — mas em libertação. E quando o Marítimo ainda tentava perceber o que tinha acontecido, o golpe final surgiu. Contra-ataque letal, Gohi isolado, frieza no momento decisivo. 3-1. Pedra final numa exibição de raça, garra e convicção. O resultado pode dizer três golos a um. Mas a história conta muito mais: conta uma equipa superior em quase todos os capítulos do jogo; conta um líder do campeonato encostado às cordas; conta um estádio cheio que empurrou até ao último suspiro; conta um herói que escreveu o seu nome nos descontos. Há vitórias que valem três pontos. E há vitórias que valem afirmação. Esta foi das segundas. O campeonato continua, a diferença pontual encurta, a luta intensifica-se. Mas uma coisa ficou clara nesta tarde em Viseu: quando o Académico joga assim — com coragem no peito e crença nos pés — não há penálti, não há líder, não há destino adverso que lhe resista.

2026-03-01

Formação SAD

Igualdade Amarga

Nesta tarde de sábado, o conjunto sub-19 do Académico recebeu, no Campo 1º de Maio, a formação da UD Leiria. O encontro foi marcado por um empate a uma bola que deixou um sabor amargo. Logo aos 8 minutos, a formação viseense esteve perto de se afirmar na partida e de inaugurar o marcador, mas a finalização não encontrou o destino certo. Na resposta imediata, Denis Gutu brilhou entre os postes, ao travar um remate perigoso do Leiria. Ao minuto 14, surgiu uma das melhores jogadas da primeira parte com Miguel Almeida a centrar para a área, mas, em vez de ver o esférico seguir na direção do seu companheiro bem posicionado, viu o lance cortado a tempo. O conjunto beirão voltou a ameaçar aos 26 minutos, quando Miguel tenta a sua sorte fora da área, mas Guilherme Simões segurou sem grandes dificuldades. Pouco depois, Anderson desviou-se da defesa para tentar o golo, mas a bola passou a rasar o poste. Na segunda parte, a persistência foi finalmente recompensada. Aos 64 minutos, Dani Mateus, recém-entrado em campo, abriu o marcador após uma jogada com várias trocas de bola dentro da grande área. Uma bola que bateu num adversário e acabou por ressaltar para a cabeça do atacante academista. Estava feito o 1-0. A vantagem poderia ter sido ampliada aos 70 minutos, quando um cabeceamento bem medido voltou a criar perigo, mas a bola saiu ligeiramente por cima. Dois minutos depois, a defesa da casa deu demasiado espaço para a equipa visitante responder ao resultado. Na sequência do golo sofrido, o Académico quis responder de imediato. Apesar do canto não sair com o propósito desejado, a bola sobrou para Benjamim, que apostou em devolver a vantagem, mas a oportunidade perdeu-se. O apito final confirmou um empate com sabor amargo para os da casa. O Académico vira agora atenções para a receção da formação do CF "Os Belenenses", agendada para sábado, dia 14 de setembro, às 15h00, novamente no Campo 1º de Maio.

2025-08-30

Formação SAD

Pontos repartidos

Nesta tarde de terça-feira, no Estádio Municipal Doutor Orlando Mendes, em Santa Comba Dão, disputou-se a terceira jornada da Liga Revelação. O conjunto Sub-23 do Académico de Viseu recebeu o Leixões SC num encontro marcado por um empate a uma bola que soube a pouco para a formação academista. A primeira ocasião de grande perigo surgiu aos 11 minutos. Paulinho Campos, sob alta pressão de Gabriel Jesus, tentou sair a jogar, mas o passe para Miguel Rajani foi atrapalhado por Juan Lopes, que não deu espaço. Ainda assim, Rajani partiu para o remate, mas Carlão, atento na baliza academista, assegurou. O Leixões teve maior posse de bola ao longo da primeira parte, mas o Académico mostrou-se sólido na recuperação. Com marcações cerradas, os Viriatos anularam as tentativas ofensivas da formação do Leixões. Surge a entrada para a segunda metade da partida e, aos 55 minutos, é assinalada uma falta, com direito a cartão amarelo, cometida sobre Gui Ferreira, à entrada da área. Na conversão do livre direto, Francisco Machado inaugura o marcador com um grande golo, que deixa a equipa viseense em vantagem. Dez minutos depois, o Leixões responde com uma jogada iniciada a partir de um pontapé de baliza, direcionado para Roka, que executa um passe longo para Rajani. O avançado ganha em velocidade aos centrais academistas e, já frente ao guarda-redes, faz o empate. A igualdade no marcador aumentou a tensão. Aos 74 minutos, Gui Ferreira viu o seu remate, que podia ter devolvido a vantagem à equipa da casa, ser travado pela defesa adversária. Ao minuto 76, o guarda-redes academista travou mais um remate perigoso do avançado que tirou a vantagem aos Viriatos. O jogo terminou com ambas as equipas a procurarem o golo da vitória, mas o empate acabou por prevalecer. Após o encontro, o mister Sérgio Fonseca fez uma análise à exibição da equipa e apontou já os objetivos para o próximo jogo: "Os jogadores estiveram comprometidos com o processo e deram tudo. Temos noção de que houve momentos que não correram tão bem e, nas próximas semanas, vamos trabalhar para os retificar. Esperamos um jogo difícil frente ao Rio Ave, que também é uma equipa com muita qualidade, e será o pormenor a fazer a diferença. Queremos apresentar-nos no nosso máximo, em capacidades e força". O Académico de Viseu prepara-se agora para defrontar o Rio Ave FC às 15H de terça-feira, dia 16 de setembro, no Estádio Rio Ave Futebol Clube, em Vila do Conde.

2025-08-26

Formação SAD

Marcador a zeros

Na tarde ensolarada de domingo, o conjunto sub-19 do Académico recebeu, no Campo 1º de Maio, a formação do SCU Torreense. O encontro, marcado por um empate a zero deixou apenas a falta da bola encostar nas redes. Os jovens Viriatos entraram melhor no jogo, pressionaram alto e não permitiram ao Torreense de organizar as suas jogadas. Contudo, pouco tempo depois, a turma visitante respondeu à altura e testaram a atenção do guarda-redes Denis Gutu. A partir daí, viveu-se um período de cerca de vinte minutos de pressão constante do SCUT, obrigando o Académico a recuar linhas. O equilíbrio marcou o resto da primeira parte. Aos 39 minutos, Denis Gutu fez um longo pontapé de baliza, recebido por um defesa torreense e sobrou para Casca, que de imediato serviu Miguel Almeida. O remate saiu com grande potencial, mas foi desviado para canto. Ainda antes do intervalo, Martim Marto, assistido por Geovanne Martins, de longe tentou inaugurar o marcador. O remate bateu na trave e passou a escassos centímetros das redes. Uma jogada que deixou o guarda-redes Bruno Mesquita em sobressalto. Foi um final de primeira parte com as duas equipas a alternarem ataques. Logo dois minutos depois de começar a segunda parte, Miguel Almeida voltou a estar muito perto de inaugurar o marcador. Num remate de meia distância, a bola voltou a embater na trave, muito perto de mudar por completo o rumo da partida. Com o passar dos minutos, o jogo perdeu clareza ofensiva. Houve muitas perdas e recuperações de bola, mas o que ficou registado foi que ambas as equipas não deixaram passar nenhum golo. Assim, o apito final confirmou um empate a zero. O Académico vira agora atenções para a receção da formação da UD Leiria, agendada para sábado, 30 de agosto, às 17h00, novamente no Campo 1º de Maio.

2025-08-24

Formação SAD

Derrota não espelha exibição

Nesta tarde de quarta-feira, no Campo N.º 1 Centro De Treinos, Estádio Cidade de Barcelos, disputou-se a segunda jornada da Liga Revelação. A equipa Sub-23 do Académico de Viseu mostrou-se intensa na pressão e determinada ao longo do encontro, mas isso não foi suficiente para regressar a Viseu com os três pontos. Aos 18 minutos, Vasileios teve nos pés a primeira grande ocasião da partida. Isolado na grande área, arriscou o remate, mas viu o golo escapar para fora da baliza. Pouco depois a equipa de Rúben Teles respondeu com uma jogada coletiva, com trocas de bola bem coordenadas, que terminaram num remate perigoso. A bola passou por cima da barra, mas ficou muito perto de inaugurar o marcador. Outro momento de suspense surgiu aos 30 minutos de jogo, quando Jebril, incansável, remoeu o meio-campo gilista e rematou no meio da confusão da grande área. O lateral direito viu o remate sair com força, mas sem pontaria certeira. A equipa de Barcelos respondeu rapidamente, criando perigo junto da baliza do Académico. Após uma carga imprudente do defesa-central academista dentro da grande área, o árbitro assinalou grande penalidade. Na conversão, o Gil Vicente não falhou e inaugurou o marcador, colocando-se em vantagem. A garra dos Viriatos não se deixou abater e a equipa respondeu à desvantagem. Foi Gustavo Almeida quem, trabalhou na ala antes de servir novamente Jebril, que rematou prontamente, quatro minutos depois do golo sofrido. A defesa do Gil Vicente esteve atenta e conseguiu desviar ligeiramente o esférico, que acabou por passar muito perto do poste. A equipa esteve perto do empate, mas o golo teimava em não chegar. O conjunto da Beira-Alta terminou a primeira parte em desvantagem, sem conseguir marcar, mas reagiu de forma positiva, mantendo a pressão sobre a formação de Barcelos. A equipa entrou na segunda metade do tempo com a mesma intensidade, determinada em chegar ao golo. À entrada para o minuto 58, um descuido do guarda-redes, fez o atacante do Gil Vicente recuperar a bola o que quase custou caro aos academistas. O jogador gilista remata de imediato, mas Juan Lopes fez um grande corte e evitou o golo quando a bola já parecia destinada a entrar. Já com alguns minutos em campo, Daniel Carrasco não tardou a deixar a sua marca na partida. O recém-entrado ameaçou a baliza gilista com um lance de perigo, aos 76 minutos, ao recuar a bola para um companheiro em zona frontal. No entanto, o guarda-redes dos galos saiu a tempo de neutralizar a jogada. Na sequência de um pontapé de canto, o Gil Vicente ampliou a vantagem no marcador já perto do fim da partida. Aos 84 minutos, Mohamed Kaba, com um cabeceamento certeiro, assinou o segundo golo da equipa de Barcelos. A partida terminou com um desfecho infeliz para a equipa, fixando-se o resultado em 2-0. No final do jogo, o treinador destacou o esforço da equipa, mas reconheceu que os resultados nem sempre surgem com a rapidez desejada: “Trabalhamos todos os dias para sermos melhores e para aumentarmos a nossa competência. A equipa tem feito um esforço notável para corresponder ao que lhes é pedido. No entanto, nem sempre as coisas acontecem à velocidade que desejamos, mas isso faz parte do processo e do crescimento da equipa.” A equipa prepara-se agora para receber o Leixões SC, pelas 16H, no Estádio Municipal Doutor Orlando Mendes, em Santa Comba Dão.

2025-08-20

Formação SAD

Empate impróprio para cardíacos

Na manhã desta sexta-feira, os jovens Viriatos defrontaram a formação de juniores do CD Santa Clara, numa partida intensa e cheia de reviravoltas, que terminou empatada a três bolas. O encontro começou de forma negativa para a equipa da casa. Logo aos cinco minutos, uma falha do guarda-redes permitiu à equipa açoriana inaugurar o marcador. Pouco depois, aos nove minutos, um erro semelhante voltou a custar caro ao Académico, que se viu a perder por 0-2. A reação, no entanto, não tardou. Aos 23 minutos, Gabriel Pimentel cometeu falta sobre Anderson Barros dentro da grande área, que originou uma grande penalidade. Na conversão, Benjamin Fonseca reduziu a desvantagem aos 25 minutos e devolveu confiança aos academistas. Apesar de maior posse de bola do Santa Clara, a formação viseense conseguiu manter-se organizada defensivamente. Na segunda parte, ambos os conjuntos de formação procuravam o golo, uns para reafirmar a vitória e outros para salvar a equipa da derrota. Apesar dos dois erros iniciais, Aparício não se deixa abater e negou o terceiro golo aos açorianos com uma defesa segura perto dos 47 minutos. As substituições trouxeram maior frescura física aos da casa, que aumentaram a pressão. Ao minuto 75, Ivan Fontes assistiu Geovanne Martins, que, ao rematar, viu a bola desviar-se no guarda-redes açoriano e deixar as duas equipas em pé de igualdade. A reviravolta acontece dez minutos depois. Aos 85’, Diogo Oliveira recuperou a bola do meio-campo, serviu Miguel Almeida, que mesmo tropeçando sobre o adversário conseguiu manter a jogada. Geovanne Martins aproveitou, deslizou por entre os adversários e com frieza, colocou o Académico em vantagem por 3-2. Quando a vitória já parecia assegurada, surgiu o momento dramático da partida. Aos 90+3’, Holivan Almeida, na ânsia de recuperar a posse, atingiu involuntariamente a cara do jogador adversário. O árbitro assinalou grande penalidade e mostrou o cartão vermelho ao avançado Beirão. O Santa Clara não desperdiçou a oportunidade e fixou o resultado em 3-3. Depois desta partida intensa, os jovens Viriatos já viram atenções para o próximo confronto. O Académico prepara-se para receber o SCU Torreense, este domingo, às 17h00, no Campo 1º de Maio.

2025-08-15

Formação SAD

Entrada com o pé direito

Nesta manhã escaldante de terça-feira no Estádio do Fontelo, jogou-se a primeira jornada da Liga Revelação. A equipa Sub-23 do Académico de Viseu entrou com o pé direito e acertou quatro vezes na baliza. A primeira parte foi dominada pela equipa da casa, que controlou a posse de bola e criou várias oportunidades de golo. Ao minuto 18, combinou-se uma bela jogada entre dois jogadores academistas. Jebril Moumen entregou a bola para Martim Silva que lhe devolve num passe de calcanhar. A jogada quase resultou no primeiro golo, mas a bola acabou desviada para canto. Na sequência do lance, Juan Lopes ainda tentou marcar, mas o remate saiu por cima. Aos 35 minutos, Jebril voltou a aparecer em destaque, cruzando com precisão para Gustavo Almeida. O avançado preparava-se para finalizar, mas o lateral Francisco Camelo acabou com os planos. Kaique Santos também se mostrou incansável. Num lance individual, deixou vários adversários para trás, mas hesitou no momento da finalização e Pedro Gomes defendeu. Tanto insistiu que finalmente conseguiu. Perto do apito para o intervalo, precisamente no minuto 47, Kaique aproveitou a assistência de Francisco Machado e inaugurou o marcador. Durante a segunda parte, o conjunto Beirão quis reforçar a vitória. O ponta de lança academista viu o seu remate ser defendido, mas a bola sobrou para Martim Silva que aproveitou para se nomear como o segundo marcador da partida. Mesmo com dois golos, os maritimistas não se quiseram ver abatidos, mas a pressão academista manteve-se, mesmo após as substituições. Passados 74 minutos de jogo, Tomás Abreu lançou um cruzamento para Daniel Carrasco, que finalizou com eficácia e assinalou o terceiro golo dos Viriatos. Ainda antes de terminar a partida, Tomás Abreu não ficou pela assistência e dá o 4-0 á equipa da casa. Maga tentou passar pela muralha defensiva do Marítimo que pressionou a todo o custo e obrigou o capitão a contar com o seu companheiro de equipa, Daniel Carrasco, que faz a assistência ao quarto marcador do confronto. Já no último minuto, Maga tentou o quinto golo, mas a bola embateu no poste. Tomás Abreu aproveitou a direção do ressalto e tentou o que o capitão tencionava, mas sem sucesso. O árbitro assinalou o fim da partida e o resultado ficou fechado em 4-0. Após a vitória, Sérgio Fonseca reagiu ao resultado da jornada inaugural da Liga Revelação, sublinhando a importância de começar com o pé direito e reforçando o compromisso da equipa em manter a ambição e a consistência ao longo da competição: “O nosso primeiro objetivo que era entrar no campeonato a ganhar, foi atingido. Foi uma vitória que nos traz confiança, mas também responsabilidade. Sabemos que ainda estamos no início e que temos um longo caminho até terminar esta primeira fase do campeonato. Queremos estar disponíveis a cem por cento, em todos os jogos, sempre em busca dos três pontos.” Foi uma grande vitória da equipa academista, mas a temporada continua. A equipa prepara-se agora para defrontar o Gil Vicente FC, pelas 16H, no Campo 1 Centro de Treinos, em Barcelos. Força Viriatos!

2025-08-12

Formação SAD

A vitória escapou

O Dérbi Beirão abriu a nova temporada do Campeonato Nacional de Juniores para o Académico de Viseu, que este sábado empatou por duas bolas frente ao CD Tondela, em Nandufe. Apesar do calor intenso, o Académico entrou determinado e, logo aos sete minutos, adiantou-se no marcador. Na sequência de uma falta cobrada por Miguel Almeida, Holivan Almeida fez um cabeceamento certeiro e colocou os Viriatos em vantagem. A reação do CD Tondela foi imediata e aumentou a pressão. No entanto, a defesa academista manteve-se firme e conseguiu desarmar os ataques dos tondelenses. Já no final da primeira parte, aos 44 minutos, o Tondela teve uma ocasião para empatar, após uma falta cometida dentro da grande área. Contudo, o guarda-redes, Denis Gutu, defendeu a grande penalidade e garantiu a vantagem até ao intervalo. Logo nos primeiros minutos da segunda parte, os Viriatos criaram uma grande oportunidade para ampliar a vantagem. À entrada da área, o remate passou muito perto do poste. A insistência da equipa acabou por ser recompensada aos 50 minutos, quando Miguel Almeida, após uma primeira tentativa falhada, não desperdiçou a segunda e marcou o segundo golo da partida. A segunda metade do jogo foi marcada por várias interrupções, e, no meio da pressão crescente, o guarda-redes do Académico foi expulso, após receber o segundo cartão amarelo. Com menos um jogador em campo a formação tondelense reentrou na discussão do resultado. Martim Carvalho reduziu a desvantagem aos 76 minutos e a quatro minutos dos 90, Ansil Sani fixou o empate. Nos instantes finais, a equipa visitada ainda procurou o golo da vitória, mas a formação viseense segurou o empate. A equipa de juniores do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o CD Santa Clara, na próxima jornada, agendada para o dia 15 de agosto, no Campo 1º de Maio.

2025-08-09

Notícias Institucionais

Académico promove ação solidária no último jogo em casa de 2024

O Académico de Viseu FC prepara-se para encerrar o ano de 2024 no Estádio Municipal do Fontelo com uma forte mensagem de solidariedade. No próximo jogo em casa, frente à UD Oliveirense, a contar para a 14.ª jornada da Liga Portugal 2, marcado para segunda-feira, 16 de dezembro, às 18h, o emblema Beirão promoverá diversas iniciativas solidárias, com o objetivo de apoiar as comunidades locais mais necessitadas. Recolha de bens de primeira necessidade  Em parceria com a Associação Juvenil Ready To Help Viseu, será realizada uma recolha de bens de primeira necessidade – alimentares e não alimentares – destinados a apoiar entidades de cariz solidário. Os bens recolhidos serão, posteriormente, distribuídos pela associação a instituições que apoiam famílias que enfrentam dificuldades. A ação contará com o apoio de voluntários da Federação Académica de Viseu e do Conselho de Viriato do Instituto Politécnico de Viseu, reforçando a ligação entre o Académico e os jovens estudantes da cidade. Doação de 50% da receita para solidariedade A SAD do Académico de Viseu vai reforçar o impacto desta ação, destinando 50% da receita gerada pela bilheteira deste jogo para iniciativas de solidariedade social. Os fundos serão utilizados diretamente pelo clube em apoio às famílias mais carenciadas da região, promovendo um Natal mais digno para aqueles que mais precisam. Convite à comunidade O Académico de Viseu convida todos os viseenses, adeptos e estudantes a marcar presença neste momento especial, contribuindo com donativos ou adquirindo bilhetes para o jogo. A recolha de bens será realizada nos acessos ao estádio, com a ajuda de voluntários devidamente identificados.

2024-12-10

Notícias Institucionais

“Uma ponte entre o passado e o futuro promissor”

O livro “Académico de Viseu Futebol Clube, 110 Anos, 110 Histórias” é a mais recente obra da autoria do jornalista e historiador Rui Miguel Tovar. Retrata as alegrias e tristezas, os craques e os treinadores, as subidas de divisão, as maiores goleadas e os golos históricos. Surge na sequência da celebração do 110º aniversário do Académico, fixando para memória futura uma história dourada. “Ao recordar o passado, reafirmamos o nosso compromisso com o futuro”, sublinhou o presidente do clube, Mariano Maroto Lopez. O Académico de Viseu Futebol Clube apresentou esta tarde, na FNAC Viseu, o livro “Académico de Viseu Futebol Clube, 110 Anos, 110 Histórias” uma coautoria de Rui Miguel Tovar com um trio historiadores academistas, José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes, que ao longo dos anos têm vindo a agregar a história do clube no portal “A Magia do Futebol”. Lançado no âmbito das comemorações do 110º aniversário do clube, que neste ano de 2024 se celebrou com diversas iniciativas, o livro surge como uma obra inédita que revisita a rica trajetória do clube, reunindo memórias, conquistas e os momentos marcantes ao longo dos seus 110 anos de existência. Constitui, por isso, um marco histórico e um tributo à identidade do Académico de Viseu, sendo uma oportunidade imperdível para reviver o passado e perpetuar a identidade do clube. Mariano Maroto Lopez, presidente do clube, prefaciou o livro que identifica como “um símbolo da identidade e da paixão pelo Académico”. “Ao recordar o passado, reafi­rmamos o nosso compromisso com o futuro, com a certeza de que, unidos, continuaremos a elevar o Académico a novos patamares de sucesso e reconhecimento. Que ‘110 anos, 110 Histórias’ seja uma fonte de orgulho e inspiração para todos os academistas atuais e futuros, em Viseu e além-fronteiras, servindo também enquanto ponte entre o passado e o futuro promissor que nos aguarda”. Na cerimónia de apresentação, que decorreu na FNAC Viseu – Palácio do Gelo, pelas 18h30 desta quarta-feira, o presidente do Académico destacou ainda: “Quero agradecer ao autor do livro, pelo seu trabalho, pela sua experiência, paixão, e abordagem prática, que numa reunião em cinco minutos aceitou o desafio deste projeto, juntamente com os restantes autores. Este livro acaba por ser um ponto de mudança. Tínhamos muitas histórias, mas faltava agregá-las e partilhá-las com toda a comunidade. Conseguir um documento que fica gravado para a história deixa-nos muito felizes.” Já o autor da obra, Rui Miguel Tovar, sublinhou que estava destinado a escrever este livro, ou não tivesse o seu pai, Rui Tovar, cumprido a tropa em Viseu. “A coincidência bateu-me à porta. Tanto o primeiro (Eduardito) como o último entrevistado (João Basto) cruzam-se com o meu pai no Regimento de Infantaria N.º 14 – eles, praças, ele, alferes. ‘O seu pai isto, o seu pai aquilo, o seu pai fez, o seu pai aconteceu, o seu pai ajudou.’” Entre as 110 histórias que Rui Miguel Tovar escolheu, em parceria com José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes, destaca-se uma de 1981, num jogo na Nazaré “que implicou a subida à I Divisão com um golo de Inaldo”. “O antes, o durante e o depois desso jogo é obra”, sublinhou o autor, lembrando ainda algo que poucos se recordam e que uma vez mais liga o seu pai à capital da Beira Alta: a história de Maradona em Viseu. “Sim, aconteceu! Em 1983 para receber o Prémio Gandula”. A entrevista que então concedeu também está neste livro, uma vez que a deslocação apenas foi possível “por obra e graça do presidente academista António Joaquim Ferreira”. “Creio que este livro é mais um momento histórico do Académico. Quero agradecer a cortesia, o apoio e  a presença dos três “J” (José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes), que criaram empatia imediata. Fiquei logo muito agradado com o projeto. Percebi que havia uma vontade gigante de colocar em livro todo o património de informação agregado n’A Magia do Futebol. Tenho muitas memórias do Académico, mas não seria possível fazê-lo, desta forma, sem esta ajuda preciosa. Fizeram a jogada toda e eu limitei-me a empurrar a bola para golo. Ainda bem que este livro ganhou vida, porque todos os clubes precisam da sua história estruturada”, afirmou ainda Rui Miguel Tovar na apresentação. “A Magia do Futebol surgiu em 2006, numa altura do ‘boom’ dos blogues e em que a presença do Académico era praticamente nula na internet. Em todos os tempos livres agregava informação. Agora, concretizar este livro é o sonho de uma vida”, afirmou, por seu lado, o co-autor José Carlos Ferreira. “Vejo este dia chegar com muita paixão. Se isto foi possível, foi porque houve aqui um conjunto de intervenientes, desde a estrutura do Académico, o Departamento de Comunicação, toda a equipa, e claro, a nossa estrela maior e ídolo, pelo envolvimento, trato, pela simplicidade, o Rui Miguel Tovar. Foi uma honra participar neste livro”, afirmou na apresentação o coautor João Monteiro. “Este é o livro do Académico, desde sempre. O Académico tem o mesmo símbolo desde sempre. Estejamos na Distrital ou na Primeira Divisão, gostamos sempre do Académico”, completou o coautor João Nunes. Fundado em 1914, desde os primórdios até aos dias de hoje, o Académico convive com uma série de alegrias e tristezas, todas elas descritas nesta obra. Dos craques aos treinadores, das subidas de divisão às maiores goleadas, dos adeptos aos golos. De tudo isto, e muito mais, fala esta obra única que já pode ser adquirida na sede do clube, na Loja do Académico, no Palácio do Gelo, e na Loja Online do Académico.  

2024-11-28

Notícias Institucionais

Plantel Sub-16 homenageia Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo

A Equipa Sub-16 do Académico de Viseu Futebol Clube aproveitou a sua deslocação a Penalva do Castelo, na tarde deste sábado, para prestar uma homenagem simbólica à Corporação de Bombeiros Voluntários locais, através da oferta de uma “Árvore da Vida”, destacando os valores de coragem, bravura e altruísmo que demonstraram na linha da frente contra os incêndios de setembro passado, em defesa das populações locais, das suas vidas, dos seus bens e dos recursos naturais e patrimoniais do território. Esta iniciativa, de justo reconhecimento, que contou a presença de José Albuquerque, presidente dos Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo e da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, e de José Manuel Lopes, Comandante da Corporação, decorreu à margem do jogo entre o Sport Clube de Penalva do Castelo e o Académico de Viseu, uma partida a contar para a 6ª jornada do Campeonato Distrital Sub16 – VISAR, disputada no Campo Municipal da Cerca. Recorde-se que o concelho de Penalva do Castelo foi severamente afetado pelos incêndios de setembro passado, que dizimaram cerca de 8.000 hectares de área do concelho, destruindo casas, anexos, armazéns e terrenos de cultivo (vinhas, pomares, olivais, zonas de pastoreio,…). Os elementos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo, colocando suas próprias vidas em risco para salvar outras, apesar de terem perdido uma viatura de combate, que foi consumido pela chama, foram determinantes para que a tragédia não fosse ainda maior. Com este gesto, os jovens atletas demonstraram igualmente que estão atentos e valorizam todos quantos zelam, de forma voluntária, pela proteção e bem-estar das pessoas e têm como lema “Vida por Vida”.

2024-11-17

Notícias Institucionais

Regresso ao Fontelo marcado pela receção do Prémio de Responsabilidade Social do mês de setembro

Académico de Viseu recebeu, antes do jogo frente ao SL Benfica “B” o Prémio de Responsabilidade Social de Setembro, atribuído à Iniciativa "20 camisolas, 20 concelhos". O Académico de Viseu FC foi distinguido com o Prémio de Responsabilidade Social do mês de setembro, atribuído pela Fundação do Futebol da Liga Portugal, pela sua iniciativa solidária "20 camisolas, 20 concelhos". Esta ação, que prestou homenagem às regiões mais afetadas pelos incêndios no país, envolveu os jogadores do Académico, que abdicaram dos seus nomes nas camisolas para representar os concelhos duramente atingidos pelos fogos. A distinção foi entregue no Estádio Municipal do Fontelo, no passado domingo, antes do jogo frente ao SL Benfica B. Domingos Paciência, vogal do Conselho de Administração da Fundação do Futebol, entregou o prémio em mãos a Miguel Vasconcelos de Sousa, Administrador da SAD do Académico. Durante a cerimónia, o dirigente do Académico sublinhou o compromisso do Clube com a comunidade viseense, particularmente afetada pelos incêndios em setembro: “Foi quase instintivo para nós prestar esta pequena homenagem a todas essas pessoas que sofreram tanto. Queremos também, através da nossa ação social, aproximar a equipa das instituições locais e do nosso distrito”. Já Domingos Paciência elogiou o simbolismo e o impacto desta iniciativa, que chamou a atenção de todo o país: “Este gesto do Académico, num momento tão difícil, conseguiu mobilizar e solidarizar-se com todos os portugueses e, em especial, com os Bombeiros que enfrentaram o inferno das chamas. Um gesto pequeno, mas de grande valor”. O Prémio de Responsabilidade Social é atribuído, mensalmente, pela Fundação do Futebol da Liga Portugal para reconhecer ações de clubes profissionais que promovam responsabilidade social e sustentabilidade, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Em setembro, o prémio teve caráter excecional e também distinguiu as iniciativas da Fundação Sporting (“A família SCP estará sempre aqui”) e do Boavista FC (“Está tudo bem em não estar tudo bem”), reconhecendo o impacto social destas ações no futebol português.

2024-11-05

Notícias Institucionais

Académico de Viseu e CD Tondela Recebem Prémio “O Futebol que Nos Une” em Penalva do Castelo

Na manhã desta quarta-feira, o Académico de Viseu e o CD Tondela foram distinguidos com o prémio “O Futebol que Nos Une”, da Liga Portugal, numa cerimónia realizada no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo. Esta homenagem reconhece a iniciativa solidária dos dois clubes do distrito, que, durante a 5.ª jornada da Liga Portugal Meu Super, prestaram tributo às corporações de bombeiros que combateram os devastadores incêndios do mês de setembro. O prémio foi entregue pela Liga Portugal num cenário carregado de simbolismo, um dos quartéis do distrito que mais esforços dedicou ao combate às chamas. Marco Costa, Administrador da SAD do Académico de Viseu, recebeu o prémio e expressou a importância desta ação de solidariedade: “Para nós, é um motivo de orgulho, um privilégio e uma honra podermos partilhar este prémio com o CD Tondela, um clube do nosso Distrito. O futebol é mais que um desafio, mais que 90 minutos, depois disso encerram-se as rivalidades. Esta é mais uma expressão cultural é mais uma forma uma expressão cultural e uma forma de unir pessoas de unir comunidades e foi o que NOS uniu foi esta iniciativa da liga e a liga nosso muito obrigado. É nossa obrigação, enquanto dirigentes, fomentar o fair play o espírito solidário. Estamos disponíveis para qualquer outra celebração da responsabilidade social”. Marco Costa enfatizou ainda a bravura dos bombeiros e a necessidade de continuar a homenageá-los: “São eles os guerreiros da paz, portanto sem eles questionamo-nos sobre o que teria sido esta tragédia. Foi um dos maiores incêndios de todos os tempos, e Penalva do Castelo uma das zonas mais fustigadas do país. Por isso mesmo, tudo o que nós possamos fazer para homenagear o lavor de todos estes todos estes bombeiros, não será suficiente para agradecer e para reconhecer o seu empenho e a sua dedicação”. A cerimónia reforça o papel do desporto na promoção de valores de união e responsabilidade social, sublinhando o compromisso do Académico de Viseu em apoiar e reconhecer os esforços de quem luta pelo bem-estar das comunidades.

2024-10-30

Notícias Institucionais

Académico de Viseu FC distinguido com Prémio de Responsabilidade Social pela Liga Portugal

O Académico de Viseu FC foi um dos três clubes distinguidos com o Prémio de Responsabilidade Social referente ao mês de setembro, numa decisão extraordinária da Fundação do Futebol da Liga Portugal. O troféu que, habitualmente, distingue uma única entidade por mês, foi desta vez atribuído ao Académico de Viseu, à Fundação Sporting e ao Boavista FC, em reconhecimento pelo empenho excecional perante a vaga de incêndios que devastou o país. Entre os dias 15 e 20 de setembro, incêndios violentos assolaram as regiões norte e centro de Portugal, resultando em nove mortes, 175 feridos e cerca de 135 mil hectares de área ardida. Perante esta calamidade, o Académico de Viseu destacou-se com a sua "20 camisolas, 20 concelhos" no jogo em casa do CD Tondela, da jornada número cinco da Liga Portugal 2, na qual os Viriatos abdicaram do nome nas camisolas, substituindo-o pelos nomes dos municípios mais afetados pelos incêndios, em reconhecimento e solidariedade para com as suas comunidades. O reconhecimento atribuído ao Académico de Viseu, reforça o seu papel de responsabilidade social e o compromisso em apoiar as causas que afetam, diretamente, a sua região e o se país. Esta distinção, é partilhada com a Fundação Sporting, pelo seu apoio a uma adepta que perdeu a casa nos incêndios de Albergaria-a-Velha, e com o Boavista FC, pela sua campanha de prevenção do suicídio, "Dia Mundial da Prevenção do Suicídio", integrada nas ações de sustentabilidade ambiental e responsabilidade social.

2024-10-10

Clube

TU ÉS A PEÇA QUE FALTAVA!

A Comissão Administrativa do Académico de Viseu Futebol Clube lança uma nova campanha de angariação de sócios. O sócio faz o Clube e para o Académico de Viseu continuar a crescer TU tens de estar presente! 3 Modalidades disponíveis para seres parte desta família! SÓCIO – NOVOS SÓCIOSSÓCIO – SÓCIO CATIVOSÓCIO – SÓCIO ANTIGO SÓCIO – NOVO SÓCIOQuota anual até ao final da temporada: 42€ OFERTA:   1 cachecol do Clube   1 bilhete para o jogo com o FC Porto B   10% de desconto na Loja do Académico    SÓCIO – LUGAR ANUAL a)  Bancada Coberta – 115€ b)  Bancada Lateral – 85€ c)  Superior Central – 75€ Quota até final da temporada e entrada para 11 jogos em cada da Liga Portugal 2   OFERTA:   1 cachecol do Clube   1 bilhete para acompanhante para TODOS os jogos da Liga Portugal 2 Sabseg   10% na loja do Académico de Viseu    SÓCIO – FICA COM TEU NUMERO - SÓCIO ANTIGO Quotas não pagas até ao final da temporada com redução de 50% e mantem número de sócio. OFERTA:   1 cachecol   1 bilhete para o jogo com o FC Porto B   10% desconto na loja do Académico de Viseu Exemplo: 2018/19 + 2019/20 + 2020/21 + 2021/22 + 2022/2023 – 180€2019/20 + 2020/21 + 2021/22 + 2022/2023 – 144€2020/21 + 2021/22 + 2022/2023 – 108€2021/22 + 2022/2023 – 72€   NOTA: SÓCIOS COM QUOTA PAGA PODEM LEVANTAR O SEU CACHECOL E BILHETE PARA O JOGO COM O PORTO B EM JANEIRO Esta campanha será o passo para a renumeração dos nossos sócios ao abrigo dos Estatutos do Clube. A campanha é valida até 31 de dezembro de 2022

2022-11-23

Clube

COMUNICADO OFICIAL

A Comissão Administrativa do Académico de Viseu Futebol Clube, eleita na Assembleia Geral realizada em 2 de setembro para exercer funções até ao ato eleitoral de junho de 2023, tem a honra de comunicar a todos os sócios e simpatizantes que realizou a sua primeira reunião com vista à distribuição dos vários pelouros de atividade pelos seus membros, bem como para definir a sua forma de funcionamento e os termos de vinculação do Clube e, ainda, para deliberar a indicação do Administrador representante do Clube à Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD. Os pelouros de atividade, essenciais à prossecução da atividade associativa, foram distribuídos da seguinte forma: Mariano Maroto Lopez – Presidente da Comissão Administrativa Toni dos Santos Carvalho – Vice-Presidente Cristóvão Ferreira Francisco -Diretor Financeiro Célia Chaves Correia – Tesoureira Fernando José de Almeida Sequeira Ferreira – Diretor do Futebol Rui Pedro Seiça Ribeiro Tavares da Costa – Vogal Mariana Filipa Delgado Alves – Diretora de Comunicação   A Comissão Administrativa conta também com a colaboração e empenho de Paulo Ferraz e Humberto Fonseca, Coordenadores das modalidades de Andebol e Natação, respetivamente. Pela Comissão Administrativa foi ainda deliberado, nos termos legais e estatutários, indicar Fernando José de Almeida Sequeira Ferreira como Administrador representante do Clube na administração da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD.

2022-09-21

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