Equipa Profissional 2026-03-20

Gu Costa estreia-se na convocatória da seleção nacional de Sub-20

O anúncio foi feito hoje pela Federação Portuguesa de Futebol, que revelou a convocatória do selecionador Oceano Cruz, para os próximos dois encontros da Liga de Elite.

Gustavo Costa é o mais recente nome entre as escolhas do selecionador nacional Oceano Cruz, que integram o lote de convocados para os encontros diante da Suiça e da Chéquia, na caminhada da equipa Sub-20 portuguesa, na Liga de Elite da UEFA.

A cumprir a terceira época em Viseu, o jovem de 20 anos chegou ao Académico no verão de 2023, vindo do Rio Ave FC, enquanto reforço dos plantéis de formação academistas. Na sua primeira temporada, estreou-se na Liga Revelação e foi uma das peças essenciais do conjunto Sub-19, então treinado por Sérgio Fonseca, que terminou no sexto lugar da primeira divisão nacional.

Já em 2024/2025 sustentou a sua importância no plantel de Sub-23, o que lhe valeu a chamada para a pré-época da equipa principal no início da presente temporada. A sua estreia na Liga Portugal 2, a 31 de agosto, ficou marcada pela vitória do Académico, no Fontelo, frente ao FC Porto "B" (2-0). Desde então, tornou-se figura assídua nas escolhas do Mister Sérgio Fonseca, somando um total de 22 jogos, nos quais somou o seu primeiro golo enquanto profissional e outras três assistências. 

A Seleção Nacional de Sub-20 reúne-se no próximo dia 23 em Aveiro, para preparar o duplo confronto internacional que se avizinha. Atual líder da classificação, Portugal soma cinco vitórias e um empate na Liga de Elite da UEFA, com mais quatro pontos do que a Alemanha. No dia 27 de março, às 17H, os comandados de Oceano Cruz jogam no Municipal de Aveiro, onde irão defrontar a Suiça, quinta classificada do grupo. Três dias depois, a 30 de março, será a vez de visitarem a Chéquia, para jogarem contra a equipa da casa no Estádio Letná, em Zlín, a partir das 17H.

Após Rodrigo Moura em 1966, João Basto em 1967, Jorge Amaral em 1989, José Leal em 1989, de Luís Costa em 2004 e de Rodrigo Pereira em 2023, Gustavo Costa, torna-se o seétimo atleta da história do Académico de Viseu a representar a seleção nacional portuguesa enquanto jogador do emblema viseense. 

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD, congratula-se com enorme orgulho pela chamada de Gustavo Costa à seleção nacional portuguesa de Sub-21, aproveitando a oportunidade para deixar votos de boa sorte e sucesso, ao jogador e a Portugal, nas partidas internacionais que se avizinham. 

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“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

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