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Resposta com carácter

No Fontelo, o jogo começou torto, pesado e com sinais claros de contrariedade para os Viriatos. O Académico entrou determinado, assumiu a iniciativa e cedo ganhou uma grande penalidade que podia ter colocado a equipa na frente. Mas o remate foi defendido e, em vez da vantagem, ficou a sensação de frustração. Pouco depois, num lance fortuito, a Oliveirense chegou ao golo, contra a corrente do jogo, aproveitando uma bola solta na área. Em poucos minutos, o cenário complicava-se: penálti falhado e desvantagem no marcador.  Frente a uma equipa física, aguerrida e disposta a disputar cada lance como se fosse o último, o Académico teve de lidar com um jogo que não estava a correr como planeado. Mas foi precisamente aí que se começou a desenhar a resposta academista. Sem perder a cabeça, sem alterar a identidade, a equipa continuou a empurrar o adversário para trás. Cruzamentos sucessivos, pressão alta, insistência. O Académico acreditou até ao último segundo da primeira parte e encontrou o empate já sob o apito para o intervalo, num canto bem batido e num cabeceamento que devolveu justiça ao marcador. O golo não foi apenas o 1-1. Foi um sinal claro de que a equipa estava viva, ligada e determinada a mudar o rumo da história. Na segunda metade, a tendência tornou-se evidente. O campo inclinou-se para a baliza visitante e o Académico assumiu o controlo do jogo com autoridade. A Oliveirense deixou de conseguir sair, deixou de conseguir respirar, e os Viriatos foram acumulando oportunidades, cantos e momentos de perigo. A vantagem surgiu com naturalidade, novamente de bola parada, premiando uma equipa que nunca desistiu e que foi superior durante largos períodos. Anthony Correia, por duas vezes, colocou justiça no resultado.  A partir daí, o jogo entrou num registo mais aberto, com a Oliveirense obrigada a arriscar. E foi nesse espaço que o Académico mostrou frieza e maturidade competitiva. O terceiro golo voltou a nascer de um canto, num lance de insistência dentro da área, e já perto do fim, com o adversário exposto, surgiu o golpe final: um contra-ataque rápido, decidido com classe, a fechar a contagem e a carimbar um triunfo robusto. Aí foi André Clóvis a bisar, marcando o 17º e o 18º golo no campeonato.  O resultado final contou a história de uma reviravolta, mas a crónica do jogo vai além dos números. Foi uma vitória construída com paciência, controlo e personalidade, depois de um início cheio de obstáculos. Uma resposta clara após a derrota da jornada anterior, diante de um adversário difícil, daqueles que obrigam a ganhar mesmo quando o jogo não é bonito. O Académico fez o que tinha de fazer: manteve-se fiel ao seu plano, foi superior quando teve de ser e resolveu o encontro com eficácia. Mais do que três pontos, ficou a imagem de um grupo unido, focado e consciente do caminho que quer trilhar. Porque, num campeonato longo e exigente, há jogos em que o mais importante não é como se ganha, mas sim o facto de se ganhar. E este era, claramente, um desses jogos.

2026-02-15

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Reação e vitória por 4-1 no Fontelo

O Académico deu uma resposta afirmativa esta tarde, ao vencer a UD Oliveirense por 4-1, em jogo da 22.ª jornada da Liga Portugal 2, disputado no Estádio Municipal do Fontelo. Os Viriatos estiveram em desvantagem, mas conseguiram operar a reviravolta e construir um triunfo convincente. Na conferência de imprensa de rescaldo, o treinador Sérgio Fonseca considerou a vitória justa, apesar das dificuldades iniciais: “Acho que, acima de tudo, não foi apenas uma vitória justa; foi uma vitória difícil, em que acho que começámos o jogo desconfiados. Faltou-nos confiança e, o lance do penálti que não concretizámos, também contribuiu para essa falta de confiança, talvez tendo em conta aquilo que foi o resultado da última jornada”. O técnico reconheceu a importância do momento em que a equipa chegou ao empate: “Sofremos o golo mas penso que foi importante chegarmos ao empate antes do intervalo. Foi fundamental”. Na análise à segunda parte, Sérgio Fonseca destacou a superioridade dos Viriatos: “Estivemos por cima, tivemos o domínio do jogo, tivemos mais oportunidades. Acho que fomos superiores à Oliveirense e merecemos a vitória”. O treinador explicou ainda a importância de voltar aos triunfos após o desaire da jornada anterior: “Era importante ganharmos; por mais ou menos golos, para nós é indiferente. Era importante porque tivemos um resultado negativo no Porto e, uma equipa que quer andar a lutar por algo maior, tem que dar a volta às coisas. Se é com mais golo ou menos golo, é irrelevante. O importante foi aquilo que lhes fui pedindo ao longo da semana de trabalho: focarmo-nos na vitória, voltarmos às vitórias. Assim colocamos também pressão nas outras equipas que estão atrás de nós na tabela classificativa" Sérgio Fonseca deixou também uma palavra de agradecimento aos adeptos presentes no Fontelo: “Quero aproveitar a oportunidade para agradecer ao público. Eles sentiram que a equipa também passou por momentos difíceis e estiveram sempre do nosso lado”. Por fim, o técnico sublinhou a necessidade de manter o equilíbrio ao longo do campeonato: “Acima de tudo, é preciso manter a calma sempre. Aquilo que lhes passo é que temos que ser equilibrados: nem quando ganhamos somos os melhores, nem quando perdemos somos os piores. Temos que olhar para o campeonato, que é extremamente competitivo; qualquer equipa pode roubar pontos a qualquer equipa. Temos que nos focar naquilo que é o nosso trabalho”. Sobre os lances de bola parada que resultaram em 3 dos golos academistas, Sérgio Fonseca dividiu os louros:“Podemos dar o mérito ao treinador responsável (Cláudio Eloy) por essa parte e também aos jogadores, porque foram eles que executaram os lances”.

2026-02-14

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“Jogo a jogo, lutar pela vitória”

O Académico de Viseu recebe a UD Oliveirense no próximo sábado, no Estádio do Fontelo, em jogo da 22.ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o guarda-redes Domen Gril abordaram o momento da equipa e o desafio que se aproxima. O técnico academista espera uma partida exigente frente a um adversário moralizado: “Estamos à espera de um adversário difícil e motivado. Vem de uma vitória por 3-0 em casa frente a um candidato, o Vizela. É uma equipa com muita qualidade, mas também muito física e agressiva. Estamos preparados para um adversário difícil”. Apesar do desaire na última jornada, Sérgio Fonseca garante uma equipa motivada e focada no regresso às vitórias: “O grupo está como tem estado sempre, motivado. Vimos de um resultado negativo, um resultado que não queríamos, mas estamos com confiança e com muita vontade de voltar a jogar e de ir em busca daquilo que é o nosso principal objetivo, que é garantir os três pontos”. O treinador sublinhou ainda a importância de regressar ao Fontelo e do apoio dos adeptos: “A equipa está recuperada e preparada. Queremos muito voltar a jogar no nosso estádio, frente à nossa massa associativa, aos nossos adeptos, e queremos ir em busca daquilo que são os nossos objetivos: jogo a jogo, lutar pela vitória e pelos três pontos”. Sobre o encontro anterior, Sérgio Fonseca reconheceu que houve um momento que condicionou a equipa, mas garantiu que o foco está já no próximo desafio: “O jogo no Porto não correu como queríamos. O lance da expulsão condicionou-nos, mas já tivemos oportunidade de analisar o jogo, os nossos erros e aquilo que temos de melhorar. Seguimos com a mesma confiança e a mesma atitude, sempre em busca dos três pontos, que serão sempre o nosso principal objetivo”. Também presente na conferência, o guarda-redes Domen Gril comentou o lance que resultou na sua expulsão no encontro anterior: “Foi um lance um bocadinho infeliz e uma expulsão um bocadinho exagerada. Acho que o VAR e o árbitro têm poder e tempo suficientes para analisar bem esses lances cruciais, que podem influenciar o jogo, e decidir bem”. O guardião esloveno garantiu, no entanto, uma equipa determinada em dar uma resposta já no próximo encontro: “A equipa quer voltar a mostrar a sua capacidade. Queremos voltar a ganhar e vamos dar tudo em campo para que isso aconteça”. Gril destacou ainda o ambiente de trabalho entre os guarda-redes do plantel e deixou uma palavra de confiança para Bruno Brígido, que deverá assumir a baliza no sábado: “Eu, o Bruno e o Matheus somos uma equipa que trabalha muito bem. Temos uma relação boa e saudável. A exigência no treino é máxima e cada um treina no seu limite. O Bruno vai mostrar contra a Oliveirense do que é realmente capaz e vai dar uma resposta forte. Obviamente que estou a torcer por ele”.

2026-02-12

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Do domínio à derrota: a história de dois jogos num só

Há jogos que se decidem no talento, na estratégia ou na inspiração de um momento. Outros há que mudam por causa de uma decisão difícil de explicar. O que aconteceu no Olival pertence, infelizmente, ao segundo grupo. Durante meia hora, o Académico de Viseu foi dono e senhor do encontro. A equipa entrou sem complexos, pressionante, com bola, com personalidade e com uma ideia clara de jogo. A pressão alta obrigou o FC Porto "B" a recuar, e as ocasiões começaram a surgir junto da baliza portista. O aviso de Zamora, a insistência de Kahraman e o controlo territorial mostravam quem mandava no encontro. O golo de André Clóvis, aos 28 minutos, foi apenas a confirmação lógica do que já se via em campo. Um gesto técnico de grande qualidade, a traduzir em números uma superioridade evidente. Até aí, só havia uma equipa a jogar à bola. E então, 30 minutos. Altura do momento que mudou tudo. Num lance confuso, precedido de um ressalto no peito de Domen Gril, a bola tocou no braço do guardião esloveno, num gesto praticamente instintivo. Após hesitar, o árbitro João Pinheiro apitou e decidiu mostrar cartão vermelho direto, decisão que manteve sem consulta do VAR, sem ponderação. Uma expulsão dura, desproporcionada e difícil de justificar à luz do lance descrito e dos critérios normalmente exercidos. Num jogo que até então decorria dentro da normalidade, a decisão caiu como um trovão. A partir desse instante, o encontro partiu-se ao meio. E é impossível falar deste jogo como um todo, porque houve claramente dois jogos num só: o que se jogou 11 contra 11, e o que se jogou depois da expulsão. No primeiro, o Académico foi superior, mais organizado, mais agressivo, mais perigoso. Não concedeu qualquer contra-ataque ao adversário. No segundo, a equipa viu-se obrigada a resistir, a adaptar-se, a correr atrás do prejuízo provocado por uma decisão externa. O empate do FC Porto "B", ainda antes do intervalo, foi o primeiro reflexo desse novo contexto. Na segunda parte, já com vantagem numérica durante longos 60 minutos, o FC Porto "B" fez o que se exige a uma equipa nessas circunstâncias: assumiu o controlo, circulou a bola e explorou o desgaste do adversário. A ligação entre Dinis Rodrigues e Vonić acabou por ser decisiva, com dois golos bem construídos que selaram a reviravolta. Mérito portista, sem dúvida, na forma como soube jogar com mais um elemento. Mas é impossível ignorar a origem dessa vantagem. O Académico não caiu por incapacidade, caiu porque o jogo lhe foi virado do avesso. A expulsão de Domen Gril não só retirou o guarda-redes titular, como obrigou a equipa a uma substituição forçada, a uma reorganização imediata e a uma hora inteira em inferioridade numérica. Tudo isto num lance que nem sequer mereceu revisão com imagens, apesar da sua natureza duvidosa. O resultado final conta a história de uma reviravolta. A partida, porém, conta outra: a de um Académico forte, personalizado e dominante enquanto o jogo foi jogado em condições de igualdade. No Olival, houve dois jogos. E o primeiro deixou claro quem estava por cima. O segundo começou quando a arbitragem decidiu intervir — e, a partir daí, o desfecho deixou de depender apenas das equipas.

2026-02-07

Equipa Profissional

"Sabemos qual é a nossa responsabilidade"

O Académico de Viseu desloca-se, na próxima sexta-feira, ao Estádio Luís Filipe Menezes para defrontar o FC Porto “B”, em jogo da 21.ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o médio Soufiane Messeguem sublinharam a exigência do momento competitivo e reforçaram o foco total da equipa academista no trabalho e na conquista dos três pontos. Sérgio Fonseca começou por enquadrar a fase do campeonato, recordando que a segunda volta traz sempre desafios acrescidos: “Sabemos que, por norma, as segundas voltas dos campeonatos são mais exigentes. Os pontos são mais disputados, existe ainda mais equilíbrio entre as equipas e costumam haver mais perdas de pontos”, afirmou. Ainda assim, o técnico garantiu que a preparação não foge ao habitual: “Preparámo-nos como nos preparamos para todos os outros jogos, sempre dentro do mesmo registo de exigência. Sabemos qual é a nossa responsabilidade, sabemos que há aspetos que temos de melhorar e é nisso que nos focamos”, explicou. A consistência é, segundo o treinador, a principal meta até ao final da temporada: “Acima de tudo, procuramos aquilo que procuramos sempre: consistência nos resultados. A mensagem é jogo a jogo. Não olhamos para a tabela classificativa, olhamos para o nosso trabalho diário e entramos em todos os jogos com a mesma mentalidade, a mesma forma de ser e a mesma forma de estar. É isso que queremos perpetuar até ao final do campeonato”, vincou. Sobre o adversário, Sérgio Fonseca destacou as características típicas de uma equipa secundária: “As adversidades de uma equipa ‘B’, com jogadores jovens, com qualidade e irreverência, são por si só as principais características que eles têm. Vêm de uma fase muito boa, com duas vitórias, e esperamos dificuldades, que são expectáveis”, concluiu. Também Soufiane Messeguem reforçou a importância do momento e da resposta dada pela equipa: “Foi importante voltar às vitórias, dando resposta a um jogo menos conseguido. Temos noção de que na segunda parte não estivemos tão bem, mas queremos melhorar esta semana e voltarmos a ser nós”, afirmou o médio. Antecipando o encontro frente aos dragões, Soufiane reconheceu o bom momento do adversário, mas deixou clara a ambição academista: “Vamos enfrentar um FC Porto ‘B’ que está numa fase boa, após duas vitórias seguidas no campeonato. É mais um jogo, temos mais três pontos para ganhar e vamos lá para vencer", sublinhou. O jogador recordou ainda o último desaire fora de casa, reforçando o foco no presente: “Afinal, as duas equipas têm de jogar no mesmo relvado. Na realidade, frente ao Paços eles foram melhores que nós nessas condições. Agora estamos focados apenas em nós e preparámo-nos muito bem esta semana, para todas as condições que possam vir”, concluiu. O Académico de Viseu entra assim em mais um desafio da Liga Portugal 2 com a ambição de manter a consistência, corrigir detalhes e lutar pela vitória em Vila Nova de Gaia.

2026-02-04

Equipa Profissional

Académico resiste, luta e vence num Fontelo Capital

O Académico de Viseu mostrou, mais uma vez, a sua fibra competitiva num Fontelo castigado pela chuva, num terreno que transformou cada passe, cada corrida e cada disputa numa batalha física intensa. Frente a um adversário direto como o Torreense, os Viriatos sabiam que não havia margem para hesitações: a vitória era obrigatória e a equipa respondeu com esforço e determinação. O jogo começou com intensidade. Ambas as equipas procuravam impor-se, mas foi o Académico quem conseguiu transformar oportunidades em eficácia. Álvaro Zamora, sempre ativo e imprevisível, deu o primeiro alerta e depois assistiu João Guilherme para o golo que viria a decidir a partida. O 1-0 chegou aos 32 minutos, após uma sequência inteligente de jogo, culminando com o brasileiro a empurrar a bola para o fundo das redes, num momento que galvanizou a equipa e os adeptos. O Torreense reagiu, tentando equilibrar a partida, mas a tarefa ficou ainda mais complicada com uma expulsão na primeira parte. Mesmo em superioridade numérica, os últimos minutos foram de tensão máxima, com o Torreense a pressionar e a criar oportunidades perigosas, incluindo um remate de bicicleta de Mohamed Ali-Diadié que quase devolvia o empate. O Académico, no entanto, manteve a concentração e mostrou solidariedade defensiva e mental, resistindo às investidas adversárias. A equipa manteve-se focada e unida. As substituições deram fôlego e novas soluções à equipa. André Ceitil estreou-se e Lorougnon Gohi trouxe dinâmica ao ataque, enquanto Samba Koné, a fazer o seu jogo 100 na II Liga, entrou para reforçar o meio-campo. Cada jogador contribuiu para uma exibição combativa, com suor, coragem e inteligência, numa resposta firme à derrota anterior. No final, a vitória por 1-0 traduz a determinação do Académico: lutar até ao último segundo, defender com cada fibra do corpo e honrar a história de um estádio centenário. A equipa sai reforçada, com confiança renovada e com a certeza de que o grupo segue unido, resiliente e focado nos objetivos da temporada.

2026-01-31

Equipa Profissional

Académico responde com vitória afirmativa no Fontelo

O Académico de Viseu voltou aos triunfos no Estádio Municipal do Fontelo ao vencer o SCU Torreense por 1-0, em jogo da 20.ª jornada da Liga Portugal 2, num encontro exigente, controlado e marcado pela necessidade de saber sofrer. No final da partida, Sérgio Fonseca sublinhou a dificuldade do desafio e a importância da resposta da equipa após a derrota na jornada anterior. “O jogo foi difícil, como já estávamos à espera, frente a um adversário com muita qualidade”, começou por referir o treinador academista, destacando uma entrada positiva da sua equipa: “Entrámos bem no jogo. A primeira parte foi repartida, com muitas oportunidades de golo por parte do nosso adversário, uma equipa muito forte nas transições, algo para o qual estávamos preparados”. Os Viriatos conseguiram chegar ao golo e gerir o encontro, num exercício que foi tanto físico como mental: “Na primeira parte conseguimos chegar ao golo e depois houve um controlo do jogo, muito no aspeto mental”, explicou Sérgio Fonseca, fazendo referência ao impacto da derrota anterior em Paços de Ferreira: “Perdemos da forma que perdemos e, ali, ainda estávamos um pouco com a cabeça no último jogo e naquilo que tinha acontecido”. Apesar do domínio, o técnico reconheceu que o resultado podia ter sido dilatado: “Poderíamos ter matado o jogo, tivemos oportunidades para fazer o segundo golo, não conseguimos, e isso levou a que o jogo estivesse sempre indefinido até ao fim”. Sérgio Fonseca deixou ainda uma palavra especial para os adeptos e para a importância de jogar no Fontelo: “Gostamos muito de jogar em casa, de jogar próximos dos nossos adeptos e apoiantes. As coisas têm corrido bem e, depois da derrota, era importante regressar ao Fontelo e voltar a ganhar. Isso foi muito importante para nós”. Com esta vitória, o Académico de Viseu reforça a sua consistência em casa e dá uma resposta clara num momento-chave da temporada. 

2026-01-31

Equipa Profissional

"Temos muita confiança em nós"

O Académico de Viseu recebe este sábado o SCU Torreense, no Estádio do Fontelo, em jogo a contar para a 20.ª jornada da Liga Portugal 2. Na antevisão ao encontro, o treinador Sérgio Fonseca e o capitão Luís Silva sublinharam a importância do regresso a casa, a confiança do grupo e a ambição clara de conquistar os três pontos. Sérgio Fonseca começou por sublinhar o peso emocional e competitivo de voltar a jogar em casa: “A importância de voltar a jogar em casa é enorme. Estamos próximos dos nossos adeptos, dos nossos sócios, dos nossos simpatizantes, e contamos muito com o apoio deles”, afirmou. O técnico academista reconheceu a qualidade do adversário, considerando o Torreense “um candidato à subida de divisão” e lembrando o seu bom momento: “É uma equipa que, desde a mudança de treinador, atravessa uma boa fase, com três vitórias para o campeonato e uma para a Taça, é um adversário com qualidade”. Apesar disso, garantiu que o foco está no trabalho interno: “Como nós fazemos habitualmente, olhamos para nós e trabalhamos bem durante a semana. Sinto a equipa confiante, sinto a equipa motivada e esperamos que seja um bom jogo e que consigamos atingir o objetivo, que é ganhar e ficar com os três pontos”. Sobre o encontro da última jornada, frente ao Paços de Ferreira, o treinador explicou que o grupo já fez a devida reflexão: “O jogo do Paços de Ferreira é um capítulo encerrado. Já falámos sobre isso durante a semana, tivemos oportunidade de analisar o jogo, de perceber aquilo que deveríamos ter feito e que não fizemos, e que permitiu que as equipas que vêm atrás de nós se aproximassem de nós na tabela classificativa”, referiu. Ainda assim, deixou claro o objetivo para sábado: “Sabemos que o Torreense vem cá em busca dos três pontos para tentar chegar ao segundo lugar. Sabemos disso, mas trabalhámos bem durante a semana, estamos muito confiantes, os jogadores estão moralizados, queremos voltar ao Fontelo e queremos voltar com os três pontos”. Também o capitão Luís Silva admitiu que a equipa sentiu o impacto dos minutos finais do último jogo: “O grupo ficou revoltado com os últimos minutos daquele jogo. Foi difícil de gerir, como é lógico. Aqui no Académico nós lutamos sempre para vencer e não conseguimos, e acho que não foi fácil digerir. Aqueles dois primeiros dias foram difíceis”, confessou. O médio assumiu, igualmente, responsabilidades pelo rendimento da equipa na última partida: “Nós sabemos que na segunda parte que não estivemos ao nosso nível. Temos que assumir os nossos erros e fazer meia-culpa”. Ainda assim, Luís Silva garantiu uma equipa preparada para reagir: “Trabalhámos muito forte durante a semana e estamos prontos para dar uma grande resposta perante um Torreense que é um candidato assumido à subida de divisão”, disse, reforçando a confiança interna: “Nós temos muita qualidade aqui dentro, temos muita confiança em nós, trabalhámos muito bem durante a semana e estamos confiantes que vamos dar uma boa resposta”. O Académico de Viseu prepara assim o reencontro com os adeptos no Fontelo, com a ambição de transformar a frustração recente em energia competitiva, procurando somar três pontos importantes na luta pelos seus objetivos na Liga Portugal 2.

2026-01-29

Formação SAD

Igualdade Amarga

Nesta tarde de sábado, o conjunto sub-19 do Académico recebeu, no Campo 1º de Maio, a formação da UD Leiria. O encontro foi marcado por um empate a uma bola que deixou um sabor amargo. Logo aos 8 minutos, a formação viseense esteve perto de se afirmar na partida e de inaugurar o marcador, mas a finalização não encontrou o destino certo. Na resposta imediata, Denis Gutu brilhou entre os postes, ao travar um remate perigoso do Leiria. Ao minuto 14, surgiu uma das melhores jogadas da primeira parte com Miguel Almeida a centrar para a área, mas, em vez de ver o esférico seguir na direção do seu companheiro bem posicionado, viu o lance cortado a tempo. O conjunto beirão voltou a ameaçar aos 26 minutos, quando Miguel tenta a sua sorte fora da área, mas Guilherme Simões segurou sem grandes dificuldades. Pouco depois, Anderson desviou-se da defesa para tentar o golo, mas a bola passou a rasar o poste. Na segunda parte, a persistência foi finalmente recompensada. Aos 64 minutos, Dani Mateus, recém-entrado em campo, abriu o marcador após uma jogada com várias trocas de bola dentro da grande área. Uma bola que bateu num adversário e acabou por ressaltar para a cabeça do atacante academista. Estava feito o 1-0. A vantagem poderia ter sido ampliada aos 70 minutos, quando um cabeceamento bem medido voltou a criar perigo, mas a bola saiu ligeiramente por cima. Dois minutos depois, a defesa da casa deu demasiado espaço para a equipa visitante responder ao resultado. Na sequência do golo sofrido, o Académico quis responder de imediato. Apesar do canto não sair com o propósito desejado, a bola sobrou para Benjamim, que apostou em devolver a vantagem, mas a oportunidade perdeu-se. O apito final confirmou um empate com sabor amargo para os da casa. O Académico vira agora atenções para a receção da formação do CF "Os Belenenses", agendada para sábado, dia 14 de setembro, às 15h00, novamente no Campo 1º de Maio.

2025-08-30

Formação SAD

Pontos repartidos

Nesta tarde de terça-feira, no Estádio Municipal Doutor Orlando Mendes, em Santa Comba Dão, disputou-se a terceira jornada da Liga Revelação. O conjunto Sub-23 do Académico de Viseu recebeu o Leixões SC num encontro marcado por um empate a uma bola que soube a pouco para a formação academista. A primeira ocasião de grande perigo surgiu aos 11 minutos. Paulinho Campos, sob alta pressão de Gabriel Jesus, tentou sair a jogar, mas o passe para Miguel Rajani foi atrapalhado por Juan Lopes, que não deu espaço. Ainda assim, Rajani partiu para o remate, mas Carlão, atento na baliza academista, assegurou. O Leixões teve maior posse de bola ao longo da primeira parte, mas o Académico mostrou-se sólido na recuperação. Com marcações cerradas, os Viriatos anularam as tentativas ofensivas da formação do Leixões. Surge a entrada para a segunda metade da partida e, aos 55 minutos, é assinalada uma falta, com direito a cartão amarelo, cometida sobre Gui Ferreira, à entrada da área. Na conversão do livre direto, Francisco Machado inaugura o marcador com um grande golo, que deixa a equipa viseense em vantagem. Dez minutos depois, o Leixões responde com uma jogada iniciada a partir de um pontapé de baliza, direcionado para Roka, que executa um passe longo para Rajani. O avançado ganha em velocidade aos centrais academistas e, já frente ao guarda-redes, faz o empate. A igualdade no marcador aumentou a tensão. Aos 74 minutos, Gui Ferreira viu o seu remate, que podia ter devolvido a vantagem à equipa da casa, ser travado pela defesa adversária. Ao minuto 76, o guarda-redes academista travou mais um remate perigoso do avançado que tirou a vantagem aos Viriatos. O jogo terminou com ambas as equipas a procurarem o golo da vitória, mas o empate acabou por prevalecer. Após o encontro, o mister Sérgio Fonseca fez uma análise à exibição da equipa e apontou já os objetivos para o próximo jogo: "Os jogadores estiveram comprometidos com o processo e deram tudo. Temos noção de que houve momentos que não correram tão bem e, nas próximas semanas, vamos trabalhar para os retificar. Esperamos um jogo difícil frente ao Rio Ave, que também é uma equipa com muita qualidade, e será o pormenor a fazer a diferença. Queremos apresentar-nos no nosso máximo, em capacidades e força". O Académico de Viseu prepara-se agora para defrontar o Rio Ave FC às 15H de terça-feira, dia 16 de setembro, no Estádio Rio Ave Futebol Clube, em Vila do Conde.

2025-08-26

Formação SAD

Marcador a zeros

Na tarde ensolarada de domingo, o conjunto sub-19 do Académico recebeu, no Campo 1º de Maio, a formação do SCU Torreense. O encontro, marcado por um empate a zero deixou apenas a falta da bola encostar nas redes. Os jovens Viriatos entraram melhor no jogo, pressionaram alto e não permitiram ao Torreense de organizar as suas jogadas. Contudo, pouco tempo depois, a turma visitante respondeu à altura e testaram a atenção do guarda-redes Denis Gutu. A partir daí, viveu-se um período de cerca de vinte minutos de pressão constante do SCUT, obrigando o Académico a recuar linhas. O equilíbrio marcou o resto da primeira parte. Aos 39 minutos, Denis Gutu fez um longo pontapé de baliza, recebido por um defesa torreense e sobrou para Casca, que de imediato serviu Miguel Almeida. O remate saiu com grande potencial, mas foi desviado para canto. Ainda antes do intervalo, Martim Marto, assistido por Geovanne Martins, de longe tentou inaugurar o marcador. O remate bateu na trave e passou a escassos centímetros das redes. Uma jogada que deixou o guarda-redes Bruno Mesquita em sobressalto. Foi um final de primeira parte com as duas equipas a alternarem ataques. Logo dois minutos depois de começar a segunda parte, Miguel Almeida voltou a estar muito perto de inaugurar o marcador. Num remate de meia distância, a bola voltou a embater na trave, muito perto de mudar por completo o rumo da partida. Com o passar dos minutos, o jogo perdeu clareza ofensiva. Houve muitas perdas e recuperações de bola, mas o que ficou registado foi que ambas as equipas não deixaram passar nenhum golo. Assim, o apito final confirmou um empate a zero. O Académico vira agora atenções para a receção da formação da UD Leiria, agendada para sábado, 30 de agosto, às 17h00, novamente no Campo 1º de Maio.

2025-08-24

Formação SAD

Derrota não espelha exibição

Nesta tarde de quarta-feira, no Campo N.º 1 Centro De Treinos, Estádio Cidade de Barcelos, disputou-se a segunda jornada da Liga Revelação. A equipa Sub-23 do Académico de Viseu mostrou-se intensa na pressão e determinada ao longo do encontro, mas isso não foi suficiente para regressar a Viseu com os três pontos. Aos 18 minutos, Vasileios teve nos pés a primeira grande ocasião da partida. Isolado na grande área, arriscou o remate, mas viu o golo escapar para fora da baliza. Pouco depois a equipa de Rúben Teles respondeu com uma jogada coletiva, com trocas de bola bem coordenadas, que terminaram num remate perigoso. A bola passou por cima da barra, mas ficou muito perto de inaugurar o marcador. Outro momento de suspense surgiu aos 30 minutos de jogo, quando Jebril, incansável, remoeu o meio-campo gilista e rematou no meio da confusão da grande área. O lateral direito viu o remate sair com força, mas sem pontaria certeira. A equipa de Barcelos respondeu rapidamente, criando perigo junto da baliza do Académico. Após uma carga imprudente do defesa-central academista dentro da grande área, o árbitro assinalou grande penalidade. Na conversão, o Gil Vicente não falhou e inaugurou o marcador, colocando-se em vantagem. A garra dos Viriatos não se deixou abater e a equipa respondeu à desvantagem. Foi Gustavo Almeida quem, trabalhou na ala antes de servir novamente Jebril, que rematou prontamente, quatro minutos depois do golo sofrido. A defesa do Gil Vicente esteve atenta e conseguiu desviar ligeiramente o esférico, que acabou por passar muito perto do poste. A equipa esteve perto do empate, mas o golo teimava em não chegar. O conjunto da Beira-Alta terminou a primeira parte em desvantagem, sem conseguir marcar, mas reagiu de forma positiva, mantendo a pressão sobre a formação de Barcelos. A equipa entrou na segunda metade do tempo com a mesma intensidade, determinada em chegar ao golo. À entrada para o minuto 58, um descuido do guarda-redes, fez o atacante do Gil Vicente recuperar a bola o que quase custou caro aos academistas. O jogador gilista remata de imediato, mas Juan Lopes fez um grande corte e evitou o golo quando a bola já parecia destinada a entrar. Já com alguns minutos em campo, Daniel Carrasco não tardou a deixar a sua marca na partida. O recém-entrado ameaçou a baliza gilista com um lance de perigo, aos 76 minutos, ao recuar a bola para um companheiro em zona frontal. No entanto, o guarda-redes dos galos saiu a tempo de neutralizar a jogada. Na sequência de um pontapé de canto, o Gil Vicente ampliou a vantagem no marcador já perto do fim da partida. Aos 84 minutos, Mohamed Kaba, com um cabeceamento certeiro, assinou o segundo golo da equipa de Barcelos. A partida terminou com um desfecho infeliz para a equipa, fixando-se o resultado em 2-0. No final do jogo, o treinador destacou o esforço da equipa, mas reconheceu que os resultados nem sempre surgem com a rapidez desejada: “Trabalhamos todos os dias para sermos melhores e para aumentarmos a nossa competência. A equipa tem feito um esforço notável para corresponder ao que lhes é pedido. No entanto, nem sempre as coisas acontecem à velocidade que desejamos, mas isso faz parte do processo e do crescimento da equipa.” A equipa prepara-se agora para receber o Leixões SC, pelas 16H, no Estádio Municipal Doutor Orlando Mendes, em Santa Comba Dão.

2025-08-20

Formação SAD

Empate impróprio para cardíacos

Na manhã desta sexta-feira, os jovens Viriatos defrontaram a formação de juniores do CD Santa Clara, numa partida intensa e cheia de reviravoltas, que terminou empatada a três bolas. O encontro começou de forma negativa para a equipa da casa. Logo aos cinco minutos, uma falha do guarda-redes permitiu à equipa açoriana inaugurar o marcador. Pouco depois, aos nove minutos, um erro semelhante voltou a custar caro ao Académico, que se viu a perder por 0-2. A reação, no entanto, não tardou. Aos 23 minutos, Gabriel Pimentel cometeu falta sobre Anderson Barros dentro da grande área, que originou uma grande penalidade. Na conversão, Benjamin Fonseca reduziu a desvantagem aos 25 minutos e devolveu confiança aos academistas. Apesar de maior posse de bola do Santa Clara, a formação viseense conseguiu manter-se organizada defensivamente. Na segunda parte, ambos os conjuntos de formação procuravam o golo, uns para reafirmar a vitória e outros para salvar a equipa da derrota. Apesar dos dois erros iniciais, Aparício não se deixa abater e negou o terceiro golo aos açorianos com uma defesa segura perto dos 47 minutos. As substituições trouxeram maior frescura física aos da casa, que aumentaram a pressão. Ao minuto 75, Ivan Fontes assistiu Geovanne Martins, que, ao rematar, viu a bola desviar-se no guarda-redes açoriano e deixar as duas equipas em pé de igualdade. A reviravolta acontece dez minutos depois. Aos 85’, Diogo Oliveira recuperou a bola do meio-campo, serviu Miguel Almeida, que mesmo tropeçando sobre o adversário conseguiu manter a jogada. Geovanne Martins aproveitou, deslizou por entre os adversários e com frieza, colocou o Académico em vantagem por 3-2. Quando a vitória já parecia assegurada, surgiu o momento dramático da partida. Aos 90+3’, Holivan Almeida, na ânsia de recuperar a posse, atingiu involuntariamente a cara do jogador adversário. O árbitro assinalou grande penalidade e mostrou o cartão vermelho ao avançado Beirão. O Santa Clara não desperdiçou a oportunidade e fixou o resultado em 3-3. Depois desta partida intensa, os jovens Viriatos já viram atenções para o próximo confronto. O Académico prepara-se para receber o SCU Torreense, este domingo, às 17h00, no Campo 1º de Maio.

2025-08-15

Formação SAD

Entrada com o pé direito

Nesta manhã escaldante de terça-feira no Estádio do Fontelo, jogou-se a primeira jornada da Liga Revelação. A equipa Sub-23 do Académico de Viseu entrou com o pé direito e acertou quatro vezes na baliza. A primeira parte foi dominada pela equipa da casa, que controlou a posse de bola e criou várias oportunidades de golo. Ao minuto 18, combinou-se uma bela jogada entre dois jogadores academistas. Jebril Moumen entregou a bola para Martim Silva que lhe devolve num passe de calcanhar. A jogada quase resultou no primeiro golo, mas a bola acabou desviada para canto. Na sequência do lance, Juan Lopes ainda tentou marcar, mas o remate saiu por cima. Aos 35 minutos, Jebril voltou a aparecer em destaque, cruzando com precisão para Gustavo Almeida. O avançado preparava-se para finalizar, mas o lateral Francisco Camelo acabou com os planos. Kaique Santos também se mostrou incansável. Num lance individual, deixou vários adversários para trás, mas hesitou no momento da finalização e Pedro Gomes defendeu. Tanto insistiu que finalmente conseguiu. Perto do apito para o intervalo, precisamente no minuto 47, Kaique aproveitou a assistência de Francisco Machado e inaugurou o marcador. Durante a segunda parte, o conjunto Beirão quis reforçar a vitória. O ponta de lança academista viu o seu remate ser defendido, mas a bola sobrou para Martim Silva que aproveitou para se nomear como o segundo marcador da partida. Mesmo com dois golos, os maritimistas não se quiseram ver abatidos, mas a pressão academista manteve-se, mesmo após as substituições. Passados 74 minutos de jogo, Tomás Abreu lançou um cruzamento para Daniel Carrasco, que finalizou com eficácia e assinalou o terceiro golo dos Viriatos. Ainda antes de terminar a partida, Tomás Abreu não ficou pela assistência e dá o 4-0 á equipa da casa. Maga tentou passar pela muralha defensiva do Marítimo que pressionou a todo o custo e obrigou o capitão a contar com o seu companheiro de equipa, Daniel Carrasco, que faz a assistência ao quarto marcador do confronto. Já no último minuto, Maga tentou o quinto golo, mas a bola embateu no poste. Tomás Abreu aproveitou a direção do ressalto e tentou o que o capitão tencionava, mas sem sucesso. O árbitro assinalou o fim da partida e o resultado ficou fechado em 4-0. Após a vitória, Sérgio Fonseca reagiu ao resultado da jornada inaugural da Liga Revelação, sublinhando a importância de começar com o pé direito e reforçando o compromisso da equipa em manter a ambição e a consistência ao longo da competição: “O nosso primeiro objetivo que era entrar no campeonato a ganhar, foi atingido. Foi uma vitória que nos traz confiança, mas também responsabilidade. Sabemos que ainda estamos no início e que temos um longo caminho até terminar esta primeira fase do campeonato. Queremos estar disponíveis a cem por cento, em todos os jogos, sempre em busca dos três pontos.” Foi uma grande vitória da equipa academista, mas a temporada continua. A equipa prepara-se agora para defrontar o Gil Vicente FC, pelas 16H, no Campo 1 Centro de Treinos, em Barcelos. Força Viriatos!

2025-08-12

Formação SAD

A vitória escapou

O Dérbi Beirão abriu a nova temporada do Campeonato Nacional de Juniores para o Académico de Viseu, que este sábado empatou por duas bolas frente ao CD Tondela, em Nandufe. Apesar do calor intenso, o Académico entrou determinado e, logo aos sete minutos, adiantou-se no marcador. Na sequência de uma falta cobrada por Miguel Almeida, Holivan Almeida fez um cabeceamento certeiro e colocou os Viriatos em vantagem. A reação do CD Tondela foi imediata e aumentou a pressão. No entanto, a defesa academista manteve-se firme e conseguiu desarmar os ataques dos tondelenses. Já no final da primeira parte, aos 44 minutos, o Tondela teve uma ocasião para empatar, após uma falta cometida dentro da grande área. Contudo, o guarda-redes, Denis Gutu, defendeu a grande penalidade e garantiu a vantagem até ao intervalo. Logo nos primeiros minutos da segunda parte, os Viriatos criaram uma grande oportunidade para ampliar a vantagem. À entrada da área, o remate passou muito perto do poste. A insistência da equipa acabou por ser recompensada aos 50 minutos, quando Miguel Almeida, após uma primeira tentativa falhada, não desperdiçou a segunda e marcou o segundo golo da partida. A segunda metade do jogo foi marcada por várias interrupções, e, no meio da pressão crescente, o guarda-redes do Académico foi expulso, após receber o segundo cartão amarelo. Com menos um jogador em campo a formação tondelense reentrou na discussão do resultado. Martim Carvalho reduziu a desvantagem aos 76 minutos e a quatro minutos dos 90, Ansil Sani fixou o empate. Nos instantes finais, a equipa visitada ainda procurou o golo da vitória, mas a formação viseense segurou o empate. A equipa de juniores do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o CD Santa Clara, na próxima jornada, agendada para o dia 15 de agosto, no Campo 1º de Maio.

2025-08-09

Notícias Institucionais

Académico de Viseu homenageado na Gala de Encerramento da Cidade Europeia do Desporto

O Académico de Viseu marcou presença de destaque na Gala de Encerramento da Cidade Europeia do Desporto Viseu 2024, realizada na noite deste sábado, que homenageou o Clube e a SAD academistas. O evento contou com a representação do Diretor Geral da Formação, Óscar Guerra, e foi palco de múltiplas homenagens ao trabalho e conquistas viseenses ao longo deste ano emblemático. Na cerimónia, o Académico de Viseu foi distinguido em várias categorias, que refletem o impacto do emblema no desporto local e nacional: Homenagens Individuais Leonor Ferreira (Futebol): Reconhecimento pelo talento e dedicação como atleta do Académico; Tomás Sousa (Natação): Distinguido pelo desempenho de excelência na modalidade; Mafalda Rosa (Natação – Águas Abertas): Destaque pelos seus feitos notáveis a nível nacional e internacional. Homenagens Coletivas Equipa Sub-19 de Futebol Feminino: Reconhecimento pelo apuramento para a fase de subida para a Primeira Divisão; Equipa Sub-19 de Futebol Masculino: Homenagem pela qualificação para a fase de apuramento de campeão da Primeira Divisão Nacional. Reconhecimento à Liderança e ao Clube Mariano Lopez (Presidente do Clube e da SAD): Homenageado pelo seu empenho, carreira, e contributo para a promoção da região de Viseu, além da interação destacada durante o Ano CED 2024; Académico de Viseu FC: Reconhecido pelo papel relevante na dinamização do desporto na região e pelo impacto na valorização do desporto local ao longo do ano. A Académico de Viseu FC, Futebol SAD e o Académico de Viseu FC congratulam-se por este momento de homenagem, que celebram o contributo significativo destas estruturas para a comunidade desportiva, evidenciando o compromisso das mesmas em promover o desporto, a formação e o talento da região.

2025-01-22

Notícias Institucionais

“Espero que num futuro próximo possamos usufruir de instalações próprias para o futebol”

O Jantar de Natal do Académico de Viseu, que reuniu esta quarta-feira mais de 800 academistas na Expocenter de Viseu, entre atletas, treinadores e colaboradores, ou representantes de instituições e parceiros, assinalou o encerramento das celebrações do 110º aniversário do clube, com o presidente Mariano Lopez a reforçar o comprometimento com a região e os objetivos para o futuro, em particular, ao nível das infraestruturas, para o futebol de formação e profissional. “Caras e caros Academistas, é nesta altura do ano que todos começamos a pensar o que pode trazer no próximo ano: o futuro próximo. Eu, como máximo responsável, não posso parar de trabalhar com energia e convicção para o bem deste Clube. A minha preocupação, especialmente na área do futebol, são os desafios infraestruturais. Disponibilidade de campos para treinar em horas mais adequadas para a nossa formação é algo que me preocupa. Junto com a Direção estamos sempre à procura de locais e terrenos para poder ter capacidade de desenvolver treinos ou criar, algum dia, uma casa própria, com um ou dois campos de futebol para a nossa formação. Espero que num futuro próximo possamos usufruir de instalações próprias na nossa modalidade mais forte que é o futebol. Mas, sempre sem descurar a saúde financeira do Clube”, afirmou Mariano Maroto Lopez, referindo-se depois ao futebol profissional. “Também estamos em diálogo regular com a Câmara Municipal de Viseu em busca de opções para terrenos adequados para os nossos projetos maiores com a SAD. Não é fácil, mas não desistimos e continuaremos a trabalhar em conjunto para a consolidação de todos os nossos projetos.” Mariano Lopez destacou ainda outros projetos em marcha - campanha de angariação de sócios; e renumeração dos mesmos – ou o reforço da ligação à comunidade academista, através do “Academico News”, uma nova ferramenta de comunicação ao nível local e regional, com edição mensal de 2.500 exemplares para partilha de noticias, informações e reportagens. Ao mesmo tempo, Mariano Lopez destacou iniciativas concretizadas ao longo do ano do 110º aniversário: O projeto da construção do percurso histórico do Académico online, resumindo os pontos mais importantes da história do clube; a exposição “Manto Negro Feito de História”, na Casa da Ribeira, com testemunhas, ofertas, artigos e memórias; a Gala dos 110 anos do Académico, no Teatro Viriato, uma gala “tremenda, espetacular, representativa da grandeza do Académico”; a formação de mais uma equipa, os “Académico Legends” – uma equipa formada por atletas que jogaram no Académico nas últimas décadas como Rui Miguel, Fernando Ferreira, Bruno Loureiro e muitos mais; e o lançamento do primeiro livro de sempre do Académico, “110 anos - 110 histórias”. “Obra de uma pessoa apaixonada pelo futebol, por histórias e que nos honra ter como autor, Rui Tovar, em colaboração com o grupo da “Magia do Académico” e o nosso Departamento de Comunicação”, sinalizou Mariano Lopez. “A todos os colegas da Direção do Clube e da SAD que participaram e trabalharam arduamente para conseguir tal referência na história deste Clube envio um abraço de gratidão”. Mariano Lopez reiterou que o Académico “é um símbolo de perseverança, paixão e união para todos nós que amamos e vivemos o desporto”: “O desporto é uma poderosa ferramenta de transformação e, no Académico, temos a honra e a responsabilidade de sermos dignos representantes desportivos desta cidade e região. E é com esse espírito que renovamos, diariamente, o nosso compromisso com a excelência e com a promoção do desporto. Promovemos valores como o respeito, a disciplina, a integridade e o espírito de equipa. E como muito de vocês sabem acompanho sempre que posso os nossos atletas da formação ou futebol feminino e sou testemunha de que os nossos valores são vividos”. No discurso que proferiu, destacou as equipas mais jovens. “Uma menção especial hoje é para os jogadores das equipas de sub12, sub13 e sub14 e suas respetivas equipas técnicas. É um prazer ver e acompanhar os vossos jogos não só pelas vitorias clamorosas que vocês conseguem, e mais, e a forma como vocês atuam como grupo – com respeito do adversário, com raça e motivação no jogo e de se querer superar cada vez mais. E parabéns aos pais acompanhantes que mostram um comportamento exemplar para o Clube inteiro – é isso que também queremos promover e mostrar fora das quatro linhas”, prosseguiu, referindo-se depois à natação. “Cabe mencionar os nadadores mais jovens, Cadetes e Infantis, que estão a evoluir favoravelmente, tanto em número de atletas, como na qualidade demonstrada. As equipas Feminina e Masculina conseguiram a manutenção na Segunda Divisão Nacional (algo muito importante). Em termos individuais, na presente época, já conquistaram mais de meia centena de medalhas. E com Mafalda Rosa temos uma atleta extraordinária que representa o nosso Clube ao nível nacional e além fronteiras. Parabéns e uma salva de palmas a todos os atletas da Natação”, afirmou. Numa intervenção que terminou com uma mensagem de Boas Festas, Mariano Lopez deixou ainda uma forte palavra de agradecimento para os parceiros e patrocinadores do clube. “Uma menção especial também aos nossos patrocinadores (sejam do Clube, sejam da SAD) que acompanham o Académico desde os primeiros dias: obrigadíssimo pelo vosso apoio que é um pilar essencial na evolução e transformação deste Clube”.

2024-12-18

Notícias Institucionais

Académico promove ação solidária no último jogo em casa de 2024

O Académico de Viseu FC prepara-se para encerrar o ano de 2024 no Estádio Municipal do Fontelo com uma forte mensagem de solidariedade. No próximo jogo em casa, frente à UD Oliveirense, a contar para a 14.ª jornada da Liga Portugal 2, marcado para segunda-feira, 16 de dezembro, às 18h, o emblema Beirão promoverá diversas iniciativas solidárias, com o objetivo de apoiar as comunidades locais mais necessitadas. Recolha de bens de primeira necessidade  Em parceria com a Associação Juvenil Ready To Help Viseu, será realizada uma recolha de bens de primeira necessidade – alimentares e não alimentares – destinados a apoiar entidades de cariz solidário. Os bens recolhidos serão, posteriormente, distribuídos pela associação a instituições que apoiam famílias que enfrentam dificuldades. A ação contará com o apoio de voluntários da Federação Académica de Viseu e do Conselho de Viriato do Instituto Politécnico de Viseu, reforçando a ligação entre o Académico e os jovens estudantes da cidade. Doação de 50% da receita para solidariedade A SAD do Académico de Viseu vai reforçar o impacto desta ação, destinando 50% da receita gerada pela bilheteira deste jogo para iniciativas de solidariedade social. Os fundos serão utilizados diretamente pelo clube em apoio às famílias mais carenciadas da região, promovendo um Natal mais digno para aqueles que mais precisam. Convite à comunidade O Académico de Viseu convida todos os viseenses, adeptos e estudantes a marcar presença neste momento especial, contribuindo com donativos ou adquirindo bilhetes para o jogo. A recolha de bens será realizada nos acessos ao estádio, com a ajuda de voluntários devidamente identificados.

2024-12-10

Notícias Institucionais

“Uma ponte entre o passado e o futuro promissor”

O livro “Académico de Viseu Futebol Clube, 110 Anos, 110 Histórias” é a mais recente obra da autoria do jornalista e historiador Rui Miguel Tovar. Retrata as alegrias e tristezas, os craques e os treinadores, as subidas de divisão, as maiores goleadas e os golos históricos. Surge na sequência da celebração do 110º aniversário do Académico, fixando para memória futura uma história dourada. “Ao recordar o passado, reafirmamos o nosso compromisso com o futuro”, sublinhou o presidente do clube, Mariano Maroto Lopez. O Académico de Viseu Futebol Clube apresentou esta tarde, na FNAC Viseu, o livro “Académico de Viseu Futebol Clube, 110 Anos, 110 Histórias” uma coautoria de Rui Miguel Tovar com um trio historiadores academistas, José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes, que ao longo dos anos têm vindo a agregar a história do clube no portal “A Magia do Futebol”. Lançado no âmbito das comemorações do 110º aniversário do clube, que neste ano de 2024 se celebrou com diversas iniciativas, o livro surge como uma obra inédita que revisita a rica trajetória do clube, reunindo memórias, conquistas e os momentos marcantes ao longo dos seus 110 anos de existência. Constitui, por isso, um marco histórico e um tributo à identidade do Académico de Viseu, sendo uma oportunidade imperdível para reviver o passado e perpetuar a identidade do clube. Mariano Maroto Lopez, presidente do clube, prefaciou o livro que identifica como “um símbolo da identidade e da paixão pelo Académico”. “Ao recordar o passado, reafi­rmamos o nosso compromisso com o futuro, com a certeza de que, unidos, continuaremos a elevar o Académico a novos patamares de sucesso e reconhecimento. Que ‘110 anos, 110 Histórias’ seja uma fonte de orgulho e inspiração para todos os academistas atuais e futuros, em Viseu e além-fronteiras, servindo também enquanto ponte entre o passado e o futuro promissor que nos aguarda”. Na cerimónia de apresentação, que decorreu na FNAC Viseu – Palácio do Gelo, pelas 18h30 desta quarta-feira, o presidente do Académico destacou ainda: “Quero agradecer ao autor do livro, pelo seu trabalho, pela sua experiência, paixão, e abordagem prática, que numa reunião em cinco minutos aceitou o desafio deste projeto, juntamente com os restantes autores. Este livro acaba por ser um ponto de mudança. Tínhamos muitas histórias, mas faltava agregá-las e partilhá-las com toda a comunidade. Conseguir um documento que fica gravado para a história deixa-nos muito felizes.” Já o autor da obra, Rui Miguel Tovar, sublinhou que estava destinado a escrever este livro, ou não tivesse o seu pai, Rui Tovar, cumprido a tropa em Viseu. “A coincidência bateu-me à porta. Tanto o primeiro (Eduardito) como o último entrevistado (João Basto) cruzam-se com o meu pai no Regimento de Infantaria N.º 14 – eles, praças, ele, alferes. ‘O seu pai isto, o seu pai aquilo, o seu pai fez, o seu pai aconteceu, o seu pai ajudou.’” Entre as 110 histórias que Rui Miguel Tovar escolheu, em parceria com José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes, destaca-se uma de 1981, num jogo na Nazaré “que implicou a subida à I Divisão com um golo de Inaldo”. “O antes, o durante e o depois desso jogo é obra”, sublinhou o autor, lembrando ainda algo que poucos se recordam e que uma vez mais liga o seu pai à capital da Beira Alta: a história de Maradona em Viseu. “Sim, aconteceu! Em 1983 para receber o Prémio Gandula”. A entrevista que então concedeu também está neste livro, uma vez que a deslocação apenas foi possível “por obra e graça do presidente academista António Joaquim Ferreira”. “Creio que este livro é mais um momento histórico do Académico. Quero agradecer a cortesia, o apoio e  a presença dos três “J” (José Carlos Ferreira, João Monteiro e João Nunes), que criaram empatia imediata. Fiquei logo muito agradado com o projeto. Percebi que havia uma vontade gigante de colocar em livro todo o património de informação agregado n’A Magia do Futebol. Tenho muitas memórias do Académico, mas não seria possível fazê-lo, desta forma, sem esta ajuda preciosa. Fizeram a jogada toda e eu limitei-me a empurrar a bola para golo. Ainda bem que este livro ganhou vida, porque todos os clubes precisam da sua história estruturada”, afirmou ainda Rui Miguel Tovar na apresentação. “A Magia do Futebol surgiu em 2006, numa altura do ‘boom’ dos blogues e em que a presença do Académico era praticamente nula na internet. Em todos os tempos livres agregava informação. Agora, concretizar este livro é o sonho de uma vida”, afirmou, por seu lado, o co-autor José Carlos Ferreira. “Vejo este dia chegar com muita paixão. Se isto foi possível, foi porque houve aqui um conjunto de intervenientes, desde a estrutura do Académico, o Departamento de Comunicação, toda a equipa, e claro, a nossa estrela maior e ídolo, pelo envolvimento, trato, pela simplicidade, o Rui Miguel Tovar. Foi uma honra participar neste livro”, afirmou na apresentação o coautor João Monteiro. “Este é o livro do Académico, desde sempre. O Académico tem o mesmo símbolo desde sempre. Estejamos na Distrital ou na Primeira Divisão, gostamos sempre do Académico”, completou o coautor João Nunes. Fundado em 1914, desde os primórdios até aos dias de hoje, o Académico convive com uma série de alegrias e tristezas, todas elas descritas nesta obra. Dos craques aos treinadores, das subidas de divisão às maiores goleadas, dos adeptos aos golos. De tudo isto, e muito mais, fala esta obra única que já pode ser adquirida na sede do clube, na Loja do Académico, no Palácio do Gelo, e na Loja Online do Académico.  

2024-11-28

Notícias Institucionais

Plantel Sub-16 homenageia Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo

A Equipa Sub-16 do Académico de Viseu Futebol Clube aproveitou a sua deslocação a Penalva do Castelo, na tarde deste sábado, para prestar uma homenagem simbólica à Corporação de Bombeiros Voluntários locais, através da oferta de uma “Árvore da Vida”, destacando os valores de coragem, bravura e altruísmo que demonstraram na linha da frente contra os incêndios de setembro passado, em defesa das populações locais, das suas vidas, dos seus bens e dos recursos naturais e patrimoniais do território. Esta iniciativa, de justo reconhecimento, que contou a presença de José Albuquerque, presidente dos Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo e da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, e de José Manuel Lopes, Comandante da Corporação, decorreu à margem do jogo entre o Sport Clube de Penalva do Castelo e o Académico de Viseu, uma partida a contar para a 6ª jornada do Campeonato Distrital Sub16 – VISAR, disputada no Campo Municipal da Cerca. Recorde-se que o concelho de Penalva do Castelo foi severamente afetado pelos incêndios de setembro passado, que dizimaram cerca de 8.000 hectares de área do concelho, destruindo casas, anexos, armazéns e terrenos de cultivo (vinhas, pomares, olivais, zonas de pastoreio,…). Os elementos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo, colocando suas próprias vidas em risco para salvar outras, apesar de terem perdido uma viatura de combate, que foi consumido pela chama, foram determinantes para que a tragédia não fosse ainda maior. Com este gesto, os jovens atletas demonstraram igualmente que estão atentos e valorizam todos quantos zelam, de forma voluntária, pela proteção e bem-estar das pessoas e têm como lema “Vida por Vida”.

2024-11-17

Clube

COMUNICADO: SECÇÃO DE ANDEBOL

O Académico de Viseu Futebol Clube vem comunicar aos seus estimados associados, apreciados adeptos e à distinta opinião pública, a suspensão temporária de atividade da secção de andebol. Esta medida foi motivada pela carência de uma estrutura organizacional coerente no seio da mencionada secção, que manteve a sua atividade até ao término da temporada precedente. A decisão fundamenta-se, primordialmente, na precariedade da situação financeira da secção de andebol do Académico de Viseu. Lamentavelmente, a má gestão perpetrada pelos anteriores responsáveis desencadeou adversidades económicas substanciais que atualmente ameaçam a estabilidade financeira global do clube. Cumpre-nos informar que a Direção adotou já medidas proativas com vista a mitigar esta situação. Empreenderam-se diálogos construtivos junto dos jogadores, equipa técnica e demais prestadores de serviços, bem como foram estabelecidos contactos diretos com os demais credores envolvidos. Tais iniciativas foram promovidas com o propósito inequívoco de agilizar e honrar, de modo responsável, os compromissos financeiros vencidos e vincendos. O contexto atual impõe a adoção de medidas que, acima de tudo, resguardarem a vitalidade do Académico, e assegurem a sua continuidade sustentável, bem como a do seu projeto. Infortunadamente, dadas as vicissitudes já experimentadas em tentativas anteriores de reorganização e reestruturação, torna-se evidente que manter a secção de andebol nesta conjuntura seria uma decisão de fragilidade manifesta. Asseguramos que a Direção do clube envida esforços incansáveis na busca de soluções práticas para ultrapassar esta conjuntura desafiante. A reabilitação integral da secção de andebol, pautada por critérios de solidez financeira e sustentabilidade económica, permanece no horizonte como objetivo primordial. No entanto, reiteramos que a materialização deste desejo está intrinsecamente condicionada pela recuperação das suas bases financeiras. Nesse sentido, expressamos a nossa sincera gratidão pela compreensão e apoio de todos os envolvidos. Mantemos o compromisso de manter a comunidade informada acerca de quaisquer desenvolvimentos futuros pertinentes à secção de andebol do Académico de Viseu Futebol Clube. A Direção do Académico de Viseu Futebol Clube, 9 de agosto de 2023.

2023-08-09

Clube

Reorganização da Secção de Andebol

Após o comunicado escrito pela Federação de Andebol de Portugal, enviado a todas as associações da modalidade, onde consta a não inscrição do Académico de Viseu Futebol Clube na segunda divisão nacional, a Direção do Académico vem esclarecer o seguinte: 1. No passado mês de março, a Comissão Administrativa do Académico, eleita em setembro de 2022, reuniu com a Comissão responsável pela Secção de Andebol, constituída por Paulo Cabral e Paulo Ferraz, com o objetivo de, em conjunto, se definir uma estratégia de médio/longo prazo para a modalidade do Clube. 2. Em abril realizou-se uma nova reunião tendo sido transmitida, de forma clara, toda a metodologia de trabalho que se pretendia instituir no Académico de Viseu. Pretendia-se a implementação de métodos e processos de funcionamento internos transparentes e rigorosos que potenciassem o Académico para o futuro enquanto instituição formadora. Esta forma de trabalho e, acima de tudo, os princípios basilares subjacentes, como o rigor, a transparência e a honestidade, foi explicada e transmitida à Comissão responsável pela Secção de Andebol. O Académico aposta, claramente, em formar equipas que permitam a participação do Clube em ligas e competições dos maiores patamares possíveis. O Académico é, e tem que ser, um Clube ambicioso. No entanto, a decisão de participar de forma profissional ou semiprofissional em qualquer competição, de qualquer modalidade, tem que ser acompanhada por um orçamento responsável e também por financiamento estável e previsível, ferramentas que permitam ao Académico desenvolver a sua atividade de forma sustentada. 3. No dia 14 de junho, imediatamente após o desfecho da liguilha que resultou na descida de divisão, foi realizada uma nova reunião. A Direção do Académico, cuja lista recém-eleita a 2 de junho resultava de uma solução de continuidade, foi informada pelos responsáveis pela Secção de Andebol que os mesmos não iriam inscrever as equipas seniores (feminina e masculina) na época 2023/2024. Fomos também alertados para o facto de que seria necessário informar a Associação e a Federação de Andebol dessa decisão. A decisão de não inscrição dos escalões seniores foi tomada, de acordo com os já referidos Paulo Cabral e Paulo Ferraz, responsáveis da Secção, antes dos jogos da liguilha. 4. Ainda na mesma reunião, o foco desta Direção, sendo já inultrapassável a decisão de não inscrição, dirigiu-se para as matrizes do andebol de formação para a época 2023/2024, isto sempre em função das regras, metodologias e objetivos pelas quais se rege o Académico, e do esforço de tornar este Clube numa instituição formadora. Todos estes aspetos foram, de novo, explicados em detalhe aos ainda responsáveis pela Secção de Andebol. Solicitámos uma reunião com a globalidade dos responsáveis técnicos que lideravam os vários escalões de andebol do Académico, no sentido de tomar uma decisão responsável sobre a continuidade da mesma. 5. Após a reunião do dia 14 de junho temos solicitado informação aos “responsáveis” pela modalidade para podermos, de forma ponderada e sensata, tomar uma decisão. Até à presente data não recebemos qualquer resposta, informação ou esclarecimento. Sentimo-nos, agora, obrigados a emitir este esclarecimento após termos sido surpreendidos por uma informação transmitida aos pais dos atletas de andebol por um dos responsáveis técnicos da Secção, informação essa em que a parte maioritária da culpa pelo término desta modalidade foi atribuída a esta Direção. Responsabilidade que esta Direção, de forma clara e frontal, não pode aceitar, depois de tudo ter feito para, de forma lícita, transparente e responsável, continuar a apostar no Andebol. 6. Desta forma, informamos todos os sócios e simpatizantes que a Comissão responsável pela Secção de Andebol do Académico de Viseu foi destituída, nos termos das disposições conjugadas dos artigos 36º dos Estatutos e 5º do Regulamento Interno do Clube, estando já em marcha a formação de uma nova Comissão que promova o investimento estruturado e sustentável na modalidade. A Secção de Andebol do Académico de Viseu Futebol Clube é, neste momento, apenas e só representada pelos membros da Direção, devidamente legitimados pelos sócios no ato eleitoral de dois de junho de 2023. As entidades parceiras do nosso clube serão, brevemente, informadas sobre os novos responsáveis. Serão também canceladas as contas do andebol nas redes sociais, que não fazem parte do grupo de páginas oficiais do clube; 7. Mais informamos que a Direção do Académico irá reunir diretamente com os pais dos atletas de formação da secção de andebol para que a comunicação sobre o futuro possa ser franca, transparente e honesta, conceitos que, desde a tomada de posse da Comissão Administrativa, em setembro de 2022, sempre foram estranhos à Comissão responsável pela Secção de Andebol.  A Direção do Académico de Viseu Futebol Clube.  

2023-07-05

Clube

“Este é um momento histórico”

Em rescaldo às eleições para os novos Órgãos Sociais do Académico de Viseu Futebol Clube, que decorreram nesta sexta-feira, o atual presidente da SAD academista e recém cabeça de lista eleito, Mariano Maroto Lopez, falou aos presentes na sala de conferências de imprensa do Estádio Municipal do Fontelo. Antes das primeiras reações ao sufrágio que elegeu a única lista candidata, o administrador do clube viseense pediu a toda a sala que fosse cumprido um minuto de silêncio em memória do antigo presidente do Académico de Viseu, António da Silva Albino, deixando igualmente um especial agradecimento a outros antigos membros do clube e à mesa de assembleia em cessação de funções, que ajudaram a realizar a transição que se concluiu no último ano. No momento seguinte, Mariano Maroto Lopez dirigiu-se aos sócios academistas, mostrando-se grato pela confiança, mas afirmando que o foco está no trabalho em equipa: “Começo por agradecer a confiança dos sócios, porque afinal o clube é deles e são eles que têm de decidir qual será o caminho do Académico no futuro. Agradeço também a confiança da cidade e dos parceiros neste projeto, que trará grandes desafios nos seus próximos passos. Isto não é um trabalho de uma pessoa só, precisamos de todos para atingirmos os nossos objetivos. É um trabalho de grupo de dentro e fora do clube, contamos com o apoio de todos”. O agora também presidente dos Órgãos Sociais do Académico de Viseu Futebol Clube falou ainda de um dia histórico não só em Viseu, como também no país: “Este é um momento histórico que vem confirmar que a união e o delineamento do projeto Académico, seja SAD ou clube, é algo único em Portugal. Temos o dever e a oportunidade de levar este projeto, que é diferente de outros clubes portugueses com investidores, a outro patamar. Ter o poder de unir as forças do clube e da sociedade desportiva pode trazer-nos muitas vantagens”.

2023-06-03

Clube

Resumo de Atividades da Comissão Administrativa

A época 2022/2023 marcou-se pela afirmação do Académico de Viseu enquanto referência desportiva de toda a região centro do país. A sua Comissão Administrativa, no período decorrido entre outubro de 2022 e março de 2023, pautou o exercício das suas funções pelo crescimento sustentável de uma instituição centenária, nas diversas áreas que a compõem. Foi e continuará a ser um esforço concentrado na profissionalização cada vez abrangente de toda a estrutura do Académico de Viseu, preparando este clube da melhor forma possível para o seu futuro. Observando a fundo as atividades que foram desenvolvidas no período acima mencionado, na Área Financeira esta Comissão Administrativa conseguiu levar a cabo a organização das contas do clube, tal como a verificação dos saldos credores e a redução das dividas com credores, através de negociações de valores e prazos de pagamento. No que toca à Administração, foram revistas as antigas e obsoletas contas bancárias, com a criação de novas contas por modalidade no Banco Comercial Português. Foi ainda definido um novo processo interno de validação e pagamento de faturas, modernizando assim o sistema contabilístico e da respetiva faturação. Falando de Recursos Humanos, foi notória a evolução neste espaço de tempo dos ativos desta estrutura, por força da integração de três jovens estagiários apoiados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) nas áreas da comunicação/imagem, administração e ainda no futebol de formação. É esta uma das melhores provas de que dispomos para evidenciar a restruturação que implementámos, centrada também na empregabilidade. Na Área da Comunicação, o crescimento vislumbrou-se segundo uma imagem modernizada e integrada do clube na sua cidade, tal como na visibilidade dada às modalidades nas diversas campanhas de imagem dinamizadas por esta estrutura. E concentrados sobretudo no sócio, foi criada uma base de dados centralizada na melhoria da sua gestão e ainda aberta a possibilidade de registo de sócios online, com a opção de os mesmos poderem fazer o pagamento das respetivas cotas no site oficial do clube. Na campanha natalícia de 2022, relembramos que foi possível aglomerar mais de 250 novos sócios, argumento que evidencia a crescente vitalidade da nossa massa associativa. Na Área Jurídica, a criação de um novo Conselho Jurídico e da Elaboração dos novos Estatutos e Regulamento Interno do Clube, coligados com a Solicitude da Utilidade Pública para o Académico, reforçam a nossa vontade de fazer crescer o Académico de Viseu em todas as frentes. O desenvolvimento das modalidades acompanhou os passos deste processo, através da análise da forma de trabalho das modalidades e da definição das funções de cada uma delas. A integração nos novos processos internos de faturação e pagamentos, tal como a verificação contabilística e orçamental das várias secções, encaixam na perfeição do Projeto de Certificação de Formação de 3*** já garantido, com ambição de obtenção futura das 4****, faltando apenas a avaliação final da Federação Portuguesa de Futebol. Também prezámos bastante a criação e posterior retenção do talento dos nossos jovens atletas. Na natação, evidenciamos Joana Cardeal, que conquistou o Prémio de Mérito Desportivo do Instituto Politécnico de Viseu e a Medalha de Bronze no Campeonato Nacional Absoluto (200m). No andebol, destacamos Maria Ferraz, convocada à seleção nacional SUB-15 e Eduardo Almeida, convocado à seleção nacional SUB-21. Por fim, no futebol de formação salta à vista Kelve Semedo, que além de ter feito parte da equipa que conquistou a subida à primeira divisão nacional de juniores, foi também convocado à Seleção Nacional Principal de S. Tomé e Príncipe. Há ainda a valorizar no âmbito da formação, a galardoarção do seu respetivo departamento, com a Bandeira da Ética 2023, que reconhece a nossa entidade como uma constante promotora das boas práticas de fair play e de ética no desporto. Estas foram as nossas diretrizes na época que em breve finda. Mas também serão estas as linhas com que queremos e iremos traçar o futuro do Académico de Viseu, pautado pela sustentabilidade de todo o projeto, aliando a riqueza e grandeza da cidade que representamos à história deste clube centenário, que queremos ajudar a evoluir, a subir patamares e a marcar uma posição cada vez mais vincada no desporto nacional. Pelo Académico, Por Viseu.

2023-05-30

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