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Equipa Profissional

Lucas Gabriel é reforço de inverno do Académico de Viseu

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação por empréstimo do avançado luso-brasileiro, válida até ao final da presente época desportiva.  Lucas Gabriel é o primeiro reforço da equipa profissional do Académico na presente janela de mercado. O atacante de 24 anos chega para reforçar o ataque Beirão, após quatro temporadas e meia no CD Mafra, ao qual chegou em 2022/23. No emblema lisboeta, iniciou o seu percurso no plantel Sub-23, mas foi na Liga Portugal 2 que se destacou, ao jogar por 48 ocasiões na competição e sendo um dos destaques da mesma na época 2023/24. Reforça agora a equipa às ordens de Sérgio Fonseca, por cedência do emblema mafrense, somando opções ao setor atacante. A SAD Academista garante ainda uma opção para a compra dos direitos federativos do jogador, no término do período de empréstimo. Com passagens na formação por clubes como o SL Benfica, CF “Os Belenenses”, SC Braga, FC Famalicão e FC Paços de Ferreira, entre outros, o jovem avançado de 24 anos contou os motivos que o fizeram viajar para Viseu: “Este é um namoro antigo, já estamos há algum tempo a trocar mensagens e já sabia do interesse do Académico. Muito do que me fez vir para cá, foi saber que ia ser acolhido e que as pessoas iam querer-me não só pelo jogador, mas também pela pessoa que eu sou”. Em declarações exclusivas aos canais de informação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD, Lucas Gabriel garantiu compromisso total com os objetivos traçados: “Falaram-me de um projeto ambicioso e que íamos continuar a trabalhar ainda mais para estar nos lugares cimeiros”. Sobre as suas características, o jogador descreveu-se como um atleta com boa qualidade técnica, apreciador de um jogo apoiado e com presença constante em zonas de remate: “Gosto de estar sempre à espreita para uma finalização, estou sempre ali perto para tentar arranjar um espaço. Se não for um jogador de grupo, se não criar companheirismo com os meus colegas, de nada vale a qualidade”. Por fim, Lucas Gabriel deixou uma mensagem de agradecimento e confiança no futuro aos adeptos academistas: “Sei que vão-me ajudar bastante a evoluir como pessoa e como jogador. Disseram-me que o apoio é fenomenal, então espero que continuem ao nosso lado e que possamos ser felizes”. Bem-vindo, Lucas.

2026-01-09

Equipa Profissional

Personalidade, união e vitória: entrada em 2026 a ganhar

Entrar em 2026 a ganhar, e logo em Alcochete, não é para qualquer um. Muito menos após a primeira derrota num ciclo forte que deu por terminado 2025. O Académico fê-lo com personalidade, coragem e uma maturidade competitiva que diz muito sobre o caminho que esta equipa está a trilhar. O cenário era tudo menos simples. Um terreno exigente, um adversário jovem, intenso e apoiado pela sua identidade formadora, e um golo sofrido ainda cedo, logo na primeira verdadeira aproximação leonina. Poderia ter sido um teste à solidez emocional do Académico, mas foi exatamente aí que a equipa mostrou quem é. Sem pressas, sem desorganização, com bola e com critério, os viseenses foram crescendo no jogo, ganhando metros e confiança. A resposta não tardou. Primeiro, um aviso sério com Tomás Domingos a acertar na trave, num lance que gelou Alcochete. Depois, o empate, fruto de pressão alta, inteligência e oportunismo. Cihan Kahraman, sempre atento, aproveitou um erro na saída do Sporting e fez justiça ao ascendente academista. O empate ao intervalo não só se aceitava como deixava a sensação de que o jogo estava longe de fechado. Na segunda parte, o Académico foi ainda mais equipa. Soube sofrer quando teve de sofrer, foi solidário nos duelos, inteligente nas coberturas e perigoso sempre que acelerava. Mesmo com as mexidas do Sporting, que tentou carregar mais na frente, foi o conjunto viseense a mostrar maior clareza nas decisões. O momento decisivo chegou à passagem da hora de jogo. Um lance limpo, rápido e eficaz. Soufiane Messeguem, com a frieza de quem vê o jogo um segundo antes dos outros, encontrou João Guilherme ao segundo poste. O remate de primeira foi o culminar de uma reviravolta construída com trabalho coletivo, crença e ambição. O VAR ainda visualizou o lance, mas a verdade do jogo falou mais alto: o golo foi validado e o Académico confirmou aquilo que já vinha a demonstrar dentro das quatro linhas. Daí até ao fim, foi resistir com cabeça, coração e organização. Houve tudo o que um jogo intenso pede. E houve, acima de tudo, uma equipa unida, a fechar espaços, a disputar cada lance como se fosse o último, a defender a vantagem com alma. O apito final soou como uma confirmação. O Académico começou 2026 com o pé direito, numa vitória de peso, num campo difícil e frente a um adversário de qualidade. Mais do que três pontos, fica a mensagem: este grupo acredita, está focado e sabe exatamente ao que vem. O caminho faz-se assim — juntos, competitivos e fiéis aos seus objetivos.

2026-01-04

Equipa Profissional

Focos nos três pontos diante do Sporting CP “B”

O Académico desloca-se no próximo domingo ao Estádio Aurélio Pereira para defrontar o Sporting CP “B”, em encontro da 17.ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o médio maliano Samba Koné deixaram clara a ambição dos Viriatos, sublinhando a confiança no trabalho desenvolvido e no espírito do grupo. Sérgio Fonseca começou por enquadrar a preparação da equipa ao longo da semana, assumindo que o último resultado não foi o desejado, mas sem impacto na identidade do grupo: “A semana de trabalho foi normal, tentámos manter os mesmos registos que temos tido ao longo das outras semanas. É verdade que foi um resultado que não queríamos que acontecesse, acabou por acontecer, mas não muda nada na nossa forma de seguir e de estar relativamente ao próximo adversário”, afirmou. Sobre o Sporting CP “B”, o técnico destacou a dificuldade do desafio: “É uma equipa difícil, como são todas. Temos falado sempre que não há jogos fáceis na Segunda Liga. É uma equipa que está a fazer um campeonato fantástico. Ultimamente não tem tido resultados positivos, vem de duas derrotas, mas tem muita qualidade individual e coletiva. É uma equipa muito bem orientada, que tem a melhor defesa do campeonato e um dos melhores ataques. Por isso, espera-nos um adversário difícil”, referiu, reforçando, no entanto, que o objetivo do Académico de Viseu se mantém inalterado: “Nada muda naquele que é o nosso objetivo, que é lutar pelos três pontos e tentar chegar ao segundo lugar”. O treinador abordou ainda as particularidades das equipas “B”, nomeadamente a imprevisibilidade nas escolhas: “Nunca sabemos bem o que vamos encontrar, pode haver muita mudança. Eles têm muitos jogadores e isso obriga-nos a ter mais cuidado na preparação do trabalho semanal, em função do onze que possa apresentar o Sporting”, explicou, garantindo que a equipa trabalhou vários cenários ao longo da semana: “Vamos com o mesmo espírito e a mesma vontade que temos tido em todos os jogos, em busca dos três pontos, que é o nosso principal objetivo”, concluiu. Também Samba Koné partilhou a ambição da equipa e a sua motivação pessoal: “Desde o início da temporada que os objetivos são os mesmos. Tenho objetivos pessoais, que passam por jogar mais jogos e ajudar a equipa ao máximo sempre que tenho oportunidade”, começou por referir o médio maliano, destacando ainda a mentalidade coletiva: “Sobre o grupo, estamos aqui para abordar cada jogo com a mesma dinâmica, que passa por ganhar”. Há três anos no clube, Samba não escondeu o sentimento de pertença: “Entrei numa grande família, que me ajuda diariamente a alcançar os meus objetivos. Agradeço a todo o grupo”, afirmou. Quanto ao adversário, reconheceu a qualidade do Sporting CP “B”, mas reforçou a confiança no Académico de Viseu: “É uma equipa muito boa, com jogadores de grandes qualidades individuais, mas nós também temos as nossas qualidades, que passam por sermos uma família e um grupo. Trabalhamos diariamente para isso e espero trazer a vitória no próximo jogo”, rematou.

2026-01-02

Equipa Profissional

Apesar das circunstâncias, saímos de cabeça erguida

Sob o sol frio de inverno, às 11 horas em ponto, o Fontelo apresentou-se como recorda a história: bancadas cheias, cachecóis erguidos e uma massa adepta a empurrar o Académico desde o primeiro minuto. Estava montado o cenário para um grande jogo. A entrada foi claramente da equipa da casa. Logo aos dois minutos, Robinho arriscou de fora da área e deu o primeiro sinal de que os Viriatos não estavam dispostos a abdicar da iniciativa. O Académico tomou conta do jogo, dominou a posse, instalou-se no meio-campo ofensivo e empurrou o SL Benfica “B” para trás. O problema é que, desde cedo, o ritmo foi sendo sistematicamente travado por uma arbitragem excessivamente interventiva, com faltas assinaladas sem critério uniforme. Aos 20 minutos, André Clóvis recebeu pela direita e rematou à meia-volta para defesa segura do guarda-redes encarnado. O jogo tinha um sentido único, mas o marcador mantinha-se teimosamente inalterado. Aos 33, no meio da confusão na área, Zamora tentou primeiro, Clóvis insistiu depois, mas o lance acabou intercetado. E quando o Académico parecia cada vez mais próximo do golo, foi o adversário a mostrar eficácia máxima: jogada bem desenhada pela esquerda, passe de Gonçalo Moreira e Leandro Santos a finalizar ao primeiro poste, contra a corrente do jogo. A segunda parte trouxe ainda mais intensidade. Álvaro Zamora esteve perto do empate logo a abrir, com um remate de pé direito que passou a escassos centímetros do poste. O Fontelo acreditava, a equipa respondia, mas voltou a faltar coragem à equipa de arbitragem num momento decisivo. Num lance evidente, Martim Ferreira intercetou a bola com o braço dentro da grande área. Um penálti claro, visível, impossível de ignorar. O Académico reclamou, as bancadas exigiram, mas a resposta foi o silêncio. Um erro grave, que teve impacto direto no rumo da partida. Ainda assim, a justiça que a arbitragem recusou acabou por surgir no minuto seguinte: Messeguem cruzou com o pé esquerdo e João Guilherme, no sítio certo, cabeceou para o 1-1, fazendo aquilo que o jogo já pedia há muito. O momento que acabou por marcar definitivamente o encontro surgiu aos 68 minutos. Robinho viu cartão amarelo por uma entrada dura, num lance discutível. O VAR chamou Hélder Malheiro, que regressou com cartão vermelho direto. Uma decisão severa, desproporcionada e difícil de compreender à luz do critério adotado ao longo de toda a manhã. Num jogo intenso, físico, mas longe de ser violento, o Académico ficou reduzido a dez, penalizado mais uma vez pela inconsistência disciplinar. Mesmo em inferioridade numérica, a equipa não baixou os braços. Aos 72, André Clóvis surgiu isolado, com o golo da reviravolta nos pés, mas Ricardo Ribeiro respondeu com uma grande defesa. O esforço acumulado começou, inevitavelmente, a pesar. Aos 85 minutos, após uma jogada pela esquerda, a bola sobrou ao segundo poste para Peter Edokpolor, que acabou por fazer o 1-2. O árbitro concedeu oito minutos de compensação, tempo em que o Académico lutou com tudo o que tinha. Já no último suspiro, João Guilherme apareceu no coração da área, mas o cabeceamento saiu ao lado, selando um resultado que não reflete o que se passou em campo. O Académico de Viseu sai derrotado, mas com a convicção de que foi superior durante largos períodos e que foi claramente penalizado por decisões que tiveram peso direto no desfecho do encontro. Quem esteve no Fontelo sabe: este resultado não conta toda a história. Apesar das circunstâncias, o grupo sai de cabeça erguida, unido, confiante na sua qualidade e consciente de que a maturidade demonstrada foi maior do que a justiça encontrada.

2025-12-29

Equipa Profissional

Exibição afirmativa não evita derrota

O Académico de Viseu saiu derrotado por 2-1 na receção ao SL Benfica B, em jogo da 16.ª jornada da Liga Portugal 2, disputado na manhã deste domingo no Estádio Municipal do Fontelo. No final do encontro, o treinador Sérgio Fonseca deixou elogios claros à exibição da sua equipa, sublinhando a falta de eficácia e a importância dos adeptos. Na análise ao jogo, o técnico começou por destacar o apoio vindo das bancadas: “Antes de mais, queria agradecer o apoio que tivemos nas bancadas. Acho que os nossos sócios e os nossos adeptos vieram em massa para nos apoiar. O apoio deles é importantíssimo e aproveito também a oportunidade para lhes agradecer”, afirmou. Sérgio Fonseca salientou ainda a relação criada entre equipa e público: “É verdade que os resultados ajudam, sentimos que temos de puxar pelo público, mas hoje foi o público a puxar pela equipa. Esta simbiose é um momento que temos de perpetuar até ao final do campeonato”. Relativamente ao encontro, o treinador academista reconheceu a dificuldade do adversário, mas considerou que a sua equipa foi superior: “Sabíamos que ia ser um jogo difícil. Não há jogos fáceis na Segunda Liga, como temos falado em todas as conferências de imprensa. Penso que estivemos melhor no jogo, tivemos mais oportunidades, estivemos por cima, mas não fomos eficazes. Faltou-nos essa eficácia. O Benfica acabou por ser eficaz e ganhou os três pontos”, explicou. Sobre o intervalo, Sérgio Fonseca revelou que a mensagem foi de continuidade: “Foi para continuarmos a fazer aquilo que estávamos a fazer. Estávamos bem no jogo e sofremos um golo contra a corrente. Tivemos inúmeras oportunidades e, no intervalo, retificámos um ou outro posicionamento. Acho que voltámos mais fortes e novamente por cima no jogo”, referiu. A expulsão de Rubinho acabou por condicionar a estratégia da equipa, algo que o treinador não escondeu: “Claro que a expulsão condicionou um pouco aquela que era a nossa estratégia, mas mesmo assim, com dez, a equipa deu uma boa resposta, sempre com a atitude certa”, destacou. Apesar do resultado, Sérgio Fonseca deixou uma palavra final de reconhecimento ao grupo: “Não há justiça no futebol, a justiça é o que é. Eles foram eficazes, fizeram dois golos e ganharam o jogo. Hoje tenho de dar os parabéns aos meus jogadores, porque estiveram muito bem no jogo”, concluiu.

2025-12-28

Equipa Profissional

Académico recebe SL Benfica “B” com ambição de voltar às vitórias

O Académico de Viseu prepara a receção ao SL Benfica “B”, este domingo, no Estádio do Fontelo, em jogo a contar para a 16.ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o médio Tomás Silva deixaram claro que a equipa está focada, consciente das dificuldades e determinada em somar os três pontos. Sérgio Fonseca começou por sublinhar a exigência do campeonato e do adversário: “É um jogo difícil, como todos os jogos na Segunda Liga. Não há jogos fáceis e, todas as semanas, temos exemplos de quão competitivo é este campeonato". Sobre o SL Benfica “B”, o técnico destacou a qualidade e irreverência do conjunto encarnado: “É uma equipa com muita qualidade, com jovens jogadores de enorme potencial e irreverentes. Estamos à espera de dificuldades”, afirmou, garantindo, no entanto, que o Académico se tem preparado bem ao longo da semana: “A equipa está a preparar-se bem para essas dificuldades, sem nos desviarmos do nosso rumo, do nosso trajeto, com humildade, espírito de sacrifício e foco naquilo que queremos, que são os três pontos”. Sérgio Fonseca realçou ainda o fator casa: “Temos de olhar para nós. Estamos em nossa casa, junto daqueles que estão connosco para nos apoiar, e queremos muito voltar às vitórias. Vamos dar tudo o que temos em prol desse objetivo, que é somar mais três pontos na tabela classificativa”. O técnico garantiu também que o espírito do grupo se mantém inalterado: “Os jogadores treinaram com o mesmo entusiasmo e com a mesma forma de estar. Isso não vai alterar nada, porque, no resto, mantém-se tudo igual”. Do lado dos plantel, Tomás Silva falou sobre o seu percurso recente e o momento atual: “A época passada serviu para ganhar experiência e minutos. O empréstimo deu para crescer muito, ganhar muita experiência e tempo de jogo, para agora ganhar o meu espaço”, explicou. O médio destacou as oportunidades que tem tido desde a chegada de Sérgio Fonseca: “Tenho tentado agarrar sempre ao máximo todas as oportunidades, sejam cinco, dez ou quinze minutos, para que, com o trabalho diário, o meu espaço possa aumentar cada vez mais”. Relativamente à preparação da equipa, Tomás Silva admitiu que foi uma semana diferente devido à quadra natalícia: “Temos trabalhado muito bem ao longo desta semana e das anteriores”, disse, lembrando que o último resultado não satisfez os objetivos do grupo: “Apesar de não ser negativo, não foi um resultado que nos agrade. Os nossos objetivos passam sempre pelas vitórias e é para isso que vamos lutar neste jogo”. Sobre o adversário, o médio realçou as particularidades das equipas “B”. “São equipas com muita irreverência jovem, jogadores menos experientes, mas com muita qualidade individual. O Benfica ‘B’ vem de uma série de cinco jogos sem perder. É verdade que não vence fora do Seixal há cerca de dois meses, mas certamente virá aqui para mudar isso”, alertou, acrescentando que estas equipas podem mudar bastante de jogo para jogo: “Temos trabalhado para várias situações e vários tipos de jogadores que podemos defrontar”. Por fim, Tomás Silva revelou um lado mais pessoal deste encontro: “É um jogo pelo qual tenho um carinho especial, porque foi contra o Benfica ‘B’ que fiz o meu primeiro jogo como sénior, no Seixal. Há sempre esse carinho individual, mas, acima de tudo, é um jogo coletivo". O Académico de Viseu entra assim em campo determinado a impor-se no Fontelo e a regressar às vitórias, consciente das dificuldades, mas confiante no trabalho desenvolvido ao longo da semana.

2025-12-26

Formação SAD

Nuno Braga está de saída e Sérgio Fonseca é o novo treinador do plantel de Sub-23

  A Académico de Viseu FC, Futebol SAD, anuncia que chegou a acordo com Sérgio Fonseca, treinador do plantel Sub-19 “A”, para assumir o comando técnico da equipa Sub-23 após a saída de Nuno Braga, que deixa o cargo no final deste mês. Nuno Braga, treinador da equipa Sub-23, e a SAD do Académico de Viseu FC chegaram a mútuo acordo para não prolongar o contrato que termina no final deste mês, após duas épocas, com 56 jogos, marcadas pelo compromisso e profissionalismo. A sua passagem fica, assim, assinalada pelo contributo significativo para o desenvolvimento da formação e pela forma exemplar como sempre representou os valores do Académico, numa época marcada pelo apuramento inédito para a Taça Revelação.  O futuro do plantel Sub-23 passa agora por Sérgio Fonseca, técnico de 52 anos, que representa o clube desde 2022 e que rubricou um contrato válido até 2027. Enquanto jogador profissional, Sérgio Fonseca foi um dos atletas que mais vezes vestiu a camisola do Académico, com 343 jogos e 33 golos ao serviço do emblema beirão.  Na época 2022/2023, assumiu o comando técnico da equipa Sub-19, então a competir na II Divisão Nacional de Juniores. Ainda nessa temporada, garantiu a promoção ao principal escalão nacional de juniores. Nas duas épocas seguintes, conduziu os jovens Viriatos às presenças consecutivas na fase de Apuramento de Campeão da I Divisão, alcançando um sexto e um quarto lugar a nível nacional.   O percurso de Sérgio Fonseca tem sido pautado pela sua dedicação, competência e profundo conhecimento do clube, que fazem dele a escolha natural para liderar este novo ciclo competitivo, tendo aceitado o convite da SAD do Académico de Viseu para assumir o comando técnico da equipa Sub-23 nas próximas duas participações na Liga Revelação.  Face à saída de Sérgio Fonseca da equipa de juniores “A”, a SAD academista irá anunciar em breve o novo líder do projeto da formação Sub-19. A Académico de Viseu FC, Futebol SAD expressa o seu agradecimento por todo o trabalho realizado por Nuno Braga, desejando-lhe, e à respetiva equipa técnica, os maiores sucessos pessoais e profissionais para o futuro, e aproveita a oportunidade para endereçar votos dos mais altos sucessos desportivos para Sérgio Fonseca, enquanto novo treinador do conjunto Sub-23.  

2025-05-15

Formação SAD

Superioridade no Fontelo não chegou para evitar a eliminação

A equipa Sub-23 do Académico de Viseu saiu derrotada esta sexta-feira frente ao Estoril Praia, por 2-1, nos oitavos de final da Taça Revelação. Os jovens Viriatos receberam os canarinhos no Estádio do Fontelo, mas não conseguiram evitar a eliminação da competição. A partida começou com a equipa do Estoril a pressionar e a assumir o controlo do jogo.  A pressão inicial deu origem a uma jogada construída pelo flanco esquerdo e terminou com Manga Ondoa a inaugurar o marcador, colocando os estorilistas em vantagem logo aos 13 minutos de jogo. Progressivamente, a pressão academista fez-se sentir e aos 36 minutos, Afonso Sousa quase estabeleceu a igualdade no marcador, mas sem sucesso. O árbitro da partida assinalou canto que deu origem à igualdade. Nikos Michelis, a ganhar minutos na turma de Nuno Braga, apareceu oportuno junto ao poste, precisando apenas de um toque para empurrar para o fundo das redes. O segundo tempo começou com nova resposta do Estoril. Aos 52 minutos, um cabeceamento certeiro de Silva-Richards, após canto, voltou a colocar os visitantes na frente. Daí em diante, os viseenses mostraram-se superiores, procurando o golo com bastante intensidade. De entre muitas oportunidades, aos 78 minutos, uma grande jogada coletiva colocou Kelve na cara do golo, mas a trajetória da bola seguiu pela lateral da baliza. Três minutos depois, Daniel Carrasco (em estreia pelo conjunto Sub-23) teve nos pés o empate, mas a bola saiu a rasar o poste. No minuto 85, António Vital cometeu falta na zona da grande área e Christian Rodrigues apontou para a marca dos onze metros. Kelve Semedo tentou bater Diogo Dias, mas o guarda-redes adivinhou a trajetória da bola e segurou o resultado. A aproximar-se o apito final, o Académico pressionou e tentou o empate com tudo o que tinha. Apesar do resultado, a equipa despede-se da Taça Revelação marcando a história da formação do clube. Obrigada, Viriatos!

2025-05-09

Formação SAD

EM VISEU OS GUERREIROS SÃO VIRIATOS

  O conjunto de juniores A do Académico de Viseu venceu, este domingo, frente ao SC Braga. Em partida da jornada 13 do Apuramento de Campeão da Primeira Divisão de Juniores, os Viriatos receberam os minhotos, saindo vitoriosos por 2-0. A partida teve início no dia 1.º de maio e começou com uma entrada forte por parte do Académico, que inaugurou o marcador logo aos dois minutos. Apesar das dificuldades na circulação da bola devido às condições do relvado, Finisterra cruzou com precisão e Krystian Cubas finalizou com classe para o primeiro golo da tarde. Apenas quatro minutos depois, os beirões voltaram a abanar as redes. Desta vez, foi Gabriel Jesus quem dilatou a vantagem, estreando-se a marcar com a camisola do Académico. Os jovens Viriatos mantinham a pressão alta e procuravam aumentar a vantagem. Aos 16 minutos, após uma recuperação de bola a meio-campo, Miguel Almeida lançou um cruzamento para Daniel Carrasco. Frente a frente com o guardião minhoto, o avançado rematou com potência, mas o esférico acabou por ser travado pelo guarda-redes do SC Braga. À passagem da meia hora, o Académico chegou a fazer o terceiro golo, mas o lance foi anulado por fora de jogo. Na sequência de um livre, Bruno Henrique cabeceou para o fundo das redes, mas encontrava-se em posição irregular, anulando o 3-0. Ainda antes do intervalo, o Braga tentou reagir. Tomás Muller tentou surpreender Santiago Gomes com um remate perigoso, mas a defesa beirã mostrou-se sólida e negou qualquer hipótese de redução da desvantagem. Na segunda parte, o jogo manteve-se sob o controlo da equipa orientada por Sérgio Fonseca. O meio-campo academista demonstrava uma grande consistência e, apesar das tentativas do SC Braga em mexer com o jogo através das substituições, o resultado mantinha-se inalterado. Aos 75 minutos, Daniel Carrasco protagonizou mais uma boa jogada individual, cruzando rasteiro para Lourenço Sousa. Este rematou de primeira, mas a bola acabou por prender no relvado sintético e atravessou a pequena área sem que ninguém surgisse ao segundo poste, apesar da baliza estar completamente desprotegida. Já em tempo de compensação, aos 90 minutos, o Braga teve uma oportunidade de reduzir a desvantagem. Contudo, Santiago Gomes voltou a brilhar, segurando o resultado com mais uma grande defesa. Na próxima jornada, agendada para sábado, dia 10 de maio, o Académico de Viseu visita a formação do Gil Vicente, em Barcelos. Os Viriatos permanecem na quarta posição, em igualdade de pontos com o SC Braga.

2025-05-04

Formação SAD

Demonstração de superioridade no 1º de maio

O conjunto de juniores do Académico de Viseu venceu, esta sexta-feira, frente ao FC Porto. Em partida da jornada 11 do Campeonato Nacional da Primeira Divisão de Juniores, os Viriatos receberam os Dragões, onde venceram por 2-1. A partida arrancou com intensidade e com muita disputa a meio-campo. Logo aos 2 minutos, os Dragões criaram a primeira grande oportunidade de golo, com um remate potente à baliza que testou a atenção do guarda-redes dos Viriatos. O Académico respondeu com pressão alta e, aos 15 minutos, dispôs da sua primeira ocasião de perigo. A insistência da equipa da casa viria a ser recompensada aos 25 minutos. Após um pontapé de canto cobrado por Gui Loureiro e uma recarga dentro da área, Krystian Cubas apareceu fora da área e rematou com precisão para o ângulo da baliza dos visitantes, inaugurando o marcador com um grande golo. Aos 38 minutos, o Académico voltou a estar perto de marcar. Krystian Czubasrecuperou a bola em zona perigosa e entregou a Lourenço, que, isolado frente à baliza, acabou por rematar por cima, desperdiçando uma oportunidade para dilatar a vantagem. A segunda parte começou com ainda mais intensidade. Logo aos 48 minutos, o Académico aumentou a vantagem através da conversão de uma grande penalidade. Após mão na bola de um jogador portista dentro da área, Bruno Henrique assumiu a responsabilidade e fez o 2-0 para os Viriatos. Seis minutos depois, aos 54’, foi a vez de Santiago Gomes brilhar. Após um remate forte de André Miranda e uma recarga perigosa, o guarda-redes do Académico protagonizou uma defesa monumental, mantendo a vantagem da sua equipa. Já perto do final da partida, numa fase em que o FC Porto exercia mais pressão ofensiva, Leonardo Fajardo reduziu para 2-1. No entanto, o resultado não mais se alteraria, e os Viriatos seguraram a vitória com uma grande demonstração da equipa. Na próxima jornada, agendada para o dia 1 de maio, o Académico de Viseu visita o CD Tondela, para mais um dérbi beirão, a partir das 16H.

2025-04-26

Formação SAD

EQUIPA DE SUB-23 GARANTE APURAMENTO INÉDITO PARA A FASE FINAL DA TAÇA REVELAÇÃO

O Académico de Viseu venceu, esta terça-feira, o SC Farense por 4-2, em jogo da 13.ª jornada da fase de apuramento para a Taça Revelação. Com este triunfo, os jovens Viriatos garantem, pela primeira vez, a qualificação para a fase final da competição. O encontro arrancou com várias oportunidades de golo para ambas as equipas, mas era o Académico quem se mostrava mais dominante. Logo aos 3 minutos, Facundo Alarcón tentou abrir o marcador com um remate potente, mas seriam os algarvios a adiantar-se. Aos 15 minutos, na sequência de um livre direto à entrada da área viseense, André Candeias rematou e fez o 0-1. Contudo, a resposta dos Viriatos não tardou. Aos 30 minutos, Francisco Machado protagonizou uma grande jogada individual dentro da área adversária e restabeleceu a igualdade. Apenas quatro minutos depois, Gohi cruzou com precisão e Alarcón fez o 2-1 para a equipa da casa. O Académico manteve a pressão e esteve perto de ampliar a vantagem aos 38 minutos,  quando Pedro Oliveira rematou com perigo, mas a bola saiu ao lado. Pouco depois, aos 42 minutos, Gohi voltou a estar em destaque com um remate forte que passou rente à barra. Na segunda parte, os Viriatos entraram com a mesma autoridade e voltaram a marcar. Aos 56 minutos, depois de mais um cruzamento preciso, Gohi apareceu para fazer o 3-1. O Farense ainda reagiu e reduziu a desvantagem aos 67 minutos, com golo de Mohamed Silmi. Já em tempo de compensação, aos 90+3’, Gohi voltou a brilhar. O médio costa-marfinense arrancou ainda do seu meio-campo, conduziu a bola com classe e selou o resultado final em 4-2, bisando na partida. Na sequência da vitória, o treinador Nuno Braga fez um balanço honesto sobre o momento da sua equipa na Liga Revelação. A qualificação para a taça revelação trouxe um sentimento ambíguo ao técnico, que não escondeu a satisfação com o objetivo alcançado, mas também a frustração com o que poderia ter sido: “Mais do que irmos, é a forma como vamos. Porque, de facto, arrisco-me a dizer, acho que não há nenhuma equipa na Liga Revelação que jogue e que consiga meter a qualidade, em determinados momentos, que nós metemos. Claro que ainda não defrontei todas as equipas, principalmente da zona sul, mas a sensação que me dá é que ainda não vi nenhuma equipa a fazer as mesmas coisas que nós fazemos em jogo e a ter o domínio quase total em quase todos os jogos”. Com o apuramento agora garantido, o treinador vê este momento como uma prova de justiça para o trabalho desenvolvido: “Era muito importante apurarmo-nos agora e demonstrarmos que a qualidade se traduz também em resultados, e para os jogadores acreditarem que jogar melhor é melhor para eles. A realidade é que isto tem sido um processo de praticamente dois anos. Conseguimos evoluir a nossa forma de jogar, mesmo perdendo alguns jogadores para a equipa sénior ou para outras equipas. E ainda bem que conseguem evoluir, porque também é para isso que nós trabalhamos”. Ainda sobre a temporada, o técnico realça a regularidade da segunda fase, e deixou uma mensagem de ambição e esperança: “A nossa equipa demonstrou uma regularidade muito grande em termos exibicionais. Nem sempre com os resultados que queríamos, naturalmente não conseguimos ganhar todos os jogos. Mas houve calma, houve o continuar a acreditar naquilo que era o nosso processo. Agora queremos sonhar e não podemos pensar menos do que isso. É olhar para cima, perceber que vamos ter adversários difíceis. Vêm aí os oitavos de final, mas esta equipa mesmo nos momentos difíceis, diz que sim, e normalmente consegue sobressair mais nesses momentos. Nestes jogos de quem quer mais, nós normalmente conseguimos sempre sobressair”. Com esta vitória, a formação orientada por Nuno Braga carimba a qualificação para a fase final da Taça Revelação. Na próxima ronda, o Académico de Viseu viaja até Ponta Delgada para defrontar o Santa Clara, em partida da jornada 14 da fase de apuramento, agendada para 29 de abril, pelas 11H.

2025-04-22

Formação SAD

VITÓRIA NA MAIA CIMENTA LIDERANÇA ISOLADA

O conjunto Sub-23 do Académico de Viseu venceu, esta terça-feira, o Rio Ave por 1-2, em partida da jornada 12 da fase de Apuramento para a Taça Revelação. Com este triunfo, os jovens Viriatos consolidam o bom momento e mantêm-se no topo da tabela classificativa. Após a vitória que garantiu a liderança da tabela, a turma de Nuno Braga entrou em campo determinada a segurar um lugar no pódio. Logo aos 13 minutos, os Viriatos tentaram inaugurar o marcador, mas o remate de Gui Cardoso saiu ao lado da baliza dos vilacondenses. Pouco depois, aos 17 minutos, após uma perda de bola por parte do Académico e uma grande defesa de Matheus Sampaio, o Rio Ave aproveitou a recarga e marcou o primeiro golo da partida, sem hipótese para o guarda-redes viseense. A resposta dos comandados de Nuno Braga não demorou. Aos 27 minutos, após um desequilíbrio na linha defensiva da equipa da casa, o capitão Maga aproveitou e assistiu o camisola 11, Afonso Sousa, que finalizou para restabelecer a igualdade. Até ao intervalo, o Académico ainda tentou passar para a frente através de um livre direto, mas sem sucesso na finalização. Na segunda parte, o Académico assumiu o controlo do jogo. Aos 85 minutos, e com o Rio Ave reduzido a dez unidades, os Viriatos aproveitaram um contra-ataque rápido. Gohi cruzou e Kelve, de cabeça, selou a reviravolta. Com esta vitória, o Académico de Viseu mantém-se na liderança do grupo de Apuramento para a Taça Revelação, agora com 32 pontos. Na próxima jornada, os Viriatos recebem o Farense, numa partida agendada para o dia 22 de abril, às 11H.

2025-04-15

Formação SAD

Reviravolta na receção ao Torreense

Na tarde deste sábado, a equipa de juniores A do Académico de Viseu venceu por 3-1 no Campo 1º de Maio, numa partida da jornada 9 da fase de Apuramento de Campeão da 1.ª Divisão do Campeonato Nacional de Juniores. Os jovens Viriatos receberam e derrotaram o SCU Torreense, garantindo a terceria vitória num ciclo de quatro jogos. O resultado final foi favorável ao Académico de Viseu, mas quem abriu o marcador foi o Torreense, aos 31 minutos. David Morgado, com um potente remate fora da área, colocou a equipa do Oeste em vantagem, embora essa liderança não tenha durado muito. Aos 36 minutos, na sequência de um pontapé de canto a favor dos Viriatos, Bruno Henrique insistiu e cruzou para André Motta, que não hesitou e empatou a partida, devolvendo o controlo do jogo à equipa viseense. Já na segunda metade, aos 61 minutos, o Académico demonstrou a sua superioridade e completou a reviravolta. Após um cruzamento preciso de Krystian Cubas ao segundo poste, Daniel Carrasco colocou os Viriatos à frente no marcador, fazendo o 2-1. Pouco depois, aos 67 minutos, os comandados de Sérgio Fonseca voltaram a brilhar e seguraram a vitória, com Krystian Cubas a marcar, após uma assistência de José Finisterra, ampliando a vantagem para 3-1. Na próxima jornada, agendada para o dia 18 de abril, o Académico de Viseu desloca-se ao Benfica Campus, no Seixal, onde defrontará o SL Benfica, numa partida marcada para as 15h.

2025-04-12

Formação SAD

Mão cheia de golos na receção ao Leixões

O conjunto Sub-23 do Académico de Viseu venceu, esta terça-feira, o Leixões SC por 5-1, em partida da jornada 11 da fase de Apuramento para a Taça Revelação. A jogar em casa, os jovens Viriatos confirmaram o bom momento e assumiram a liderança da tabela classificativa. Determinada a esquecer o desaire da jornada anterior, a equipa orientada por Nuno Braga entrou com pressão alta e intensidade, criando perigo logo aos oito minutos. Numa jogada confusa dentro da área do Leixões, um dos jovens academistas foi derrubado e o árbitro assinalou grande penalidade. Kauã assumiu a marcação e inaugurou o marcador. A vantagem seria ampliada aos 32 minutos, novamente da marca dos onze metros. Após uma infração por mão na bola por parte de um dos leixonenses, Gui Cardoso assumiu a responsabilidade e fez o 2-0 para o Académico. No arranque da segunda parte, os Viriatos continuaram a dominar e chegaram rapidamente ao terceiro golo, por intermédio de Tiago Freitas, aos 49 minutos. O Leixões ainda conseguiu reduzir, pouco depois, para 3-1, mas a resposta do Académico não tardou. Aos 67 minutos, Gohi voltou a colocar a diferença em três golos, fazendo o 4-1. A superioridade da equipa da casa manteve-se evidente até ao apito final, e aos 81 minutos, Gui Cardoso bisou na partida, fechando o resultado em 5-1. Após a vitória, Nuno Braga destacou a resposta positiva da equipa, sublinhando a consistência como fator determinante, e elogiou a forma como os seus jogadores exploraram o espaço e desmontaram o adversário: “Foi uma vitória afirmativa que também responde à derrota da semana passada. A consistência foi a palavra-chave frente ao Leixões. No fundo, é isto que nos tem faltado nos últimos tempos, ou até mesmo durante toda a época. Temos muitas exibições que acabam por não ser consolidadas em vitórias expressivas. Tenho a certeza de que há outros jogos que, se tivéssemos tido esta consistência, também podíamos ter vencido. Não era um jogo fácil, ao contrário do que agora se possa pensar. Nós é que conseguimos torná-lo fácil — e conseguimos porque fomos agressivos, algo que não tínhamos sido no último jogo com eles. Os jogadores tiveram uma capacidade muito grande de perceber o jogo — quando deviam dar profundidade, quando deviam acelerar na pressão. E isso fez a diferença. Perceberam o que o jogo pedia, variaram muito. Isso é fruto da qualidade que eles têm. Acho que é sobretudo isso — embora nem sempre seja evidente, por causa de alguns períodos de desconcentração que temos de evitar.” Com esta vitória, o Académico de Viseu assume a liderança no grupo de Apuramento para a Taça Revelação, agora com 29 pontos. Na próxima jornada, os Viriatos visitam o terreno do Rio Ave, para uma partida que está agendada para 15 de abril, pelas 11H.

2025-04-08

Notícias Institucionais

Renovação de Lugares Anuais para a Temporada 2024-25

Até 31 de Julho, garante e renova o teu lugar anual O Académico de Viseu FC anuncia que os seus sócios já podem renovar os seus lugares anuais para a temporada 2024-25. Esta é uma excelente oportunidade para garantir a presença em todos os jogos em casa do clube, apoiando sempre a nossa equipa no Fontelo. Procedimento para Renovação: Para efetuar a renovação, os sócios devem cumprir os seguintes requisitos: Ser Sócio do Académico de Viseu FC: É necessário ter a condição de sócio do clube; Quota da Época 24/25 em dia: As quotas referentes à época 2024-25 devem estar regularizadas; Cartão do Lugar Anual da Época 23/24: É imprescindível apresentar o cartão do lugar anual da temporada passada; Renovação nos Escritórios do Clube: O processo de renovação deve ser realizado nos escritórios do clube, localizado na Rua Serrado, Bloco 58A R/C Esq. e Dir., junto à PSP de Viseu. Novidades para os Sócios: Ao renovar o lugar anual, os sócios terão a sua cadeira personalizada, destacando assim os lugares anuais renovados para a nova temporada. Esta medida visa melhorar a identificação e a organização dos lugares no estádio. Aquisição de Novos Lugares Anuais: Para quem ainda não é sócio ou deseja adquirir um novo lugar anual, a venda começa a partir de 17 de julho. Esta é a oportunidade perfeita para te juntares à grande família do Académico de Viseu FC e apoiar a equipa em todos os desafios. Confere aqui os preços da renovação do teu Lugar Anual:

2024-07-16

Notícias Institucionais

Reestruturação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD

A Administração da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD anuncia a reestruturação da sua composição e gestão, válida até junho de 2028. Esta reformulação visa responder aos novos requisitos legais e regulamentares que regem as Sociedades Anónimas Desportivas em Portugal.Assim sendo, estes são os elementos da Nova Administração da SAD viseense: Mariano Maroto Lopez – Presidente do Conselho de Administração; Miguel Vasconcelos de Sousa – Administrador Executivo; Marco Costa – Administrador Executivo; Célia Chaves – Administradora Não Executiva. André Duarte – Administrador Não Executivo, em representação do Clube na SAD. Informamos, igualmente, que cessam as suas funções Sebastian Bacher, enquanto Administrador e Fernando Ferreira, enquanto Administrador e Representante do Clube. A ambos agradecemos, profundamente, o empenho e a dedicação demonstrados durante o seu mandato. Esta reestruturação é uma resposta proativa às novas leis e requisitos aplicáveis às Sociedades Anónimas Desportivas e, representa também, um passo significativo na concretização dos objetivos do Académico de Viseu FC para o futuro. Agradecemos a todos os membros que cessam, alteram ou acumulam funções pela sua contribuição inestimável e desejamos os maiores sucessos aos novos elementos que se juntam à nossa administração. Estamos confiantes de que esta nova estrutura administrativa permitirá ao Académico de Viseu FC, Futebol SAD enfrentar com eficácia os desafios futuros e continuar a trajetória de crescimento e de sucesso do clube. A Administração.

2024-07-11

Notícias Institucionais

Instituições Comunitárias presentes no Arraial de comemoração dos 110 anos do Académico de Viseu Futebol Clube

Realizado no final de tarde / início de noite deste domingo, no Jardim Sensorial de Santo António, junto à Escola Secundária Emídio Navarro, em Viseu, o Arraial Académico contou com a participação de três Instituições de ajuda e apoio à comunidade viseense: a Turma do Funil / Lenda Rebelde, a Associação de Paralisia Cerebral de Viseu (APCV) e a Associação Juvenil Ready to Help. Em estreita colaboração com o Académico de Viseu Futebol Clube, três instituições de solidariedade da região de Viseu estiveram presentes no evento, angariando fundos para futuras iniciativas e publicitando a sua missão, a sua visão e os seus valores. A Turma do Funil / Lenda Rebelde Associação foi uma das três instituições presentes. A Presidente da organização, Cláudia Ferreira, admitiu que a ligação com o clube é uma mais-valia: “Em termos do evento, só o facto de podermos estar a colaborar com o Académico é sempre um ponto vantajoso para nós. Ao nível social, trabalhamos com muitas faixas etárias e situações distintas, principalmente com os nossos jovens e com o desporto. Por isso, é sempre uma mais-valia para nós e para quem conta connosco. Já não duvidamos de que continuaremos, no futuro, de mãos dadas com o Académico”. Já Francisca Almeida, Presidente da Associação Juvenil Ready to Help, instituição que tem como missão ajudar tanto a cidade como os habitantes de Viseu, com a criação de projetos de apoio a lares, ao ambiente e a outras causas, revelou que a organização quer ainda chegar a mais pessoas: “É importante dar a conhecer a Viseu aquilo que a sua juventude tem para oferecer à sociedade, nomeadamente com o que temos feito, voluntariamente, pelos que têm menos capacidades e que estão mais desfavorecidos. Lutamos para divulgar a força do associativismo juvenil em Viseu, querendo chegar a mais pessoas, a mais instituições que sejam futuras parceiras e a outras que necessitem do nosso apoio. É também por isso que estamos aqui”. Igualmente, em declarações aos canais oficiais do Académico de Viseu, Luísa Oliveira, Técnica de Intervenção Precoce e representante do Grupo de Angariação de Fundos da APCV, assumiu a vontade de contar com o Académico de Viseu no futuro: “Agradecemos ao Académico por este convite. É significativa a nossa presença, visto termos em curso uma obra dispendiosa, que dará resposta a muitas das famílias que necessitam da nossa ajuda. Esta angariação de fundos que o Académico nos permitiu fazer, será capital para conseguirmos concluir a mesma. Conhecemos bem o lado social e comunitário do Académico, por isso mesmo queremos que a esta se juntem outras iniciativas em conjunto no futuro”.

2024-06-21