Notícias

Equipa Profissional

União, caráter e três golos: o Fontelo voltou a sorrir

No Estádio Municipal do Fontelo voltou a sentir-se aquela energia especial que tantas vezes empurra o Académico de Viseu para a frente. Perante um adversário competitivo e num jogo de elevada exigência, os Viriatos responderam com personalidade, qualidade e espírito coletivo, vencendo o Leixões por 3-1 e reforçando a confiança no caminho que continuam a trilhar. A partida começou viva, com ambas as equipas a procurar assumir o jogo. O Académico mostrou desde cedo a intenção de mandar no encontro, criando situações perigosas e pressionando alto, mas foi o Leixões quem acabou por aproveitar um momento de eficácia para se adiantar no marcador a meio da primeira parte. A desvantagem não abalou a equipa da casa. Pelo contrário. Os academistas mantiveram a serenidade, continuaram a procurar o seu futebol e, já perto do intervalo, encontraram a recompensa. Numa jogada bem construída, o Académico chegou ao empate por Cihan Kahraman, devolvendo justiça ao marcador e reacendendo o entusiasmo nas bancadas do Fontelo. O regresso dos balneários trouxe um Académico ainda mais determinado. A equipa entrou na segunda parte com intensidade e clareza nas ideias, aproximando-se rapidamente da reviravolta. Poucos minutos após o reinício, Gustavo Costa apareceu no momento certo para completar uma excelente combinação ofensiva e colocar a turma de Sérgio Fonseca na frente do marcador. A partir daí, o jogo ganhou ainda mais emoção. O Leixões tentou reagir, mas encontrou um Académico organizado, solidário e cada vez mais confiante. O momento que acabou por marcar definitivamente o encontro surgiu já na segunda metade, com a expulsão de um jogador da equipa visitante, situação que aumentou ainda mais o controlo do conjunto viseense. Com mais espaço e serenidade, o Académico soube gerir o ritmo e voltou a ferir no momento certo. André Clóvis, sempre oportuno na área, aproveitou uma situação favorável para fechar a contagem e assinar mais um golo na sua época impressionante, selando o triunfo por 3-1. Até ao apito final, o Académico manteve a mesma atitude: concentração, ambição e respeito pelo jogo. O Fontelo respondeu com aplausos, reconhecendo uma equipa que demonstrou caráter, capacidade de reação e, acima de tudo, união. Foi mais do que uma vitória. Foi mais uma afirmação de um grupo que segue focado, confiante e fiel aos seus objetivos. No Fontelo, a mensagem voltou a ser clara: juntos, os Viriatos continuam a acreditar.

2026-03-14

Equipa Profissional

Académico reage à desvantagem e vence Leixões por 3-1

O Académico de Viseu venceu este sábado o Leixões SC por 3-1, no Estádio Municipal do Fontelo, em partida a contar para a 26.ª jornada da Liga Portugal 2. Depois de entrar em desvantagem no marcador, a equipa orientada por Sérgio Fonseca reagiu e protagonizou uma reviravolta convincente, somando três pontos importantes diante dos seus adeptos. Na conferência de imprensa após o encontro, o técnico reconheceu que a equipa começou o jogo de forma positiva, mas acabou por perder alguma tranquilidade após algumas perdas de bola que permitiram aproximações perigosas do adversário: “Acho que nós até acabámos por entrar bem no jogo. Depois tivemos ali uma ou outra perda de bola que permitiu que o Leixões conseguisse também chegar perto da nossa área e isso tirou-nos tranquilidade. Inclusive sofremos o golo e tivemos a equipa um pouco ansiosa”, explicou. Ainda assim, o treinador destacou a capacidade de reação da equipa ao longo da partida, sublinhando que os ajustes realizados permitiram inverter o rumo do encontro: “Acho que as coisas foram sendo retificadas e acabámos por chegar à vitória, que acho que foi merecida”. Sérgio Fonseca considerou também que o empate antes do intervalo foi determinante para o desfecho da partida: “Momentos importantes? Sim, concordo. Conseguirmos ir para o intervalo empatados foi fundamental. É diferente. Depois, logo no início da segunda parte, ao chegar ao golo, deu-nos essa tranquilidade que não tivemos durante a primeira parte”. O técnico academista abordou ainda a resposta da equipa depois da derrota na jornada anterior, reforçando a importância de demonstrar uma reação perante os adeptos: “Nós preocupamo-nos acima de tudo jogo a jogo. O grupo tem plenamente a noção de que não fizemos tudo o que devíamos ter feito no jogo em Chaves. Era importante mostrarmos dentro de campo, junto da nossa massa associativa, que queríamos mudar o rumo das coisas”. Por fim, o treinador apontou já o foco para o próximo desafio, frente ao Lusitânia de Lourosa, reforçando a competitividade do campeonato e a necessidade de manter a concentração: “Com o Lourosa será mais uma final. Aqui não há jogos fáceis. É um campeonato extremamente competitivo e nós encaramos todos os jogos com o mesmo sentido de responsabilidade. Vamos trabalhar bem durante a semana, preparar-nos para tentar trazer os três pontos”.

2026-03-14

Equipa Profissional

Vontade de regressar às vitórias frente ao Leixões

O Académico de Viseu recebe este sábado o Leixões SC, no Estádio do Fontelo, em partida da 26.ª jornada da Liga Portugal 2, com a equipa viseense determinada em regressar aos triunfos diante dos seus adeptos. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o atleta Robinho reconheceram que o grupo analisou o último jogo e está preparada para responder frente a um adversário de qualidade. O técnico academista começou por admitir que a equipa fez uma reflexão interna após o último encontro, sublinhando a importância de corrigir erros e preparar a resposta já neste desafio: “Temos plenamente a noção de que também não fizemos tudo aquilo que deveríamos ter feito, no sentido de trazer outro resultado de Chaves. Falámos sobre isso durante a semana, analisámos as coisas que não correram tão bem e preparámo-nos para um jogo difícil contra um adversário com muita qualidade, no qual contamos muito com o apoio dos nossos adeptos para nos ajudarem a chegar ao objetivo, que é ganhar o jogo e ficar cá com os três pontos”, afirmou. Sobre o adversário, Sérgio Fonseca destacou a evolução recente da equipa de Matosinhos e a qualidade individual do plantel: “É uma equipa com muita qualidade. Como disse há pouco. É verdade que não começou muito bem o campeonato devido a alguma instabilidade, o que levou também à mudança de treinador. Melhoraram, saíram do fundo da tabela classificativa e têm muita qualidade individual. Agora, no mercado de janeiro, reforçaram-se com novos jogadores, quatro deles vindos de equipas da primeira liga. Isso, por si só, demonstra que é um adversário difícil e com qualidade, como são todos neste campeonato”, explicou. Ainda assim, o treinador garantiu que o foco da equipa está sobretudo no próprio desempenho: “Nós temos que olhar para nós, para aquilo que fizemos bem — e temos feito muitas coisas boas — e corrigir aquelas menos boas que também têm acontecido. Queremos entrar com muita confiança para o jogo e ir em busca dos três pontos”, acrescentou. O técnico abordou também o contexto do último encontro, recordando que foi um jogo diferente do habitual: “Foi um jogo atípico, sem público, com um ambiente diferente. Mas nós achamos que não fizemos tudo aquilo que estava ao nosso alcance para trazer os três pontos e isso não pode servir de justificação. Sabíamos que o jogo não iria ter público. Este aqui esperamos que tenha, e muito. Contamos muito com o apoio dos nossos adeptos”, concluiu. Ao lado do treinador, Robinho mostrou confiança na resposta da equipa e destacou a motivação de voltar a jogar perante os academistas: “A equipa está preparada e tem trabalhado para voltar às vitórias. Mais importante ainda, fazê-lo frente aos nossos adeptos e à nossa cidade é sempre uma motivação extra”, afirmou. Questionado sobre a sua posição em campo, o jogador mostrou-se totalmente disponível para ajudar a equipa em qualquer função: “As decisões são do mister. Eu estou aqui para ajudar, seja a extremo, seja a lateral. Até já brinquei com isso: nem que seja a guarda-redes, desde que possa ajudar o grupo de alguma forma, acho que é o mais importante”, referiu. O atleta reconheceu também que o último jogo não foi o mais conseguido, mas destacou a competitividade da prova: “Não foi um jogo muito conseguido da nossa parte, não fomos tão eficazes. Mas também temos que dar mérito ao adversário, que tem muita qualidade. Isto é uma liga muito competitiva e todos os jogos são muito difíceis”, concluiu. O encontro entre Académico de Viseu e Leixões está marcado para sábado às 11H, no Fontelo, onde os Viriatos procuram regressar às vitórias perante os viseenses.

2026-03-12

Equipa Profissional

Tarde/noite estranha em Chaves, na qual o silêncio falou mais alto

Há jogos que se explicam pela qualidade dentro das quatro linhas. Outros, porém, parecem nascer de circunstâncias estranhas, de ambientes pouco habituais e de um conjunto de fatores que retiram ao futebol parte da sua essência. O duelo entre o Académico e o GD Chaves, no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, foi exatamente um desses casos. Numa tarde/noite sem adeptos nas bancadas e marcada ainda por uma falha de iluminação que marcou a partida logo nos minutos iniciais, o encontro nunca ganhou verdadeiro ritmo. Faltou-lhe calor humano, intensidade e aquela energia que tantas vezes empurra equipas e jogadores em exibições menos inspiradas. O Académico, habitualmente uma equipa capaz de impor o seu jogo e a sua personalidade, apresentou-se abaixo do nível que tem demonstrado ao longo da temporada. Os Viriatos nunca conseguiram assumir a superioridade que tantas vezes exibem e acabaram por entrar num duelo fechado, pouco fluído e repleto de momentos de indefinição. Ainda assim, as melhores oportunidades surgiram de forma repartida. Perto do intervalo, André Rodrigues obrigou Domen Gril a uma intervenção complicada, evitando o golo da equipa da casa. Já na segunda parte, o Académico respondeu pelo pé de Lorougnon Gohi, que fez a bola embater no poste na sequência de um livre direto, naquele que foi um dos raros momentos em que o jogo pareceu poder abrir. A partida parecia destinada a viver de detalhes. Num encontro em que nenhuma das equipas conseguiu verdadeiramente mandar, tudo indicava que o empate seria o desfecho mais ajustado para o que se passou em campo. Só que o futebol, por vezes, escreve finais inesperados. A cerca de dez minutos do fim, um remate violento de Reinaldo embateu na barra e deixou a bola solta na área. Jorge Delgado, recém-entrado, apareceu no sítio certo para cabecear para a baliza e apontar o único golo do encontro, quebrando o equilíbrio que durante tanto tempo resistira. Foi um golpe duro para o Académico, que acabou por sair derrotado de um jogo que nunca encontrou a sua normalidade. Num cenário invulgar e num ambiente estranho, a equipa viseense ficou aquém daquilo que sabe fazer, pagando caro por um encontro em que o futebol pareceu sempre incompleto. Há jogos que ficam na memória pela grandeza. Este ficará pelo contrário: pela estranheza, pelo silêncio e por um resultado que, olhando ao que se passou em campo, dificilmente traduz o equilíbrio que marcou a partida.

2026-03-07

Equipa Profissional

"Temos de continuar sérios, focados, dar o nosso melhor e, mais uma vez, permanecer unidos”

O Académico de Viseu enfrenta, na próxima sexta-feira, o GD Chaves, em partida a contar para a 25.ª jornada da Liga Portugal 2, no Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o médio André Ceitil assumiram a ambição de conquistar os três pontos, reconhecendo, contudo, a dificuldade do desafio. O treinador Sérgio Fonseca espera um encontro complicado frente a um adversário com qualidade: “O GD Chaves é uma equipa que tem muita qualidade. O plantel foi formado com o objetivo de subir de divisão. Ao longo da época tem sido irregular: começaram bem, depois tiveram um período menos bom e houve a troca de treinador”. Ainda assim, o técnico alerta para o equilíbrio classificativo: “Não está no seu melhor momento, está a quatro pontos do play-off de descida e a seis do play-off de subida. Quando há qualidade no plantel, às vezes é o pormenor e o detalhe que fazem a diferença. Portanto, será um jogo muito difícil para nós”. O treinador lembrou também a dificuldade histórica das deslocações a Chaves: “Salvo erro, dos 12 jogos que o Académico fez em Chaves, só uma vez conseguiu ganhar e só por uma vez empatou. Isso mostra a dificuldade de jogar lá. Jogaremos com a responsabilidade de sempre”. Confiante na resposta da equipa, destacou a maturidade do grupo: “A equipa festejou no domingo, mas na segunda-feira apresentou-se para trabalhar com o mesmo querer, a mesma ambição e a mesma forma de estar”. Sobre o facto de a partida se disputar sem público, Sérgio Fonseca reconheceu um contexto diferente: “Sem público é mais parecido com um treino. Muda o ambiente e a atmosfera. Nós gostamos de jogar com público, como no último fim de semana, em casa, com estádio cheio. É importante termos os nossos sócios e adeptos próximos a apoiar-nos. São eles que muitas vezes nos impulsionam nos momentos mais difíceis do jogo. A força que transmitem para dentro de campo ajuda-nos a chegar mais longe no nosso caminho”.  Também presente, o médio André Ceitil, anteviu uma partida exigente frente ao GD Chaves e destacou a história e a qualidade do adversário: “O GD Chaves é uma equipa com muita história e é sempre uma equipa a ter em atenção no nosso campeonato. Inicialmente, foi uma das equipas que tinha essa intenção de subir de divisão”. Confiante no valor do plantel, deixa um alerta para a importância da concentração: “Tenho a certeza de que já demonstrámos no campeonato que temos qualidade para vencer qualquer equipa. Contudo, não podemos baixar a guarda nem deixar-nos levar por isso. Temos de continuar sérios, focados, dar o nosso melhor e, mais uma vez, permanecer unidos”. Para o médio academista, a chave do sucesso está na coesão: “A palavra-chave para o sucesso que temos tido até agora é a união do grupo”.

2026-03-04

Equipa Profissional

Raça e ambição, sempre

Num campeonato onde cada detalhe pesa como chumbo, há jogos que não se explicam apenas pela tática, pela estatística ou pela frieza dos números. Explicam-se pela alma. E o que se viveu no Estádio do Fontelo foi, acima de tudo, uma afirmação de alma academista. Frente ao melhor adversário da prova, o líder Marítimo, o Académico não tremeu. Não se encolheu. Não esperou. Assumiu. Desde o primeiro minuto que a equipa de Viseu quis deixar claro que a classificação não lhe pesava nos ombros — servia-lhe antes de motivação. O duelo começou intenso, repartido, com ocasiões de parte a parte. Mas, passada a fase de estudo, percebeu-se quem queria mandar. O Académico ganhou metros, ganhou duelos, ganhou confiança. André Clóvis ameaçou, Zamora afinou o pé, o meio-campo mordeu cada lance como se fosse o último. O golo, quando surgiu, aos 40 minutos, foi o espelho dessa superioridade: passe magistral de Álvaro Zamora, execução fria de André Clóvis, explosão nas bancadas. Justiça no marcador. E que bancadas. 5236 vozes, a melhor assistência do século em jogos de campeonato no Fontelo, transformaram o estádio num vulcão. Cada corte era celebrado como um golo. Cada recuperação, um rugido coletivo. Havia algo diferente no ar — uma crença quase palpável. Na segunda parte, o guião manteve-se: Académico por cima, organizado, pressionante, determinado. O Marítimo, líder experiente, procurava responder. E encontrou no detalhe que tantas vezes trai os mais fortes: uma grande penalidade. O VAR confirmou, Simo converteu. 1-1. Um empate que soava a castigo excessivo para quem tanto fizera para estar na frente. Mas esta equipa já aprendeu a lidar com a injustiça momentânea. Já sofreu demasiado para se deixar abater por um episódio. E foi aí que o destino, tantas vezes madrasto ao longo da época, decidiu equilibrar a balança. Sérgio Fonseca lançou Lorougnon Gohi. E Gohi lançou o caos controlado. Aos 90+5’, na sequência de um lance aparentemente resolvido pela defesa insular, a bola sobrou à entrada da área. O costa-marfinense não pensou duas vezes. Pé esquerdo, seco, potente. Um foguete que rasgou a noite viseense e só parou no fundo das redes. O Fontelo explodiu. Não em surpresa — mas em libertação. E quando o Marítimo ainda tentava perceber o que tinha acontecido, o golpe final surgiu. Contra-ataque letal, Gohi isolado, frieza no momento decisivo. 3-1. Pedra final numa exibição de raça, garra e convicção. O resultado pode dizer três golos a um. Mas a história conta muito mais: conta uma equipa superior em quase todos os capítulos do jogo; conta um líder do campeonato encostado às cordas; conta um estádio cheio que empurrou até ao último suspiro; conta um herói que escreveu o seu nome nos descontos. Há vitórias que valem três pontos. E há vitórias que valem afirmação. Esta foi das segundas. O campeonato continua, a diferença pontual encurta, a luta intensifica-se. Mas uma coisa ficou clara nesta tarde em Viseu: quando o Académico joga assim — com coragem no peito e crença nos pés — não há penálti, não há líder, não há destino adverso que lhe resista.

2026-03-01

Equipa Profissional

"É um prémio para a equipa, que sempre trabalhou e sempre acreditou até ao fim"

O Académico de Viseu venceu, esta tarde, o CS Marítimo por 3-1, no Estádio Municipal do Fontelo, em encontro referente à 24.ª jornada da Liga Portugal 2. No final da partida, Sérgio Fonseca destacou a dificuldade do desafio, a crença da equipa até ao último minuto e a importância do apoio dos adeptos numa vitória que considerou justa e merecida. “Foi um jogo difícil. Nós já prevíamos um adversário com muita qualidade, por isso é que é o líder do campeonato e ainda se mantém líder. Acho que foi um jogo equilibrado. Acabámos por chegar ao primeiro golo, depois eles conseguiram empatar. Depois, acho que o jogo entrou ali num momento em que nenhuma das equipas queria perder”, começou por analisar o técnico. O treinador sublinhou que, já na reta final, a ambição falou mais alto: “Na parte final queríamos ganhar e conseguimos. Através de um remate e depois de uma transição, conseguimos chegar à vitória. Acho que é um prémio para a equipa, que sempre trabalhou e sempre acreditou até ao fim. É também um prémio para a massa associativa que esteve presente. Dedicamos esta vitória a eles”. Sobre o momento decisivo do encontro, Sérgio Fonseca valorizou igualmente o contributo dos jogadores que saíram do banco: “Acima de tudo, quem entrou, entrou com vontade de ajudar. Acho que todos os que estavam lá dentro estavam com vontade de ajudar. Entraram bem no jogo, procuraram fazer aquilo que lhes pedimos. Nessa fase, o jogo estava equilibrado, como disse há pouco, e nenhuma das equipas queria perder. Quem entrou, entrou bem e acabámos por ser premiados com a vitória”. Olhando para as contas do campeonato, o técnico reconheceu a importância dos três pontos conquistados: “Nós olhamos também para os restantes resultados da jornada. Havia equipas que vinham atrás e que tinham reduzido a vantagem que nós tínhamos sobre elas, portanto aproximaram-se. Nós olhamos muito para cima, mas a ideia foi, através da vitória, voltar a aumentar essa distância para quem vem atrás e, se possível, aproximarmo-nos mais do líder, colocando também mais pressão”. Ainda assim, Sérgio Fonseca deixou claro que a matriz da equipa não se altera: “Penso que isto vai ser assim até ao final do campeonato. Todos os jogos são extremamente competitivos, as equipas perdem pontos em qualquer campo. Está a ser um campeonato difícil, muito difícil. Nós vamos seguindo jogo a jogo, com o mesmo pensamento”. Por fim, o treinador projetou já a próxima jornada: “A nossa perspetiva agora é recuperar e preparar o jogo em Chaves. Não muda nada daquilo que temos feito até agora. É jogo a jogo. É um discurso que já está enraizado dentro do grupo. Olhamos todas as semanas para o próximo adversário e é com essa forma de ser e de estar que podemos ir até ao final do campeonato”. Num Fontelo vibrante, os Viriatos conquistaram três pontos épicos nos instantes finais, reforçando a crença de um grupo que insiste em lutar até ao último segundo.

2026-03-01

Equipa Profissional

"Acreditamos muito no valor do grupo e no que estamos a construir"

O Académico de Viseu recebe, no próximo domingo, o Marítimo, em partida a contar para a 24.ª jornada da Liga Portugal 2, no Estádio do Fontelo. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o defesa-central Anthony Correia assumiram a ambição de conquistar os três pontos, reconhecendo, porém, a valia do adversário. Sérgio Fonseca elogiou o conjunto insular, lembrando que se trata do líder da competição: “É a melhor equipa do campeonato, está em primeiro lugar, tem muita qualidade individual e um plantel que, além de qualidade, está muito bem orientado. Isso demonstra a capacidade que o adversário tem. Salvo erro, está há nove jornadas em primeiro na tabela classificativa, o que traduz muita consistência”, sublinhou. Apesar das dificuldades antecipadas, o técnico garantiu que a equipa academista está preparada: “Esperamos um jogo difícil, mas o grupo deu uma boa resposta durante a semana. Trabalhou bem, está unido, coeso e concentrado. Vamos, como temos ido para todos os jogos, com o mesmo objetivo: ir em busca dos três pontos”, afirmou. Para Sérgio Fonseca, o objetivo é claro: “Passa por ganharmos o jogo. Esse é o nosso principal objetivo. É um jogo importante, mas não é decisivo. O nosso adversário tem uma margem pontual que lhe permite, se calhar, abordar o jogo de outra forma. Nós vamos abordar como temos feito sempre, com o mesmo espírito e a mesma forma de ser e estar”. O treinador recordou ainda o desafio lançado ao grupo no início da sua passagem à equipa: “Pedi-lhes quatro meses das carreiras profissionais deles, em que nos dessem o máximo de compromisso, empenho e atitude. Eles têm feito isso. Têm sido enormes na dedicação às coisas. Acreditamos muito no valor do grupo e no que estamos a construir. Vamos para o jogo com ambição de conquistar os três pontos”. Em termos de disponibilidade, o técnico revelou que “só não podemos contar com o Simão nas próximas duas ou três semanas. De resto, o plantel está na máxima força”. Sobre a nomeação do árbitro internacional Luís Godinho, considerou que “por si só, demonstra o cuidado de trazer os melhores árbitros para os melhores jogos. Isso é importante e de salutar”. Quanto ao ambiente esperado no Fontelo, Sérgio Fonseca mostrou-se confiante: “Esperamos uma boa casa e contamos muito com o apoio dos nossos adeptos, que é fundamental para nos ajudarem na busca dos três pontos. Se vencermos, ficamos a três pontos e temos vantagem no confronto direto. Para nós, é mais um fator motivacional”. Também Anthony Correia perspetivou um encontro exigente frente ao líder: “Vai ser um jogo muito complicado. Vamos defrontar a equipa que tem demonstrado maior consistência até agora. Sabemos da dificuldade que vamos encontrar, mas o grupo está forte, unido e confiante. Estamos preparados para o que vamos encontrar no fim de semana”, assegurou. O defesa central afastou qualquer pressão adicional: “Não há nenhuma pressão. Fazemos aquilo de que gostamos e trabalhamos todos os dias naquilo que queremos fazer. Temos de desfrutar do jogo, aqui em casa e perante os nossos adeptos. Temos de agradecer o apoio constante ao longo da época. Sabemos que o estádio vai estar quase cheio, também por nossa ‘culpa’, por isso temos de assumir essa responsabilidade”. A partida terá ainda um significado especial para Anthony, que reencontra o irmão gémeo do lado adversário: “Vai ser um jogo especial, sem dúvida, por reencontrar o meu irmão enquanto adversário. Dentro de campo, vou tentar fazer o melhor para defender as cores do Académico e os meus colegas”, concluiu.

2026-02-27

Equipa Profissional

Raça e Garra Academistas

Há jogos em que a estatística explica quase tudo. Outros há em que só a alma conta a história. Em Portimão, o Académico escreveu uma página dessas — daquelas em que a raça pesa mais do que qualquer mapa de calor. Perante um adversário pressionado pela classificação, o Académico encontrou um Portimonense coeso, fechado sobre si mesmo, determinado a reduzir espaços e a transformar o último terço num labirinto sem saída. E durante largos minutos conseguiu. O Académico entrou forte, a pressionar alto, a recuperar cedo, a empurrar o jogo para o meio-campo algarvio. Teve bola, teve intenção, teve domínio. Faltava-lhe, porém, o rasgo final — aquele último toque que transforma superioridade em vantagem. A primeira parte deixou a sensação de controlo sem concretização. João Guilherme esteve a centímetros de desbloquear o marcador. A equipa circulava, insistia, mastigava o jogo, mas encontrava sempre mais uma perna, mais um corte, mais uma interrupção. O ritmo quebrava-se em faltas e duelos físicos, como se o encontro se decidisse mais no choque do que na criatividade. Na segunda metade, o guião manteve-se. O Académico queria, mas não conseguia ligar o último passe com a eficácia desejada. André Clóvis teve o golo nos pés e esbarrou no guardião contrário. O Portimonense, com as alterações, ganhou algum fôlego nas alas e ameaçou crescer. Era talvez o momento mais desconfortável dos Viriatos no jogo — e, ironicamente, foi aí que emergiu a sua fibra. Aos 85 minutos, quando o relógio já começava a pesar, apareceu a crença. Simão Silva, acabado de entrar e ainda a recompor-se de uma entrada dura, teve a ousadia que o jogo pedia. Lutou na direita, ganhou espaço onde parecia não existir, soltou para Mortimer e este ofereceu de bandeja a Lorougnon Gohi. O resto foi instinto: encostar, explodir, acreditar. O 0-1 não foi apenas um golo — foi a recompensa de quem nunca deixou de procurar. Nas bancadas, a avalanche academista fez-se ouvir como se o Fontelo tivesse viajado até ao Algarve. E em Viseu, no Mercado 2 de Maio, centenas acompanharam em uníssono aquele grito tardio, libertador, que ecoou para lá do ecrã gigante. Porque esta vitória não foi apenas três pontos — foi uma afirmação. Os minutos finais foram longos, tensos, esticados até ao limite. Dez de compensação. Bola direta, insistência algarvia, nervos à flor da pele. Mas o Académico mostrou coesão, maturidade e caráter. Defendeu como equipa grande, sofreu como grupo sério, venceu como quem sabe ao que vem. Num jogo em que a qualidade nem sempre brilhou, brilhou algo maior: a identidade. E às vezes, nesta luta, é isso que separa quem quer de quem consegue.

2026-02-23

Formação SAD

A Primeira derrota da temporada

O conjunto sub-19 do Académico de Viseu deslocou-se este fim de semana ao Seixal para disputar a terceira jornada do campeonato nacional de juniores, frente ao SL Benfica. Apesar da derrota por 2-1, os jovens Viriatos deixaram tudo em campo e mostraram que o Académico é uma equipa resiliente, seja qual for o adversário. O início da partida foi marcado pela pressão encarnada, mas o Académico soube fechar bem os espaços e responder com segurança defensiva. Aos 28 minutos, o Benfica criou perigo com um remate à entrada da área do seu número 7, mas Denis Gutu mostrou-se atento e impediu mudanças no marcador. Durante a primeira parte o guarda-redes academista foi uma das figuras do encontro, ao protagonizar uma dupla defesa, aos 40 minutos, que acabou por negar o golo aos lisboetas. Logo a seguir, num rápido contra-ataque, Kauê surgiu isolado frente ao guarda-redes adversário e por pouco não inaugurou o marcador, foi um aviso claro de que o Académico também tinha presença no jogo. Aos 43 minutos, o Benfica acabou por marcar, depois de várias tentativas dentro da área. Nem Mamadu, que também se destacou durante o jogo, nem Denis conseguiram travar o lance que resultou no 1-0 para os da casa. Na segunda parte, o Académico entrou determinado a mudar a história do jogo. A pressão deu frutos logo aos 3 minutos, quando Kauê foi travado em falta dentro da grande área. O próprio avançado assumiu a marcação e, com confiança, fez o empate. Apesar do golo, o Benfica voltou a colocar-se em vantagem aos 67 minutos. A turma beirã, contudo, não baixou os braços. Já perto do apito final, Benjamim reacendeu a esperança ao superar a defesa encarnada e surgir isolado frente ao guarda-redes, mas o seu remate acabou travado por uma defesa segura do guardião adversário. O resultado final não espelha totalmente o esforço e a entrega do grupo viseense. O Benfica foi superior em posse e oportunidades, mas o Académico de Viseu mostrou coragem, organização, espírito de equipa e sobretudo resiliência. O conjunto prepara-se agora para receber esta mesma equipa, em jogo a contar para a 12ª jornada, agendada para o dia 15 de novembro, no Campo 1º de Maio, pelas 15H.

2025-11-01

Formação SAD

Um empate que não refletiu a prestação da equipa

Na tarde desta terça-feira, sob um terreno escorregadio e condições meteorológicas adversas, o conjunto sub-23 do Académico de Viseu enfrentou o Marítimo M., dando início à segunda volta da primeira fase da Liga Revelação. A partida terminou com um empate a uma bola. A partida começou com alguns sobressaltos para a formação academista que viu o Marítimo adiantar-se no marcador logo aos oito minutos. Tiago Sousa lançou em profundidade para o flanco esquerdo, onde o ala ganhou o lance e serviu Weslley Brito, que inaugurou o marcador. A resposta não tardou. Feridos no orgulho, os Viriatos subiram linhas e aumentaram a pressão. Aos 28 minutos, na sequência de um canto cobrado por Machado, a bola sobrou para Gustavo Almeida, que, à entrada da área, esteve perto de restabelecer a igualdade. O remate saiu forte e enquadrado, mas encontrou o guardião madeirense no caminho. O Marítimo tentou reagir e, cerca de dez minutos depois, procurou ampliar a vantagem. Contudo, Kauã Oliveira impôs-se na defesa e mostrou a solidez da estrutura defensiva academista. Já perto do minuto 40, David Nunes cabeceou com perigo, mas o golo teimava em não aparecer. Pouco depois, o empate surgiu com assinatura do capitão. Kaique, rodeado por três adversários, encontrou espaço para entregar o esférico a Maga. O capitão combinou com Bruno Henrique, que tentou o remate. A bola desviou-se no defesa madeirense e sobrou novamente para Maga, que registou o golo do conjunto viseense. Na segunda parte, o grupo beirão entrou determinado para virar o resultado. Logo aos cinco minutos, Francisco Machado voltou a estar em evidência com um remate perigoso, a rasar o poste. Conclui-se desta partida que o domínio academista foi claro, com mais posse e espírito de equipa. Depois do apito final, o Mister Fábio Farias, deixou a sua análise ao que se passou em campo: “O Académico dominou o jogo com muitas oportunidades de golo, mas infelizmente só fez um. O Marítimo com dois remates, um em cada parte, marcaram na primeira e, com isso, acabámos por empatar o jogo. Faltou-nos a capacidade de decidir e finalizar bem no último terço. Uma equipa que cria tantas oportunidades de golo não pode regressar da Madeira apenas com um ponto e isso deixou-nos tristes. Apesar disso, vamos continuar o trabalho, porque na próxima semana temos outro jogo”.    Com o próximo jogo em vista, o técnico academista salienta a vontade de vencer frente à única equipa da temporada que venceu o Académico: “O próximo jogo vai ser contra uma equipa que também quer estar presente na fase de apuramento de campeão. É uma equipa madura, forte e com um bom projeto. Até agora, só temos uma derrota, frente ao Gil Vicente, e é uma equipa que queremos ganhar. Todo o grupo trabalha bem e estamos com o orgulho ferido, após a perda de dois pontos na Madeira. Perante um adversário como o Gil Vicente, a equipa vai dar uma grande resposta, porque sabe que o principal objetivo é estar no apuramento de campeão e isso vai passar por vencer esta formação. Vamos trabalhar durante esta semana e ganhar a esta equipa que é muito forte”.   Com este empate e com a derrota da formação do Gil Vicente FC frente ao FC Famalicão, o Académico de Viseu encontra-se como líder da tabela da Serie A, separado por um ponto do segundo classificado. Os Viriatos preparam-se agora para receber o Gil Vicente FC, num jogo a contar para a 9ª jornada, agendada para o dia 4 de novembro, às 15H, no Estádio Municipal Doutor Orlando Mendes, em Santa Comba Dão.

2025-10-28

Formação SAD

Empate frente ao primeiro classificado

Na manhã deste sábado cinzento, enquanto no continente se ultimavam os preparativos para o jogo da equipa profissional, a equipa sub-19 do Académico de Viseu media forças com o líder do campeonato nacional, o CD Santa Clara, em partida para a 11ª jornada. O duelo foi marcado pela ausência de golos de ambas as equipas. Desde os primeiros minutos, notou-se a pressão da equipa açoriana, fiel ao estatuto de líder. Ainda assim, o conjunto academista conseguiu criar situações perigosas. Aos 12 minutos, Geovanne Martins cruzou com precisão para Kauê Schmoeller, colocado no coração da grande área. O guarda-redes açoriano teve de intervir de forma decisiva, porque os seus companheiros não conseguiram parar a força de vontade do jovem Viriato. O susto acordou a formação do Santa Clara, que respondeu de imediato com três remates enquadrados em apenas dois minutos. Contudo, a estrutura defensiva viseense manteve-se firme. A pressão açoriana prolongou-se até ao intervalo, mas ainda sem golos. Começou a segunda parte e os papeis inverteram-se. A turma Beirã tornou-se na equipa dominante. Aos 75 minutos, após um canto desviado pela defesa, Martim Marto voltou a cruzar para a área. A equipa açoriana afastou o perigo, mas Geovanne recuperou a bola a meio-campo e tentou surpreender com um remate de longa distância, que obrigou José Roxo a mais uma defesa apertada. Já em tempo de compensação, aos 91 minutos, viu-se outra grande oportunidade. Anderson Barros recuperou a bola num duelo intenso e serviu Miguel Almeida, que abriu espaço para Jota no centro da grande área. O avançado tentou o remate, mas a bola saiu a rasar o poste. Com o empate a zero, o Académico de Viseu soma um ponto precioso diante do primeiro classificado. O conjunto prepara-se agora para enfrentar o SL Benfica, em jogo a contar para a 3ª jornada, agendada para o dia 1 de novembro, no Benfica Campus - Campo Nº1.

2025-10-25

Formação SAD

O ponto que chegou ao último minuto

Na tarde chuvosa desta terça-feira o conjunto sub-23 do Académico de Viseu recebeu a formação do SC Braga para disputar a 7ª jornada da Liga Revelação. O confronto ficou marcado por um empate 2-2, golos de bola parada, mas sobretudo por um golo de último minuto. O jogo começou com ambas as equipas a atacarem ambiciosamente pelos três pontos. No entanto, a partida mudou aos 26 minutos. A formação bracarense adiantou-se no marcador com um livre bem executado e, três minutos depois, voltou a marcar num lance semelhante, ditando o resultado por duas bolas a zero. A confiança minhota aumentou, enquanto a equipa da casa começou a sentir o peso do resultado. Aos 35 minutos, uma falta dentro da grande área sobre Kaique Santos resultou numa grande penalidade a favor da equipa viseense. O árbitro não hesitou e apontou para a marca dos 11 metros. O ponta de lança não desperdiçou a oportunidade e reduziu a desvantagem para 2-1. O conjunto academista manteve-se firme, apesar da insistência do Braga em desbloquear o seu terceiro golo. A estrutura defensiva resistiu com eficácia, garantindo que o marcador não se alterasse antes do intervalo. Assinalado o início da segunda parte, o Académico entrou com uma postura renovada e, a cada minuto passado, aumentava a pressão. Aos 83 minutos, surgiu uma nova oportunidade de reduzir a desvantagem com uma falta sobre Kaique dentro da grande área que originou uma nova grande penalidade. Bruno Henrique assumiu a cobrança, mas o guarda-redes minhoto defendeu e manteve o resultado favorável ao Braga. A turma beirã lutou até ao último minuto para não terminar o jogo sem pontos. Nos instantes finais, na sequência de um canto de Francisco Machado, Bruno Henrique apareceu dentro da grande área cabeceou para anular a derrota e devolveu alegria à casa, apesar do resultado equilibrado. No seu primeiro jogo enquanto líder do conjunto sub-23, o Mister Fábio Farias fez uma análise ao desenrolar do jogo: “A equipa entrou comprometida e conseguimos pressionar algumas vezes com qualidade. Sofremos dois golos muito semelhantes e em sequência, que abalaram um pouco a equipa, mas mesmo assim tivemos uma boa resposta e conseguimos reduzir para 2-1, até ao final da primeira parte. Na segunda parte, o conjunto mostrou boa atitude, acreditou e lutou até ao fim, mesmo com as condições meteorológicas e do terreno. Quem entrou nas substituições ajudou e foi fundamental. A alma deste grupo foi determinante na conquista deste ponto. Apesar deste empate, sabemos que vamos conseguir fazer mais”. O técnico Beirão revela também as principais adversidades que espera encontrar no próximo confronto: “O Marítimo é uma equipa que tem tirado pontos a algumas equipas fora de casa. É uma equipa com o orgulho ferido, depois de ter sofrido uma derrota pesada nesta jornada. A viagem é um contratempo para nós e representa uma unidade de treino a menos, por isso vamos ter de planear tudo de maneira a minimizar o impacto. Sabemos que vai ser um jogo difícil. O adversário vai tentar trazer dificuldades, mas iremos superar todos os constrangimentos. Vamos lutar pelos três pontos, como sempre”. A equipa sub-23 do Académico de Viseu, prepara-se agora para enfrentar o Marítimo M, para disputar a 8ª jornada da Liga Revelação, agendada para o dia 28 de outubro, no Campo da Imaculada Conceição, pelas 11H.

2025-10-21

Formação SAD

Vencedores do Dérbi Beirão

Nesta tarde ensolarada de sábado e dia de Académico, a equipa sub-19 do Académico de Viseu recebeu o CD Tondela para disputar a segunda volta do Dérbi Beirão. No duelo, registaram-se três alterações no marcador, todas elas com autoria da equipa academista. No Campo 1.º de Maio, o Dérbi Beirão arrancou num clima de tensão. A ansiedade de ambos os lados fazia-se sentir no relvado, com perdas de bola a marcar os primeiros minutos da partida. Ao 21º minuto, Pedro Correia aproveitou uma jogada de triangulação bem desenhada entre os avançados para inaugurar o marcador com um remate da meia-lua. Um lance que combinou intenção com alguma sorte, mas que valeu um golo e confiança ao Académico. A equipa da casa foi, aos poucos, mostrando a sua superioridade e arriscou o segundo golo aos 33 minutos. Geovanne Martins arrancou ainda no seu próprio meio-campo e entregou o esférico a Mamadu Queta, que vinha em aceleração. O avançado aproveitou bem a jogada: recebeu, ajeitou e assinou um golaço. A pressão continuou, mas aos 43 minutos de jogo a equipa da casa deixou a formação adversária chegar à baliza de Denis Gutu, que segurou bem o resultado. Foi um momento confuso na pequena área quase terminava em golo, mas o guarda-redes, firme e atento, manteve o resultado intacto. A segunda parte trouxe mais do mesmo, mas mais confiança. À entrada para o minuto 50, Mamadu procurou o bis, mas rematou por cima do alvo. Pouco depois, Geovanne voltou a servir Mamadu, que viu o seu remate ser desviado por um defesa tondelense. A bola sobrou para Kauê, que também tentou o golo, mas viu o seu remate ser defendido pelo guarda-redes. Aos 69 minutos fez-se uma terceira mudança no marcador. Após um cruzamento bem colocado, Diogo Oliveira apareceu ao segundo poste e bateu o guarda-redes. Aproximadamente dez minutos depois de assinar o terceiro golo, Diogo Oliveira procurou o bis. Teve espaço, teve tempo, mas hesitou. Quando rematou, a bola já levava pouca força e saiu pela lateral da baliza. O conjunto sub-19 do Académico de Viseu prepara-se agora para enfrentar o SL Benfica, em jogo a contar para a 3ª jornada, agendada para o dia 1 de novembro, no Benfica Campus - Campo Nº1.

2025-10-18

Formação SAD

Resultado em Branco

Na tarde deste sábado, a formação sub-19 do Académico de Viseu recebeu o Sporting CP, para disputar a nona jornada da primeira divisão nacional de juniores. O encontro ficou marcado pela ausência de golos. Nos minutos iniciais da partida, os Viriatos mostraram-se mais ambiciosos, impondo o seu ritmo e dificultando a construção do Sporting.  Na sequência de um livre cobrado por Geovanne Martins, a bola esbarrou no ferro da baliza leonina. Na recarga, Mamadu Queta teve a grande oportunidade, mas o guardião do Sporting negou o golo sobre a linha. Novamente na sequência de uma bola parada, aos 35 minutos, um novo canto de Kauê colocou a defesa visitante em sobressalto. A bola sobrou para Queta que, de novo, viu o guardião leonino travar-lhe as intenções. Dois minutos depois, uma falta ameaça a turma Beirã, mas a finalização saiu desenquadrada e com alguns centímetros por apurar. A segunda parte começou com um rumo um pouco diferente. A equipa visitante a subiu as linhas e começou a gerar mais dificuldades para o conjunto viseense. No minuto 84, Denis Gutu segurou o empate ao defender um remate de perigo do capitão sportinguista. Pouco antes do apito final, foi Geovanne quem esteve muito perto de desbloquear o marcador, isolado perante o guarda-redes, tentou resolver, mas voltou a ver o golo fugir. No exato momento em que se esgotou o tempo adicional, o árbitro encerrou a partida com o resultado em branco. A equipa de juniores do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o CD Tondela, para disputar o famoso Dérbi Beirão, a contar para a 10ª jornada, agendada para o dia 19 de outubro, no Campo 1º de Maio.

2025-10-04

Formação SAD

Mais três pontos para os Viriatos

Na tarde desta terça-feira, o escalão sub-23 do Académico de Viseu enfrentou em Vila Nova de Famalicão o conjunto do FC Famalicão. A turma Beirã marcou a 6ª jornada com uma vitória por duas bolas a zero. A turma Beirã entrou em campo com postura ofensiva e criou várias oportunidades nos minutos iniciais, embora a finalização tenha deixado a desejar. Com o passar do tempo, a equipa foi perdendo intensidade, permitindo um maior equilíbrio na primeira parte, que terminou sem golos. Já na segunda metade, o Académico voltou a assumir o controlo e acabou por desbloquear o resultado aos 69 minutos. Krystian Cubas inaugurou o marcador após assistência do capitão, que, apesar da pressão do médio Famalicense, conseguiu encontrar o jovem Viriato em boa posição. A confirmação da vitória surgiu já perto do fim, quando uma falta sobre Daniel Carrasco dentro da área resultou numa grande penalidade. Bruno Henrique foi o autor do golo e fixou o resultado da partida. O mister Sérgio Fonseca destaca justiça da vitória e o alcance dos objetivos previstos para o confronto: “Foi um jogo difícil, como têm sido todos os jogos.  A equipa saiu com uma boa vitória, tendo em conta que marcámos dois golos e não sofremos nenhum. Conquistámos um dos nossos objetivos e estamos a tentar mantê-lo: ter a melhor defesa e o melhor ataque”. Mencionou ainda o principal objetivo da próxima partida e as dificuldades que espera encontrar do SC Braga: “Em relação ao que vem a seguir, já estamos a pensar no Braga. Não será um jogo fácil. Cada jogo tem a sua história e o Braga é uma equipa fortíssima, com muitos jogadores de grande qualidade, tanto a nível individual como coletivamente. Vamos trabalhar muito durante estas semanas e preparar-nos ao máximo para irmos em busca do principal objetivo, que são os três pontos”. A equipa sub-23 do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o SC Braga, para disputar a 7ª jornada da Liga Revelação, agendada para o dia 21 de outubro.

2025-09-30

Formação SAD

Superioridade traduzida pela vitória

Na tarde de sábado, a formação sub-19 do Académico de Viseu enfrentou o FC Alverca, para disputar a oitava jornada da primeira divisão nacional de juniores. A equipa academista venceu por 3-2, num encontro onde a superioridade evidenciada desde a primeira parte só se traduziu em golos na segunda. Durante os primeiros 45 minutos, o jogo revelou-se bastante equilibrado. Ainda assim, os Viriatos desmonstraram maior capacidade de organização, posse e presença no meio-campo adversário, faltou apenas inaugurar o marcador. O resultado manteve-se sem alterações até ao intervalo, espelhando um duelo com poucas oportunidades de golo. Na entrada para a segunda parte, o Académico rapidamente afirmou a superioridade com a vantagem no marcador. Aos 50 minutos, Benjamin encontrou bem o espaço entre linhas e serviu Geovanne Martins, que inaugurou o marcador. Quatro minutos depois, surgiu o segundo golo, novamente por Geovanne, desta vez na sequência de uma transição rápida. O conjunto Beirão continuou a dominar o jogo e, aos 72 minutos, após um canto batido para a área, a bola passou por entre vários jogadores e Martim Teixeira conseguiu finalizar e assinar o 3-0. Com três golos de vantagem, a equipa academista optou por baixar ligeiramente as linhas. No entanto, o Alverca não desistiu e conseguiu reduzir a vantagem da formação viseense. O primeiro golo dos visitantes surgiu, aos 75 minutos, num remate cruzado dentro da área. Já perto do final, um penálti colocou o marcador em 3-2, resultado final da partida. O Académico volta agora a centrar atenções no próximo confronto, agendado para o dia 4 de outubro, frente ao Sporting CP, pelas 15H, no Campo 1º de Maio.

2025-09-27

Formação SAD

Goleada caseira

Na tarde desta terça-feira, o escalão sub-23 do Académico de Viseu recebeu no Estádio Dr Orlando Mendes o conjunto do FC Vizela. A turma Beirã marcou a 5ª jornada com uma goleada a 4-0. A equipa da casa entrou em campo sob pressão dos minhotos, que controlaram os primeiros minutos do encontro. Aos 19 minutos, surgiu o lance que mudou o rumo do jogo. Chamito recebeu um passe de Krystian e serviu Lucas Silva, que inaugurou o marcador. Após o golo, o Académico deixou de ser pressionado e passou a assumir as rédeas do jogo. Perto do minuto 25, uma jogada combinada entre os atacantes esteve perto de ampliar a vantagem. Ainda na primeira parte, aos 31 minutos, um livre direto muito perigoso foi travado pelo guarda-redes vizelense. Em vantagem, a equipa academista entrou na segunda parte determinada a ampliar o resultado. Apenas quatro minutos depois do recomeço, a mesma dupla que assinou o primeiro golo voltou a brilhar, com Lucas Silva a bisar na partida. Aos 61 minutos, Krystian Cubas esteve em destaque com um remate de grande perigo que, infelizmente para o conjunto viseense, acertou na trave. No minuto seguinte, voltou a tentar deixar a sua marca. O médio academista recebeu a bola de Machado, deslizou entre os defesas vizelenses e rematou, mas viu Pedro Dinis negar o golo com uma boa defesa. A um minuto dos 70, Chamito acelerou pela lateral e assistiu o capitão, que assinou o terceiro golo da tarde. O marcador, no entanto, não ficou por aí. O Académico ainda fez o 4-0, com Chamito a coroar a sua exibição com um golo, depois de já ter estado envolvido em todas as jogadas anteriores. No final do encontro, o mister Sérgio Fonseca destacou a eficácia da equipa e considerou justa a vitória: “Foi um jogo difícil, em que na primeira parte não jogámos muito bem, mas os dois primeiros golos foram importantes para dar tranquilidade à equipa. Foi uma boa vitória, fomos eficazes e ganhámos com mérito”. O técnico academista já olha para o próximo desafio e destaca a qualidade da formação do FC Famalicão: “O jogo com o Famalicão será outro capítulo. O Famalicão é uma equipa muito presente na fase de apuramento do campeão, portanto tem uma formação bem trabalhada. É um adversário de muita qualidade e vamos preparar-nos durante a semana para chegar a Famalicão e trazer os três pontos”. A equipa sub-23 do Académico de Viseu, prepara-se agora para enfrentar o FC Famalicão, para disputar a 6ª jornada da Liga Revelação, agendada para o dia 30 de setembro, Complexo Desportivo do Futebol Clube Famalicão - Campo nº 2, pelas 15H.

2025-09-23

Formação SAD

Acabou o ciclo de empates

Na tarde de sábado, a formação sub-19 do Académico de Viseu recebeu no Campo 1º de Maio a formação do CD Mafra. A equipa venceu por 2-0, num encontro onde a eficácia apareceu apenas na segunda parte. A primeira parte ficou marcada por alguma desorganização ofensiva e perdas de bola de ambos os conjuntos, embora sem nunca baixar o ritmo.  O primeiro remate perigoso surgiu apenas aos 20 minutos, por Martim Marto, mas sem direção à baliza. Já perto do intervalo, aos 43 minutos, um livre favorável ao Mafra acabou por gerar um contra-ataque promissor conduzido por Marto, Kauê e Queta, mas não resultou em golo. Pouco antes do apito final, Miguel Almeida tentou surpreender num livre direto, mas o remate saiu por cima. A segunda metade trouxe um Académico mais dominante e determinado em assumir o controlo do jogo. Aos 57 minutos, Martim Marto esteve novamente em destaque ao recuperar uma bola na área e rematar com perigo, mas passou pouco por cima da trave. Na casa dos 60 minutos, foi Teixeira quem quase inaugurava o marcador após cruzamento de Miguel Almeida.  Aos 64 minutos, foi Miguel Almeida quem teve nos pés uma excelente ocasião. Inicialmente hesitou no remate, de seguida deslizou bem pelos defesas do Mafra, mas acabou por falhar na finalização. Dois minutos depois, Geovanne voltou a ameaçar com um remate que passou a rasar o poste. O golo acabaria por surgir aos 68 minutos, com Mamadu Queta a aproveitar uma bola vinda do lado oposto da grande área para colocar o Académico em vantagem. Já com o adversário a correr atrás do prejuízo, o Académico manteve o controlo e fechou as contas com o segundo golo, apontado por Alexandre Santos. Com este resultado, a equipa sub-19 academista soma três pontos importantes, num jogo em que a superioridade na segunda parte fez a diferença. A equipa volta agora a centrar atenções no próximo confronto agendado para o dia 27 de setembro, frente ao FC Alverca, pelas 15H, em Alverca.

2025-09-20

Formação SAD

Vitória em terra de glória Academista

No Estádio da Cidade de Lordelo, o mesmo que testemunhou, em 1978, a histórica subida da equipa sénior à primeira divisão nacional, o Académico voltou a viver um momento de glória. Desta vez, como vencedor da 4ª jornada da Liga Revelação, ao impor-se frente ao Rio Ave FC com uma vitória marcada por três golos. O conjunto academista começou por exercer pressão, impedindo a saída de bola do adversário. Ainda assim, aos oito minutos, foi a formação da casa a criar a primeira ocasião de golo, mas Carlão mostrou-se atento e não deu qualquer hipótese. Pouco depois, aos 11 minutos, o Rio Ave ficou reduzido a dez unidades, após Tomé Almeida ver cartão vermelho direto, na sequência de uma falta sobre um jogador academista. Com menos um em campo o jogo prosseguiu. Aos 16 minutos Kaique Santos esteve muito perto de inaugurar o marcador. Martim Silva cruzou para o ponta de lança, que acabou por falhar o desvio por poucos centímetros. Ao minuto 23, Francisco Machado venceu no duelo de velocidade e tentou assistir o ponta de lança academista. A bola, porém, acabou por chegar a Gustavo Almeida, que do lado oposto rematou de trivela ao ângulo e inaugurou o marcador. Dois minutos depois, a vantagem foi reforçada. Gui Cardoso cruza, Machado desvia e assiste Kaique Santos, que, com um toque de calcanhar, aumenta a diferença no marcador. A pressão manteve-se durante a segunda parte e, aos 53 minutos, Krystian Cubas esteve muito perto de assinar um belo golo, com um remate ao ângulo que acabou devolvido pelo poste. Aos 66 minutos o resultado arredondou para três. Num lance iniciado com um passe longo de Gui Cardoso, Chamito Loborino, recém-entrado em campo, levantou a cabeça e, com um chapéu ao guarda-redes, assinou o 3-0 no marcador. Aos 74 minutos, foi a vez do conjunto de Vila do Conde reduzir a desvantagem. Num lance em que o defesa Beirão cortou o cruzamento, a bola acabou por sobrar para Dijar Ferati, que assinou o primeiro golo dos vilacondenses. Terminada a partida, ficou selada a vitória do Académico por 3-1 frente ao Rio Ave FC, resultado que permite à equipa assumir a liderança da Série A. Após a vitória, o técnico Sérgio Fonseca analisou o desempenho da equipa e do adversário: “A formação do Rio Ave vinha de uma boa vitória no último jogo, o que lhes deu motivação e acabou por dificultar o nosso trabalho. Jogar cedo contra dez também nos beneficiou, mas a vitória é justa e assenta muito bem à nossa equipa, que foi claramente a melhor em campo”. A equipa sub-23 do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o FC Vizela , para disputar a 5ª jornada da Liga Revelação, agendada para o dia 23 de setembro, no Estádio Municipal Dr. Orlando Mendes, pelas 15H.    

2025-09-16

Formação SAD

Igualdade por um minuto

Na tarde de domingo, a formação do Académico de Viseu recebeu no Campo 1º de Maio a formação do CF "Os Belenenses". O jogo terminou com a vitória dos academistas a escapar no último minuto. O jogo começou com um susto para os Viriatos. Logo aos 10 minutos, a equipa do Belenenses aproveitou uma perda de bola muito perto da grande área e deixou à prova a atenção do guarda-redes academista, que defendeu com segurança. Dois minutos depois, a equipa da casa protagonizou uma jogada bem trabalhada no ataque, mas a finalização foi atrapalhada pela estrutura defensiva do Belém. Aos 24 minutos, surge outra oportunidade para a turma academista. Desta vez com Geovanne Martins a dificultar o jogo para o guarda-redes que segurou o marcador. No minuto seguinte, Anderson Barros também causou perigo, mas não teve sorte. Aos 29 minutos, os visitantes estiveram perto de inaugurar o marcador. João Valente surgiu com espaço e disparou, mas o remate saiu por cima da baliza, traído pela falta de pontaria. O final da primeira parte foi dominado pelo Belenenses, que aumentou a pressão e deu à defesa Beirã trabalho redobrado até ao apito para o intervalo. Mas a segunda parte trouxe uma mudança de ritmo. Os jovens Viriatos entraram decididos para virar o rumo dos acontecimentos e começaram a pressionar cada vez mais. Aos 55 minutos, Anderson voltou a aparecer, causando calafrios na defensiva adversária com mais um remate de perigo. Aos 76 minutos, pela bota de Holivan Almeida, marcou-se o golo que daria a vantagem. Numa jogada confusa na área, o capitão aproveitou e inaugurou o marcador. A partir daí, o Académico tentou segurar o resultado, e até mesmo ampliá-lo.   O árbitro da partida deixou jogar nove longos minutos depois dos 90 e foi no último minuto que tudo ruiu e o Belenenses definiu a igualdade que contraria a entrega do conjunto Beirão pela vitória. A equipa de juniores do Académico de Viseu, prepara-se agora para receber o CD Mafra, para disputar a 6ª jornada, agendada para o dia 20 de setembro, no Campo 1º de Maio.

2025-09-14

Notícias Institucionais

Comunicado Oficial - Os números da indignação

  O Académico sofreu – à 27.ª jornada – a 9.ª expulsão na atual edição da Liga Meu Super. No jogo da passada segunda-feira, disputado frente ao Benfica B, os nossos atletas Sori Mané e Paulinho foram expulsos, vendo, respetivamente, o 8.º e 9.º cartões vermelhos na temporada do Académico de Viseu. Mais que discutir a justiça das decisões das diversas equipas de arbitragem que temos encontrado, o Académico vem – de forma oficial – demonstrar absoluta solidariedade para com as declarações prestadas pelo nosso treinador, Sérgio Vieira, e pelo nosso capitão, André Almeida, no final do jogo no Seixal. A SAD do Académico não só compreende, como se revê na revolta e na indignação manifestadas, não hesitando, por isso, em suportar o que foi dito por ambos na flash-interview do jogo Benfica B-Académico. O Académico de Viseu é a equipa, refira-se, que viu mais cartões vermelhos no atual campeonato: 9. É, também, a quarta equipa a quem foram exibidos mais cartões amarelos: 79. E é ainda, entre as 18 participantes da prova, a que dispôs, até à data, de menos penáltis a seu favor: Uma grande penalidade em 27 jornadas. O Académico continuará sempre disponível para refletir, com os demais parceiros e em sede própria, sobre todas as questões que possam servir para melhorar o futebol profissional em Portugal. Ao mesmo tempo, assegura, não se furtará à obrigação e justiça da demonstração pública do que é factual; e do apoio a um grupo de trabalho inexcedível, que tem vindo a ser fortemente penalizado no campo ao longo de toda a temporada, apesar do seu empenho e profissionalismo.

2025-04-02

Notícias Institucionais

UMA TARDE ESPECIAL COM OS VIRIATOS

Esta quarta-feira, Henrique Gomes, Paulinho e André Clóvis fizeram uma visita especial à Escola Básica de S. Miguel, em Viseu. Os Viriatos foram recebidos com enorme entusiasmo e carinho pelos cerca de uma centena de alunos, numa tarde que contou com autógrafos e algumas interações animadas entre os jogadores e as crianças. Em exclusivo aos canais de comunicação do Académico, a coordenadora da escola, Anabela Marques, prestou algumas declarações, deixando uma palavra de apreço e consideração à organização desta iniciativa: “Como viram pelo entusiasmo deles é sempre bom. Foge da rotina, o que é bastante interessante e acho que é motivador para eles também. É uma mais-valia e podem voltar mais vezes. Foi muito gratificante, viu-se bem a alegria deles”. Também os jogadores participantes nesta dinâmica tiveram oportunidade de se pronunciar. O defesa Paulinho salientou a importância de poder interagir com as crianças e ouvir as perguntas que lhes foram feitas: “É importante interagir com os miúdos. Sabemos que muitos deles olham para nós como ídolos e é sempre bom dar os nossos conselhos de estudar mais, porque isto passa muito rápido. É muito bom eles saberem disso”. A motivação fala por Henrique Gomes, que mostrou a sua vontade de alegrar estas crianças na partida deste fim de semana: “É gratificante sabermos que eles vão estar no estádio no sábado. Vamos fazer de tudo para os orgulhar e ganhar o jogo”. André Clóvis deixou igualmente algumas palavras de agrado pelo privilégio de viver este momento: “Sentimo-nos privilegiados por participar nestas visitas e por ver a alegria das crianças. Todos nós já fomos crianças e é algo muito gratificante. Ficámos bastante felizes”.

2025-03-12

Clube

Academistas João Vitória e Madalena Figueira nas finais do Arena Lisbon International Meeting

Numa edição em que foram batidos alguns records do Meeting, com uma valiosa participação dos atletas Brasileiros, foi uma edição muito concorrida com 15 equipas Estrangeiras. Participar nas finais estava complicado, mas não era impossível e os jovens nadadores do Académico conseguiram marcar presença, com dois apuramentos fantásticos. O Académico de Viseu participou nesta edição do Meeting com uma equipa renovada e muito jovem, deu uma excelente réplica, com records pessoais e, ainda mais importante, conseguiu estar presente nas finais. Estiveram em Lisboa a disputar o Arena Lisbon International Meeting 87 equipas com um total de 651 nadadores. A prova disputou-se nos dias 10 e 11 deste mês no Complexo Olímpico de piscinas do Jamor. Foi um fim de semana de estreia absoluta em Meetings Internacionais para os jovens que formaram a convocatória do Académico de Viseu. Nesta fase da preparação dos Nacionais de Inverno avalia-se o estado de preparação dos atletas, predizendo o que irá acontecer daqui a pouco mais de um mês, no Nacional. As referências foram ótimas, com todos os Academistas presentes a somarem records pessoais. Madalena Figueira foi finalista nos 200 Costas, ainda com idade de Júnior, valorizando o seu apuramento. Nos 50 Livres nadou em 28.99s, a sua melhor marca de sempre, repetindo record pessoal nos 50 Costas, com o tempo de 33.04s. João Vitória logrou participar numa final pela primeira vez, com o fantástico apuramento na prova de 200 Costas. Foi a sua primeira participação neste Meeting onde chegou com a marca de 2.22.92s, classificando-se para as finais da tarde com uns bons 2.20.30s. Na final, o ainda Juvenil João Vitória, não vacilou e voltou a bater o seu melhor tempo, rodando na final em 2.20.13s. Participação incólume do atleta nesta Competição. O Academistas somou ainda mais um record pessoal com 1.05.74s nos 100 Costas, contra os seus 1.09.01s de entrada. Miguel Batista foi também feliz na sua participação destacando-se os excelentes 1.05.59s nos 100 Costas e os 2.25.72s nos 200 Estilos. O jovem Nadador do Académico somou a sua melhor marca de sempre em tudo o que nadou. Guilherme Silva, também juvenil e a nadar entre os melhores do país pela primeira vez, nesta edição, com uma forte participação internacional, não acusou qualquer tipo de pressão e teve também uma estreia auspiciosa, fez o pleno de records pessoais. O Academista somou por novos máximos pessoais todas as provas que nadou, saindo de Lisboa valorizado e já apurado para o Nacional Já no próximo fim de semana o Académico de Viseu desloca-se a Vagos, com 32 Cadetes, para disputar o Torregri e o Torneio 1ª Braçada. É um record de cadetes em competição para o Académico de Viseu, que está em franco crescimento nos escalões de base. As provas irão disputar-se em três sessões, nos dias 17 e 18, nas Piscinas do Colégio Calvão, em Vagos.

2024-02-13

Clube

Académico de Viseu entra no Padel

O Académico de Viseu Futebol Clube estabeleceu uma parceria com a A.P.V. – Associação Padel Viseu formando, assim, as bases para a criação da equipa Académico de Viseu Padel. Trata-se de mais uma aposta forte por parte do nosso clube numa modalidade de grande potencial de crescimento e aglutinadora em termos da diversidade de praticantes, tratando-se de um desporto desafiante para todas as idades. Damos, ao mesmo tempo, um importante contributo para o ecletismo em Viseu, Capital Europeia do Desporto em 2024, cidade onde as mais variadas vertentes desportivas têm sido amplamente dinamizadas pelo município. Sendo o Académico de Viseu a instituição com mais força desportiva e história em Viseu, e que pretende igualmente abraçar todas as modalidades nos mais variados escalões, não poderíamos deixar de nos lançar em mais este desafio, formando o Académico de Viseu Padel. Apostar e desenvolver parcerias com as instituições da região é uma das nossas responsabilidades e faz parte da nossa visão para permitir que o Académico Viseu seja cada vez mais o emblema de todos os viseenses e reconhecido em todo o País como a maior instituição desportiva da região. Nesse sentido, entendemos existirem condições para, também no Padel, a marca Académico de Viseu poder dar o seu contributo para o crescimento desta modalidade na região. O Académico de Viseu Padel entrará já durante este mês, a partir de dia 27 de janeiro, nas provas das Series Nacionais de Padel com três equipas, duas masculinas e uma feminina. Desejamos as maiores felicidades e muitos sucessos a todos os praticantes de Padel que a partir de agora vão jogar com o nosso emblema do Académico de Viseu ao peito. Toda a atualidade do Académico de Viseu Padel pode ser seguida na página oficial de Instagram: @academico_padel.

2024-01-17

Clube

Cadetes do Académico vencem primeiro torneio de 2024

Os nadadores Cadetes do Académico de Viseu disputaram o VI Torneio de Natação de Castro Daire e venceram a prova por equipas, ficando na segunda posição o Sporting de Aveiro e no terceiro posto o Sporting de Espinho. A prova disputou-se em duas sessões, no dia 14 de janeiro e contou com a presença de 13 equipas e um total de 147 atletas. A prova contou com a colaboração e arbitragem da ANCNP num torneio organização pelo clube local “O Crasto”. Num ambiente de muita competitividade e “miúdos” com muita vontade de se afirmarem a competição disputou-se com provas de todos os estilos, nas distâncias de 50, 100 e 200 metros e ainda com quatro estafetas diferentes de cada género. O Académico de Viseu escalou para esta prova 14 nadadores sendo eles Benedita Garcia, Carminho Silva, Eva Gonçalves, Matilde Andrade, Inês Borges, Salomé Figueiredo, César Parente, Diogo Coimbra, Duarte Fernandes, Duarte Silva, Lourenço Pereira, Manuel Fonseca, Santiago Garcia e Santiago Ferreira. Todos estiveram à altura das exigências cumprindo aquilo que era pedido pelos responsáveis do clube. Houve desempenhos fantásticos, vitórias individuais e a vitória final no Torneio. A vitória ficou apenas decidida na estafeta final, trazendo um sabor ainda mais agradável a todos os nadadores Viseenses. Já no próximo fim de semana o Académico terá 4 atletas a disputar a “Taça Vale do Tejo”, ao serviço da seleção da ANCNP, disputando-se no último fim de semana de janeiro, no Fontelo, o torneio “3 distâncias”, numa organização da ANCNP em Viseu.

2024-01-16

Clube

Três dias de competição, três competições diferentes e mais de trinta subidas ao pódio

As equipas de natação do Académico de Viseu estiveram este fim de semana, entre os dias 15 e 17, a disputar o Zonal de Juvenis em Bragança, o Regional de Outono da ANCNP de Infantis, em Espinho e ainda o Torneio 1ª Braçada para Cadetes Estiveram em Bragança 47 equipas a disputar o Zonal Norte em Juvenis, com um total de 213 atletas, tendo o Académico apurado para a competição 5 nadadores. Leonor Cardeal esteve em destaque com a vitória nos 400 Livres e um grande tempo na prova de 800 Livres que lhe valeu a medalha de bronze. Ainda no fim de semana a atleta do Académico conseguiu sagrar-se vice Campeã Zonal na prova de 200 e conquistar o bronze nos 400 também em Estilos. Miguel Batista esteve também em destaque com o Bronze nos 200 Costas e o record pessoal nos 100 Costas, que lhe valeu a quarta posição a escassos centésimos do pódio. João Vitória, Guilherme Silva e Guilherme Dias marcaram também presença no Zonal, registando-se a boa prestação com records pessoais.   Infantis consagraram o Académico de Viseu como o clube mais medalhado dos Regionais Os Infantis do Académico de Viseu estiveram em grande plano no Regional de Outono da ANCNP, onde conquistaram um total de 29 medalhas entre provas individuais e estafetas. A prova decorreu em Espinho, durante os dias 16 e 17 deste mês, com 16 clubes e 119 nadadores envolvidos. De Viseu viajaram para a competição 13 nadadores. Desde logo a estafeta Mista, constituída por Rafael Parente, Tomás Sousa, Alice Rodrigues e Ana Teresa Roldão venceu as estafetas de 4x100 Livres e 4x100 Estilos, consagrando-se como novos Campeões Regionais. A estafeta Feminina de Infantis B conquistou também 3 subidas ao pódio com Maria Miguel Lopes, Matilde Fernandes, Marta Meireles e Filipa Dias. Em Masculinos com André Santos, Rafael Parente, Tiago Ôlas e Tomás Sousa os Infantis Academistas sagraram-se também Campeões Regionais da ANCNP. Em temos individuais quem mais somou foi Tomás Sousa com 4 títulos de Campeão e Maria Miguel Lopes com 3 vitórias e uma prata. Alice Rodrigue e Rafael Parente estiveram também em destaque com dois Títulos Regionais conquistados por cada um. foram destaque de toda a competição. Destaque também para André Santos que foi Campeão nos 1500 Livres e para Tiago Ôlas que venceu os 100 Mariposa. Gabriel Correia foi medalha de prata nos 200 Livres, conquistando ainda subidas ao pódio, com o bronze, Matilde Fernandes, Ana Teresa Roldão e Afonso Oliveira.   1ª Braçada em Cadetes Teve lugar em Espinho o primeiro torneio da época da “1ª Braçada”, em que o Académico de Viseu se fez representar por 19 golfinhos, que deram as suas primeiras braçadas em competição oficial. No total estiveram em Espinho 145 jovens nadadores, em representação de 10 equipas. Os convocados para a prova foram Barbara Saraiva, Madalena Figueiredo, Matilde Rodrigues, Leonor Coelho, Leonor Lopes, Maria Trindade, Afonso Antunes, Bernardo Vale, Diogo Coimbra, João Fonseca, João Pinto, Gustavo Esteves, Martim Oliveira, Martim Vieira, Santiago Correia, Pedro Felizardo, Guilherme Trindade, Guilherme Morais e Ricardo Neves. A prestação dos futuros atletas do Académico superou em muito as expectativas com resultados fantásticos, provas bem conseguidas e vitórias. Foi um fim de semana em grande para a natação do Académico de Viseu.

2023-12-20

Clube

Duas medalhas de Prata conquistadas no Nacional de Clubes

A natação do Académico de Viseu foi a Leiria disputar o Nacional de Juniores e Seniores onde alcançou dez finais em doze possíveis. Joana Cardeal foi por duas vezes vice-Campeã Nacional, onde a Prata teve um sabor agridoce com o Ouro a ficar a apenas 4 centésimos de segundo.   Foi um Campeonato Nacional muito positivo para o Académico de Viseu, com recordes pessoais na maioria das provas disputadas, ficando, no entanto, uma sensação de que a equipa de Viseu merecia algo mais. Foram três os quartos lugares alcançados nas finais disputadas, com Beatriz Cardeal a ser a personagem principal. A atleta do Académico de Viseu fez quarto lugar nas provas de 100 e 200 Mariposa. Nos 100 metros Beatriz Cardeal fez 1.02.38s, com o pódio a fechar em 1.02.34s, dando um sabor agridoce ao lugar da Viseense. Registe-se que a Academista realizou um excelente Campeonato, com exibições fantásticas com quase a totalidade de recordes pessoais alcançados. Joana Cardeal foi por duas vezes medalha de Prata. A nadadora do Académico de Viseu ainda não conseguiu digerir o segundo lugar na prova de 200 Estilos, que perdeu na última braçada para a nadadora do Sporting CP Mariana Mendes, por uma décima de segundo. Joana Cardeal fez um bom Torneio, estando sempre nas decisões finais, naquele que é o Campeonato de Piscina Curta mais importante de Portugal. Os pódios que Joana Cardeal conquistou foram sempre divididos com atletas de equipas de nomeada Nacional, que conseguem usufruir de condições diferentes daquelas que o Académico dispõem, não ficando a dever, em nada, a qualidade apresentada pelos Viseenses. Nota ainda para a prestação de Madalena Figueira, que se apurou para duas finais Nacionais, depois de disputar quatro eliminatórias. Registo para os três novos máximos pessoais para a nadadora Júnior do Académico de Viseu, vincando o bom momento da atleta. O Académico de Viseu estará em ação já no próximo fim de semana, com três equipas em prova. Os Academistas vão disputar o Torneio Zonal Norte em Bragança, com a a sua equipa de Juvenis, durante os próximos dias 15, 16 e 17. A equipa de Infantis disputará no sábado e no domingo o Regional de Outono, em Espinho. Na mesma piscina terá lugar na manhã do dia 16 de dezembro o Torneio “1a Braçada” em Cadetes.

2023-12-14

Clube

Académico recebeu Prémio de Responsabilidade Social do mês de outubro

O Académico foi agraciado com o Prémio de Responsabilidade Social do mês de outubro, em reconhecimento da campanha intitulada "Dá sempre a mão ao outro. Diz não ao bullying". A iniciativa, materializada através de um vídeo nas redes sociais do clube viseense no Dia Mundial de Combate ao Bullying, teve como propósito sensibilizar para a problemátoca, tanto na sociedade em geral como no contexto específico do futebol. A entrega do prémio ocorreu antes do pontapé inicial da partida entre Académico e Belenenses, referente à 12ª jornada da Liga Portugal SABSEG, no Estádio do Fontelo. Helena Costa, Membro do Conselho de Administração da Fundação do Futebol e atual Coordenadora de Scouting dos ingleses do Watford, foi responsável pela entrega do prémio em mãos, reconhecendo a importância do futebol enquanto veículo de sensibilização: “Dar os parabéns ao Académico porque teve uma excelente iniciativa, importantíssima na minha perspetiva e na da Fundação do Futebol. É uma honra realizar a entrega deste prémio, que premeia uma iniciativa que pretende sensibilizar para um problema cada vez maior muito associado ao desporto, mas também na sociedade”. Em representação do emblema beirão estiveram o seu Presidente, Mariano Maroto Lopez e o Vice-Presidente, Cristóvão Francisco. O também administrador da SAD academistas, destacou o compromisso do Académico com a cidade: “Este é um prémio muito importante, visto que nós tentamos sempre fazer o melhor possível pelo clube e pela cidade. E a Responsabilidade Social é um veículo muito importante na ligação com as pessoas de Viseu, por parte do clube e dos jogadores”. Já Cristóvão Francisco salientou a crescente aposta, levada a cabo pelo clube, no campo da Responsabilidade Social: “O Académico tem vindo a privilegiar cada vez mais tudo o que se insira no âmbito da Responsabilidade Social, na sua forma mais global. Temos feito várias campanhas e temos sempre este cuidado de demonstrar que temos uma enorme preocupação junto dos atletas e que eles também interiorizem o aspeto importante que é formar os jogadores enquanto pessoas. É óbvio que também queremos que sejam grandes jogadores, mas antes disso está o ser humano”.

2023-12-06

Clube

Académico de Viseu destaca-se no 32º Troféu Speedo de Natação

No cenário competitivo da natação portuguesa, os talentosos cadetes do Académico de Viseu conquistaram um notável segundo lugar no 32º Troféu Speedo, uma das mais antigas competições do calendário da natação nacional. Na mesma, o Académico de Viseu fez-se representar pelos escalões de cadetes (entre os 10 e os 12 anos), de infantis (entre os 12 e os 14 anos) e de absolutos (17 ou mais anos). Os cadetes viseenses, que incluem atletas entre os 10 e os 12 anos, garantiram o título de vice-campeões, ficando apenas atrás do Sporting Clube de Braga. Também os infantis academistas, integrando nadadores entre os 12 e os 14 anos, alcançaram uma prestigiosa quarta posição. O pódio nesta categoria foi dominado pelo FC Porto, evidenciando a forte concorrência no evento. Na classificação de absolutos, que inclui atletas com 17, 18 ou mais anos, o Académico de Viseu assegurou uma posição de destaque, encerrando a competição no oitavo lugar. Este resultado reflete a diversidade de talentos presentes no clube, desde os jovens promissores até aos experientes atletas que continuam a contribuir para o sucesso da equipa. O Académico de Viseu, através destes notáveis desempenhos, reforça o seu papel como uma potência emergente na natação nacional. A comunidade desportiva local e os adeptos têm razões para se orgulharem do compromisso e excelência demonstrados pelos seus representantes nas águas do Troféu Speedo, pavimentando assim o caminho para um futuro promissor no mundo da natação.

2023-11-13

Patrocinadores Principais