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Reviravolta no Fontelo leva os três pontos

Na tarde deste sábado, o Académico de Viseu recebeu o SCU Torreense no Estádio do Fontelo, num encontro assinalado por um desfecho amargo, onde uma reviravolta acabou por afastar os Viriatos da conquista dos três pontos. O início da partida foi marcado pela determinação academista, que dominou os primeiros minutos de jogo. Aos 11, André Clóvis esteve muito perto do golo com um remate cruzado que passou a centímetros do poste. Pouco tempo depois, foi Simão Silva a ameaçar com um forte remate à entrada da área, que passou por cima da baliza do Torreense.  Perto do minuto 25 da partida, André Clóvis aproveitou um erro defensivo da equipa do Oeste. O ponta de lança recuperou a bola, fintou o guarda-redes e fez o 1-0 para os Viriatos, inaugurando o marcador no Fontelo. Ainda na primeira parte, a equipa viseense viria a sofrer uma contrariedade após João Pinto ter sido forçado a abandonar o relvado, na sequência de um corte.  Na segunda metade da partida, o Académico abrandou o ritmo, permitindo maior posse de bola ao adversário. Aos 77 minutos, na sequência de um pontapé de canto, o Torreense conseguiu o empate com um cabeceamento certeiro que Bruno Brígido não conseguiu impedir. Aos 84 minutos, os Viriatos quase retomaram a vantagem inicial, quando Diogo Almeida apareceu com perigo. O guarda-redes forasteiro, atento, evitou o golo. Já em tempo de compensação, surgiu o golpe final. Aos 90+3’, um potente remate à entrada da área, determinou o desfecho em 1-2. Após este resultado, o Académico de Viseu prepara-se para o jogo da jornada 31, onde os viriatos se deslocarão a Oliveira de Azeméis para defrontar a UD Oliveirense, numa partida agendada para o dia 25 de abril, pelas 15H30.

2025-04-20

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"Temos de reagir com dignidade"

O Académico de Viseu perdeu por 1-2 na receção do SCU Torreense. Os Viriatos saíram derrotados pela margem mínima, numa partida em que se adiantaram no marcador por intermédio de André Clóvis. No rescaldo à derrota, Sérgio Vieira mostrou-se visivelmente frustrado com o desfecho do jogo, sobretudo por se tratar de um erro largamente antecipado e preparado: "Chegamos sempre ao fim dos jogos para falar dos pequenos detalhes, dos pequenos lances. Este foi ainda mais duro, porque trabalhámos o lance durante a semana. Sabíamos que o Torreense procurava aquela bola ao segundo poste — se forem ver nas plataformas digitais, já o fizeram em vários jogos. Tínhamos altura, foco, e preparámos tudo para ganhar esses duelos. Mas, naquele momento e naquela decisão, falhámos. E deixar o adversário — com todo o mérito que ele possa ter — marcar um golo daqueles, não podemos permitir. Demos vida ao Torreense com um lance que sabíamos de antemão e não podemos cometer este tipo de erros. 80% do jogo foi nosso. Temos trabalho, temos capacidade, mas lidamos com seres humanos, e por vezes, as decisões não saem como foram planeadas”. Sobre as contas do campeonato, o treinador dos Viriatos reconhece que o cenário é complicado: "Matematicamente, está muito difícil. É uma frustração enorme, porque acredito — e continuo a acreditar — que este grupo tem qualidade e potencial, tanto individual como coletivamente. O projeto tem pernas para andar. Não podem ser os 36 anos fora da elite a pesar no que fazemos hoje. A insistência faz parte dos vencedores. Todo o vencedor teve de aguentar frustrações e pancadas. Faltam quatro jogos e temos de continuar a agarrar-nos ao que nos trouxe até aqui: rigor, profissionalismo, dignidade e honra. Carregar este emblema exige responsabilidade. É um clube com dimensão distrital e representatividade nacional. Nestes quatro jogos que faltam — Oliveirense, Portimonense, Vizela e Paços de Ferreira — temos de manter a atitude de lutar pela vitória, como temos feito até aqui”. No final da partida, os jogadores e a equipa técnica reuniram-se no centro do campo, e Sérgio Vieira explicou o gesto, concluindo as declarações com uma mensagem de esperança e compromisso: "Foi um momento de união. Uma atitude conjunta, minha e dos jogadores mais experientes, para respeitar os adeptos que estiveram connosco — num dia frio, chuvoso, alguns até levaram com granizo. Estavam frustrados, irritados, e com razão. A única forma de aliviar esta frustração é ganhar no próximo jogo, e nos seguintes, até ao fim. Eu sei que isso não apaga tudo, mas não há outro caminho. Temos de reagir com dignidade, com humanidade. E saber viver também o momento da derrota”. Com este resultado o Académico de Viseu mantém os 41 pontos na tabela classificativa da Liga Portugal 2. Na próxima sexta-feira, os Viriatos deslocam-se a Oliveira de Azeméis, onde defrontarão a UD Oliveirense a partir das 15H30.

2025-04-19

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"Temos de honrar o emblema que carregamos ao peito"

O mister Sérgio Vieira deu, no final desta manhã, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente ao SCU Torreense. O treinador do Académico de Viseu, Sérgio Vieira, sublinhou a importância de manter o foco até ao último segundo da temporada. O técnico academista abordou os momentos difíceis da época e assumiu que, apesar das frustrações recentes, a equipa continua empenhada em lutar pelos seus objetivos: “Nós não temos uma bola de cristal para adivinhar o futuro. Sabemos que as equipas à nossa frente vão perder pontos — a história da Liga 2 mostra isso — mas a questão não são eles. A questão somos nós”. Sérgio Vieira fez questão de destacar pontos perdidos em jogos recentes e apontou a necessidade de maior consistência: “Os empates com o Benfica B, com o Alverca, entre outros, e os dois pontos que deixámos em Matosinhos... estaríamos noutra posição. Temos de continuar como verdadeiros vencedores, mesmo na derrota. Quem não deita a toalha ao chão são os que verdadeiramente vencem no fim”. Sobre o empate em Leixões, lamentou que a equipa não tenha conseguido manter os níveis exibidos da primeira parte: “Não podem ser só os 45 minutos como foi no jogo com o Leixões. Estávamos a ganhar e não conseguimos manter os índices que tivemos no início. As lesões do Igor e do André Almeida, jogadores fundamentais na nossa estabilidade, também não ajudaram”. O técnico abordou ainda o lado emocional da equipa e a capacidade de reagir: “Perder pontos e a oportunidade de dar alegrias aos nossos adeptos dói. Mas temos de saber fazer o luto e rapidamente olhar para o adversário seguinte. Enquanto houver vida, há esperança. Temos agora esta oportunidade de alcançar um adversário direto e queremos dar uma imagem de mais e melhor”. Sérgio Vieira destacou também a importância da estabilidade tática e humana, afetada por lesões e castigos recentes: “A alternância tira rotinas e cumplicidade. A perda do André Almeida, do Igor, agora o Henrique por castigo... são jogadores que estabilizaram a equipa. Ainda assim, não usamos isso como desculpa. Vamos cobrar-nos mais e perceber que todos são capazes, é uma questão de foco e ambição”. O treinador terminou com uma mensagem de compromisso: “Temos de honrar o emblema que carregamos ao peito. Este clube tem história, tem um projeto, tem ambições. E eu, como líder, não posso deixar cair esse espírito. Até ao último segundo, vamos lutar”. O Académico de Viseu joga este sábado no Estádio do Fontelo. Os Viriatos recebem o SCU Torreense a partir das 14H, em jogo com arbitragem de Luís Filipe, da Associação de Futebol de Lisboa e vídeo-arbitragem de Vasco Santos, da Associação de Futebol do Porto.

2025-04-17

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DIVISÃO DE PONTOS NO ESTÁDIO DO MAR

Nesta manhã de sábado, o Académico de Viseu deslocou-se a Matosinhos, numa partida onde os viseenses entraram decididos a conquistar uma importante vitória no Estádio do Mar. O jogo começou de forma atribulada, com André Almeida, capitão dos Viriatos, a abandonar a partida lesionado aos 14 minutos. Com poucas oportunidades claras para ambas as equipas, o Académico tentou impor o seu jogo e, aos 16 minutos, Yuri Araújo inaugurou o marcador. Num lance rápido onde a equipa da casa parecia ter o esférico controlado, Gautier solicitou Yuri junto à defesa do Leixões, permitindo que o avançado encarasse a baliza e fizesse o 0-1 para a equipa beirã. Já aos 27 minutos, André Clóvis aproveitou um passe fraco de um jogador da equipa da casa e rematou forte à baliza do Leixões, ainda fora da grande área, mas a bola passou a rasar o poste. Ainda antes do final do primeiro tempo, o Leixões tentou igualar a partida, mas o esférico sofreu um desvio e acabou por sair ao lado dos postes de Bruno Brígido. Logo no início da segunda parte, o Leixões ameaçava com perigo a baliza do Académico e, aos 58 minutos, na sequência de um livre direto, acabou por empatar o resultado, deixando Bruno Brígido sem hipótese. Diante da pressão, os Viriatos tentaram voltar à vantagem, mas o empate viria a ser o resultado final. Já no tempo compensação, Simão Silva teve uma grande oportunidade para fazer o 1-2, mas acabou por rematar por cima da baliza dos bebés do mar.   Após este empate, o Académico de Viseu soma agora 41 pontos e prepara-se para a jornada 30, onde receberá o SCU Torreense no Fontelo. A partida está agendada para dia 19 de abril, pelas 14H. Vamos em frente, Viriatos!

2025-04-12

Equipa Profissional

Temos de continuar a insistir, foi isso que definimos para nós

O Académico de Viseu saiu com um empate a uma bola da deslocação ao terreno do Leixões SC. Na partida da 29ª jornada do campeonato, o golo dos Viriatos foi apontado na primeira parte por Yuri Araújo. Na conferência de rescaldo o treinador do Académico de Viseu, Sérgio Vieira, sublinhou o controlo que a sua equipa teve durante grande parte do encontro, lamentando o golo sofrido que impediu os viseenses de conquistarem o triunfo: "Chegámos cá e tivemos tranquilidade para jogar bem em muitos momentos, para chegar à vantagem de forma natural e controlar aquilo que o Leixões poderia fazer na sua própria casa contra nós". Apesar de reconhecer algumas diferenças entre as duas partes do jogo, o técnico acredita que o equilíbrio equipa se manteve: "O jogo, mesmo na segunda parte, estava controlado. Embora concorde que teve algumas características distintas em relação à primeira parte, não foram de forma acentuada que justificasse mudarmos o nosso comportamento. Estava tudo controlado. Se não sofrêssemos aquele golo – que infelizmente aconteceu – penso que iríamos continuar a controlar aquilo que o Leixões era capaz de fazer". Sérgio Vieira elogiou ainda o esforço da sua equipa e a forma como interpretou a partida: "Infelizmente só levamos um ponto, é a lógica da competição. Temos de continuar a insistir, porque definimos isso para nós: até à última jornada, até ao último segundo, tentar como tentámos neste jogo. Refrescámos os homens da frente, queríamos mais profundidade – foi algo que faltou um pouco na segunda parte e também na primeira. Sentimos um pouco a falta de movimentos de rutura, da bola a cair nas costas da linha defensiva do Leixões – algo que eles até fizeram com mais frequência do que nós. É um aspeto que temos de melhorar". O treinador também abordou as dinâmicas defensivas e as variações táticas ao longo do encontro: "Se pararmos ao segundo ou ao pormenor, naturalmente há momentos em que estamos com uma linha de 5, outras com uma linha de 4, mas também há momentos em que estamos com uma linha de 3 e os alas a pressionar à frente. Isso é a lógica de qualquer equipa. Não pode ser, na minha opinião, uma análise linear. O jogo estava controlado. O Leixões também precisava de pontuar, tal como nós. Para nós, o jogo era uma final. E as finais, por vezes, não se jogam… ganham-se". Mesmo com o empate, Sérgio Vieira considerou que os seus jogadores estiveram perto de alcançar o objetivo: "Em alguns momentos, os jogadores interpretaram bem. Conseguimos jogar, conseguimos entrar, conseguimos fazer o golo. A partir daí, tentámos controlar os momentos do jogo. Poderíamos, em algum momento, ser mais impressionantes, mas acho que o jogo estava mesmo muito controlado".  Por fim, o técnico academista lamentou algumas decisões em posse e voltou a sublinhar a importância da profundidade: "O jogo foi exatamente aquilo que nós prevíamos, foi um jogo muito previsível. Acredito que, com o refrescar da equipa, iríamos ser mais ofensivos, mais impressionantes. Mas houve algumas tomadas de decisão – procurar a profundidade com bola – que nos condicionaram. Desde a primeira parte que isso foi evidente. Este é o caminho e não há outro". Com este resultado o Académico de Viseu soma agora 41 pontos na tabela classificativa da Liga Portugal 2. Na próxima semana, os viseenses regressam ao Fontelo, para jogar frente ao SCU Torreense. A receção à turma do Oeste está marcada para as 14H do próximo sábado.

2025-04-12

Equipa Profissional

“Queremos muito ganhar no Sábado”

O mister Sérgio Vieira deu, no final desta manhã, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente ao Leixões SC. Sérgio Vieira falou com intensidade e clareza sobre o momento da equipa, o foco no jogo e a forma como lida com a pressão: “Eu quero e nós queremos muito ganhar. Nós, os jogadores, a nossa estrutura. Esse é o sentimento que está dentro da nossa mente”. Sobre a importância do jogo e o contexto competitivo, o técnico reforçou que esta partida insere-se numa linha de trabalho já existente: “Este jogo está dentro da sequência daquilo que temos vindo a fazer. A pressão foi sempre algo introduzido desde a primeira semana — desde o jogo com o Vizela. A pressão está presente todos os dias: hoje de manhã, no rigor de um exercício, no alerta para as bolas paradas, nas transições, em todo o momento”. Para Sérgio Vieira, o conceito de “pressão” deve ser redefinido: “A pressão tem de existir de forma inconsciente e nós temos de saber viver com ela. Aquilo que outros podem chamar de pressão, nós chamamos de compromisso, ambição, foco. Isso é o que nos caracteriza.” Rejeitando qualquer dramatismo, o treinador apelou à serenidade emocional: “O desporto não deve ser confundido com situações verdadeiramente tristes da vida. Temos de levar isto com responsabilidade, entreajuda e espírito solidário. Mas a pressão, essa deve ficar de lado, o nosso foco está nos três pontos e vamos lutar para que isso aconteça.” Quanto ao que se diz fora do balneário, o treinador foi claro: “Eu tento que não haja esse tipo de ruído, mas não estou na mente de cada ser humano, seja jogador ou não. O foco tem de estar no próximo passo, no treino, no jogo com o Leixões. Não nos adversários diretos nem nos resultados deles. A pressão não deve ser exercida sobre ninguém. O que realmente importa são os valores humanos e profissionais. Isso sim, é o que influencia a performance.” O Académico de Viseu joga este sábado no Estádio do Mar. Os Viriatos visitam o Leixões SC a partir das 11H, em jogo com arbitragem de Vítor Ferreira, da Associação de Futebol de Braga e vídeo-arbitragem de Bruno Esteves, da Associação de Futebol de Setúbal.

2025-04-10

Equipa Profissional

A vitória que não desistiu de acontecer

Nesta tarde de domingo, no Fontelo, o Académico de Viseu entrou em campo contra o CD Mafra com a determinação de um clube histórico e a responsabilidade de reagir ao resultado da segunda-feira passada. O jogo começou de forma intensa, mas os viseenses souberam assumir o controlo e impor o seu ritmo. Os Viriatos entraram determinados e, logo aos 13 minutos, André Clóvis esteve perto de inaugurar o marcador, mas o cabeceamento acabou por carimbar o poste. O golo, esse, chegaria à passagem dos 30 minutos de jogo. Numa iniciativa de Gautier Ott pela esquerda, André Clóvis aproveitou o cruzamento e apareceu na cara do guarda-redes adversário para finalizar, dando a vantagem ao Académico. O Mafra ainda reagiu antes do intervalo e, aos 42 minutos, restabeleceu a igualdade. Um empate que não refletia o domínio do Académico até então. Na segunda metade de jogo, os comandados de Sérgio Vieira mantiveram a postura ofensiva, e a recompensa surgiu pouco depois. Aos 57 minutos, um cruzamento de Clóvis causou confusão na área adversária, o que acabou por resultar num autogolo dos mafrenses, colocando novamente o Académico em vantagem. O terceiro e último golo surgiu aos 67 minutos, com Clóvis a bisar na partida. Após insistência dentro da área e aproveitando alguma passividade da defesa visitante, o avançado foi mais forte e fez o 3-1 final. Até ao apito de Fá Sanhá, a equipa manteve o controlo da partida e esteve perto de ampliar a vantagem, não fosse um golo anulado a Diogo Almeida por fora de jogo. Com esta vitória, o Académico de Viseu reafirma-se e prepara-se para a jornada 29, agendada para o dia 12 de abril, pelas 11H, onde se deslocará até Matosinhos para defrontar o Leixões SC. Vamos em frente, Viriatos!

2025-04-06

Formação SAD

“Tivemos uma garra enorme e foi no coração”

O Académico de Viseu recebeu e venceu o SC Braga, na oitava jornada da Liga Revelação. No Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão, a turma sub-23 dos viriatos garantiu um importante triunfo, que a coloca (à condição) no pódio da Série A da competição. Com um golo em cada parte, os beirões inauguraram o marcador aos 42 minutos, naquele que foi o momento da manhã. O avançado Martim Ferreira recebeu um passe do capitão Paulino, antes de encher o pé para colocar o esférico onde mora a coruja. Com um grande remate bem fora da área, o extremo bateu o guardião bracarense, fazendo levantar o público academista que assistia à partida. Já depois dos 90 minutos, Kelve Semedo (entrado na segunda metade) aproveitou um contra-ataque em transição para, depois de ser assistido por Miguel Sena, estabelecer o resultado final em 2-0. Nas reações ao jogo, o técnico academista Nuno Braga, retratou a chave que abriu o caminho da vitória: “Acho que passa muito pela maneira como nós entrámos em jogo, muito concentrados e com uma grande capacidade para fazer o jogo de posse vertical. Não andámos só a passar para os lados, mandámos no jogo durante a primeira parte e tivemos muita capacidade de chegar à baliza. Podíamos, talvez, até ter feito mais com um golo no primeiro tempo, naquela bola ao poste. A segunda parte foi completamente diferente, foi um jogo em que nunca nos desorganizámos defensivamente, onde tivemos uma capacidade muito grande de combate. O Braga também nos empurrou para trás, naturalmente, porque estava a correr atrás do prejuízo, mas quando conseguimos sair na transição, criámos perigo. Tivemos uma garra enorme e foi com o coração”.  O Académico de Viseu sobe, à condição, ao terceiro lugar da Série A da Liga Revelação. O próximo compromisso da equipa sub-23 dos viriatos, está marcado para dia 31 de outubro, em casa do Leixões SC.  

2023-10-20

Formação SAD

“Foram 45 minutos maus”

O Académico de Viseu saiu derrotado da deslocação ao terreno do FC Famalicão. Em jogo a contar para a sexta jornada da Serie A da Liga Revelação, a equipa sub-23 do emblema beirão perdeu por 1-0, naquela que foi a terceira derrota na presente temporada.Numa primeira parte, na qual os viriatos não estiveram tão bem, o Famalicão fez aquele que viria a ser o único golo da partida. À passagem do minuto 20, Samuel Lobato isolou-se perante o guarda-redes Matheus Sampaio, que ainda tocou na bola, antes desta subir e encaminhar-se para as redes academistas. Na segunda parte, o conjunto viseense entrou com outra postura, dominando as incidências da partida, mas não conseguindo transformar a superioridade em golos. O lance do jogo chegaria já depois do minuto 90. Rodrigo Geraldo (entrado no segundo tempo) irrompeu pelo lado esquerdo da grande área famalicense, sendo derrubado em falta já perto da baliza. O juiz da partida, André Carvalho, da Associação de Futebol de Viana do Castelo, decidiu marcar simulação, admoestando o jovem avançado com o cartão amarelo. Sem mais tempo, o Académico de Viseu acabou por não conseguir chegar ao empate, nuns segundos 45 minutos marcados também pela grande perda de tempo. Nas reações a esta derrota, o mister Nuno Braga reconheceu, afirmadamente, que a primeira parte academista foi determinante no decorrer do jogo: “Foram 45 minutos maus, onde demos um grande avanço ao adversário. A atitude que tivemos não é, de todo, condizente com o que temos vindo a fazer, entrámos a dormir. Ao intervalo acordámos e percebemos o que tinha de ser mudado, crescendo na partida e criando o nosso jogo. Não tivemos super oportunidades, mas estivemos sempre por cima na segunda parte. Tivemos sorte por só termos sofrido um golo no primeiro tempo, o Matheus esteve muito bem na baliza. Podemos queixar-nos de algumas coisas, como é o caso da perda de tempo do Famalicão, que não dignifica a Liga Revelação, mas antes disso tudo temos de nos queixar de nós mesmos, e da atitude que tivemos na primeira parte”.A turma sub-23 do Académico de Viseu falha assim o assalto ao segundo lugar, ocupado pelo FC Famalicão. Os pupilos de Nuno Braga mantém, ainda que à condição, o terceiro lugar da Serie A na qual recebem, na próxima jornada, a SCU Torreense, em jogo da ronda cinco.

2023-09-25

Formação SAD

A estreia no Fontelo e o regresso às vitórias

O Académico de Viseu recebeu e venceu o Rio Ave FC, na quinta jornada da Liga Revelação. Em estreia no relvado do Municipal do Fontelo, a turma sub-23 dos viriatos garantiu um importante triunfo, que fez regressar o emblema beirão às vitórias, após uma dupla jornada fora de casa, na qual não tinha conseguido pontuar.   Os viseenses quiseram demonstrar o apoio à sua equipa sub-23, e constituíram uma moldura humana de mais de uma centena de academistas, que estiveram presentes no Estádio Municipal do Fontelo. Os pupilos de Nuno Braga entraram algo nervosos no encontro, crescendo em termos de produção ofensiva a partir dos 20 minutos. Face a um adversário que não conseguiu, praticamente nunca, ultrapassar a bem organizada defesa viseense, o Académico chegou ao primeiro golo aos 31 minutos. Após um grande passe do médio Simão Macedo, que lançou Rodrigo Conceição no flanco direito, o avançado combinou com Martim Ferreira, que frente ao guardião rio avista não tremeu, fazendo o seu primeiro golo na estreia com a camisola academista. Já no segundo tempo, à passagem dos 50 minutos, o jovem ataque viriato voltou a fazer estragos. Depois de uma recuperação de bola ainda em terreno defensivo, Martim Ferreira (autor do primeiro golo), assistiu Emmanuel Papo. O ponta de lança nigeriano, conduziu a bola por todo o meio-campo atacante, finalizando de pé esquerdo para o 2-0. O terceiro tento beirão apareceu à entrada para o minuto 80, após uma excelente jogada de envolvimento. Com o esférico a ser recuperado na lateral esquerda, Rafael Paulino tocou na frente para o recém-entrado Miguel Sena, que de primeira atrasou para Javier Currás (também ele utilizado nos segundos 45 minutos). De trivela, o médio espanhol isolou na direita (de primeira) Simão Macedo, que na cara do golo, colocou a bola no ângulo superior direito da baliza adversária. O Rio Ave chegou ao único golo da partida ao minuto 90+2, após uma desatenção da defensiva viseense. Pouco tempo depois, terminaria o encontro com a terceira vitória dos viriatos no campeonato, que com nove pontos acumulados, isolaram-se no terceiro lugar da Serie A, em zona de apuramento para a fase de campeão.

2023-09-19

Formação SAD

“Se calhar em 10 jogos, isto acontece uma vez”

O Académico de Viseu saiu derrotado da deslocação ao terreno do FC Vizela. Em jogo a contar para a quarta jornada da Série A da Liga Revelação, a equipa sub-23 do emblema beirão perdeu por 3-0, naquela que foi a segunda derrota na presente temporada. A vantagem da equipa da casa começou a ser construída ao minuto 21, quando o número 7, Guga, inaugurou o marcador. Já na segunda metade do encontro, Rodrigo Ramos (na conversão de uma grande penalidade) aos 68 e Rui Carreira aos 75 minutos, fecharam o resultado final, numa partida que foi, na sua totalidade, dominada pelos viriatos. No rescaldo ao jogo, o técnico academista Nuno Braga, confessou que apenas o Académico demonstrou vontade em jogar, tendo, no entanto, cometido erros cruciais nos golos do adversário: “O Vizela foi competente, em todos os momentos nos quais nós fomos incompetentes. Estávamos a fazer um excelente jogo e, na primeira vez em que falhámos uma marcação no meio-campo, a bola entrou. Na segunda vez em que falhámos, numa má abordagem do nosso defesa central, deu golo. Na terceira vez, do banco conseguimos verificar que, no canto, haviam dois jogadores demasiado afastados. Ainda tentámos gritar lá para dentro, mas a bola entrou nesse mesmo local. É um jogo sem história, de ataque único e onde apenas uma equipa quis a bola. Só uma equipa fez passes, só uma equipa quis jogar e a outra limitou-se a chutar para a frente e a ver o que é que acontecia”.  

2023-08-29

Formação SAD

São mais cinco os reforços das equipas sub-19 e sub-23

Pedro Simões, Papo, Henrique Lopes, Jota e Pedro Oliveira são agora oficializados. A menos de um mês do término do mercado de transferências, no mundo do futebol não-profissional em Portugal (com data-limite até 15 de setembro), apresentamos oficialmente novos reforços para as equipas da formação viseense. Emmanuel Papo, de 18 anos, chega para reforçar a equipa sub-23. O jovem nigeriano faz a sua primeira experiência no continente europeu, após ter realizado toda a formação na Nigéria, onde foi internacional pelas seleções jovens, e onde competia na equipa profissional do Mailantarki Care Football Club. O avançado veste a partir de agora a camisola academista. O defesa de 17 anos, Pedro Simões, chega a Viseu proveniente do GD Santacombadense, clube que representou nas últimas duas temporadas desportivas. Tendo iniciado a formação na Escola de Futebol “Os Pestinhas”, o novo jogador academista representou ainda o CD Tondela e a Associação de Formação Desportiva “O Pinguinzinho”, antes de assinar contrato com o Académico de Viseu, para integrar os trabalhos da equipa sub-19. Também João Silva, ou Jota, é uma das mais recentes caras na formação sub-19 dos Viriatos. O médio de 17 anos conta com passagens pela Associação “Os Vouzelenses” e pelo Clube de Futebol “Os Repesenses”, clubes que representou antes de chegar ao Lusitano Futebol Clube em 2021-22. Depois de dois anos em Vildemoinhos, Jota assina agora pelo Académico de Viseu. Do Clube Desportivo das Aves aparece outro reforço para o terço médio dos academistas. Pedro Alexandre, ou Pedrinho, assina aos 18 anos pelo seu sexto clube da carreira. Antes da ligação com os avenses, o médio tinha já representado o Futebol Clube Maia Lidador, o Leixões Sport Club, o Futebol Clube de Infesta e a Escola do SL Benfica de Matosinhos. Já Henrique Lopes permanece em terras beirãs, para continuar a ser uma das opções defensivas na turma do mister Sérgio Fonseca. Com a formação iniciada no Clube de Futebol “Os Repesenses”, o jovem de 17 anos representou ainda o Lusitano Futebol Clube. Agora, cumpre a segunda temporada ao serviço do emblema academista. Bem-vindos, rapazes.

2023-08-27

Formação SAD

À terceira jornada, o primeiro deslize

O Académico de Viseu saiu derrotado da deslocação ao terreno do Gil Vicente. Em jogo a contar para a terceira jornada da Série A da Liga Revelação, a equipa sub-23 do emblema beirão perdeu por 3-1, naquela que foi a primeira derrota na presente temporada. Após uma entrada menos feliz na partida (a equipa da casa construiu uma vantagem de 2-0 ainda dentro da primeira meia hora), os viseenses marcaram o seu único golo à passagem do minuto 30, com Rodrigo Geraldo a aproveitar uma segunda bola nascida de um canto a favor, para bater o guardião adversário com um grande remate fora da grande área. Já na etapa final da partida, na qual o Académico esteve evidentemente por cima do Gil Vicente, os nortenhos fizeram o 3-1 final. Nas reações ao jogo, feitas ao Canal 11, o técnico academista Nuno Braga falou sobre a perda de tempo do adversário, afirmando que o Académico de Viseu teve chances suficientes para terminar o encontro com outro resultado: “O primeiro golo acabou por condicionar-nos bastante, porque a partir daí o Gil Vicente queimou tempo de forma constante, não nos deixando jogar. Foi pena porque, de facto, num jogo que foi televisionado podíamos ter valorizado mais o espetáculo. Tivemos as nossas condicionantes, mas sempre quisemos ter a bola e criámos muitas ocasiões para fazer golos, só nos faltou uma melhor definição no último passe. O Gil Vicente aproveitou muito bem algumas lacunas nas nossas transições defensivas e trabalhou bem esses momentos. Uma equipa que estava a ganhar acabou por perder muito tempo, o que não foi positivo, mas os nossos jogadores também têm de saber viver com isso. Os últimos dois jogos foram excelentes porque tivemos duas vitórias, mas a derrota ia aparecer e apareceu contra uma equipa que foi extremamente competente, no momento da transição ofensiva”.

2023-08-22

Formação SAD

Cinco novos reforços para as equipas sub-19 e sub-23

Tiago Reisinho, Leandro Mendes, Tomás Sério, Rodrigo Lemos e Ricardo Rocha integram já os dois planteis jovens da formação academista. Integrado na equipa sub-23 do Académico de Viseu, Tomás Sério é um dos novos reforços que constituem a formação às ordens de Nuno Braga. Com formação no Sporting CP, CD Feirense e FC Paços de Ferreira, o defesa de central de 20 anos foi, na época passada, campeão da Divisão de Honra da AF da Madeira, com a camisola do CD Portosantense. Tiago Reisinho, de 18 anos, assina contrato do Académico de Viseu, após ter estado nos últimos dois anos ao serviço do SL Benfica. O jovem médio, natural de Amarante, iniciou a sua carreira futebolística no AC de Vila Meã, antes de se transferir para o FC Penafiel. Na presente temporada, o novo viriato faturou na primeira jornada do campeonato nacional de juniores, na vitória frente à Associação Académica de Coimbra. Já o avançado Leandro Mendes, de 17 anos, chega a Viseu depois de um ano em que vestiu a camisola do FC Famalicão. Também formado no SL Benfica, o guineense faturou 10 golos em toda a temporada passada, em que foi opção nos conjuntos sub-17 e sub-19 da equipa minhota. O mais jovem deste grupo de novas caras é Rodrigo Lemos. Ainda com 16 anos, o defesa formado no Boavista FC, chega proveniente do Padroense FC, clube que representou na última época desportiva. O português foi aposta de Sérgio Fonseca na jornada inaugural do campeonato nacional de juniores. Por fim, terminamos com a apresentação de Ricardo Rocha, defesa central de 18 anos que é uma das opções para o plantel de juniores. Com passagens pelo FC Penafiel e pelo FC Vizela, Ricardo Rocha chega a Viseu para reforçar a defensiva academista.

2023-08-20