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Equipa Profissional

“A jogar em casa, só temos que ser favoritos”

O mister Vítor Martins e o defesa academista, André Almeida deram, no final da manhã de hoje, a conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente à UD Leira. No lançamento do jogo no Estádio do Fontelo, a contar para a terceira eliminatória da Taça de Portugal, o técnico academista abordou um jogo referente a uma competição distinta, mas onde o foco é o mesmo: “Os contornos são iguais, passam por ganhar, fazer um bom jogo e seguir em frente. Queremos muito fazê-lo e preparámos-mos no sentido de ser competitivos, de conhecer bem o adversário e de saber aquilo que podemos fazer bem estrategicamente. É esse o objetivo e é só isso que está dentro de nós, desde o momento em que o sorteio nos ditou o Leiria”. Em resposta aos órgãos de comunicação social, Vítor Martins falou ainda da vontade diária em ganhar jogos, transversal a toda a equipa: “Todos sabemos a exigência que é representar este projeto do Académico de Viseu, portanto temos de seguir em frente. Nunca podemos facilitar, em todos os jogos queremos seguir em frente, somar mais uma vitória. Mesmo sendo uma competição diferente, havendo a possibilidade até de mais de 30 minutos, temos sempre a perspetiva de fazermos o melhor possível e o melhor possível é ganhar. Nunca vamos olhar de outra perspetiva, nunca vamos para os jogos de outra forma”. Também um dos capitães do plantel, André Almeida, fez a projeção da partida deste sábado. O defesa-central assumiu o favoritismo, apelando ao apoio de toda a nação academista: “Claramente somos favoritos, a jogar em casa só temos é que ser favoritos, só temos de fazer o nosso trabalho e passar esta fase. Além de ganhar, queremos trazer a energia positiva à nossa volta. Precisamos dela animicamente, e precisamos de toda a gente a remar para o mesmo lado”. O Académico de Viseu joga em casa, às 20H deste sábado, frente à UD Leiria, em partida referente à terceira eliminatória da Taça de Portugal.

2023-10-20

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É da Taça que o Povo gosta

15 anos passaram desde a última vez em que Académico de Viseu e União de Leira se defrontaram. Os dois históricos do futebol português, estão separados de qualquer confronto oficial desde o dia um de março de 1998. Na altura, lutavam por pontos na segunda divisão de honra, sendo que os leirienses saíram do Fontelo com uma magra vitória por 0-1. Essa foi, inclusivamente, uma época de sortes bem distintas para os dois emblemas. O Académico acabaria por descer de divisão no final da temporada, enquanto a União Desportiva tornar-se-ia campeã, ascendendo à primeira liga. Mais de década e meia volvida, muito mudou na história destas duas míticas instituições desportivas . Competições europeias, distritais, divisões secundárias e o regresso ao futebol profissional. Foi por estes momentos que passaram viriatos e unionistas nos últimos anos, encontrando-se neste momento a competir na mesma divisão. No Fontelo, ultimam-se os preparativos para um dia de festa academista, envolta no espírito da Taça de Portugal. Para o viseense, está a ser criada uma Fan Zone a partir das 14H, com vista ao jogo da equipa sub-19 dos viriatos, que entra em campo às 15H no Estádio 1º de maio, frente ao Sporting CP. Estão criadas as condições perfeitas para uma grande reunião da família beirã, que se compromete a unir forças em torno dos dois grandes jogos da tarde/noite. Historicamente, a equipa do lis leva uma pequena vantagem. Em 27 jogos, o Académico de Viseu foi vitorioso por nove vezes, tendo empatado por seis, e perdido por 12. Ainda assim, esta será apenas a segunda ocasião em que os dois clubes se encontram na Prova Rainha. A anterior, curiosamente no primeiro jogo em que se defrontaram na história, os leirienses venceram por 3-0 na edição de 1970-71 da Taça. Já na atual temporada, os dois conjuntos têm tido percursos idênticos. Ambos afastados da Taça da Liga, Académico e Leiria estão separados por apenas um ponto na tabela da Liga Portugal SABSEG. Além disso, antes da paragem para as seleções, o último jogo que realizaram no campeonato foi de má memória: os viseenses saíram derrotados dos Açores, tal como os leirienses regressaram da visita a Mafra. No entanto, na Taça algum deles terá de, invariavelmente, sair vitorioso (seja nos 90´, 120´ou nos penáltis). E, por terras de viriato, convence-se um coletivo de jogadores, staff, dirigentes e adeptos, de que está na altura de arrancar prego a fundo, de demonstrar o nosso talento, ambição e garra, seja dentro ou fora de campo. Isto porque, em Viseu, mandamos nós.

2023-10-19

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Um desaire açoriano

Foi com uma tarde de chuva copiosa, que a Ilha de São Miguel recebeu o encontro inaugural da jornada sete da Liga Portugal SABSEG. Ao contrário de todo o país, onde impera o sol e o calor, a partida desta sexta-feira, entre Santa Clara e Académico de Viseu, foi “benzida” pelas nuvens do Arquipélago Regional. Com um início equilibrado, e por algumas vezes mal jogado, o encontro entre açorianos e viseenses começou morno. Registando-se um ligeiro ascendente dos da casa, os lances de aproximação às duas balizas foram surgindo de forma natural. Numa abordagem infeliz, pouco depois dos primeiros 10 minutos, Miguel Bandarra tocou inadvertidamente com a mão na bola, gerando a grande penalidade com que a equipa da casa saiu na frente do marcador. Bruno Almeida rematou forte, não dando quaisquer hipóteses a Domen Gril. A partir do 1-0, a partida ficou ao encargo beirão, que começou a dominar a posse de bola, mas sem encontrar a chave das oportunidades de golo. Confortável em campo, e perante a pressão alta dos academistas, a turma visitada foi impedindo, com maior ou menor facilidade, que o Académico se aproximasse com perigo da baliza açoriana. A exceção dos primeiros 45 minutos, surgiu já dentro do período de descontos. Num bom movimento do meio para a linha, Miguel Bandarra apareceu na projeção da grande área, cruzando para André Clóvis. O ponta de lança brasileiro, pressionado, conseguiu um remate que ainda tirou tinta ao poste da baliza, à guarda de Gabriel Batista. A segunda metade começou com duas mexidas, que operaram as entradas de Daniel Labila e de Steven Petkov. A equipa viseense entrou melhor, tentando chegar ao empate com bastante intensidade. Ainda assim, passados oito minutos dos 45 (53 no cronómetro), o Santa Clara ampliou a vantagem, através de um livre direto. Novamente Bruno Almeida, contou com um desvio na barreira e com a escorregadela do guardião academista, para fazer o 2-0. Este seria um duro golpe nas pretensões beirãs. Unidos pela vontade de alterar o rumo dos acontecimentos, os viriatos partiram para cima do adversário, dominando de novo a posse de bola, mas sem conseguir ligar o jogo com a rapidez necessária, capaz de levar a equipa à baliza dos insulares. Assumindo a iniciativa, pela frente surgiu uma defesa bem posicionada, que não se deixou incomodar pelo ímpeto viseense. Após duas boas oportunidades (uma de Maiga, aos 72 e outra de Arthur Chaves, em cima dos 90 minutos), o Académico não foi mais capaz de contrariar a superioridade caseira, somando assim a segunda derrota no campeonato. Nas próximas duas semanas, há nova paragem interna, estando o próximo compromisso oficial, marcado apenas para dia 21 de outubro. Será, portanto, uma excelente oportunidade para parar, refletir e corrigir os erros. A cabeça terá de continuar levantada para cima, porque no meio de uma maratona, os momentos difíceis são propícios de acontecer.

2023-10-07

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“Sofremos dois golos nos piores momentos possíveis”

O Académico de Viseu saiu derrotado da deslocação aos Açores. Na sétima jornada da Liga Portugal SABSEG, os viriatos perderam no terreno do CD Santa Clara, por 2-0. Na conferência de rescaldo ao encontro, o técnico principal dos beirões, Vítor Martins, falou da vantagem academista no plano estatístico, que ainda assim não se traduziu em pontos: “Temos tido boas estatísticas, mas sem impacto nos resultados. A posse de bola foi, também, algo consentida pelo Santa Clara, a partir do momento em que se apanhou a ganhar. Fomos tentando aproveitar, mas esta é uma equipa muito difícil de desmontar. Entrámos tímidos, inseguros e receosos, com uma circulação algo lenta. As oportunidades, talvez com uma estrelinha diferente, podiam ter acabado em golo. Custa, mas há que continuar e basear-nos nas coisas que fizemos bem. Acabámos por fazer duas faltas desnecessárias, que resultaram nos dois lances de golo”. Em resposta aos órgãos de comunicação social, o treinador dos viriatos reconheceu que os dois golos, chegaram nas duas piores alturas da partida: “Nunca nenhuma altura é boa para sofrer, mas hoje sofremos dois golos nos piores momentos possíveis. Sabíamos que não ia ser um jogo com muitas oportunidades de parte a parte, portanto era importante manter o jogo do nosso lado. Sofrendo um golo, as coisas tiveram de ser alteradas, e esperámos pelo intervalo. Foram dois golos que nos condicionaram muito o jogo”. Com este resultado, o Académico de Viseu mantém os sete pontos, com os quais entrou nesta jornada. Ao fim de sete rondas no campeonato, o emblema viseense ocupa, provisoriamente, o 11º lugar da tabela classificativa da Liga Portugal SABSEG.

2023-10-06

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“Será um jogo que se vai decidir nos detalhes”

O mister Vítor Martins deu, no final da manhã de hoje, a conferência de imprensa de antevisão à partida desta sexta-feira, em casa do CD Santa Clara. No lançamento do jogo em Ponta Delgada, o técnico academista previu uma partida equilibrada, para a qual a equipa parte com o pensamento somente nos três pontos: “Será um jogo de equilíbrio, que se vai decidir nos detalhes. É um jogo que queremos muito ganhar, portanto temos de trabalhar muito para que assim seja. Vamos chegar otimistas por aquilo que fizemos no último jogo, é factual perceber que fizemos realmente um último bom jogo. Portanto vamos tentar corrigir aqueles detalhes, que não nos permitiram a vitória. Corrigindo esses detalhes, e tendo foco em todos os lances, acredito que vamos discutir o resultado, e acredito muito numa vitória para o Académico de Viseu”. Em resposta aos órgãos de comunicação social, o treinador Vítor Martins afirmou que sentes os jogadores motivados, reiterando a vontade de vencer: “Sinto os jogadores sempre a darem o máximo, a tentarem serem melhores. A leveza vem com resultados, mas não há nenhuma pressão associada, até porque não há nenhum motivo para isso. O motivo que nós temos sempre é vir ao treino, numa perspetiva de melhorarmos, de sermos mais competitivos. Quando assim é, os ingredientes estão montados para uma vitória nos Açores”. O Académico de Viseu joga no Estádio de São Miguel, às 18H desta sexta sexta-feira, no terreno do CD Santa Clara. A partida referente à sétima jornada da Liga Portugal 2 SABSEG, terá arbitragem do juiz Rui Lima, da Associação de Futebol de Viana do Castelo.    

2023-10-05

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Confiantes e unidos

“Bem-vindos ao Boeing 1914, com destino à Ilha de São Miguel, nos Açores. Iniciamos agora a nossa rota de descolagem, em direção ao regresso aos triunfos”. Este é o ponto de partida perfeito, para aquela que será a deslocação mais longínqua, que iremos fazer na presente temporada. O Clube Desportivo Santa Clara, único representante açoriano nos campeonatos profissionais, espera pela comitiva beirã, que voa para a sétima jornada do campeonato, com o pensamento focado nos três pontos. Não vale a pena desesperar. Se bem conhecermos a segunda divisão portuguesa, sabemos perfeitamente que a competitividade, os resultados renhidos e inesperados e a divisão de pontos são, talvez, a sua propriedade característica mais recorrente. E como isto não é como começa, mas sim como acaba, viremos atenções para uma nova oportunidade de responder, com convicção, ao desaire do fim de semana anterior.  Analisando a história, o Académico de Viseu torna-se o teórico favorito, num embate frente a um adversário com o qual não perde desde 2015. Em 10 jogos entre os dois emblemas, a turma viseense levou a melhor em seis ocasiões, tendo sofrido derrotas em apenas três delas, a última precisamente nos Açores, em abril de 2015. Apesar do terreno tradicionalmente difícil, os viriatos apenas perderam por uma vez nos últimos 10 anos, dados que aumentam (à priori) as probabilidades de sucesso. No entanto é preciso transformar, na prática, a vantagem teórica de que vos falamos. Para tal, é necessário encher as malas de viagem com confiança e união, ingredientes capitais para que a equipa volte ao rumo das vitórias. Sem estas duas premissas, nenhum conjunto de trabalho conseguirá atingir objetivos, sejam eles quais forem. Já diagnosticando o atual momento dos dois conjuntos, os açorianos ainda não foram derrotados na presente temporada, somando 12 pontos no campeonato, no qual ocupam o terceiro lugar. São, por isso e a par do AVS, as duas únicas equipas da segunda liga ainda sem derrotas. Desse restrito grupo, saiu precisamente o Académico de Viseu, que até à última ronda da competição, não tinha qualquer deslize na prova interna. Após a derrota caseira, frente ao líder, torna-se então imperativo dar uma boa resposta na visita aos Açores. Muitos poderão pensar que esta é uma “conversa da treta”, até porque o fervoroso adepto viseense vive de resultados, é esfomeado pelo golo e pelo triunfo. Ainda assim, a nossa missão passa por manter o ADN VIRIATHUS acima de tudo, génese essa que nos une e fortalece, nas alturas de maior dúvida ou dificuldade. “Confiantes e unidos”, é desta forma que teremos de estar, mais que nunca.

2023-10-04

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Superioridade ≠ Vitória

Num campeonato tão competitivo, as derrotas ou desaires, fazem parte do processo normal de crescimento e amadurecimento de uma equipa. Hoje, jogámos frente ao líder da prova, terminando a partida com o sentimento de que a superioridade não voltou, de novo, a refletir-se no resultado. Com mais posse de bola, ocasiões de perigo e remates, a derrota acabou por surgir frente a uma equipa que será, de forma justa, considerada mais experiente. O primeiro tempo do encontro desta manhã foi subjugado ao equilíbrio, tendo pertencido ao Académico as duas principais ocasiões para marcar. A primeira delas, aos 37 minutos, surgiu quando, após um canto batido à maneira curta no flanco direito do ataque, Famana Quizera cruzou uma bola redondinha para a cabeça de Arthur Chaves. O defesa central brasileiro, conquistou o espaço à entrada da pequena área, saltando sozinho e cabeceando pouquíssimo por cima da baliza de Pedro Trigueira. Ainda antes do apito para os balneários, com dois minutos para lá dos 45, o número 10 dos viriatos voltou a estar em destaque. Depois de uma bola guerreiramente segurada por André Clóvis, de costas para o ataque, Quizera foi assistido à entrada da grande área. Após trocar os olhos à defensiva contrária, o luso-guineense disparou colocado para uma boa intervenção do guarda-redes dos nortenhos, que manteve o nulo para a segunda parte. Nela mesma iriam surgir todos os golos, que ditaram a marcha do marcador no final do encontro. Entrando com tudo no regresso ao relvado, foi numa jogada de insistência (onde Gautier podia ter marcado) que o Fontelo assistiu a um dos momentos da manhã. Jovani Welch, de regresso ao onze titular, recebeu de Messeguem antes de aplicar o pé direito para um golaço. Pouco para lá da metade do meio-campo adversário, o panamiano encontrou as redes do AVS, fazendo o 1-0 que trazia justiça ao marcador.

2023-10-01