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O triunfo que escapou por um penálti

O Académico de Viseu esteve muito perto de somar a sua segunda vitória no campeonato, mas acabou por ceder um empate a duas bolas diante do Marítimo, em encontro da sétima jornada da Liga Portugal 2 Meu Super. O golo de Adrián Butzke já em tempo de compensação, após os tentos de André Clóvis e Samba Koné, ditou a divisão de pontos. A equipa da casa entrou melhor no jogo e criou várias situações de perigo. Bruno Brígido e Samba Koné foram determinantes a segurar o nulo, com o médio maliano a cortar em cima da linha um remate que parecia já destinado ao fundo das redes. Pouco depois, Alexandre Guedes enviou a bola à trave, confirmando o ascendente maritimista na primeira parte, no que às aproximações da baliza diz respeito. Na etapa complementar, a toada mudou de cor. O Académico surgiu mais atrevido e colheu frutos aos 56 minutos: André Clóvis, chamado a converter uma grande penalidade, não vacilou e inaugurou o marcador. A resposta insular foi imediata. Três minutos depois, Noah Madsen apareceu no coração da área para dar o melhor seguimento a um cruzamento de Martín Tejón e restabelecer a igualdade. O encontro ganhou intensidade e emoção, com ambas as formações a procurar o golo. E foi novamente o Académico a adiantar-se, desta feita por Samba Koné, que arriscou de longe e contou com um desvio para surpreender Samuel Silva. Quando tudo parecia encaminhar-se para uma importante vitória dos viseenses, surgiu a reação final do Marítimo. Já nos descontos, Adrián Butzke falhou uma grande penalidade mas, na recarga, não perdoou e fixou o resultado em 2-2.

2025-10-04

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Sérgio Vieira: “Foi uma partida com um sabor amargo”

Em jogo da jornada número sete da Liga Portugal 2 Meu Super, o Académico de Viseu saiu com um empate a duas bolas da Ilha da Madeira. Na deslocação ao terreno do Marítimo, os comandados de Sérgio Vieira estiveram por duas vezes em vantagem, com golos de André Clóvis e Samba Koné, mas acabaram por permitir o empate ao adversário ao cair do pano. Na conferência de imprensa de rescaldo à partida, o técnico academista deu relevo à primeira parte bem conseguida pela turma Beirã, assumindo a importância dos ajustes feitos ao intervalo: “Face a todas as circunstâncias, a nossa primeira parte foi extremamente positiva. Vir à casa de um clube como o Marítimo, muito organizado e cheio de valores individuais, que está no topo da tabela, e fazer a primeira parte que fizemos, é de destacar. Talvez a questão do golo anulado criou a emoção nas pessoas que as fez pensar que a partida esteve desequilibrada, mas não. Ao intervalo ajustámos alguns detalhes, com vista a ter mais maturidade e melhores decisões nas alas. Fomos crescendo naturalmente até chegarmos à vantagem, por duas vezes”. Sérgio Vieira valorizou o bom duelo entre insulares e viseenses, afirmando ainda assim que o resultado peca por injusto: “Tendo em conta duas equipas que competem pelos mesmos objetivos e que têm as mesmas características, acho que foi um excelente jogo. Para nós, foi uma partida com um sabor amargo, porque sabemos perfeitamente a forma como nos preparámos. Perder dois pontos nos últimos segundos é uma sensação muito difícil, mas temos de seguir em frente e lembrar que estamos no início do campeonato. É algo que só nos pode fortalecer e não afetar negativamente”. O treinador do conjunto academista abordou ainda o valor coletivo e individual do grupo, que deve continuar a crescer: “Temos qualidade e temos jogado muito bem em muitos jogos, nos quais estivemos quase sempre em vantagem. Têm sido encontros com um sabor muito ingrato, mas temos noção dos processos que estão a acontecer individual e coletivamente”. 

2025-10-03

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Sérgio Vieira e Messeguem projetam duelo com o Marítimo: “Queremos dar início a uma sequência de vitórias”

O Académico de Viseu desloca-se esta sexta-feira à Madeira para defrontar o Marítimo, em jogo de abertura da jornada número sete da Liga Portugal 2 Meu Super. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Vieira e o médio alemão Soufiane Messeguem deixaram mensagens de confiança, mas também de alerta para as dificuldades que esperam encontrar. “Esperamos uma e um ambiente difíceis. O Marítimo, apesar de uma derrota e de um empate recentes, somou pontos e está numa posição positiva. Acredito que será uma equipa motivada, tranquila e a jogar o seu futebol”, começou por referir Sérgio Vieira, sublinhando a qualidade do adversário, mas também as oportunidades que o jogo pode oferecer ao Académico. O treinador recordou que, na segunda liga, qualquer resultado é possível: “Nenhuma equipa é perfeita, ainda mais nesta competição. O último classificado pode ganhar ao primeiro, e ganhar bem. Assim como nós podemos vencer qualquer adversário. Temos qualidade individual e coletiva para isso”. Apesar de destacar o bom momento ofensivo dos viseenses, Sérgio Vieira não escondeu a necessidade de maior consistência defensiva: “Somos uma das equipas que mais golos marca, mas também uma das que mais sofre. Isso não é próprio das minhas equipas, e temos de corrigir. Trabalhamos com rigor e foco. Como se costuma dizer, ataques ganham jogos e defesas ganham campeonatos. Sofrer um golo gera dor, desconforto, frustração, e ninguém quer passar por isso. Temos de aprender a lidar com esses momentos e sair deles mais fortes”. O técnico academista reforçou ainda que o grupo está consciente do caminho a seguir: “Sabemos que as circunstâncias dos golos sofridos têm sido muito específicas, muitas delas em bolas paradas. Isso demora tempo a corrigir, não é em seis jornadas que se constrói um processo coletivo perfeito. Mas sentimos que estamos no caminho certo. Queremos rapidamente encaixar uma sequência de vitórias, porque só quem aguenta as pancadas, as derrotas e as frustrações consegue depois iniciar um novo ciclo. Acredito que, se mantivermos este rigor, vamos ser muito felizes esta temporada”. Ao lado do treinador esteve Soufiane Messeguem, que partilhou a ambição do grupo para o encontro na Madeira. “Sabemos que vamos enfrentar uma equipa forte, mas estes são os jogos que todos os jogadores querem jogar: sexta-feira, boa relva, muita gente no estádio… Estamos preparados para trazer pontos da Madeira”, afirmou. O médio alemão destacou ainda o espírito do balneário: “Acho que se sente que o espírito da equipa é muito bom. Mesmo com menos um jogador no último jogo, não se notou que estávamos com 10. Estamos a tentar deixar de lado as pequenas falhas nos momentos decisivos, porque a verdade é que a equipa está no caminho certo”. O Académico de Viseu viaja esta quinta-feira para a Madeira. Em vista está o jogo desta sexta, em casa do Marítimo da Madeira, em partida que inaugura a ronda número sete da Liga Portugal 2 Meu Super. O encontro está agendado para as 18H, no Estádio do Marítimo.  

2025-10-01

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Jogo ingrato em tarde cinzenta

O Académico de Viseu lutou até ao último minuto, mas acabou por cair diante do Portimonense por 3-2, no Fontelo, num jogo onde a coragem dos viseenses merecia, pelo menos, outro desfecho. A equipa academista jogou mais de 50 minutos em inferioridade numérica, mas nunca deixou de disputar o resultado olhos nos olhos. O início foi ingrato. Aos 5 minutos, uma falta de João Guilherme sobre João Reis ditou grande penalidade, convertida por Tamble Monteiro. O golo não abalou o Académico, que manteve o plano e chegou ao empate pouco depois. Álvaro Zamora, quem mais, arriscou de longe e beneficiou de uma má intervenção de Sébastien Cibois para restabelecer a igualdade, naquele que foi o terceiro golo do costa-riquenho em apenas três jogos. A reação academista galvanizou a equipa, mas o Portimonense voltou a colocar-se na frente num lance de insistência concluído por Danio Djassi. Pouco depois, a expulsão de Tomás Domingos parecia condenar a turma Beirã a uma tarde cinzenta. Contudo, foi no segundo tempo que se viu o melhor dos Viriatos. Mesmo com dez jogadores, o Académico empurrou o adversário para trás, criou ocasiões claras e esteve perto do empate em remates de Clóvis e Gustavo Costa. O Fontelo acreditava, mas contra a corrente o Portimonense fez o 1-3, novamente por Tamble Monteiro, num golpe duro para os viseenses. Ainda assim, o Académico não baixou os braços. Nos descontos, Nikos Michelis reduziu para 2-3 e relançou a esperança, premiando o esforço até ao apito final. Apesar da derrota, fica a imagem de uma equipa competitiva, que jogou com intensidade e personalidade, mesmo em circunstâncias adversas.

2025-09-27

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Sérgio Vieira lamenta “detalhes” fatais na derrota frente à Portimonense SAD

O Académico de Viseu perdeu esta tarde, no Estádio do Fontelo, por 3-2 diante da Portimonense SAD, em jogo a contar para a sexta jornada da Liga Portugal 2 Meu Super. No rescaldo à partida, o treinador Sérgio Vieira reconheceu os erros cometidos nos momentos iniciais e sublinhou a importância dos pequenos detalhes que acabaram por ser decisivos. “Em primeiro lugar, nós temos que ser mais agressivos do que os nossos adversários nos períodos iniciais. O que aconteceu foi um pouco isso: no início, esta equipa do Portimonense procurava bastante um jogo vertical por parte dos seus centrais. Nós, quando pressionámos alto, não podíamos permitir que as ligações fossem por dentro, junto à relva, e falhámos um pouco nisso. Permitimos algumas chegadas que depois deram origem a cantos e, mais tarde, a um penálti. E não podemos, se queremos andar no topo da tabela, cometer erros neste tipo de lances”, afirmou. O técnico academista destacou que os erros têm estado relacionados com aspetos que já vinha identificando: “Aqueles detalhes de que tenho falado são coisas que temos de corrigir. Muitos jogadores têm de crescer rapidamente na competição e na responsabilidade das pequenas decisões”. Apesar da reação da equipa, Vieira reconheceu que a estratégia defensiva não foi totalmente cumprida: “Conseguimos empatar, mas fruto dessa falta de encaixe na pressão, acabámos por sofrer o segundo golo. Estávamos já em inferioridade numérica e isso obrigou-nos a ajustar taticamente. Tivemos de ser mais agressivos e ir atrás do resultado. Logo no início da segunda parte demos uma resposta fantástica, e temos que enaltecer os jogadores pela atitude, coragem e vontade em procurar a reviravolta, mesmo com menos um em campo”. Em análise à partida, Sérgio Vieira admitiu também que o adversário aproveitou os espaços deixados em transição: “Quando abrimos o jogo em busca do empate, o Portimonense acabou por marcar o terceiro golo em contra-ataque. Ainda conseguimos chegar ao segundo golo já perto do fim, mas foi um jogo ingrato para nós. A verdade é que demos continuidade ao bom futebol que vínhamos a praticar, criámos oportunidades e sabíamos que tínhamos capacidade para vencer este adversário. No entanto, as circunstâncias que aconteceram durante o jogo acabaram por nos condicionar”, concluiu o treinador academista.

2025-09-27

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Preparado para “um jogo exigente” frente ao Portimonense

O Académico de Viseu recebe, no próximo sábado, a Portimonense SAD, em jogo a contar para a sexta jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Vieira destacou a evolução contínua da sua equipa, sublinhando que o foco está no processo e não apenas nos resultados: “Esses sinais de que a equipa não perde há três jogos não são algo em que nos foquemos. Desde o início do campeonato que sentimos evolução na forma como jogamos em todos os momentos. Avaliamos profundamente, de forma individual e coletiva, e sabemos o que nos levou a empatar, perder ou ganhar. Mais do que os resultados finais, sentimos os processos e o desempenho, e isso tem-nos feito evoluir a cada semana”, afirmou. O técnico academista frisou ainda que a prioridade passa por edificar bases sólidas que permitam consistência a médio e longo prazo: “Queremos que as vitórias sejam uma consequência natural daquilo que tem vindo a ser alicerçado, sem pressão ou ansiedade. O objetivo é que, quando atingirmos maturidade nas vitórias, consigamos mantê-las e terminar a competição da forma que todos sonhamos”. Sobre o adversário, Sérgio Vieira não escondeu o respeito pelos algarvios: “O Portimonense é uma equipa forte, que vem da Primeira Liga e que assumiu publicamente o objetivo de voltar a esse patamar. Têm qualidade individual e coletiva, como ficou demonstrado na vitória no Seixal contra o SL Benfica "B", mesmo com menos dois jogadores. Vamos respeitar esse valor, mas acima de tudo olhar para nós e melhorar detalhes do jogo com a Oliveirense, em que, apesar do bom desempenho, deixámos escapar dois pontos”. Já o defesa português Tomás Domingos, um dos reforços da época, garantiu que o grupo mantém a ambição em alta após a passagem à próxima fase da Taça de Portugal: “As competições são diferentes, mas o chip tem de ser o mesmo: entrar em todos os jogos para ganhar. Sinto que a minha adaptação ao Académico foi boa, fui muito bem recebido pela estrutura, equipa técnica e colegas, e estou cada vez mais à vontade”. O jogador destacou ainda o crescimento coletivo da equipa: “O último jogo foi um dos melhores em termos coletivos. Criámos muitas oportunidades de perigo e isso mostra que estamos em evolução. Agora temos o Portimonense, uma equipa que até utiliza um sistema tático parecido. Estão acima de nós na classificação, mas temos a oportunidade de os ultrapassar. É isso que vamos tentar fazer". O Académico de Viseu recebe este sábado a Portimonense SAD, em jogo da ronda número seis da Liga Portugal 2. A partida que dita o regresso dos Viriatos ao campeonato está agendada para as 14H, no Estádio Municipal do Fontelo.  

2025-09-25

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A confirmação do favoritismo

O Académico de Viseu confirmou o favoritismo e carimbou a passagem à terceira eliminatória da Taça de Portugal, ao vencer no reduto do CD Portalegrense por 3-0. Numa tarde marcada pela superioridade academista, a equipa de Sérgio Vieira não deu espaço para surpresas e construiu uma vitória segura, fruto da qualidade individual e coletiva que se impôs desde o apito inicial. Logo aos 21 minutos surgiu o primeiro momento decisivo: Kaique Santos, depois de sofrer falta na área, assumiu a cobrança do penálti e abriu o marcador com frieza. O golo tranquilizou o Académico e deixou o adversário em maiores dificuldades. Pouco depois, Cihan Kahraman esteve perto de ampliar, mas o poste travou o seu remate poderoso. A insistência viseense foi premiada ainda no primeiro tempo. Numa jogada desenhada por Kahraman, a bola sobrou para Samba Koné, que aproveitou a desatenção da defesa alentejana e assinou o 2-0. O Portalegrense, algo resignado, só assustou numa reposição longa do guarda-redes Rodrigo Carlos, que quase surpreendia Matheus Sampaio, mas a bola saiu por cima. O segundo tempo manteve a mesma história: o Académico a controlar e a desperdiçar ocasiões, com destaque para duas bolas de Samba Koné devolvidas pelos ferros. Apesar da resistência dos homens da casa, a diferença de ritmo era clara e só faltava a confirmação no marcador. Essa chegou já em tempo de descontos. André Clóvis, acabado de entrar, inventou um remate de trivela que fechou a conta em 3-0, garantindo justiça no resultado e premiando a superioridade academista. Com este triunfo, o Académico de Viseu segue em frente na Taça, e prepara já a partir de amanhã o regresso ao campeonato e ao Fontelo, agendado para o próximo sábado.

2025-09-21

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Sérgio Vieira pede respeito e máxima seriedade para ultrapassar o Portalegrense

O Académico joga este domingo a segunda eliminatória da Taça de Portugal, marcada pela deslocação ao Estádio Municipal de Portalegre, casa do CD Portalegrense. Na conferência de imprensa de antevisão, na conferência de antevisão ao encontro da 2ª eliminatória da Taça de Portugal, frente ao CD Portalegrense, o treinador do Académico de Viseu, Sérgio Vieira, e o atacante Robinho, sublinharam a responsabilidade que a equipa carrega e a necessidade de encarar o jogo com seriedade máxima. “Acredito que as duas equipas têm um objetivo: passar a eliminatória, embora com responsabilidades diferentes. Sem dúvida que a nossa responsabilidade é inequivocamente passar, sem qualquer tipo de erros ou equívocos. Mas, para isso, temos de ter muito respeito por todos os jogadores, pela equipa, pela história do nosso adversário, pelo seu treinador e pelo projeto que têm. A forma de demonstrarmos esse respeito é sermos nós próprios, com a mesma atitude, intensidade, ambição, agressividade e preparação — ou até mais — para não relaxarmos. Acredito que, com esta mentalidade, no domingo conseguiremos cumprir o nosso objetivo”, afirmou o técnico academista. O treinador alertou ainda para os perigos de relaxamento em jogos deste tipo, recordando surpresas que já marcaram a Taça em Portugal: “Os jogadores estão extremamente alertados. Pela atitude que tiveram esta semana, até demonstraram que nem precisavam desse alerta. Sabemos que muitas vezes estas competições trazem emoções que transformam o rendimento, e isso já aconteceu ao Académico, inclusive a grandes clubes, em Portugal e noutros países. Temos de estar preparados para qualquer adversário. A nossa responsabilidade é maior, mas isso só aumenta a motivação do outro lado. Só com respeito, demonstrado em campo com atitudes e comportamentos, é que vamos conseguir o objetivo”. Sérgio Vieira destacou ainda fatores de dificuldade que podem marcar a partida, como a adaptação ao relvado ou a força do adversário perante os seus adeptos: “Essas dificuldades existem, mas dependem muito da preparação mental. Um jogador, quando está preparado, joga bem em qualquer campo. Temos de estar mais focados nas ações técnicas, nas tomadas de decisão, na intensidade. O apoio do público é também um fator que pode pesar, mas a nossa resposta terá de ser igual ou superior ao que fazemos no campeonato. Não diferenciamos competições nem adversários. Podemos dar oportunidade a alguns jogadores, mas a seriedade, a exigência e o profissionalismo serão sempre os mesmos”.  Presente também na conferência, o avançado Robinho reforçou a ideia do treinador, frisando que o Académico não pode abdicar de assumir o seu estatuto. “Na minha opinião, responsabilidade e respeito são fundamentais. O favoritismo temos de assumir sempre, porque trabalhamos para isso. Mas o respeito pelo adversário é estarmos sempre no nosso melhor nível, tentando fazer as coisas bem e mostrando que estamos ali para passar. Seja contra adversários superiores ou inferiores, isso não nos diz nada. O importante é assimilar processos e melhorar jogo após jogo”, afirmou o atleta português. Ainda em processo de adaptação a Viseu e ao emblema Beirão, Robinho garantiu estar motivado para dar mais à equipa. “Clube novo, cidade nova, trabalho com pessoas novas... é sempre uma adaptação. Mas acredito que, dia após dia, pelo trabalho que vamos fazendo, posso voltar a mostrar uma versão ainda melhor de mim”. O avançado concluiu reforçando a ideia de foco no trabalho interno: “Como o mister disse, não trabalhamos em função dos adversários, embora os estudemos ao pormenor. Trabalhamos em função de nós próprios. Esta semana foi muito boa, como as anteriores, porque mantivemos a mesma forma de trabalhar, focados nos nossos processos, para passar à próxima eliminatória”. O Académico de Viseu viaja este domingo até Portalegre, para defrontar o CD Portalegrense. A partida que dita a estreia dos Viriatos na Prova Rainha está agendada para as 15H, no Estádio Municipal de Portalegre.

2025-09-19

Formação SAD

Primeira derrota banhada por escassez de tempo útil

Está confirmado o primeiro deslize do Académico de Viseu na Liga Revelação 2024-25. Na receção ao Gil Vicente FC, a turma Sub-23 de Nuno Braga saiu derrotada por 2-1, em partida realizada no Estádio Municipal do Fontelo. Foi de novo através de um bom e pressionante início de encontro, que o Académico impôs muitas dificuldades na saída de bola do adversário. Antes dos cinco minutos Afonso Sousa apareceu isolado, mas permitiu a defesa do guardião gilista. No entanto e, contra a corrente do jogo, os forasteiros chegaram à vantagem ao minuto 10. João Pinto aproveitou o espaço concedido à entrada da área viseense, para inaugurar o marcador. O conjunto Beirão respondeu em força e somou outras duas oportunidades pelos pés de Afonso Sousa, que numa tarde de pouca sorte não conseguiu reestabelecer a igualdade. Com domínio evidente em campo, foi novamente João Pinto a surpreender o público do Fontelo, ao fazer o 2-0 aos 28 minutos, numa transição rápida que aumenta a injustiça no resultado. Com um poderio físico considerável, a equipa nortenha foi sendo mais forte nos duelos, chegando mesmo ao intervalo em vantagem. Já no segundo tempo, a entrada de Kelve Semedo veio agitar as águas. Aos 67 o ponta-de-lança santomense ameaçou com um remate por cima, antes de faturar mesmo três minutos depois, relançando o resultado. Quebrando o ritmo de jogo e sendo astuto nessa gestão, o Gil Vicente FC conseguiu sair com os três pontos de Viseu, sendo a primeira equipa da época a derrotar o conjunto Sub-23 do Académico. Em rescaldo ao encontro desta terça-feira, o capitão academista Maga destacou a personalidade do coletivo, admitindo que faltou concretizar todas as boas oportunidades criadas: “Apesar desta ter sido a nossa primeira derrota, foi o jogo em que tivemos mais personalidade e em que mandámos mais. Tivemos mais bola e criámos o suficiente para sair daqui com a vitória, faltou-nos o golo. Na primeira parte falhámos na transição à perda mas estamos no caminho certo. Jogar aqui é sempre melhor, estamos na nossa cidade com mais adeptos, o campo é melhor e maior. Estamos um pouco tristes pela derrota mas vamos continuar a trabalhar muito”. Já o Mister Nuno Braga foi claro quanto à quebra de ritmo originada pelo adversário, afirmando que os academistas devem sentir orgulho na prestação da equipa: “Fomos claramente superiores, tivemos muita personalidade e uma capacidade muito grande de ter a bola. Cometemos dois erros que geraram os dois golos, chegando ao intervalo com uma desvantagem injusta. Só uma equipa tentou jogar, tenho dúvidas que a segunda parte tenha tido mais de 20 minutos de jogo útil, algo que não dignifica a Liga Revelação. Neste jogo fomos superiores do início ao fim, não contabilizei a quantidade de oportunidades que tivemos. Os adeptos viseenses devem estar orgulhosos do jogo que nós fizemos aqui, embora não tenhamos saído com os três pontos”. O Académico de Viseu perde assim a liderança isolada do campeonato, partilhando-a à condição com o FC Vizela, ambos com sete pontos. Na próxima jornada, os Viriatos visitam o terreno do FC Famalicão, atual sexto classificado. O encontro na cidade nortenha está pré-agendado para dia 18 de setembro, às 15H.

2024-08-27

Formação SAD

Novo triunfo em casa abre caminho à liderança isolada

O Académico de Viseu de Nuno Braga voltou a vencer para o campeonato. A vitória caseira por 3-2 sobre o até agora líder da Série A da Liga Revelação, SC Braga, isolou os jovens Viriatos no primeiro lugar da classificação. Foi com um começo atrativo, envolvido num futebol atacante que Académico e SC Braga deram o pontapé de saída no encontro desta tarde, entre os primeiros dois classificados da tabela à entrada para esta jornada. Pautado por uma objetividade mais elevada, o conjunto de Nuno Braga foi, progressivamente, tomando conta da partida e chegando cada vez com mais perigo à baliza bracarense. Aos 21 minutos, o marcador foi inaugurado pelo suspeito do costume: Simão Silva, à entrada da grande-área, recebeu a assistência de Bruno Branco e rematou rasteiro para o 1-0. Nem dois minutos volvidos, Facundo Alarcón aproveitou uma desatenção da defensiva adversária, para dobrar a vantagem viseense. Não deixando respirar os minhotos, a pressão academista manteve-se e, aos 37 minutos, Bruno Branco aproveitou uma assistência primorosa de Alarcón para se isolar perante Tai Znuderl. Após serpentear o guarda-redes, o avançado brasileiro encostou com calma para o 3-0. Antes do final do primeiro tempo, o SC Braga ainda foi a tempo de reduzir, por intermédio de Afonso Duarte. Já na etapa complementar, foi a equipa visitante a entrar melhor. O número 10 dos minhotos bisou na partida e reduziu o placar para a margem mínima. Com um 3-2 no resultado, a turma beirã resistiu às investidas do conjunto da Cidade dos Arcebispos, que não mais conseguiu incomodar realmente a baliza à guarda de Gomes Gerth. Seria mesmo com este resultado que terminaria a partida. Em reações à segunda vitória em três jogos, o treinador academista Nuno Braga assumiu a justiça do triunfo, apontando já baterias ao próximo jogo em casa: “Entrámos de forma muito forte e intensa no jogo, com a qual conseguimos criar o 3-0. É normal que essa intensidade tenha gerado alguma quebra física, originada também pelo intervalo que não foi benéfico para nós e, para o qual, até podíamos ter saído com uma vantagem maior. Depois disso foi um jogo de resiliência e de espírito de sacrifício. Tivemos de entender os momentos do jogo e admitir que nem sempre dá para fazermos o que queremos. O SC Braga é uma equipa com muitas mais-valias vindas do banco mas penso que a vitória só assentava bem ao Académico. Fomos superiores no jogo todo, mesmo que na segunda parte tivéssemos entrado com um ritmo menor. Os três pontos em mais um jogo em casa eram muito importantes, queremos já aproveitar o próximo jogo para voltarmos a vencer”.   O Académico de Viseu é agora líder isolado da Série A da Liga Revelação, com sete pontos. Na próxima ronda, os Viriatos voltam a jogar em casa. O jogo frente ao Gil Vicente FC está marcado para a próxima terça-feira, às 16H.

2024-08-20

Formação SAD

“Não fomos capazes de concluir as oportunidades que tivemos”

Mantém-se a invencibilidade do Académico de Viseu na Liga Revelação. Na segunda jornada da competição, a primeira fora de casa, o conjunto orientado por Nuno Braga empatou no terreno do Rio Ave FC, num jogo sem golos. Com algumas oportunidades claras de golo, onde não foi capaz de faturar, a turma beirã teve mais bola e mais clarividência que o adversário, aspetos que ainda assim não chegaram para sair da Maia com três pontos. Em rescaldo ao encontro desta terça-feira, o técnico dos academistas Nuno Braga, retratou uma partida onde a falta de definição fez a diferença: “Entrámos muito bem no jogo, os primeiros 25 minutos foram dominados pela nossa forte acutilância e pela nossa intenção de ter bola e de exercer pressão alta. Acabámos por baixar um pouco a intensidade devido ao ritmo que impusemos na primeira metade do jogo, na qual dispusemos de duas oportunidades claras. Na segunda parte voltámos com intenção de estar, novamente, por cima do jogo e conseguimos ser sempre superiores, estivemos sempre mais perto da vitória. Impusemos uma grande vantagem sobre o Rio Ave, mas não fomos capazes de concluir as oportunidades que tivemos e que podíamos ter criado”. O Académico de Viseu é o segundo classificado da Série A da Liga Revelação, com quatro pontos. Na próxima jornada, os Viriatos recebem o atual líder da classificação no Estádio Dr. Orlando Mendes. O encontro diante do SC Braga, primeiro classificado com seis pontos, está marcado para a próxima terça-feira, às 16H.

2024-08-13