Notícias

Equipa Profissional

Um Académico superior que merecia mais em Oliveira de Azeméis

O Académico de Viseu saiu de Oliveira de Azeméis com apenas um ponto (2-2), mas a verdade é que fez por merecer muito mais. O empate frente à UD Oliveirense, no fecho da 5.ª jornada da Liga Portugal Meu Super, foi o retrato de um jogo em que os viseenses assumiram as rédeas, criaram mais perigo e, sobretudo, mostraram personalidade dentro e fora de campo. Desde o apito inicial que a equipa de Sérgio Vieira tomou a iniciativa. O primeiro quarto de hora foi dominado pelos Viriatos, que acumularam aproximações perigosas, sempre com Zamora, Clóvis e Mortimer a agitarem a defesa contrária. Faltou apenas a pontaria para transformar a superioridade em vantagem. E, no futebol, esse detalhe custa caro: na primeira verdadeira chegada da Oliveirense, perto do intervalo, Bruno Silva aproveitou o trabalho de Pedro Martelo e fez o 1-0, contra a corrente. A resposta academista foi imediata e contundente. Logo no arranque da segunda parte, surgiu a classe de Álvaro Zamora – um remate colocado, fruto de jogada individual de recorte técnico, que devolveu justiça ao marcador. A equipa não abrandou, encostou a Oliveirense às cordas e, naturalmente, chegou à reviravolta. Gustavo Costa assinou um cruzamento de manual e Zamora, imparável, cabeceou para o 1-2. Nesse momento, só havia uma equipa a jogar para vencer. Contudo, o futebol voltou a ser cruel para os academistas. Quando tudo indicava que a vitória estava encaminhada, uma jogada esporádica permitiu a Manga Foe-Ondoa, recém-entrado, fixar o empate com um remate rasteiro. Foi praticamente a única oportunidade clara dos locais no segundo tempo, mas suficiente para roubar dois pontos ao Académico. Até ao apito final, os viseenses foram os únicos a procurar o golo com convicção. No fim, fica a sensação de que o Académico de Viseu fez mais do que suficiente para sair com os três pontos. Teve qualidade, teve raça e teve um protagonista em noite de gala: Álvaro Zamora, que mostrou ser um jogador diferenciado. Mas no futebol nem sempre vence quem mais merece.

2025-09-16

Equipa Profissional

Sérgio Vieira considera empate em Oliveira de Azeméis “injusto”, mas pede foco nos detalhes

O Académico de Viseu empatou esta segunda-feira a duas bolas frente à UD Oliveirense, em Oliveira de Azeméis, num jogo que deixou Sérgio Vieira com sentimentos mistos. O treinador academista reconheceu o mérito do adversário, mas sublinhou que, pela forma como a sua equipa se apresentou, o resultado não refletiu o domínio em campo. “Face ao domínio, às oportunidades e ao volume de jogo ofensivo, considero que foi injusto. Mas no futebol e na vida não existe justiça, existem circunstâncias. Temos que as aceitar. Essas circunstâncias têm que nos levar a insistir em detalhes, em pormenores dos nossos processos, tanto coletivos como individuais, para não permitirmos este tipo de situações”, afirmou. O técnico lembrou ainda o contexto motivador em que a Oliveirense se encontrava. “Sabíamos que era a estreia no seu estádio, perante o seu público, depois de terem ganhado ao Sporting e empatado com o Farense. Estavam numa fase positiva, face aos seus objetivos e ao passado recente. Sabíamos que iam estar extremamente motivados. Sentimos essa injustiça pelo resultado, mas temos que aceitar as circunstâncias e seguir a trabalhar com determinação. Não há outro caminho”. Sérgio Vieira destacou também a fase de crescimento do Académico, lembrando que a época ainda está no início: “Não é em dois meses e pouco, ou num mês e meio de competição, que acontecem milagres. Hoje estivemos muito próximos disso. Se não tivéssemos sofrido aquele golo, se tivéssemos inaugurado o marcador e mantido o rigor, estávamos a jogar bem e a ser consistentes. Mas temos que aceitar em que etapa estamos: não é ainda perfeita, mas é positiva. Essa perfeição é algo que vamos buscar”. No balneário, o discurso foi duplo: elogio e exigência: “Elogiei os jogadores, mas também os cobrei nos pequenos detalhes. Uma equipa que quer estar num patamar elevadíssimo não pode ficar satisfeita só porque fez um grande jogo e porque o empate foi injusto. Tem que olhar com revolta para dentro, para as pequenas decisões que podiam ter sido melhores. Só assim se atinge a excelência. Acredito que vamos para outros patamares de exibição e eficácia com o passar do tempo”, concluiu.

2025-09-15

Equipa Profissional

Focados na primeira vitória fora de portas

O Académico joga esta segunda-feira a quinta jornada da Liga Portugal 2 Meu Super, marcada pela deslocação ao Estádio Carlos Osório, casa da UD Oliveirense. Na conferência de imprensa de antevisão, o treinador Sérgio Vieira destacou a importância da paragem para a data FIFA e do seu regresso ao banco, e mostrou confiança na evolução da equipa. Já o jovem espanhol Nils Mortimer sublinhou a união do grupo e o apoio dos adeptos. Sérgio Vieira começou por realçar o trabalho feito nas últimas duas semanas: “Foi importante esta paragem para estarmos alguns dias juntos. O nosso foco, desde o início, nunca foram os resultados — muito menos nos jogos de treino —, mas sim nos processos que levam aos resultados. Estes são uma consequência natural ao longo da época. O mais importante são os processos sustentáveis que ajudam os jogadores a tomar boas decisões. Foi isso que fizemos durante esta paragem: puxar pelos jogadores, elevar os níveis de confiança, exigência, espírito de sacrifício, qualidade técnica e também o nível físico. Foi um período muito importante e nesta semana, em termos táticos e estratégicos, voltámos a trabalhar muito bem”. O técnico academista reconheceu a valia da UD Oliveirense, mas salientou que o sucesso depende sobretudo da resposta dos seus jogadores: “Sabemos o adversário que temos pela frente, é uma equipa que tem mais pontos do que nós e que regressa agora ao seu estádio. Há muitos fatores estratégicos a refletir, mas aquilo que vai acontecer dentro de campo depende exclusivamente de nós. Sabemos a força individual e a organização coletiva que temos, as nossas ambições e responsabilidades. Espero que os nossos jogadores estejam no seu melhor nível e que se superem, porque esse é também o nosso espírito”. Apesar do arranque sem vitórias fora no campeonato, Sérgio Vieira acredita na resposta do grupo: “Neste início de época não conseguimos garantir fora aquilo que toda a gente deseja — as vitórias e os três pontos —, mas o caminho foi relativamente bem feito. Estivemos a ganhar em todos os jogos fora, o que mostra o mérito do trabalho e da entrega dos jogadores. Depois, em Leiria, perdemos a acabar e, frente ao Torreense, acabámos por falhar na segunda parte em aspetos que treinamos diariamente. Os jogadores sabem disso. Confio muito que todos estão preparados para elevar o nível daquilo que fizemos nessas deslocações e garantir, finalmente, os três pontos”. Sobre a maturidade da equipa, o treinador destacou o crescimento de vários atletas: “Uma equipa precisa de proximidade, cobrança e exigência. Muitas vezes os jogadores não gostam, mas com o tempo percebem que é algo determinante. É o que aconteceu com o Moreno (Nils Mortimer), o Soufiane, o Simão e outros. Já sinto que, em quatro jornadas, a equipa revelou mais autonomia, só com pequenas intervenções da nossa parte. Estamos no caminho para que este grupo atinja maturidade e autonomia tática, técnica e humana, dentro do balneário e dentro de campo. Isso vai permitir-nos estar muito próximos de agarrar os nossos objetivos e conquistar vitórias”. Também presente na conferência, o espanhol Nils Mortimer destacou o ambiente positivo dentro e fora do relvado: “Estas duas semanas serviram para nos conhecermos melhor e criar dinâmicas de grupo. Como disse o Mister, no jogo amigável com o Famalicão, o mais importante não era o resultado, mas sim evoluir enquanto grupo e enquanto jogadores. Penso que fizemos esse trabalho e estamos num bom caminho. Contra a Oliveirense acho que o vamos demonstrar”. O atleta reforçou ainda a importância da crescente ligação com os adeptos: “No último jogo contra o FC Porto “B”, todos sentimos um ambiente diferente. Na verdade, vai sempre depender de nós mesmos - se os adeptos virem a nossa entrega, vão entregar-se connosco – penso que foi o que aconteceu no último jogo, criou-se um ambiente e uma dinâmica com o público muito boa, foi isso que sentimos”. O Académico de Viseu viaja esta segunda-feira até Oliveira de Azeméis, para defrontar a UD Oliveirense. A partida que encerra a jornada número cinco da Liga Portugal 2 Meu Super está agendada para as 20H15, no Estádio Carlos Osório.

2025-09-13

Equipa Profissional

As recuperações de André Almeida e de Issoufi Maiga: “Estamos no mesmo bote”

O Académico de Viseu acompanha de perto a recuperação de dois dos seus atletas do plantel principal: André Almeida e Issoufi Maiga. Ambos enfrentam lesões prolongadas, partilhando agora o processo de reabilitação lado a lado, numa jornada marcada pelo esforço, pelo apoio da estrutura e do grupo e pela vontade de regressar aos relvados.  André Almeida descreveu o momento atual com serenidade e confiança:“Neste momento sinto-me muito bem, já tive tempo de fazer o luto da lesão. O facto de já termos tido jogadores que passaram por esta situação, como o Chian ou o Maiga, tem me ajudado muito porque ainda têm bem vivas na memória todas as fases da recuperação, e vão me dando feedbacks positivos de coisas que são perfeitamente normais de se sentir. Já dá para perceber que ele (Maiga) está quase a voltar, portanto seguindo o mesmo trajeto vai correr tudo bem”. O defesa-central academista não escondeu a dureza do processo desde o momento da lesão, sublinhando o apoio irrepreensível que recebeu: “No momento em que me lesionei, tive logo noção do que estava a acontecer. A verdade é que um jogador sente quando é uma coisa mais grave. Desde o início, o clube foi impecável, não tenho palavras. Como apanhei o período de verão, nunca deixei de vir todos os dias, o que é de louvar da parte da estrutura porque tinha sempre alguém para mim. Já para não falar no Jorge (Cunha), o nosso fisioterapeuta, que abdicou das férias dele para me ajudar no pós-operatório. No dia em que saí do hospital, assim que cheguei a casa ele estava pronto para iniciarmos a fisioterapia. Não há nada que eu possa dizer ou fazer para mostrar a minha gratidão a toda a gente, incluindo o Ergi (Symsek) que tem sido completamente inexcedível em todos os dias e em todos os treinos. Sinto uma diferença brutal desde o início, de dia para dia cada vez melhor e tudo se deve, claro, ao meu trabalho, mas, acima de tudo, às pessoas que que me rodeiam no clube”. A cumplicidade com Maiga tem sido, nas palavras de André Almeida, essencial nesta fase: “Eu e o Maiga trabalhamos diariamente juntos, puxamos um pelo outro e isso acaba por ser muito positivo. Quando temos o Ergi a puxar-nos ‘para baixo’ no sentido de dar-nos muita carga, somos nós que nos puxamos para cima e nos incentivamos. Podemos dizer que o clube todo está no mesmo barco, e eu e o Maiga estamos no mesmo bote. É isso que nos torna mais fortes, apesar de ser uma infelicidade para os dois”. André Almeida confessou ainda a dor de acompanhar os jogos da equipa fora das quatro linhas: “É muito mais difícil do que estar dentro de campo ou mesmo no banco. Sentimo-nos completamente impotentes, queremos ajudar e não conseguimos, custa muito sofrer do lado de fora. Mas a equipa também nos tem ajudado muito nesse sentido, porque sabem que o pior que um jogador pode ter é estar lesionado. Têm sempre uma palavra amiga, encorajadora e isso também é muito importante porque às vezes o jogador lesionado sente-se de parte, é perfeitamente normal no futebol. Não vai para o campo, não está nas dinâmicas de autocarro, mas, a verdade, é que este grupo tem sido impecável, incluiu-nos sempre em tudo”. A motivação, porém, mantém-se alta: “Estou muito ansioso por voltar. Neste momento faltam talvez cinco meses, é essa a meta. Tento não pensar muito nisso, até porque a dinâmica do grupo e deste clube é focada no dia a dia, treino a treino, momento a momento”. Já Issoufi Maiga, jovem atacante da formação academista, partilhou a mesma confiança no futuro. O maliano reconheceu a dureza do processo, mas disse sentir-se mais próximo do regresso aos relvados: “Estou a recuperar muito bem, este tipo de lesão é muito difícil para qualquer tipo de jogador, toda a gente sabe disso. Não foi fácil no começo, mas dia a dia e com tempo, estou a recuperar aos poucos com a ajuda de todos os elementos da equipa técnica e da equipa médica. Ajudaram-me desde o início, e agora estou quase a voltar. Sinto algo muito bom, estou muito feliz. Tive de lutar todos os dias, a dar sempre o meu máximo. Tive de manter-me forte mental e fisicamente e com muita força, porque não é fácil. Dormir não é fácil, ir ao treino e não jogar não é fácil, ver os meus colegas no treino e no autocarro e eu no ginásio todos os dias não é fácil. É a vida, faz parte do nosso trabalho que é o futebol, temos de trabalhar diariamente”. O atleta de 23 anos não esqueceu o papel que André Almeida tem tido neste processo: “Estive com o André nos últimos meses, e ele é uma boa pessoa, um dos nossos capitães. Estamos juntos todos os dias no ginásio, trabalhamos muito duro. Há um ambiente muito bom entre nós, estou feliz por nos ajudarmos um ao outro e por termos o nosso espírito de sacrifício. É algo que faz parte das regras da nossa equipa, que é muito positivo para nos ajudarmos a toda a hora. Vou voltar mais forte física e psicologicamente, mesmo o resto da equipa tem-nos ajudado muito, com muitos conselhos”. Na adaptação a Portugal, Maiga revelou ter encontrado um ambiente acolhedor que também o ajudou nesta fase de recuperação: “O meu primeiro ano não foi fácil, o francês tem parecenças com o português, mas é muito diferente. Sou alguém muito sociável, gosto de brincar com toda a gente e considero-os meus amigos. Eles ajudam-me a aprender muitas coisas, tudo o que eu não percebo eu pergunto. Gosto da língua portuguesa e sinto que já falo bem. Estou a viver e a jogar em Portugal, é normal que tenha de aprender a língua, é muito importante para mim e para todos os que querem viver cá”. Tal como André, também Maiga se mostrou ansioso pelo regresso:“Quando estou no camarote a ver os jogos, fico muito ansioso por voltar e por ajudar a equipa. Claro que tenho de o fazer dentro e fora de campo, é algo normal. Quero voltar o mais rápido possível, para alcançar os nossos objetivos. É uma meta que está aqui presente todos os dias, todas as horas e todos os minutos”.

2025-09-08

Equipa Profissional

A primeira vitória: suada, contra tudo e contra todos

O Académico viveu esta tarde uma jornada especial no Estádio do Fontelo, ao conquistar a sua primeira vitória oficial da época, diante do FC Porto “B”, por 2-0. Numa exibição de autoridade e maturidade, a equipa academista impôs-se desde cedo e confirmou, com justiça, o favoritismo perante o seu público. O jogo começou com uma breve investida portista, num canto aos três minutos, facilmente controlado pela defesa beirã. A partir daí, o Académico assumiu a iniciativa e esteve perto de inaugurar o marcador, com Clóvis a falhar por centímetros a emenda a um cruzamento da esquerda. Pouco depois, foi Nils Mortimer quem brilhou com uma jogada individual de grande qualidade, que apenas pecou no cruzamento final. A superioridade academista foi crescendo, mas a eficácia só surgiu à beira do intervalo. Aos 45 minutos, após cruzamento venenoso da esquerda de Gustavo Costa (em estreia absoluta na equipa principal), Diogo Fernandes falhou a intervenção e a bola sobrou para Soufiane Messeguem, que empurrou para o fundo das redes. O 1-0 refletia a entrega da equipa que mais procurou o golo e mais entusiasmo levou às bancadas repletas de academistas. Na segunda parte, o FC Porto “B” tentou reagir com maior posse de bola, mas nunca conseguiu abalar a segurança defensiva viseense. Pelo contrário, a turma Beirã voltou a marcar cedo, aos 52 minutos, por intermédio de Clóvis. Contudo, o árbitro Fábio Melo anulou o lance por alegada falta ofensiva do avançado brasileiro. Veja aqui o lance. Aliás, a marcação da falta por suposto empurrão nas costas, faz lembrar o golo sofrido na passada jornada, em casa do SCU Torreense, que ditou a derrota por 2-1. Reveja aqui o lance. O momento acabou por marcar negativamente a arbitragem. Fábio Melo, da AF do Porto, mostrou desde cedo querer assumir um protagonismo excessivo, interrompendo constantemente o ritmo do jogo com faltas de critério. No lance do golo de Clóvis, tomou a decisão mais infeliz da sua tarde no Fontelo, invalidando um golo limpo e negando ao Académico aquele que seria o prémio merecido pelo esforço coletivo. Foi um erro grave que não apagou a exibição segura dos viseenses, mas que manchou a atuação do juiz da partida.

2025-08-31

Equipa Profissional

Confiantes no “cenário perfeito” para alcançar a primeira vitória

O Académico de Viseu recebe, no próximo domingo, o FC Porto “B”, em jogo a contar para a 4.ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de imprensa de antevisão, o treinador Sérgio Vieira sublinhou que a equipa está focada em evoluir dentro dos seus processos e acredita que chegou o momento de conquistar os primeiros três pontos.   “Não é para nós darmos uma resposta aos resultados. Eu sei que eles são parte importante do processo, mas as respostas que temos de dar são internas, ao nosso grupo, aos nossos atletas e aos nossos processos. Cada um tem de olhar para o seu desempenho e melhorar, continuando o caminho de evolução que temos vindo a desenvolver desde o início”, destacou o técnico academista. Sérgio Vieira reforçou que o contexto atual não se define apenas pelas vitórias ou derrotas, mas pela forma como a equipa reage aos momentos menos conseguidos. “As nossas respostas nunca serão em função dos resultados. São em função das decisões que os jogadores têm dentro de campo, com bola, sem bola e nas bolas paradas. Quer joguemos em casa, com os nossos adeptos, quer fora, num ambiente hostil, a nossa lógica é sempre a mesma: dar uma resposta melhor em relação ao que ficou para trás. Acredito que domingo vamos encontrar esse cenário perfeito e todos juntos agarrar a primeira vitória.” Apesar de lamentar alguns erros nos jogos anteriores, o treinador lembrou que se tratam de detalhes que fazem parte da aprendizagem e crescimento do grupo. “Infelizmente, em Leiria e em Torres Vedras foram pequenos detalhes que fizeram a diferença, sobretudo em bolas paradas. Mas não fomos goleados, não fomos massacrados. Estivemos bem em largos períodos e até estivemos em vantagem. É preciso paciência, compreensão e união. Este é um grupo jovem, com muitos jogadores que chegaram há poucas semanas, e que precisa de tempo para assimilar regras e processos”. O técnico apelou ainda à união de toda a família academista, sublinhando que a caminhada é longa e que os adeptos têm um papel fundamental. “Temos de estar juntos de verdade, nos bons e nos maus momentos. Não é no treinador, nas substituições ou no guarda-redes que devemos centrar o foco. O foco são os valores do Académico de Viseu e a causa comum de colocar o clube na Primeira Liga. Se formos um só, vamos ser felizes e criar um futuro sustentável”. Pedro Barcelos: “Isto não é como começa, é como termina” Na mesma conferência de imprensa, também o defesa-central Pedro Barcelos transmitiu confiança no trabalho desenvolvido pelo grupo, mesmo perante a pressão de ainda não ter somado vitórias. “Temos completa noção de que a equipa foi formada para andar nos lugares de cima, mas hoje em dia é muito difícil ganhar jogos. Estamos num processo de evolução constante, como o mister referiu, e acredito que esta fase, que nos calhou logo no início, vai servir para nos tornar mais fortes e unidos. Todos os clubes vão passar por isto em algum momento. Nós estamos a passar por ele no início, e isso de certa forma faz-nos crescer e ficar mais fortes e unidos. Nós confiamos no mister e o mister em nós, tudo está a ser bem feito dentro desse processo”, começou por dizer o jogador. Pedro Barcelos reforçou que a equipa está preparada para lidar com a cobrança e a ansiedade natural dos adeptos. “Entendo-os completamente. Tive até oportunidade de falar com alguns no final do último jogo e expliquei que isto não é como começa, é como termina. São 34 jornadas. O ano passado a equipa fez 10 pontos nas primeiras quatro e não subiu. A pressão externa é normal, faz-nos jogar mais. Tenho a certeza que as vitórias vão aparecer de forma natural, porque temos trabalhado de forma muito intensa e com energia e foco enormes”. Para o central, a força do Académico reside no espírito de grupo. “Se tivesse de definir este grupo, diria que é um grupo de homens. Já vi balneários a partirem-se facilmente quando as coisas não correm bem. Aqui não: olhamo-nos nos olhos, cobramos uns dos outros e seguimos juntos. O grupo está a crescer diariamente, por isso os adeptos podem ficar tranquilos”. O Académico de Viseu defronta o FC Porto “B” neste domingo, a partir das 14H no Estádio do Fontelo, na quarta jornada da Liga Portugal 2 Meu Super.

2025-08-29

Formação SAD

Entrada com o pé direito na Liga Revelação

O Académico de Viseu recebeu e venceu o SCU Torrense, em jogo de estreia na atual edição da Liga Revelação. Naquela que foi a primeira jornada da prova, os jovens Viriatos entraram bem, dando o primeiro sinal de perigo por Simão Silva. O atacante academista rematou de longe ainda antes dos cinco minutos, fazendo perspetivar um jogo que se tornaria equilibrado e com ataques consecutivos de ambas as partes. Os visitantes chegariam à vantagem ao minuto 40, quando Filipe Quinta se isolou perante Gomes Gerth, apontando o primeiro golo do jogo. Na etapa completamentar, a turma de Nuno Braga voltou a superiorisar-se, fazendo valer-se da pressão intensa para chegar ao empate à passagem do minuto 54. Simão Silva conduziu um contra-ataque letal, que o mesmo concluiu frente a frente com o guardião do emblema do Oeste. Já perto do final, mais precisamente aos 86 minutos, Bruno Branco vestiu a capa de herói Viriato e fechou as contas para a turma de Nuno Braga. Após assistência do recém-entrado Gustavo Almeida, o extremo brasileiro puxou para o pé esquerdo e não deu hipóteses a Silas Bjerre, operando a reviravolta no marcador.  Em reação exclusiva aos canais de informação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD, o técnico Nuno Braga assumiu o valor do intervalo, num jogo em que as opções vindas do banco foram capitais: "O intervalo foi fundamental para nós percebermos o que tínhamos de fazer. Não estávamos a saber explorar, mesmo que não tenhamos estado mal, algumas situações em particular. Os jogadores que fizemos entrar, estiveram com uma qualidade muito alta, algo que é importante para nós visto que quem entra, acrescenta. Esse foi um ponto fundamental para a reviravolta, além de nunca termos perdido a nossa identidade. Mesmo a perder, foi importante acreditarmos em nós mesmos até ao final”. O Académico de Viseu volta a entrar em campo na próxima terça-feira. Na segunda jornada da Liga Revelação, os beirões visitam o terreno do Rio Ave FC. 

2024-08-07

Formação SAD

Maga assina contrato profissional até 2026

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD informa que chegou a acordo com o médio ofensivo para a assinatura do primeiro contrato profissional do jogador, afeto ao escalão Sub-23. Maga fica agora vinculado ao emblema viseense até junho de 2026. Maga, médio academista de 19 anos assinou, no decorrer da presente semana, o seu primeiro contrato de trabalho profissional, que o liga à Académico de Viseu FC, Futebol SAD. Transferido em agosto de 2023, vindo do FC Vizela, o jovem português realizou 27 jogos na Liga Revelação na primeira época ao serviço dos Beirões, nos quais contabilizou um golo marcado. Com passagens pelas formações do FC Paços de Ferreira, do FC Porto e do Vitória SC, Maga assina agora um novo vínculo profissional com o Académico de Viseu FC, até final da temporada 2025-26. Em exclusivo aos canais de informação do emblema viseense, o médio ofensivo agradeceu a aposta do clube, não esquecendo o papel da equipa técnica liderada por Nuno Braga: “Fico muito feliz pela confiança que estão a depositar em mim, quero agradecer à direção e, claro, à equipa técnica que me acompanhou durante o ano anterior e que vai continuar connosco este ano. Prometo continuar a dar tudo pelo Académico e a trabalhar sempre no máximo”. O jovem português lançou ainda os objetivos da nova época que já está em marcha, olhando para si mesmo com mais maturidade: “Tendo em conta a liga que vamos discutir, este é um Maga mais maduro e que pode ajudar ainda mais a equipa do que no ano passado. Quero ajudar o grupo a atingir os objetivos que no passado nos escaparam por pouco”.  

2024-08-06

Formação SAD

3 jovens reforçam equipa Sub-23 do Académico de Viseu FC

João Alves, Pedro Oliveira e Afonso Sousa são as novas caras do plantel Sub-23 do Académico de Viseu FC. Os três Viriatos já treinam às ordens do mister Nuno Braga. João Alves, defesa-central de 19 anos, assina contrato com o emblema viseense após ter representado o CF Estrela da Amadora na época passada. Com passagens por clubes como SC Salgueiros, Padroense FC, Boavista FC, FC Vizela e SC Braga, João Alves participou na Liga Revelação 2023-24, ao serviço do seu antigo emblema, no qual também serviu a equipa B dos tricolores. Pedro Oliveira, médio de 18 anos, chega a Viseu proveniente do CD Feirense, clube que representou na última temporada e ao serviço do qual conquistou a subida à 1ª Divisão de Juniores. Com formação iniciada no FC Porto, onde esteve até à época 2016-17, o novo Viriato alinhou ainda no Rio Ave FC, no SC Salgueiros e no Boavista FC. Com 35 jogos no escalão de Sub-19, reforça agora a turma Sub-23 do Académico de Viseu FC. Já Afonso Sousa, avançado ex- CF Canelas 2010, iniciou também a sua formação no FC Porto, antes de ingressar nos minhotos do FC Famalicão em 2020-21. Ao serviço dos famalicenses percorreu o caminho dos Sub-17 aos Sub-19, escalão pelo qual foi campeão nacional em 2021-22. Na época passada, transferiu-se para o CF Canelas 2010, onde alinhou por 22 vezes na Liga 3, antes de assinar nesta temporada o seu contrato profissional com o Académico de Viseu.  Bem-vindos e boa sorte, Viriatos.  

2024-08-02

Formação SAD

Gabriel Araújo assina contrato profissional até 2025

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD informa que chegou a acordo com o defesa para a assinatura do primeiro contrato profissional do jogador, afeto ao escalão Sub-23. Gabriel Araújo fica agora vinculado ao emblema viseense até junho de 2025. Gabriel Araújo, defesa-central academista de 22 anos assinou, no decorrer da presente semana, o seu primeiro contrato de trabalho profissional, que o liga à Académico de Viseu FC, Futebol SAD até 2025. Transferido em agosto de 2023, vindo do SL Benfica, o jovem português realizou 24 jogos na Liga Revelação na primeira época ao serviço dos Beirões, na qual somou também convocatórias para encontros da equipa profissional na Liga Portugal 2. Formado nas águias de Lisboa, Gabriel Araújo assina agora um novo vínculo profissional com o Académico de Viseu FC, até final da presente temporada. Em exclusivo aos canais de informação do emblema viseense, o defesa-central deixou apontamento quanto à felicidade que sente pela renovação, afirmando que irá manter o foco de sempre: “Estou bastante feliz, é um orgulho vestir esta camisola desde o primeiro dia em que cheguei. Sempre dei o meu máximo e prometo continuar a fazê-lo”. Gabriel Araújo abordou ainda a nova temporada, na qual quer ainda mais que em 2023-24: “O que posso garantir que não irá mudar é a minha dedicação e esforço pelo Académico. Em termos de resultados, quero e queremos mais. A ambição do grupo não tem fim”.

2024-07-31

Formação SAD

Apresentação do Académico volta ao coração de Viseu com estreia do novo hino do clube

O Kick-off, a apresentação oficial das equipas profissional e sub-23 Académico de Viseu, realiza-se esta sexta-feira, dia 2, a partir das 19h30, tendo como palco principal, mais uma vez, o Adro da Sé de Viseu. Os protagonistas dos plantéis 2024/25 vão ao encontro dos adeptos Viriathus, numa celebração do futebol e da região para a qual se convida toda a comunidade. Num evento com o mote “Pelo amor ao Académico e a Viseu”, um dos pontos altos será a apresentação do novo hino do clube, interpretado pela fadista Mara Pedro. Em mais uma jornada de celebração e alegria para todos os adeptos 'Viriathus', o Adro da Sé de Viseu, uma das mais belas praças do país, volta a engalanar-se para receber, já esta sexta-feira, 2 de agosto, a apresentação oficial das equipas profissional e Sub-23 do Académico de Viseu Futebol Clube para a temporada 2024/2025. "Pelo amor ao Académico e a Viseu" é o mote para o Kick-off 2024/2025, que se inicia pelas 19h30, com uma arruada, do Rossio até à Sé, e o tradicional desfile e atuação dos Zés Pereiras. Logo depois, já no Adro da Sé, serão apresentados todos os elementos que integram os corpos técnicos e os grupos de trabalho das equipas profissional, que vai disputar a Liga 2, e Sub-23, que joga a Liga Revelação. Oportunidade única para todos os sócios e adeptos conhecerem e terem um primeiro contacto com os protagonistas que vão elevar o nome do Académico e da cidade de Viseu na nova época. Presentes, o novo treinador Rui Ferreira, bem como reforços já assegurados neste mercado, casos do costa-marfinense Mohamed Aidara (ex-Al Taraji) ou dos portugueses Paulinho (ex-Leixões) e Diogo Almeida (ex-Mafra). Em estreia, também, os novos jogos de equipamentos do Académico, desenhados e personalizados de raiz, que para além da tradicional camisola preta, englobam ainda o alternativo em branco, desenhado para honrar o passado e alinhar o futuro da história do clube, e uma terceira camisola de cor bordô, inspirada pela majestosa região de Viseu e pela valentia de Viriato e que simboliza a coragem e o espírito dos heróis do clube. Com passado, presente e futuro reunidos nos desígnios Viriathus, as atuações do grupo Street Gymn e a apresentação oficial, pela primeira vez em público, do novo hino oficial do Académico, entoado na voz suave e inconfundível da fadista Mara Pedro, também ela embaixadora da cidade de Viseu e de toda a região, completam o programa de celebração do arranque da nova época. Para o qual toda a comunidade está convidada a participar.

2024-07-30