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Equipa Profissional

Consciência tranquila antes da pausa

O Académico de Viseu voltou a provar, em Felgueiras, que vive um dos seus melhores momentos da temporada. Com uma exibição madura, confiante e de enorme autoridade, os Viriatos venceram por 1-3 no Estádio Dr. Machado de Matos e somaram a quarta vitória consecutiva na Liga Portugal 2, a quinta na época. Um triunfo que reforça a identidade de uma equipa que sabe o que quer, sabe como o conquistar e sabe, acima de tudo, representar o peso da camisola academista. Desde o apito inicial, o conjunto de Sérgio Fonseca mostrou que vinha para mandar no jogo. Organizado, intenso e com as ideias muito claras, o Académico entrou a controlar os ritmos e rapidamente encontrou o caminho do golo. André Clóvis, o homem-golo de Viseu, apareceu no sítio certo e inaugurou o marcador aos 12 minutos, aproveitando um cruzamento medido de Soufiane Messeguem. Foi o início perfeito para um jogo que a equipa sempre pareceu ter nas mãos. O Felgueiras tentou reagir, mas encontrou um bloco academista sólido e concentrado. Domen Gril transmitia segurança entre os postes, e o quarteto Michelis–Anthony-Gustavo-Robinho manteve a serenidade defensiva, mesmo quando os da casa ameaçaram. O momento-chave surgiu aos 33 minutos, quando Pedro Rosas travou em falta uma jogada de perigo e viu o cartão vermelho direto. A partir daí, o Académico cresceu ainda mais. Pouco antes do intervalo, a superioridade viseense transformou-se em tranquilidade: Álvaro Zamora, sempre ligado à corrente, finalizou com calma uma excelente jogada coletiva e fez o 0-2. Um golo que refletia o domínio e a maturidade da equipa, que soube aproveitar cada erro adversário e cada espaço concedido. Na segunda parte, o Académico não tirou o pé do acelerador. Aos 57 minutos, Clóvis voltou a mostrar porque é o avançado mais letal do campeonato — dominou com classe após assistência primorosa de Cihan Kahraman, fintou o defesa e bateu o guarda-redes com a frieza de quem vive para marcar. Era o 0-3, e era também a confirmação de uma tarde de competência e ambição. O Felgueiras ainda reduziu nos descontos, com um belo golo de livre de Mario Rivas, mas já nada alterava o desfecho: o Académico foi superior do primeiro ao último minuto. Quatro vitórias seguidas, uma consistência que se impõe e uma equipa que cresce a cada jornada. Em Felgueiras, o Académico não precisou de milagres — bastou-lhe ser fiel a si próprio. Porque quando o grupo acredita, quando cada jogador joga por todos e todos por Viseu, o resultado é este: futebol com identidade, maturidade e alma academista.

2025-11-10

Equipa Profissional

“Queremos levar para o futuro o espírito de união que a equipa mostrou”

O Académico de Viseu desloca-se este domingo ao Estádio Municipal Dr. Machado de Matos para defrontar o FC Felgueiras, em partida a contar para a 11ª jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão ao encontro, o treinador Sérgio Fonseca e o defesa-central grego Nikos Michelis, abordaram o momento da equipa e as expectativas para o duelo frente a um adversário que quer regressar à boa forma. Sérgio Fonseca começou por destacar “o espírito de equipa” revelado na última jornada, sublinhando que o encontro “não foi fácil”, tendo em conta a sequência dos acontecimentos: “Ficámos desde cedo com menos um jogador, sofremos o segundo golo e isso, naturalmente, afeta sempre. Mas tudo o que veio a partir daí — o espírito de união, o querer, o facto de eles se juntarem, darem as mãos — é esse espírito que queremos levar para o futuro. A mesma mentalidade, o mesmo querer, a mesma ambição e a mesma atitude”, afirmou. O técnico academista reforçou a competitividade do campeonato e o crescimento do grupo nas últimas semanas: “Temos vindo a falar de um campeonato extremamente competitivo e equilibrado, onde qualquer equipa, mesmo estando mais abaixo na tabela, consegue tirar pontos às que estão acima. Temos plena noção desse equilíbrio. Fruto das vitórias, os níveis de confiança têm aumentado. Nota-se no treino, no trabalho diário — eles estão mais confiantes, alegres e motivados". Apesar do bom momento, Sérgio Fonseca mantém o foco na consistência: “A minha preocupação tem sido passar-lhes a mensagem de que, no futebol, as coisas mudam rápido. Temos de manter a convicção nos nossos objetivos e continuar a trabalhar com a mesma dedicação. Uma coisa que gostei muito de ver no final do último jogo foi a alegria na cara dos jogadores que não jogaram. Nota-se que estão com o grupo, unidos, e isso será preponderante para o nosso futuro. O campeonato é longo e difícil, mas estamos a preparar-nos para isso, com o objetivo de ter sucesso”. Sobre o adversário, o treinador academista não poupou elogios: “O Felgueiras é uma equipa muito forte em casa. Perdeu apenas o primeiro jogo com o Marítimo e, a partir daí, somou três vitórias consecutivas. Está muito bem orientada por um treinador experiente, que já está há alguns anos no clube. É uma equipa com dinâmicas muito interessantes e com muita qualidade, por isso esperamos um jogo exigente”. Por fim, Sérgio Fonseca deixou ainda uma palavra aos adeptos viseenses: “Fico muito contente por ver que os nossos adeptos estão cada vez mais a aderir. A equipa está a fazer o seu papel — trazer vitórias, criar uma onda em torno do clube — e queremos continuar a alimentar essa união”. Já Nikos Michelis reforçou a confiança do grupo, mas com os pés bem assentes no chão. “A equipa está muito bem e confiante, mas, como disse o mister, as coisas podem mudar muito rapidamente. Sabemos que será um jogo difícil, num campo complicado e com o Felgueiras a querer regressar às vitórias. Temos de manter a mesma mentalidade e o mesmo espírito dos últimos jogos. Vamos para ganhar”, afirmou o defesa grego.

2025-11-07

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Épico. Simplesmente, épico

No Fontelo, há noites que se transformam em lendas. Esta terça-feira foi uma delas. O Académico de Viseu assinou uma das reviravoltas mais memoráveis da sua história recente, vencendo o Lusitânia de Lourosa FC por 3-2, depois de estar a perder por dois golos e a jogar com menos um jogador praticamente todo o encontro. Foi um triunfo de alma, de raça e de um símbolo que nunca se rende — o dos Viriatos. Mal o jogo começou, o destino parecia querer pôr à prova o coração academista. A expulsão prematura de Igor Milioransa e o 0-2 no marcador antes dos 20 minutos deixavam antever uma noite dura. Mas o Académico nunca foi um clube de desistir. E o Fontelo, com o seu público em ebulição, tornou-se combustível para uma equipa que acreditou até ao fim. A primeira centelha da reação nasceu dos pés de João Guilherme, num remate poderoso que obrigou o guarda-redes adversário a uma defesa incompleta. Álvaro Zamora, no sítio certo, acreditou e reduziu a desvantagem, reacendendo o espírito do Fontelo. O estádio acordou de vez, e dali em diante, cada lance foi disputado como se valesse uma vida. Na segunda parte, a coragem academista ultrapassou o limite do possível. Com menos um homem, mas com um coração maior que o relvado, o Académico chegou ao empate por intermédio de André Clóvis, que aproveitou uma confusão na área para fazer estremecer as bancadas. Era o prémio da crença, da solidariedade e da alma coletiva. Mas esta história ainda guardava um último capítulo digno dos grandes. A cinco minutos do fim, o incansável Gohi rompeu pelo flanco e serviu Álvaro Zamora, que, com frieza e instinto matador, deixou para trás dois defesas contrários e completou a reviravolta. O estádio explodiu. Era o grito da cidade, o grito de quem nunca se resigna. Quando o árbitro apitou pela última vez, não era apenas mais uma vitória — era um manifesto. O Académico provou que é feito de algo diferente: de superação, de união e de um orgulho que se renova a cada desafio. Com esta vitória, a quarta consecutiva sob o comando de Sérgio Fonseca, o Académico de Viseu mostra que o Fontelo é mais do que um estádio. É um símbolo de resistência. Um lugar onde os impossíveis se tornam reais e onde o coração academista bate sempre mais forte.

2025-11-05

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Os jogadores tiveram, e têm tido sempre, uma atitude exemplar

O Académico de Viseu somou esta terça-feira nova vitória na Liga Portugal 2, ao bater o Lusitânia de Lourosa FC no Estádio do Fontelo, num jogo marcado pela superação e pela atitude coletiva da equipa. Na conferência de rescaldo, o treinador Sérgio Fonseca destacou o caráter dos seus jogadores e a importância da união entre equipa e adeptos. Na conferência de rescaldo, o treinador Sérgio Fonseca destacou o caráter dos seus jogadores e a importância da união entre equipa e adeptos: “Sim, concordo, não foi um jogo propriamente fácil. Começámos em desvantagem, com uma expulsão, e depois com o segundo golo. Foi preciso apelar um bocadinho àquilo que é o crer e a ambição. Os jogadores tiveram — e têm tido sempre — uma atitude exemplar nesse sentido”. Sérgio Fonseca reforçou o orgulho que sente no grupo que lidera: “Trabalho com eles todos os dias e sei da capacidade que têm. Nós gostaríamos de ganhar todos os jogos até ao fim, mas isso provavelmente não será possível. Ainda assim, eles demonstram em cada jogo, em cada pequeno detalhe, um esforço tremendo. Digo que são eles a verdadeira força deste clube, porque associam essa entrega ao apoio dos nossos sócios e da massa associativa. É isso que queremos: construir juntos um espírito forte. E eles têm tido um papel fenomenal nesse aspeto”. A vitória, sublinhou o treinador, teve um peso importante na classificação e na confiança da equipa: “Permite-nos garantir mais três pontos e aproximar-nos da parte superior da tabela. Em Matosinhos tivemos uma boa vitória, e agora voltámos a confirmar o bom momento. O adversário de hoje estava próximo de nós na classificação, e ganhando conseguiam ultrapassar-nos. Os jogadores tinham plena noção disso. Passámos-lhes essa mensagem e, mais uma vez, eles corresponderam da melhor forma”. Para o técnico, o segredo tem estado na atitude e na forma como o grupo reage aos desafios: “Temos ali gente não só com qualidade futebolística, mas também grandes homens. Percebem os momentos, sabem que o futebol é volátil, que tudo muda rápido. Mas há algo que não tem mudado: a atitude no dia a dia. E nisso, eles têm sido fantásticos”. O treinador do Académico explicou também a forma como comunica com o grupo: “Procuro ser o mais genuíno e verdadeiro possível. Não lhes digo o que querem ouvir, digo-lhes aquilo em que acredito. Passo-lhes a minha ideia, e eles aceitam-na bem. Alguns identificam-se de imediato, outros, por serem mais jovens, precisam de tempo. Mas os mais experientes ajudam a mediar a mensagem e garantem que a força está no grupo”. Por fim, Sérgio Fonseca elogiou o papel de liderança dentro do balneário: “Não preciso de os trazer à terra, porque os capitães já fazem esse trabalho. Têm um papel preponderante naquilo que é o grupo e na mensagem que passa entre todos. Estamos em sintonia. Claro que as vitórias ajudam e fazem acreditar ainda mais. Estamos todos de parabéns”. Com esta vitória, o Académico de Viseu soma três pontos importantes e reforça o bom momento que tem vindo a construir, tanto dentro como fora de campo. 

2025-11-04

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Focados e confiantes para o duelo com o Lusitânia de Lourosa

O Académico de Viseu recebe esta terça-feira o Lusitânia de Lourosa FC, no Estádio do Fontelo, em jogo da 10.ª jornada da Liga Portugal 2. Na antevisão à partida, o treinador Sérgio Fonseca e o guarda-redes esloveno Domen Gril demonstraram confiança, mas também respeito pelo adversário, sublinhando a importância de manter a consistência exibicional e pontual da equipa. Sérgio Fonseca começou por destacar o equilíbrio da competição: “Já falámos sobre isso: é um campeonato extremamente competitivo. Se olharmos para a tabela classificativa, percebemos que estamos dois pontos à frente do nosso próximo adversário, e isso por si só mostra o quão equilibrado é este campeonato, com muitas equipas próximas umas das outras. Esperamos um jogo difícil, contra um adversário com qualidade, que construiu um plantel com muitos jogadores experientes, com passagens pela Segunda e pela Primeira Ligas”. O técnico academista reforçou ainda a seriedade com que o grupo tem encarado o trabalho semanal: “Eles trabalham sempre com respeito pela profissão, pelo clube e pela massa associativa. Trabalham sempre da mesma forma, sem qualquer alteração de atitude. Sabemos que é um jogo extremamente importante, porque, como falámos há alguns dias, a consistência é fundamental. Viemos de um bom período, estamos confiantes, mas conscientes das nossas responsabilidades. Temos gente experiente, que percebe os momentos. A diferença pontual entre as equipas é muito reduzida, por isso temos de estar confiantes, mas não exuberantes”. Por fim, deixou uma mensagem aos adeptos academistas: “Tive a oportunidade, no final do jogo com o Leixões, de agradecer aos adeptos que estiveram a apoiar num dia de semana e de chuva. Para nós, a presença deles no estádio é extremamente importante. Contamos com eles”. Também o guarda-redes Domen Gril mostrou-se otimista e determinado: “Acho que o grupo se encontra num bom momento. Estamos muito confiantes naquilo que estamos a fazer. Claro que vamos entrar em campo com respeito e humildade pelo adversário, mas vamos dar o nosso melhor para tentar ganhar. Tenho sempre um enorme prazer em jogar pelo Académico e em vestir esta camisola". O guardião esloveno reconheceu ainda o valor da união dentro do plantel, sobretudo entre os guarda-redes: “Estive num momento menos bom, mas trabalhamos sempre para melhorar e mostrar o nosso valor e talento. A relação entre nós não muda, porque todos querem jogar. Somos profissionais e bons companheiros. Temos muitas conversas juntos". O Académico de Viseu entra em campo esta terça-feira, no Fontelo, com o objetivo de dar continuidade ao bom momento e somar mais três pontos perante os seus adeptos.

2025-11-03

Equipa Profissional

EQUIPA QUE JOGA COM ALMA NAVEGA CONTRA A MARÉ

Foi uma noite de afirmação no Estádio do Mar, onde se provou que uma equipa que joga com alma nunca naufraga. Cada toque de bola desafiou o mar e carregou a certeza de quem sabe o que quer. Frente ao Leixões SC, o Académico somou a segunda vitória consecutiva na Liga Portugal 2, com uma exibição madura e com a serenidade de quem vence sem nunca perder o respeito pelo adversário. Desde o primeiro minuto, ficou claro que os Viriatos estavam determinados. Álvaro Zamora, num rasgo de inspiração, percorreu o relvado de ponta a ponta e deixou o seu selo na partida. Aos sete minutos, a sua trivela encontrou André Clóvis, que apareceu no momento certo para inaugurar o marcador com um remate cruzado de pé esquerdo.   A vantagem cedo construída não abrandou o ritmo dos Viriatos. A equipa manteve o controlo do jogo e, aos 25 minutos, voltou a marcar. Cihan tentou de longe, Morro  defendeu, mas Clóvis, foi rápido na reação e cabeceou para o 0-2. Um bis em meia hora de jogo e mais uma demonstração da eficácia do avançado brasileiro. O Leixões viu a partida complicar-se com a expulsão de José Bica aos 30 minutos. Daí em diante, o Académico passou a gerir o jogo com inteligência, sem perder intensidade. Sérgio Fonseca pediu calma e prudência e foi exatamente isso que o conjunto entregou. Na segunda parte, o domínio manteve-se. Aos 50 minutos, um passe milimétrico de Kahraman encontrou Clóvis, que consumou o hat-trick com a frieza de um goleador nato. O quarto golpe surgiu aos 66 minutos, depois de uma jogada individual de João Guilherme, que deslizou entre os adversários antes de oferecer mais uma vez a bola ao brasileiro, líder de golos destacado da Liga Portugal 2 Meu Super.   Bryan Róchez ainda conseguiu reduzir para o Leixões, mas o Académico permaneceu sereno, firme na sua organização e no seu controlo do jogo. Nos descontos, um desvio de Naldo selou o resultado em 1-5, cumprindo uma vitória que ultrapassou qualquer número. Foi um triunfo que revelou a força de uma equipa coesa, consciente do seu caminho e movida por uma ambição humilde que se sente em cada passe, em cada corrida e em cada gesto dentro do relvado. No final, ficou a imagem de um grupo maduro nas decisões, responsável no esforço coletivo e com uma mentalidade que combina determinação e respeito. Uma equipa que não joga apenas para vencer, mas para mostrar quem é e de onde vem.

2025-10-30

Equipa Profissional

"Objetivo de sempre: os três pontos"

O Académico de Viseu visita esta quinta-feira o Estádio do Mar para defrontar o Leixões SC, em jogo da nona jornada da Liga Portugal 2. Na conferência de antevisão, o treinador Sérgio Fonseca e o avançado brasileiro André Clóvis projetaram um encontro equilibrado e exigente, sublinhando a competitividade da prova e a confiança da equipa viseense na luta pelos três pontos. Sérgio Fonseca começou por destacar o equilíbrio do campeonato e a curta diferença pontual entre as equipas: “Acho que vai ser um jogo muito difícil, como são todos os jogos na Segunda Liga. Existe muita competitividade e a diferença pontual é curta. Na última jornada, as equipas do fundo da tabela ganharam todas, portanto estamos todos muito próximos. Também estamos a poucos pontos das equipas que jogam pela subida de divisão. Esperamos um adversário difícil, que vem de uma vitória moralizadora em Leiria. Trabalhámos bem durante a semana, estamos preparados e vamos com o objetivo de sempre: ir em busca dos três pontos”, afirmou o técnico academista. O treinador sublinhou ainda o empenho do grupo no processo de adaptação às suas ideias desde que assumiu o comando da equipa: “Mudámos algumas coisas desde que chegámos, mudámos a forma de jogar. Os jogadores têm feito um esforço enorme para ir ao encontro daquilo que são as nossas ideias. Claro que essas alterações têm implicações também no aspeto físico e eles estão a dar uma resposta muito positiva. Sentimos que, do jogo com o Gil Vicente para o jogo com o Chaves, a equipa esteve mais fresca na parte final. É um processo de adaptação gradual e eles estão de parabéns pelo esforço e pela atitude”, destacou. Já o avançado André Clóvis, autor de muitos golos importantes nas últimas épocas, reconheceu as dificuldades do encontro, mas garantiu confiança total na equipa: “Sabemos que vai ser um jogo difícil. Não penso só em mim, penso na equipa, porque isso é o mais importante. O Leixões é um candidato à subida e temos consciência da nossa responsabilidade. Não é fácil enfrentá-los no seu estádio, mas estamos preparados para fazer um bom jogo. Se tiver oportunidade, vou fazer o que sei de melhor: ajudar com golos”, afirmou o brasileiro. O Académico de Viseu parte assim para Matosinhos com ambição reforçada, depois de duas vitórias consecutivas sob o comando de Sérgio Fonseca, e com o objetivo claro de continuar a somar pontos na Liga Portugal 2.

2025-10-28

Formação SAD

Luís Barry e Tiago Sant´ana são os novos técnicos do conjunto Sub-19 B

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação de Luís Barry, para o lugar de Treinador Principal do plantel de juniores B. Tiago Sant’ana acompanha o técnico luso-britânico, como Treinador-Adjunto. Luís Barry, de 42 anos, é o novo treinador principal da equipa Sub-19 B do Académico de Viseu. Após a despedida dos relvados, enquanto jogador, na passada semana, Luís Barry assume agora o comando técnico do jovem conjunto viseense. Como ponta de lança, somou passagens por diversos emblemas antes de chegar ao Académico de Viseu, como são os casos do Atlético CP, GD Chaves e o extinto CD Aves (no qual subiu à primeira divisão em 2016/17). Em 2017/18 chegou a Terras de Viriato, onde representou o Académico por 58 vezes em duas temporadas. Nas últimas quatro épocas, ao serviço do Lusitano Futebol Clube, de Vildemoinhos, foi também um dos treinadores dos escalões de formação, tendo, esta época, assumindo a posição de técnico principal do plantel Sub-18 dos trambelos.   Já Tiago Sant’ana vai somar a terceira passagem pelo Académico. A sua carreira de treinador iniciou-se nos Sub-13 do clube Beirão em 2008/2009, e no Campeonato Nacional de Sub-15 da época seguinte. Posteriormente, assumiu funções como adjunto nas equipas seniores do GR Canas de Senhorim, onde contribuiu para a subida de divisão à 3ª Divisão Nacional, e na AD Castro D’aire. Entre 2011 e 2012, regressou à formação do Académico de Viseu, onde comandou os escalões de Sub-12 e Sub-13. Na época seguinte, integrou a equipa técnica do plantel sénior, que assegurou a última subida aos campeonatos profissionais da história do Académico. Destacou-se ainda como treinador principal do conjunto Sub-19 do CD Tondela, em 2013/2014. O jovem treinador acumulou também passagens como adjunto no Boavista FC Sub-19, e ainda nas equipas seniores do CR Ferreira de Aves (onde foi campeão distrital) e do GD Oliveira de Frades. Ambos os técnicos iniciam já hoje os trabalhos à frente da equipa de juniores B do Académico de Viseu. A equipa viseense vai preparando a visita ao terreno do Gondomar SC, da jornada número 12 do campeonato. Bem-vindos e boa sorte, misteres.

2024-12-04

Formação SAD

Comunicado: Fábio Santos e Calico Almeida de saída do Académico de Viseu

O técnico principal e o treinador-adjunto da equipa de Sub-19 B fizeram, no passado sábado, a última partida pelo emblema Beirão, com uma vitória caseira sobre o Leixões SC. A equipa academista é, a esta altura, líder isolada da Série B da 2ª Divisão do Nacional de Juniores. O Académico de Viseu informa que chegou a acordo com os técnicos Fábio Santos e Calico Almeida, para a rescisão dos contratos que ligavam ambos à Sociedade Anónima Desportiva e à estrutura do clube viseense. A decisão surge na sequência de uma proposta difícil de recusar, que permite aos dois profissionais prosseguir a carreira no estrangeiro, após terem manifestado essa intenção. O treinador principal, Fábio Santos, deixou boas perspetivas de futuro, reconhecendo a força e qualidade do plantel: “É uma saída a meio de algo, é um sentimento amargo, mas também de profunda satisfação por tudo aquilo que está a ser feito. É muito bom ver para onde caminha o Académico, isto nunca será um verdadeiro adeus, é um até já. Acima de tudo o crescimento é deles (jogadores), e não é com a nossa saída que irão perder. Vão continuar a ter sucesso, como é óbvio”. Já Calico Almeida falou do orgulho que sente pelo seu percurso no Académico de Viseu: “É um orgulho olhar para o que temos feito. É um fechar de um ciclo, mas só por agora. Espero um dia voltar a este clube, que tive o orgulho de representar enquanto jogador e, agora, de ajudar na formação de jogadores. É um misto de emoções, mas, fundamentalmente, foi muito bom ter voltado ao Académico”. Esta saída marca o fim de ciclos marcantes de dois profissionais com um profundo vínculo ao Académico. Fábio Santos, ex-Coordenador do Futebol de 11 do clube, dedicou 12 temporadas ao clube, de forma não consecutiva, enquanto Calico, até agora também responsável pelo Departamento de Performance Individual, vestiu a camisola do emblema Beirão por nove épocas ininterruptas como jogador, antes de integrar os quadros técnicos. Os treinadores da equipa Sub-19 B despediram-se no último sábado com uma vitória caseira sobre o Leixões SC, deixando a equipa na liderança isolada da Série B da 2ª Divisão Nacional de Juniores, com sete triunfos em 11 jornadas. A Direção da Académico de Viseu FC, Futebol SAD e do Académico de Viseu FC, desejam os maiores sucessos desportivos e pessoais aos dois técnicos, aproveitando para agradecer o profissionalismo e garra com que sempre representaram o emblema Beirão.

2024-12-02

Formação SAD

“Só dependemos de nós”

O Académico de Viseu de Nuno Braga perdeu, esta terça-feira, em casa do Gil Vicente FC. Numa partida referente à jornada número 11 da Liga Revelação, os Viriatos até estiveram a vencer por 0-2 mas permitiram a reviravolta dos minhotos, que venceram por 3-2. De atenções viradas para os quatro primeiros lugares, o Académico de Viseu entrou forte e pressionante no Estádio de Vila Chã, construindo inúmeras oportunidades de golo no primeiro tempo, nas quais conseguiu alcançar uma vantagem de dois golos: aos 14, Tiago Freitas esbarrou na barra, antes de Francisco Machado e Afonso Sousa faturarem aos 21 e aos 26 minutos. No entanto, ainda bem dentro dos 45 minutos, os gilistas responderam e reestabeleceram a igualdade com um bis de Mário Genovés, que marcou aos 36 e aos 45 minutos. No segundo tempo, o conjunto da casa aproveitou uma entrada em falso dos academistas, para virar o resultado aos 47 minutos, por intermédio de Gonçalo Maia. O golo minhoto mexeu com a equipa Beirã, que acabou por não mais conseguir responder na partida, terminando derrotada no terreno nortenho. Nuno Braga, técnico academista, reconheceu a culpa pela resposta da equipa aos golos sofridos, reconhecendo o que os jogadores foram capazes de fazer bem: “Conseguimos ter, talvez, os melhores 35 minutos da época. Fomos avassaladores, podíamos ter marcado três ou quatro golos. Foi, de facto, fantástica a forma como entrámos num terreno tão difícil e construímos essa vantagem. Infelizmente, não fomos capazes de segurá-la e fomos incompetentes. Deixámos de fazer o nosso jogo e não fomos práticos nos momentos decisivos, mesmo depois de termos falado disso quando vimos o estado do relvado. Assumo a culpa porque não consegui transmitir a informação certa aos jogadores, nem acrescentar valor com as opções que entraram”. O treinador dos jovens viseenses reforçou a confiança no apuramento, deixando o aviso de que a equipa terá de corrigir as falhas: “Se ganharmos os três jogos que faltam, vamos lá. Só dependemos de nós, temos de perceber o que fizemos de mal, corrigir, melhorar e tentar a nossa sorte”. O Académico de Viseu mantém o quinto lugar da Série A da Liga Revelação, com 14 pontos, em empate pontual com o Rio Ave FC, atual sexto classificado. Na próxima ronda, os Viriatos regressam a Santa Comba Dão. O jogo da jornada número 12, frente ao FC Famalicão, está marcado para o próximo dia quatro de dezembro, às 15H.

2024-11-26

Formação SAD

(Con)vencer

O Académico de Viseu saiu vitorioso da receção ao Sporting CP, em jogo a contar para a jornada número 12 da Primeira Divisão do Campeonato Nacional de Juniores. Em pleno Campo 1º de maio, os jovens Viriatos bateram os leões por 2-0, reforçando a segunda posição e aumentando a distância para os lugares fora do apuramento para a fase de campeão.  Foi com afirmação, superioridade e categoria que o Académico de Viseu regressou aos triunfos no campeonato nacional de juniores. Diante do Sporting, atual quinto classificado, os Viriatos sabiam que uma vitória em casa cavaria para sete pontos a vantagem sobre os lugares fora do apuramento para a fase de campeão, cimentaria o segundo lugar (com mais um jogo que o SCU Torreense, que foi derrotado nesta ronda) e aproximaria a equipa da primeira posição, face ao empate do líder SL Benfica nos Açores, em casa do Lusitânia.  Por isso mesmo, a turma de Sérgio Fonseca entrou pressionante e só nos primeiros 10 minutos colecionou um total de quatro oportunidades flagrantes de golo, com Geovanne Martins, Miguel Almeida e José Finisterra em destaque. Ainda assim, a demonstração de força perante um adversário claramente por baixo do jogo, não foi suficiente para alcançar uma vantagem durante o primeiro tempo. Nesse seguimento, os academistas entraram na segunda parte decididos a traduzir em golos a superioridade em campo, e não aguardaram muito tempo. O central Sérgio Cumbane subiu à área contrária aos 47 minutos e, após canto batido à direita por Miguel Almeida, o moçambicano saltou mais alto que a concorrência e abriu o ativo de cabeça. Ora três minutos volvidos e foi a vez de Miguel Almeida cheirar o golo. De fora da grande área, na sobra de um ataque afastado pela defensiva lisboeta, o jovem médio rematou forte ao poste direito da baliza de Tiago Leitão. Sem tirar o pé do acelerador, os jovens viseenses voltaram a marcar aos 57 minutos. Numa jogada de insistência, o capitão Guilherme Loureiro cruzou à direita para a emenda de Geovanne Martins, que fez o 2-0 final. Nota ainda para as expulsões de Telmo Coimbra, do Sporting CP e de Bernardo Pereira, do Académico, numa partida onde o resultado poderia ter sido mais avolumado.  Com esta vitória, o Académico de Viseu mantém a invencibilidade na segunda volta do campeonato, no qual não perde há quatro jogos. O empate do SL Benfica e a derrota do SCU Torrense nesta jornada fazem do Académico segundo classificado isolado, com mais dois pontos que a turma do Oeste e a seis do líder encarnado, numa altura em que ambos os companheiros de pódio têm mais uma partida realizada. O triunfo diante do conjunto leonino faz também aumentar para sete o número de pontos face ao quinto lugar, quando faltam apenas seis jogos para o fim da fase regular.   Na próxima ronda, o Académico de Viseu visita, precisamente, o terreno do SCU Torrense. A deslocação a Torres Vedras está marcada para o próximo sábado, dia 30, às 15H no Complexo Desportivo Municipal Manuel Marques.

2024-11-24

Formação SAD

Igualdade a dois que nega assalto ao segundo lugar

O Académico de Viseu de Nuno Braga empatou, este sábado, em casa do SC Braga, em partida da jornada número 10 da Liga Revelação. Kauã Oliveira e Kelve Semedo marcaram do lado academista, na igualdade a 2-2 em plena Cidade dos Arcebispos. Os olhos dos jovens Viriatos estavam colados no assalto aos quatro primeiros lugares, prova disso foi a enérgica atitude e compromisso com que o Académico de Viseu entrou em campo, nesta manhã de calor em Braga. Com recurso a um ataque organizado, que lhe dava vantagem na posse de bola, o primeiro sinal de perigo surgiu aos 19 minutos, quando Francisco Machado alvejou a baliza contrária. A superioridade viseense era notória, e aos 27 e 40 minutos, Martim Silva e Facundo Alarcón, respetivamente, estiveram, de novo, perto de inaugurar o marcador. No segundo tempo, a toada manteve-se e, logo no primeiro minuto, Júlio Gil disparou à entrada da área para defesa apertada de Tai Znuderl. Na resposta, o SC Braga foi letal e Afonso Duarte fez o 1-0, após cruzamento da direita. O golo minhoto mexeu com a equipa Beirã, que acabou por responder apenas ao minuto 72, por intermédio de Francisco Machado que quase fez a igualdade. Seis minutos volvidos chegaram para Pedro Oliveira ganhar um penálti na área bracarense, transformado em golo pelo central Kauã Oliveira, que enganou o guardião adversário. Bastaram quatro minutos para a reviravolta ficar concluída. Tiago Freitas subiu até à linha final do lado direito do ataque, para cruzar com conta, peso e medida. Kelve Semedo, recém-entrado, faturou de cabeça o 1-2. No entanto, Dinis Rodrigues tinha outras ideias para o resultado final e, a três dos 90, reestabeleceu o empate, carimbando o 2-2 final. Em reações ao encontro, o defesa-central Kauã Oliveira, demonstrou a felicidade pelo golo marcado, realçando a reviravolta da equipa: “Estou muito feliz pelo golo, mas acabámos por facilitar um pouco no final do jogo. Ainda assim, gostei muito da atitude da equipa na reviravolta, mandámos em todo o jogo”. Já Nuno Braga, técnico academista, afirmou que o primeiro golo do SC Braga abanou com o Académico, partida na qual teria sido o justo vencedor: “A primeira parte foi totalmente dominada por nós, só concedemos uma oportunidade de perigo, contra várias ocasiões claras de golo que tivemos. Na segunda parte entrámos com a mesma atitude, mas o SC Braga acaba por fazer golo na primeira vez em que chega à baliza. Sentimos um pouco o golo, mas conseguimos reagir com as substituições, a malta que entrou mostrou que quer um lugar lá dentro, é muito importante. Voltámos a mandar no jogo e fizemos dois golos, mas um grande golo do Dinis impediu-nos a vitória. A existir um vencedor teria de ser o Académico, foi a equipa que mais se superiorizou e que mais quis ganhar”. O treinador dos Viriatos reforçou o objetivo de apuramento da equipa, salientando os bons resultados que a mesma tem tido diante dos bracarenses: “Vamos para todos os jogos com expectativa de ganhar, o nosso objetivo é estar nos quatro primeiros. A realidade é que, em seis jogos contra o SC Braga, temos cinco vitórias e um empate. Isso é mérito dos jogadores, da estrutura e do staff do Académico, porque não é fácil chegar aqui, estando o SC Braga num bom ou num mau momento, e impor cinco derrotas e um empate em seis jogos”. O Académico de Viseu mantém o quinto lugar da Série A da Liga Revelação, com 14 pontos, em empate pontual com o Gil Vicente FC, que tem menos um jogo. Na próxima ronda, os Viriatos jogam novamente longe de casa, precisamente no terreno dos gilistas. O jogo da jornada número 11 está marcado para o próximo dia 26 de novembro.

2024-11-02

Formação SAD

Empate em casa que sabe a pouco

A equipa de juniores A do Académico de Viseu empatou, esta tarde, em casa frente ao CD Mafra. Em partida da 10ª jornada da Zona Sul da Primeira Divisão do Campeonato Nacional de Sub-19, o nulo inicial não se alterou, num jogo onde os Viriatos estiveram mais de 45 minutos com menos um homem. Mais pressionantes e a comandar o rumo dos acontecimentos, os pupilos de Sérgio Fonseca entraram no Campo 1º de maio mais fortes, conquistando a grande maioria de duelos no meio campo. Priorizando o lado direito do ataque para ameaçar a baliza mafrense, o remate mais perigoso do primeiro tempo surgiu dos pés de Benjamim Fonseca, que à entrada da área rematou rasteiro para defesa do guardião contrário. No entanto, o lance do jogo chegaria aos 42 minutos, momento em que Jota Silva, médio academista, foi expulso com vermelho direto, num lance em que travou o atacante adversário que seguia isolado para a baliza.  A jogar com menos um homem durante quase 50 minutos, o Académico foi ainda capaz de se superiorizar ao CD Mafra no segundo tempo, nunca tendo capacidade para desfazer a igualdade inicial.  Desta forma, os Beirões perdem a oportunidade de aumentar distâncias para o quarto lugar, mantendo a segunda posição da tabela classificativa, agora a cinco pontos do líder SL Benfica. Na próxima jornada, agendada para o fim de semana de 23 e 24 de novembro, o Académico recebe em casa o Sporting CP, atual quarto classificado. 

2024-11-01

Formação SAD

“O nosso lugar vai ter de ser nos 4 primeiros”

A equipa Sub-23 do Académico de Viseu FC regressou, esta tarde, às vitórias na Liga Revelação. Em jogo da nove, a turma de Nuno Braga bateu o Rio Ave FC por 1-0, em partida discutida no Estádio Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão. Num jogo de especial caráter, frente a um dos adversários diretos na luta pelo apuramento para a fase de campeão, o Académico de Viseu sabia que uma vitória caseira recolocava a equipa na quarta posição, até agora ocupada pelos rio-avistas. O lance decisivo da partida chegaria ainda no decorrer da primeira parte, quando Simão Silva conquistou uma bola em terreno avançado, progredindo em direção à grande-área adversária. Travado em falta numa zona proibida, o jovem avançado conquistou a marcação de uma grande penalidade, que o próprio transformou em golo à passagem do minuto 38. Na etapa complementar, os viseenses foram sempre superiores ao Rio Ave, dispondo de outras boas ocasiões de perigo onde poderiam ter ampliado a vantagem. Simão Silva durante o encontro e Bruno Branco no pós-jogo foram expulsos, acompanhando uma lista de três nomes que ficam de fora da próxima partida, ao lado de Maga que somou o quinto amarelo na competição. Nas reações exclusivas aos canais de informação do Académico de Viseu, o técnico principal Nuno Braga apontou a competência tática como peça-chave, de uma vitória que abre boas perspetivas quanto às últimas cinco jornadas da fase regular: “A vitória foi muito importante para nos colarmos aos quatro primeiros lugares, que é essa a nossa ambição e, claro, pela capacidade tática que tivemos hoje. Ao contrário de outros jogos, em que falhámos nesses aspetos, fomos bastante competentes e concentrados o tempo todo, mesmo tendo em conta as adversidades que nos foram criadas. Temos três baixas importantes para o próximo jogo, mas estamos aqui para lutar e para dignificar Viseu seja contra quem for. O nosso lugar vai ter de ser nos quatro primeiros”. Com este triunfo, o Académico de Viseu regressa aos lugares de apuramento para a fase de campeão da Liga Revelação. Os beirões são agora quartos classificados, com 13 pontos, mais dois que o Rio Ave FC, primeira equipa fora das posições de apuramento. Na próxima jornada, os Viriatos jogam, novamente, longe de casa. A visita ao terreno do SC Braga, atual sétimo classificado, está marcada para o próximo sábado, às 11H, no Campo Nº 1 da Cidade Deportiva do SC Braga.

2024-10-28

Formação SAD

Tarde de infortúnio em Torres Vedras

A equipa Sub-23 do Académico de Viseu FC saiu derrotada por 2-0 da deslocação ao terreno do SCU Torreense.   O conjunto da casa entrou melhor na partida, inaugurando o marcador aos nove minutos, num lance onde beneficiou de um lançando de linha lateral que deveria ter beneficiado o Académico de Viseu. André Simões aproveitou a oferta e fez o 1-0. Reagindo em força, os Viriatos sobrepuseram-se no que à superioridade diz respeito, falhando somente no ataque à profundidade que ia aparecendo nas costas da defesa contrária. Com o decorrer do segundo tempo, o Académico somava aproximações à baliza adversária, enquanto do outro lado Matheus Sampaio brilhava entre os postes viseenses, impedindo o 2-0. Aos 88 minutos, numa jogada iniciada com falta por marcar sobre o defesa academista Afonso Ferreira, Sindey Osei isolou-se perante o guardião brasileiro, fazendo o 2-0 final. Em reação exclusiva aos canais de informação do Académico de Viseu, o técnico Nuno Braga assumiu a má entrada da equipa que, mesmo perante um erro de arbitragem, esteve mal no lance do primeiro golo: “Entrámos mal nos primeiros 20 minutos, mas depois conseguimos estar por cima do jogo e levar perigo à baliza do Torreense com a bola dominada. Sofremos um golo numa altura em que já tínhamos o jogo equilibrado, num lance onde é claro que o lançamento deveria ter sido a nosso favor. É verdade que falhámos no cruzamento atrasado que originou o golo, é preciso também dizer isso”. O treinador da equipa sub-23 do Académico reforçou os erros da equipa, que mesmo assim  esteve perto do golo do empate: “Voltámos a tentar estar por cima do jogo e lutar contra as transições perigosas do adversário. Mesmo sem criar muitas ocasiões, estivemos mais perto do 1-1 do que o Torreense do 2-0. Na segunda parte voltamos a estar por cima, e há uma falta claríssima sobre o Afonso que origina uma transição que dá o segundo golo. Não foi o nosso melhor jogo, acho que cometemos muitos erros individuais”. Na próxima segunda-feira, dia 22 de outubro, os academistas regressam ao Estádio Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão. A receção ao Rio Ave FC está marcada para as 15H, numa altura do campeonato em que o Académico ocupa o sexto lugar da Série A com 10 pontos, a apenas um do último lugar da zona de apuramento, onde aparece, precisamente, o adversário da próxima ronda.

2024-10-22

Formação SAD

“A equipa foi competente do primeiro ao último minuto”

A equipa Sub-23 do Académico de Viseu FC regressou, esta tarde, às vitórias na Liga Revelação. Em jogo em atraso da quinta jornada, a turma de Nuno Braga deslocou-se ao terreno do FC Famalicão, atual líder da Série A, batendo os minhotos por 2-3. Focados em dar a volta a uma série de três derrotas consecutivas, os jovens Viriatos entraram no Municipal de Famalicão pressionantes e mais fortes nos duelos do que o adversário. Aos oito minutos, numa jogada de insistência, Gabriel Araújo subiu à grande-área contrária, cabeceando para o 0-1 na partida. No entanto, aos 20 minutos a equipa da casa respondeu, com Ibrahima Ba a reestabelecer a igualdade. Num primeiro tempo equilibrado, com oportunidades de ambos os lados, o Académico voltaria a colocar-se em vantagem ainda antes do intervalo. Pedro Oliveira completou uma jogada na qual o Famalicão foi incapaz de cortar a bola dentro de área, fuzilando o guardião famalicense para o 1-2 após defesa a remate de Francisco Machado. Na etapa complementar, os viseenses regressaram fortes, ampliando a diferença no marcador para 1-3. Afonso Sousa faturou em Famalicão após Simão Silva não ter sido capaz de marcar momentos antes. O conjunto da casa ainda reduziria aos 68 minutos, através da marcação de uma grande penalidade, transformada por Duda que estabeleceu o 2-3 final. Nas reações rápidas à partida, Gabriel Araújo foi o rosto de felicidade academista pela conquista dos três pontos. O jovem defesa afirmou que assumiu que entrar a ganhar foi capital para vencer em Famalicão: “Foi importante marcarmos primeiro, eles ainda empataram, mas nós soubemos sofrer. A equipa foi competente do primeiro ao último minuto e é isso que temos de levar para o futuro. O Famalicão tem qualidade e, ainda por cima, baixaram seis jogadores da equipa A. São estes jogos que nos fortalecem, é para isto que trabalhamos todos os dias. Foi bom conquistarmos os três pontos”. Já o técnico academista Nuno Braga reforçou a qualidade em causa no adversário, destacando que o trabalho da equipa tem de se manter: “Foi um jogo complicado contra um adversário com muitas valências, principalmente dadas as descidas de jogadores da equipa A, algo que eu penso que devia ser revisto pela FPF - Federação Portuguesa de Futebol. Sabíamos que entrar bem era muito importante e, na primeira parte, fomos, estrategicamente, perfeitos. Eles fizeram tudo o que lhes pedi, sabíamos como ferir o Famalicão no momento de pressão. No segundo tempo tivemos de sofrer, após o esforço tão grande da primeira parte. Soubemos emendar muitos erros do passado, principalmente nas transições defensivas. Soubemos compactar a equipa e retirar a zona frontal ao Famalicão. Isto não acontecerá sempre e não nos serve de nada se, na próxima jornada, não estivermos iguais“. Com este triunfo, o Académico de Viseu regressa aos lugares de apuramento para a fase de campeão da Liga Revelação. Os beirões são agora quartos classificados, com 10 pontos, mais um que o SC Braga, que é a primeira equipa fora das posições de apuramento. Na próxima jornada, os Viriatos jogam, novamente, longe do Fontelo. A visita ao terreno do SCU Torreense, que marca o arranque da segunda volta do campeonato, está marcada para o próximo dia 22 de outubro, às 15H, no Estádio Manuel Marques.

2024-10-08

Notícias Institucionais

Mariano Lopez: "Não vou desistir até levar a equipa à primeira Liga"

Mariano Lopez, presidente da SAD e do clube Ac. Viseu, apresentou à Imprensa nacional, em Lisboa, o projeto desportivo, de formação e de responsabilidade social a que se propõe, num compromisso de longo prazo com uma região “que tem tudo”. No plano desportivo, anunciou Vítor Martins como treinador da equipa profissional, apresentou novidades para a formação e confirmou ainda a aposta no futebol feminino – que se estreia na próxima temporada no terceiro escalão O líder da SAD do Académico de Viseu, eleito também presidente do clube em junho, Mariano Lopez, apresentou hoje à Imprensa nacional, em Lisboa, as linhas estratégicas do projeto desenhado para o maior emblema da região de Viseu. A par da ambição desportiva, que passa pela subida, estabilidade no primeiro escalão do futebol português e qualificação para as provas europeias, Mariano Lopez destacou a formação de jogadores e a responsabilidade social como pilares de uma estratégia que, por “razões óbvias”, só podia ser implementada em Viseu.     “O projeto do Ac. Viseu começou com uma análise da história do futebol em Portugal, uma análise desportiva, económica e geográfica, para entender as diferenças entre o litoral, o norte e o interior. A decisão de investir neste clube tornou-se clara, não queríamos mais um clube no litoral, por motivos óbvios. Viseu é uma cidade que tem tudo, tem uma qualidade de vida alta, mas sobretudo gostamos muito da forma como são as pessoas no interior, humildes, trabalhadoras, pessoas que gostam de esforçar-se ao máximo, com uma mentalidade que está muito alinhada com os valores que defendemos”, afirmou.    “Começámos este projeto com a compra da SAD em 2021. É um projeto global que vem de trás, com um grupo e aliança de clubes, que tem o apoio do dono do Hoffenheim, e que inclui também um projeto no Brasil, um clube de formação em Santa Catarina onde estamos já há 10 anos. O Ac. Viseu é uma peça-chave para o desenvolvimento deste projeto, mas é um projeto individual, sustentado. Ou seja, esta ligação não acontece no sentido existirem clubes satélites. Cada projeto é separado”, garantiu.    Mariano Lopez lançou depois a estratégia. “É um projeto para subir, sempre para subir, esse é o objetivo do investimento, mas também é importante para nós formar e educar jovens. Os pilares do projeto são vários e a formação é um deles, para nós é muito importante formar jovens, transmitir valores. Queremos também juntar a sociedade de Viseu, a região, porque o projeto desportivo só funciona quando há identidade com a região e acompanhamento de sócios e adeptos” destacou.    O líder da SAD e do clube destacou a “transformação digital” que já foi iniciada. “Tivemos a honra de apresentar esta aposta no Summit da Liga, no ano passado, em novembro. Estamos a finalizar a primeira fase de implementação, com novo site e aplicações, registo de sócios online, formas de pagamento por MBWay, soluções que provavelmente são normais nos clubes grandes, mas que no Académico não existiam”, explicou. “Temos mecanismos de atendimento inovadores, ou um projeto de Inteligência Artificial, como forma de análise de rendimento de jogadores na formação.”    Responsabilidade social, Europa e infra-estruturas  Além da dimensão desportiva e da inovação, Mariano Lopez deu grande ênfase à questão da responsabilidade social. “Este é um elemento muito importante para nós, aqui, na Alemanha ou no Brasil. Apostamos muito na ligação com a sociedade, seja com escolas, seja com famílias em escassez de recursos, seja com associações e instituições de solidariedade social ou de apoio a desabilitados.”    Fazendo um resumo desportivo das últimas duas temporadas e reiterando que o objetivo, agora, passa sempre por “atacar a subida de divisão”, Mariano Lopez mostrou toda a ambição. “Queremos atacar a subida, obviamente depois queremos ficar na Primeira Liga, mas o sonho grande é vir a ter um dia o Ac. Viseu nas competições europeias. Começámos a última temporada com dificuldades, mas continuámos tranquilos e confiantes. Tivemos depois uma fase muito boa. O regresso ao Fontelo e ao mapa do futebol português, com a presença na Final Four da Taça da Liga, foi obviamente para a cidade e para os adeptos mais um argumento para acreditar no projeto”, afirmou. 

2023-06-20