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Renascimento no Fontelo

Nas Terras de Viriato, o passado cruza-se com o presente e, envolto em vida natural, o Fontelo é para sempre o nosso anfiteatro de sonhos. No palco desta tarde/noite, o Académico de Viseu ergueu-se como um gigante adormecido, saiu das amarras pontuais saiu determinado a reescrever a narrativa que há quatro jornadas o afastava das vitórias. Sob a batuta do timoneiro Sérgio Vieira, um estratega que molda homens e forja lendas, os academistas encararam o CD Feirense como verdadeiros Viriatos num campo de batalha. Os primeiros minutos foram de domínio caseiro, um aviso de que o Académico vinha com sede de triunfo. Aos 16, como que guiado por um destino inevitável, Marquinho lançou um cruzamento perfeito vindo da esquerda. Lá estava Diogo Almeida, numa dança precisa com o esférico, a cabecear com alma. A bola beijou as redes e, com ela, explodiu o coração dos viseenses. Era o primeiro golo do jovem avançado, uma estreia gravada com a tinta dourada que nos promete qualquer coisa para o futuro. Mas o futebol, com a sua imprevisibilidade, trouxe um revés. No acaso da primeira parte, Leandro Antunes aproveitou um momento de desatenção e devolveu o equilíbrio ao marcador. Foi um golpe, mas não um fim, isso não seria. O intervalo trouxe reflexão, e Sérgio Vieira, com a calma de um comandante experiente, orquestrou as mudanças que transformariam o jogo. O segundo tempo foi de luta. Impulsionados pelos academistas, firmes e resilientes, aproximávamo-nos da vitória como um barco que enfrenta a tempestade, mas que não se desvia do rumo. Quando as forças pareciam titubear, eis que o destino ergueu um herói já esperado: Yuri Araújo. Aos 78 minutos, numa jogada onde o caos e a sorte se misturaram, a bola sobrou-lhe como um presente divino. E Yuri, com a precisão de um artesão e a força de um Viriato, disparou para o fundo da baliza. O Fontelo explodiu. Não foi apenas um golo, foi um rugido de afirmação, um grito de quem sonha e luta. O apito final veio como uma redenção. Os três pontos ficaram em casa, e o Académico de Viseu regressou ao caminho das vitórias. Na relva, sob os olhares dos adeptos, colocou-se de pé uma equipa que não apenas venceu, mas que provou ser capaz de desafiar os céus. Sérgio Vieira, o maestro desta sinfonia, vê agora o seu trabalho refletido na evolução da equipa. De jornada em jornada, o Académico aproxima-se dos lugares cimeiros, um passo de cada vez, como quem sobe uma montanha onde o topo é sinónimo de glória. O Fontelo iluminou-se com o brilho da superação, da paixão e da crença inabalável destas gentes. E assim, com a alma renovada, continuamos a nossa caminhada.

2025-01-24

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“Ganhar é importante, mas mais importante é a forma como se ganha”

A equipa profissional do Académico de Viseu regressou, esta sexta-feira, às vitórias na Liga Portugal 2. Na receção ao CD Feirense, os Viriatos ganharam por 2-1, conquistando o primeiro triunfo da segunda volta do campeonato. Na conferência de rescaldo ao encontro com os fogaceiros, o técnico academista Sérgio Vieira falou da mudança de sistema que operou na equipa, reforçando o compromisso que os jogadores precisam de continuar a sentir: “Chegámos à conclusão que, nesta etapa, era o sistema mais lógico para as características dos jogadores. Vamos insistir em aperfeiçoar este sistema, melhorando muito mais do que aquilo que aconteceu hoje. Foi um passo evolutivo em relação ao último jogo de Chaves, e nós queremos sempre essa perspetiva de evolução. Isto requer tempo, felizmente hoje além da nossa atitude, além da confiança em alguns momentos, tivemos também o mérito de conseguir fazer dois golos e garantir os três pontos. Temos de ter esse compromisso e essa responsabilidade, sentir que só dessa forma é que estamos mais próximos do objetivo”. Em resposta às questões dos jornalistas, Sérgio Vieira retratou ainda a importância de vencer afirmativamente: “Ganhar é importante, mas mais importante é a forma como se ganha. É a sustentabilidade da vitória e a forma como ganhamos. Dessa maneira estaremos preparados para que, no jogo seguinte, consigamos evoluir ainda mais”. O técnico dos Beirões abordou também a chegada dos novos reforços ao plantel: “Acima de tudo vão trazer qualidade e experiência. Ambos estavam a competir na primeira liga, precisam agora de algum tempo para voltar a adquirir a intensidade e o ritmo competitivos. Ao Luís toda a gente reconhece o caráter, a personalidade, o exemplo e a liderança que tem. O Nigel é um jovem com muito potencial, já o demonstrou na primeira liga no Paços de Ferreira e no Nacional. Tem muita qualidade e precisa de continuar a aperfeiçoar-se. Vamos ajudá-los assim como eles a nós”. Com este resultado, o Académico de Viseu soma agora 29 pontos. Na próxima jornada os Viriatos deslocam-se ao Olival. O encontro com o FC Porto B está marcado para o próximo sábado, às 15H30 no Estádio Luís Filipe Menezes.

2025-01-24

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Nigel Thomas é Viriato até junho de 2025

O avançado curaçauense-neerlandês é reforço da equipa de futebol profissional da Académico de Viseu FC, Futebol SAD. O jovem de 23 anos chega por empréstimo dos dinamarqueses do Viborg, após ter representado o CD Nacional na primeira metade da temporada.  A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação por empréstimo, até fim da presente temporada, do extremo Nigel Thomas. O jogador de 23 anos cumpre o segundo empréstimo da época, após ter estado ao serviço dos madeirenses do CD Nacional até janeiro. Pelos insulares, o jovem cumpriu uma dezena de jogos na primeira liga e na Allianz Cup. Nascido em Roterdão, mas com passaporte de Curaçau, o extremo fez formação no PSV Eindhoven, até se transferir para a primeira liga portuguesa em 2022/2023, para o FC Paços de Ferreira. Pelos pacenses fez 38 jogos, e na temporada seguinte jogou na primeira divisão dinamarquesa, ao serviço do Viborg. “Conheço o Nils Mortimer, é um bom amigo meu. Quando vi a oportunidade de vir para cá, perguntei-lhe como era o clube e ele deu-me um feedback positivo e depois, quando falei com o Académico, apresentaram-me um projeto fantástico e eu quero fazer parte dele” afirmou o jogador na sua apresentação. Nigel não escondeu o entusiasmo pelo novo desafio e enumerou as suas principais características: “Diria que os meus pontos-chave ou caraterísticas principais são a rapidez, as jogadas no um contra um, a vontade de criar alguma coisa, e o facto de avançar sempre como avançado, de nunca ter medo de recuar perante ninguém”. Para os adeptos, o extremo deixou uma mensagem de ambição: “Vamos tornar esta época mais bonita do que já tem sido, terminar com uma época forte, e ver o que o projeto nos vai trazer. Vamos Académico!”. Chega neste mercado de inverno a Viseu, com vínculo de empréstimo válido até ao fim da temporada. Bem-vindo e boa sorte, Nigel.

2025-01-23

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“Não vamos parar no objetivo de evoluirmos (…) temos de focar-nos na atitude”

O mister Sérgio Vieira deu, no final desta manhã, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida da 19ª jornada da Liga Portugal 2, frente ao CD Feirense. Face às questões dos órgãos de comunicação social, o treinador da equipa profissional do Académico de Viseu reforçou o trabalho que a equipa tem feito durante a semana, num caminho evolutivo que já deixou marcas nos primeiros dois jogos: “Queremos continuar esse processo de evolução da equipa, para que seja mais organizada, competitiva e capaz de defender bem. Queremos realmente ser uma equipa que luta pelos lugares cimeiros de forma sustentada, queremos jogar este futebol que estou a caracterizar, com e sem bola.  Queremos dominar os jogos e ter um futebol que envolva, emocionalmente, não só os nossos jogadores como também os nossos adeptos, que é por isso que eles nos acompanham e acreditam em nós. Outro objetivo é também conquistar os pontos, e sentimos que do jogo do FC Vizela para o jogo do GD Chaves, evoluímos nessa coragem e determinação, apesar da derrota”. Sérgio Vieira quis deixar ainda uma palavra de tranquilidade aos academistas, reiterando que o grupo de trabalho está focado no querer: “Não vamos parar no objetivo de evoluirmos, temos de focar-nos na atitude. Acho que os nossos adeptos devem cobrar-nos a atitude, a ambição, o compromisso e a raça. Sobre os pequenos erros que se cometem no jogo, podem ficar muito tranquilos porque nós vamos trabalhar bastante para elucidar os jogadores”. O técnico do emblema Beirão voltou a demonstrar o objetivo coletivo que sente no dia-a-dia do clube, afirmando a importância do apoio de todos os academistas: “Deparei-me com uma inconstância a todos os níveis. Os nossos jogadores e a equipa têm de estabilizar o seu desempenho. Pelo que vejo, internamente, os jogadores, a administração e o staff querem muito voltar a colocar o Académico na primeira liga. Já sentia isso de fora e agora, cá dentro, sinto ainda mais. Sei que, por vezes, existe a frustração por algumas decisões que aconteceram, mas eu dou a minha palavra que aquilo que eu vejo aqui é um querer muito grande de todos. Nota-se que os adeptos, a cidade e a região querem muito, portanto temos é de caminhar todos juntos. Não podemos deixar que os momentos negativos, de derrotas e de frustração se apoderem de nós. Temos de lutar e sofrer juntos. Agradecemos muito o facto dos nossos adeptos, mesmo com o frio que estava em Chaves, terem-nos apoiado e mostrado a frustração no fim do jogo. Nós aceitamos essa frustração e lutamos por eles”. O Académico de Viseu joga esta sexta-feira no Estádio do Fontelo. Os Viriatos recebem o CD Feirense a partir das 18H, em jogo com arbitragem de Flávio Lima, da Associação de Futebol de Lisboa e vídeo-arbitragem de Vasco Santos, da Associação de Futebol do Porto.

2025-01-23

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Luís Silva é Viriato até junho de 2025

O médio Luís Silva é reforço da equipa de futebol profissional da Académico de Viseu FC, Futebol SAD. O experiente jogador de 32 anos rubrica vínculo até final da temporada. A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação do médio português Luís Silva. O jogador de 32 anos que estava sem clube, após rescindir contrato com a AVS, Futebol SAD, chega agora a Viseu e já treinou esta manhã às ordens do mister Sérgio Vieira. Luís Silva iniciou a carreira com formação no Leixões SC, clube no qual se estreou na primeira liga antes de se transferir em 2013/2014 para o SC Braga, período onde também representou as seleções nacionais de Sub-20 e Sub-21. Com uma vasta experiência nas competições profissionais portuguesas, o médio soma já mais de 300 jogos na segunda liga, competição na qual atingiu por duas vezes a promoção, e quase meia centena na primeira divisão, entre passagens por clubes como Gil Vicente FC, GD Chaves, CF “Os Belenenses” e Varzim, entre outros. É agora reforço de inverno do Académico de Viseu, com contrato válido até 30 de junho de 2025. Após as primeiras horas no emblema Beirão, Luís Silva já falou em exclusivo aos órgãos de comunicação do Académico. O primeiro reforço do mercado de janeiro assumiu o que o levou a abraçar o novo desafio: “Levar este clube à primeira liga é o meu grande objetivo nestes cinco meses. Gostei muito das pessoas e da maneira como me foi apresentado o projeto, de uma forma clara e com um objetivo final muito bem delineado por parte de todos. Não tive qualquer dúvida em aceitar a proposta do Académico, e tenho plena convicção de que no fim vamos ser felizes”. Luís Silva prometeu ainda muita dedicação e o uso da experiência que tem no futebol português: “O que eu posso prometer é o mesmo de sempre: muito trabalho. Esperem um jogador que vai dar tudo em campo, que nunca vai dar um lance por perdido. Fora do campo, vou tentar ajudar todos os meus colegas a atingir o rendimento máximo, dar uma palavra amiga de vez em quando, e às vezes uma de correção, que também faz parte. Acho que a minha experiência pode, por vezes, ajudar os mais novos a “mudar o chip””. Quanto aos academistas, o novo médio viseense pediu ainda o máximo apoio para o resto da temporada: “Venham apoiar-nos. Vamos ter momentos complicados durante estes 16 jogos, faz parte. Nem sempre vamos estar por cima do jogo, e é nesses momentos que vamos precisar deles para nos poderem alavancar e dar aquela força extra, serem aquele 12º jogador que eu tenho certeza de que eles vão ser”. Bem-vindo e boa sorte, Luís.

2025-01-22

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Há passos que parecem recuos, mas que servem de balanço

Em Trás-os-Montes, local português onde as montanhas são tão altas quanto as ambições humanas, o Académico de Viseu chegou como quem enfrenta uma escalada, com nada além de coragem e um coração que bate mais forte a cada batalha. A jornada até Chaves não era apenas uma deslocação física. Era um grito de quem quer mais, de quem acredita que o futuro se constrói passo a passo, mesmo quando o caminho é íngreme e pedregoso. Logo no dealbar do jogo, o GD Chaves lançou uma estocada precoce. Rui Gomes, em apenas dois minutos, marcou o golo que abriu o marcador. O Académico sentiu o golpe, mas não recuou. Com a alma ferida, mas indomável, tentou responder com iniciativa, encurralando o adversário em momentos de luta intensa. Os cantos sucederam-se, os duelos no meio-campo eram bravas lutas pela posse. A esperança resistia, embalada pelos cânticos dos academistas que cruzaram montanhas para nos apoiar. O intervalo trouxe a promessa de recomeço, mas a segunda metade não sorriu aos viseenses. Foi um novo ato, dominado por um Chaves que não vacilava. Aos 53 minutos, Higor Platiny ampliou a vantagem. A muralha adversária tornava-se mais alta, mas a essência dos bravos Viriatos não é desistir, e as substituições carregaram não só novos jogadores, como também fragmentos de esperança. Contudo, o destino parecia traçado, e Pedro Pinho, aos 81 minutos, selou o marcador. Três golpes, três marcas na história desta noite. No relvado, o Académico lutou até ao fim, ainda que a inspiração parecesse uma aliada distante. Nas bancadas, os adeptos brilharam como um farol. Não celebravam um resultado, mas algo maior: a paixão por um clube que é família, história e coragem. Não vieram por vitórias fáceis; vieram porque sabem que “há passos que parecem recuos, mas que servem de balanço”.

2025-01-18

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"Houve mérito do Chaves, mas também demérito nosso em regras coletivas e individuais"

A equipa profissional do Académico de Viseu perdeu esta noite em casa do GD Chaves. Em partida que deu início à segunda volta do campeonato, os Viriatos foram derrotados por 3-0. Na conferência de rescaldo ao encontro, o técnico academista Sérgio Vieira reconheceu a má entrada da equipa em jogo, admitindo a frustração pelo resultado: “A história do jogo ficou muito condicionada pela nossa entrada, pelos primeiros segundos do jogo em que acontece o golo. Houve mérito do Chaves, mas também demérito nosso em regras coletivas e individuais. Não podemos entrar assim nos primeiros segundos. Naturalmente, é dececionante e frustrante para nós, porque trabalhamos para ter a atitude que só tivemos depois, de não permitir que o Chaves construísse à vontade, de ser pressionantes e obrigar o Chaves a esticar o jogo. Os lances de perigo, só aconteceram quando voltámos a cometer pequenos erros”.  O treinador Sérgio Vieira afirmou ainda o que deve mudar na postura tática do conjunto Beirão, assumindo que o segundo e terceiro golos foram determinantes para o resultado final: "Não queríamos deixar o Chaves jogar, só que também temos de ter bola e saber tê-la, sendo acutilantes e tendo grande volume de jogo ofensivo. Temos de conseguir criar muitas situações, com mobilidade e ataque à profundidade, ocupando bem as zonas de finalização. Infelizmente, no processo ofensivo não fomos aquilo que queremos e, com o passar do jogo, não conseguimos chegar ao empate e o segundo e terceiro golos decidiram o jogo”. Com este resultado, o Académico de Viseu mantém os 26 pontos na Liga Portugal 2. Na próxima jornada, os academistas regressam ao Fontelo. A receção ao CD Feirense está agendada para as 18h da próxima sexta-feira.

2025-01-17

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"Queremos estabilizar um sistema que nos permita evoluir de jogo para jogo e conquistar pontos”

O mister Sérgio Vieira deu, no final da manhã de hoje, a habitual conferência de imprensa, que serviu de antevisão à partida da 18ª jornada da Liga Portugal 2, frente ao GD Chaves. Face às questões dos órgãos de comunicação social, o técnico academista relevou as várias evoluções da equipa, afirmando que a semana de trabalho foi positiva: “Estamos mais confiantes para uma exibição mais positiva da que tivemos na estreia. Essa é a lógica que mais encaixa naquilo que aconteceu até ao momento. Foi uma semana curta, os nossos jogadores já estão recuperados. Trabalhámos bem dentro da intensidade que foi possível, aqueles que tiveram menos utilização ou que não foram utilizados, tiveram mais trabalho e foi muito positivo para todos. Dá-nos a confiança para chegar a Chaves e ter uma exibição melhor. Todos nós queremos mais e melhor e eu acredito que, à medida que o tempo vai passando, essa progressão, evolução e confiança vão aparecer”. Sérgio Vieira abordou ainda a consistência que exige ao trabalho diário, assumindo o desejo de atingir a estabilização de um 11 inicial e de um sistema tático: “Todas as coisas que nós vimos no trajeto desde o início da época, foram as alternâncias de sistema tático e de jogadores. A consistência e estabilidade trazem rendimento e performance, e é isso que nós queremos. É normal que depois se percam determinadas regras individuais e coletivas. Neste momento, estamos a tentar estabilizar a utilização de um 11 e de um sistema que sejam bem interpretados por todos os jogadores, e que nos permitam, rapidamente, evoluir de um jogo para outro e conquistar pontos. Para mim, ganhar jogos também é ter consequência de jogar bem. É essa alegria que podemos dar aos nossos adeptos, que merecem muito que nos esforçamos ao máximo para conquistar vitórias”. O treinador da equipa profissional do Académico de Viseu diz acreditar num jogo equilibrado, apontado à conquista dos três pontos: “Acredito que pode ser um jogo equilibrado. São duas equipas que têm bons valores individuais, que se encontram em diferentes momentos em termos coletivos. A nossa mais-valia poderá ser o foco em evoluir coletivamente, para tentar igualar depois individualmente. O Chaves é uma equipa que, em casa e com o apoio dos seus adeptos, é sempre difícil de defrontar. Acreditamos que nós podemos ir dar esse passo evolutivo, na melhoria da nossa equipa e ir lá tentar trazer lá os três pontos. Sabemos que o momento que atravessamos não é uma situação normal, eu entrei há pouco tempo, mas temos de compensar isso com a parte humana e mental”. O Académico de Viseu joga esta sexta-feira em Chaves. Os Viriatos visitam o terreno do Grupo Desportivo local, a partir das 20H15, em jogo com arbitragem de Vítor Ferreira, da Associação de Futebol de Braga e vídeo-arbitragem de Bruno Esteves, da Associação de Futebol de Setúbal.

2025-01-16