Equipa Profissional 2025-01-22

Luís Silva é Viriato até junho de 2025

O médio Luís Silva é reforço da equipa de futebol profissional da Académico de Viseu FC, Futebol SAD. O experiente jogador de 32 anos rubrica vínculo até final da temporada.

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação do médio português Luís Silva. O jogador de 32 anos que estava sem clube, após rescindir contrato com a AVS, Futebol SAD, chega agora a Viseu e já treinou esta manhã às ordens do mister Sérgio Vieira.

Luís Silva iniciou a carreira com formação no Leixões SC, clube no qual se estreou na primeira liga antes de se transferir em 2013/2014 para o SC Braga, período onde também representou as seleções nacionais de Sub-20 e Sub-21.

Com uma vasta experiência nas competições profissionais portuguesas, o médio soma já mais de 300 jogos na segunda liga, competição na qual atingiu por duas vezes a promoção, e quase meia centena na primeira divisão, entre passagens por clubes como Gil Vicente FC, GD Chaves, CF “Os Belenenses” e Varzim, entre outros. É agora reforço de inverno do Académico de Viseu, com contrato válido até 30 de junho de 2025.

Após as primeiras horas no emblema Beirão, Luís Silva já falou em exclusivo aos órgãos de comunicação do Académico. O primeiro reforço do mercado de janeiro assumiu o que o levou a abraçar o novo desafio: “Levar este clube à primeira liga é o meu grande objetivo nestes cinco meses. Gostei muito das pessoas e da maneira como me foi apresentado o projeto, de uma forma clara e com um objetivo final muito bem delineado por parte de todos. Não tive qualquer dúvida em aceitar a proposta do Académico, e tenho plena convicção de que no fim vamos ser felizes”.

Luís Silva prometeu ainda muita dedicação e o uso da experiência que tem no futebol português: “O que eu posso prometer é o mesmo de sempre: muito trabalho. Esperem um jogador que vai dar tudo em campo, que nunca vai dar um lance por perdido. Fora do campo, vou tentar ajudar todos os meus colegas a atingir o rendimento máximo, dar uma palavra amiga de vez em quando, e às vezes uma de correção, que também faz parte. Acho que a minha experiência pode, por vezes, ajudar os mais novos a “mudar o chip””.

Quanto aos academistas, o novo médio viseense pediu ainda o máximo apoio para o resto da temporada: “Venham apoiar-nos. Vamos ter momentos complicados durante estes 16 jogos, faz parte. Nem sempre vamos estar por cima do jogo, e é nesses momentos que vamos precisar deles para nos poderem alavancar e dar aquela força extra, serem aquele 12º jogador que eu tenho certeza de que eles vão ser”.

Bem-vindo e boa sorte, Luís.

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“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

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