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“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

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"Não podemos esperar qualquer tipo de facilidades"

O treinador do Académico de Viseu, Bruno Pinheiro, fez a antevisão ao jogo da 8ª jornada da Liga Portugal Betclic, com o Estoril – sábado dia 10 de outubro no Estádio do Fontelo pelas 20h30 – e rejeita qualquer cenário de excesso de confiança na receção aos canarinhos. Garante um Académico de Viseu preparado para um adversário que, apesar de ainda não ter vencido, considera ter qualidade para criar dificuldades. Admite que a paragem permitiu nivelar física e taticamente o plantel, incluindo os reforços chegados no final do mercado, e espera que o período de interrupção não tenha quebrado o bom momento da equipa. Bruno Pinheiro sublinha a ambição do grupo e deixa uma garantia: o Académico tudo fará para que os três pontos fiquem no Fontelo. – O Académico atravessou esta pausa num momento muito bom. Como foram estas três semanas? Houve algum impacto na equipa? Bruno Pinheiro: A ideia é continuar bem. Aproveitámos estes dias essencialmente para nivelar o grupo, quer física, quer taticamente. Havia jogadores que tinham chegado no final do mercado e tentámos igualar o conhecimento do jogo e a capacidade física dos jogadores, para termos um grupo mais competitivo e mais capaz. Basicamente, foi por aí. – Como está a motivação da equipa para a receção ao Estoril, último classificado, que ainda não venceu e pode chegar ao Fontelo motivado à procura da primeira vitória? Bruno Pinheiro: Não será surpresa nenhuma. Estamos conscientes disso. O grupo é humilde, tem consciência e já nos pusemos no lugar do Estoril: como é que nós entraríamos em campo se, à sétima jornada, não tivéssemos ganho? É uma opinião geral que o adversário vem com tudo. Acredito que venha com um sistema diferente, portanto, terão feito as suas adaptações. Para nós, taticamente, também será um desafio, porque acredito que venham jogar com três centrais, uma situação que esta época ainda não nos aconteceu. Não defrontámos nenhuma equipa com três defesas centrais. Há várias coisas que nos mantêm alerta e sabemos o que faríamos no lugar dos jogadores do Estoril. Não esperamos qualquer tipo de facilidades. Além disso, não podemos esquecer que muitos destes jogadores tiveram épocas muito boas no Estoril e já demonstraram ter uma qualidade individual muito boa. Poderia citar facilmente cinco ou seis nomes, como Holsgrove, Xeka, João Carvalho, Begraoui e Rafik Guitane, jogadores que nas últimas épocas estiveram no Estoril e fizeram um trabalho fantástico. A tabela classificativa não demonstra a qualidade individual da equipa. Estão a trabalhar com um treinador novo, que precisa do seu tempo para adaptar os novos jogadores. Tiveram agora estas três semanas e, certamente, virão mais fortes do que antes da paragem. Mas vai ter de dar. Vamos ter de ser capazes e vai ter de dar para o nosso lado. Tudo faremos para que caia a nosso favor. – Falou do sistema. Acha que o Académico se sente mais confortável quando não tem de assumir o jogo? Pergunto isto porque vai jogar em casa e, por vezes, parece sentir-se mais confortável quando não tem de assumir tanto. Bruno Pinheiro: Compreendo o que está a dizer. De qualquer forma, o que lhe posso dizer é que nós queremos sempre assumir o jogo. Uma coisa é assumir o jogo com responsabilidades; outra é tentar assumir o jogo quando há uma diferença grande entre os clubes e ninguém está à espera que a gente o consiga fazer. É provável que se sinta alguma diferença, mas acho que é, acima de tudo, pela expectativa que as pessoas criam. E o problema é mesmo esse: criar expectativas.Por exemplo, se agora estão à espera que o Académico vá golear o Estoril, estão com uma expectativa completamente errada, porque não há essa diferença de qualidade entre as equipas. Se olharem para a tabela, podem achar que isso pode acontecer, mas não nos podemos esquecer de que é muito cedo. Foram sete jornadas e, nesta fase do campeonato, a tabela ainda não mostra a realidade das equipas. Compreendo a sua pergunta, mas acho que isso acontece para quem está sempre com expectativas. ‘Hoje é um jogo que o Académico tem a obrigação de assumir’ e, se calhar, está à espera que o Académico assuma o jogo e consiga dominar o adversário. Na Primeira Liga não será fácil dominar adversários. Vão ser jogos extremamente competitivos. Acho que a expectativa das pessoas é que, quando jogamos com equipas maiores, sejamos, entre aspas, «amassados» e, quando isso não acontece, fica aquela sensação de «afinal, é bom». Depois, quando vem aquele jogo em que se pensa que o Académico vai conseguir fazer o mesmo, vê-se que, afinal, se calhar, não consegue estar aqui, só está aqui. Pode dar essa sensação. Julgo que será pelas expectativas que cada um tem. – O Académico começou a época, perdoe a expressão, como o «patinho feio», foi melhorando e, à sétima jornada, está onde está. Estava no melhor momento da época quando chegou esta paragem. A pausa veio ou não mudar alguma coisa? Bruno Pinheiro: Espero sinceramente que não. Não sendo hipócrita, estávamos num bom momento e teria sido bom continuar. Mas não pode servir de desculpa. Estamos aqui para ganhar jogos. A paragem tivemos de a usar, como digo, para melhorar o grupo. Acredito que trabalhámos para melhorar o grupo e acredito que vamos ter um grupo muito humilde, muito sério, mas também muito ambicioso.Como disse há pouco, vai ter de dar para o nosso lado. Queremos muito que os três pontos caiam para o nosso lado. Sabemos que o adversário vai jogar com níveis de concentração e agressividade muito elevados. Estamos preparados para isso, iremos dar uma resposta positiva. Acredito que, com muita dificuldade, também vai cair para o nosso lado, porque faremos tudo para que assim seja. Não poderá ser a paragem um problema para nós. Não pode ser. – Há pouco disse que aproveitou estas semanas para integrar os jogadores que chegaram no final do mercado. Vai manter a mesma estratégia? Ou esses reforços já poderão entrar no onze, tendo em conta que o leque de opções está agora mais alargado? Bruno Pinheiro: O leque de escolhas estará mais alargado. Poderá haver mexidas ou não, mas não lhe vou dizer hoje, até porque só amanhã é que os jogadores saberão quem irá jogar. Não iria cometer essa deselegância aqui. Além disso, ainda não tenho o onze definido. Para mim, o dia em que penso no onze é dois dias antes do jogo. Partem todos em igualdade. Observo sempre e faço uma análise da semana. Observo a semana toda de trabalho e só dois dias antes do jogo é que começo efetivamente, após a análise dos treinos da semana, a definir o onze.Portanto, não lhe posso dizer que vá haver alguma alteração no onze. Mas posso dizer-lhe que há um ou dois jogadores que somaram alguns pontos e que poderão ser, de facto, opções para serem titulares.

2026-10-08

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“Queremos ser os primeiros a pôr um carimbo da derrota no Estrela”

O Académico de Viseu desloca-se este fim de semana a Rio Maior para defrontar o Estrela da Amadora, na 7.ª jornada da Liga, num encontro que coloca frente a frente duas equipas em momentos distintos: o conjunto da casa ainda não conheceu a derrota no campeonato, enquanto os viseenses chegam ao desafio depois de duas vitórias consecutivas. Na antevisão, Bruno Pinheiro destacou o percurso do adversário e assumiu a ambição de travar a invencibilidade do Estrela, apontando também a margem de progressão que o Académico ainda tem no processo de adaptação ao principal escalão. - Queria perguntar o que espera do próximo jogo, frente a um Estrela que ainda não perdeu, num jogo fora de casa e fora do seu habitat natural, digamos assim. Bruno Pinheiro: Acho que sobre o Estrela já disse quase tudo, que é o facto de ainda não ter perdido. Eu acrescentaria que já defrontou equipas que, por norma, acabam no top 4, que são o Sporting e o Braga. Acrescentaria ainda que os seus homens da frente estão num momento muito bom, cada um deles com quatro golos e uma assistência. E acho que, por aí, está tudo dito. O facto de jogarem fora do seu recinto acho que não deve ser um problema para eles, porque ganharam ao Braga já fora de portas. Portanto, não me parece que seja uma vantagem, tendo em conta aquilo que já fizeram contra o Braga. - E como é que está o Académico para enfrentar este Estrela da Amadora, depois de duas vitórias? Bruno Pinheiro: Acho que vamos estar bem. Obviamente, trabalhamos sempre com a ambição de ganhar. Isso é indiscutível, nem poderia ser de outra forma. A verdade é que as vitórias ajudam a dar confiança. Pessoalmente, senti diferença da vitória de Barcelos para a vitória aqui contra o Vitória. Apesar de o jogo contra o Vitória ter sido muito difícil e poder cair para qualquer um dos lados, senti que houve, de parte a parte, possibilidade de se ganhar o jogo… em Barcelos não senti tanto essa capacidade da equipa. Portanto, acho que trabalhar com vitórias traz essa confiança. Vamos com duas vitórias, vale o que vale, mas acho que vamos fazer um jogo competente. Vamos ombrear com o Estrela e, depois, obviamente, esperamos sempre jogar mais e melhor do que o adversário para aumentar as probabilidades de ganhar. É o que vamos fazer: trabalhar para aumentar as probabilidades de ganhar. — O Mister tem dito nas suas conferências que o Académico gradualmente iria adquirir esta nova forma de estar no primeiro escalão, sendo a equipa composta por jogadores que vieram da Segunda Liga. Acha que já está nesse processo, em termos de intensidade de jogo no contexto do primeiro escalão, ou ainda acha que há margem para melhorar? Bruno Pinheiro: Acho que ainda há margem para melhorar. Haverá sempre margem para melhorar. O que senti, por exemplo, é que fomos mais capazes de identificar aquilo que se pede. Se vocês analisarem o jogo com o Vitória de Guimarães, o Vitória fez uma pressão muito alta. O avançado punha pressão na bola e os dois extremos eram muito agressivos nos centrais. Obrigava muito ao passe atrasado, que muitas vezes os adeptos não gostam, mas a verdade é que depois, quando chegava a bola, o Everton libertava o Gustavo e o Robinho, que recebiam as bolas e, a partir daí, tentávamos desbloquear. Portanto, houve essa capacidade. E o que mais me agradou foi que não era o plano de jogo. Nós tínhamos previsto um Vitória dentro da sua normalidade, com 4-4-2. A verdade é que eles, provavelmente por identificarem que teríamos alguma capacidade de saída de bola, trouxeram uma pressão diferente e a equipa soube adaptar-se a essa pressão. Isso, de facto, é algo que tranquiliza e mostra que estamos no caminho certo. Os jogadores conseguiram trabalhar numa coisa e, num jogo, ser completamente diferente e identificar aquilo que era necessário. Portanto, acho que, nesse sentido, estamos a crescer. Os limites, não gosto de pôr limites. Não vou dizer que estamos perto ou que estamos longe. Honestamente, não gosto de pôr limites em nada. Gosto de trabalhar, de desafiar e desafiar todos os dias, e o limite não existe. Portanto, não lhe sei dizer se estamos longe ou não do nosso máximo, mas acredito que ainda temos alguma margem considerável de progressão. - A mudança de relvado representa menos uma hora de viagem, em Rio Maior em vez da Amadora. Gostaria de saber se, para o Académico, é mais vantajoso, na medida em que também há mais possibilidade de ter adeptos de Viseu a apoiar o clube e porque os próprios acessos a Rio Maior são muito mais fáceis. Isso facilita o trabalho da equipa técnica e da equipa? Bruno Pinheiro: Não, em termos de equipa não altera nada, porque fazemos sempre as viagens atempadamente. Temos sempre em conta o número de horas, o descanso necessário, os horários da alimentação. Portanto, não altera nada. Quando muito, há um ajuste na hora de saída de Viseu e pouco mais. Quanto aos adeptos, acredito que seja melhor deslocarem-se a Rio Maior do que à Amadora. É mais perto e, nesse sentido, espero que eles possam comparecer. Não sei se em grande número, não tenho qualquer indicação até ao momento, mas, se fizerem ouvir-se como fizeram em Barcelos, já ficarei muito satisfeito. Tenho a convicção de que será uma enorme ajuda para os jogadores. Portanto, ficaria satisfeito com o apoio que tivemos em Barcelos. - Do histórico que vi, e corrija-me se estiver enganada, acho que o Académico nunca conseguiu sequer um empate com o Estrela da Amadora [na I Divisão]. Eu sei que são equipas totalmente diferentes e épocas totalmente diferentes. A minha pergunta é se tem esse histórico presente e se a motivação também passa por fazer história. Bruno Pinheiro: Eu arranjo uma motivação de qualquer forma: o facto de o Estrela não ter ainda perdido qualquer jogo esta época é, pessoalmente para mim, motivacional. Queremos ser os primeiros a pôr um carimbo da derrota no Estrela e, só por si, já é um fator de motivação.

2026-09-18

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“Queremos dar muitas alegrias aos nossos adeptos no Fontelo”

A segunda vitória do Académico na Liga Betclic, que assinalou o regresso academista aos triunfos em pleno Fontelo, 37 anos depois, significou, também, o melhor arranque de sempre na Liga – uma conjugação história de fatores, celebrada de forma épica pelas bancadas de um estádio mais uma vez lotado (três jogos, três casas cheias). Na conferência de Imprensa que se seguiu ao 2-1 contra o Vitória SC, o treinador Bruno Pinheiro não esqueceu, mais uma vez, a importância dos adeptos e o carácter dos jogadores e da equipa: “podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas há uma coisa que nunca nos vão poder apontar: é falta de vontade, falta de atitude, falta de querer”. Sobre a aposta final em Bouldini e o garantir da vitória. Apostei no último minuto porque, de facto, o Clóvis é o Clóvis. Havia duas opções: manter o Clóvis em campo e meter mais um avançado para tentar ganhar o jogo; ou trocar homem por homem, porque achei que o Clóvis já estava muito desgastado e que já não conseguiria ter o impacto que o Boldini teria. Fomos felizes, o Boldini entrou, acabou por fazer o golo. Muitas vezes somos criticados pelas substituições, nós vivemos com esses dilemas e temos de tomar decisões. Senti que se metesse dois avançados, poderia manter o Clóvis, mas teria de destapar noutro lado. Fui feliz. O jogador entrou e foi feliz também. Este grupo merece muito somar pontos e estou feliz pelo grupo. Sobre a entrada mais forte do Académico e o que procurou corrigir ao intervalo. Fomos surpreendidos na fase inicial porque o Vitória defende sempre em 4-4-2. Muitas vezes, quando ativam as pressões e nas variações, o médio do lado oposto à bola sai a pressionar o médio defensivo. E hoje fizeram algo diferente. Portanto, vieram numa espécie de 4-2-3-1, fecharam o 6, fizeram homem a homem no meio, e isso retirava muita capacidade de construção. O que fizemos ao intervalo foi corrigir o posicionamento do Luís Silva, para arrastar o 10 com ele e libertar o central. Ou, se o extremo ficasse agressivo, libertar o lateral. E foi por aí. Muitas vezes sei que as pessoas não gostam de ver o passe para trás, mas a verdade é que, se repararem, a maioria das vezes que a bola foi ao Ewerton, o jogo desbloqueou. Muitas vezes o Vitória acabava por ficar homem a homem, porque o lateral do Vitória saltava no nosso lateral e, naquelas bolas longas, tivemos três ou quatro lances em que poderíamos ter desequilibrado o jogo a nosso favor. Portanto, fizemos essa correção. Defensivamente, tentámos que a equipa se compactasse mais porque, na primeira parte, senti que fomos muito atrás das referências; na segunda parte, conseguimos muito mais vezes ativar a pressão e levámos muito mais vezes o Vitória até ao seu guarda-redes. Portanto, foram essas as duas correções. Só fiz uma correção ofensiva e uma defensiva. Acho que, às vezes, a simplicidade ajuda muito os jogadores e é o que tento fazer. Sobre os oito pontos e a posição do Académico na Liga. Uma coisa lhe posso dizer: podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas há uma coisa que nunca nos vão poder apontar: é falta de vontade, falta de atitude, falta de querer. Podem-nos apontar falta de qualidade, mas falta de querer não nos podem apontar. E este grupo é fortíssimo. Eu sempre... quando vim para o Académico, foi sempre aquilo que eu disse, que destaquei quando analisei o Académico: senti sempre que era um grupo diferente, no querer, e na postura. O Luís Silva, como capitão, é um exemplo deste grupo, de vontade, querer, de liderança, de qualidade de saber estar, em jogo, em treino. Há vários jogadores que o seguem e isso faz com que o grupo acabe por criar essa essa essa postura. Portanto, é um grande grupo. Só o Ewerton é que está a jogar, de quem entrou esta época. Os reforços vão ter de conquistar o seu espaço. Estes rapazes estão cá para dar luta. Quem chegou vai ter que se adaptar, primeiro porque também houve dois ou três reforços que fisicamente não chegaram bem, porque não estavam a trabalhar; há esse período de adaptação para eles. Outros, como o Mestanza, estão muito bem, bem integrados, são uma mais-valia e ajudam imenso; mas todos eles vão ter que dar aos chinelos para descalçar os colegas que estão cá. Sobre o peso e herança da equipa que se afirmou e subiu de divisão O peso foi aquele que eu aceitei. Sabia para aquilo que vinha. Também disse, antes de começar o campeonato, honestamente, que acho que este é o maior desafio da minha carreira. Mas tive muita vontade de o abraçar. Quando cheguei, confirmei tudo aquilo que que tinha sido o meu feeling. E volto a repetir: podemos não ser os melhores do mundo, mas de vontade e de querer ninguém nos vai nunca poder apontar nada. Agora, obviamente, há um período de adaptação. Acho que podemos jogar melhor, vamos conseguir jogar melhor. A verdade é que estamos a defrontar o Vitória de Guimarães. E não nos podemos esquecer disso. Agora, trabalhamos com o que temos, com humildade, e com o carácter que temos. Sabemos que vai ser sofrido. Faltam 28 batalhas, nas quais vamos dar o nosso melhor; e acreditamos muito que vamos ser felizes no fim, sabendo que vai ser difícil. Jogamos com os jogadores que estavam na Segunda Liga e, para já, estamos a fazê-lo bem e eles estão estão de parabéns. Queremos muito jogar melhor e peço alguma paciência aos adeptos porque eu sei que os adeptos gostam sempre de um jogo muito vertical, muito para a frente, mas temos que jogar com o que temos. E, muitas vezes, quando precisamos de ter mais tempo e espaço, às vezes precisamos de fazer esticar a equipa contrária para, depois, como hoje aconteceu três ou quatro vezes, conseguirmos dar seguimento para a frente e criar toportunidades de golo. Queremos muito ganhar. As pessoas compreendam isso; e apoiem-nos. Queremos dar muitas alegrias aos nossos adeptos aqui em casa, no Fontelo. Sobre o facto de o treinador adversário referir que o Vitória não merecia perder; e sobre o Fontelo lotado e o apoio dos adeptos. Acredito que podemos ganhar os jogos todos, senão não podia ser o treinador. Acho que também não merecíamos perder com o Santa Clara, e acho que não merecíamos empatar com o Marítimo… Agora, eu só posso dizer que estou muito contente de ter feito os primeiros golos no Fontelo, ter sentido a vibração dentro do campo, dos adeptos, quando houve os golos; a vibração dos adeptos quando foi o apito final, o alívio de toda a gente… estou muito satisfeito pelos três pontos e muito satisfeito por termos sempre casa cheia, mesmo nos momentos difíceis; por isso peço essa compreensão a todos, vai ser uma época muito difícil. Apoiem-nos que merecemos ser apoiados. É só isso que eu peço. Se a paragem da Liga, que se aproxima, é benéfica para o Académico. Quando regressarmos, na primeira jornada a seguir, eu digo-lhe. Mas até lá ainda ainda falta o Estrela da Amadora.

2026-09-12

Equipa Profissional

“Queremos muito ganhar em casa”

Bruno Pinheiro fez, esta quinta-feira 10 de setembro, a antevisão à receção ao Vitória SC, agendada para sábado, dia 12 pelas 20h30, no Estádio do Fontelo. O treinador do Académico de Viseu destacou a evolução da equipa após a vitória em Barcelos, a exigência do adversário e a ambição de conquistar os primeiros pontos em casa, sublinhando também a importância do apoio dos adeptos num encontro em que espera uma forte moldura humana. - O Vitória é uma das equipas mais rematadoras entre os chamados ‘Big Six’ europeus. A vitória em Barcelos foi um bom teste para a organização defensiva do Académico? - Podemos considerar que sim. Eles [Gil Vicente] remataram imenso e não era essa a nossa vontade. É verdade que também remataram muito de fora da área… mas poderá ser um dos pontos fortes do Vitória: é uma equipa com muita mobilidade ofensiva, difícil de contrariar defensivamente e que acaba por rematar imenso. Acho que vamos conseguir, à nossa maneira, com a nossa organização defensiva, limitar esses remates. Identificámos algumas situações no jogo com o Gil Vicente que nos vão dar mais confiança e permitir reduzir essa quantidade de remates que os adversários possam fazer. - A primeira vitória da época alterou o ambiente de trabalho durante a semana? - Honestamente, acho que não há grandes diferenças, tirando o facto de haver, se calhar, mais sorrisos do que quando se perde. O grupo trabalhou da mesma maneira. É muito fácil trabalhar com eles, são jogadores que querem muito, que ouvem bastante e tentam cumprir. Se depois conseguem ou não é outra história, mas a vontade e a disponibilidade para trabalhar estão sempre presentes. Nunca foi diferente nas semanas em que não ganhámos. Esta semana só houve, talvez, mais uns sorrisos. - O Vitória chega ao Fontelo com cinco pontos conquistados fora de casa e ainda sem pontuar em casa. O Académico está preparado para dar continuidade à vitória em Barcelos? - Existe muita vontade de fazer bem as coisas. Queremos muito marcar o nosso primeiro golo aqui no Fontelo e ganhar os primeiros pontos em casa. Essa vontade existiu sempre e continua a existir. É uma motivação extra tentar ter um resultado positivo em casa. Sabemos da dificuldade que vai ser o jogo com o Vitória. É uma equipa forte, com um caudal ofensivo muito grande. Teve um início de campeonato exigente, já jogou com Braga e Sporting, e também está a adaptar-se a um treinador novo e a alguns jogadores novos. Tal como nós, está num período de evolução. Acredito que nós também estamos a melhorar de semana para semana. - A vitória em Barcelos pode ser um fator galvanizador para a equipa, num jogo em que se espera uma forte presença dos adeptos do Vitória? - Queremos muito dar continuidade ao resultado do último fim de semana. Sabemos que teremos pela frente um adversário forte, mas queremos muito ganhar em casa. Os nossos adeptos têm correspondido em peso e os dois jogos que fizemos em casa tiveram casa cheia. Não sei se será o caso deste jogo, mas certamente vamos ter uma moldura humana muito boa. Gostávamos muito de fazer do Fontelo uma fortaleza para nós. - O Académico tem cinco pontos conquistados fora de casa e nenhum em casa. É desta que os primeiros pontos chegam ao Fontelo? - Esperamos que sim. É preciso é que os pontos apareçam, em casa ou fora. Obviamente que gostávamos muito de ganhar em casa, marcar em casa e dar um bom ambiente ao nosso estádio. Tenho essa convicção de que vamos conseguir. O primeiro objetivo é garantir claramente os pontos que assegurem a manutenção. Quantos mais pontos fizermos em casa, melhor. Pontuar em casa tem um sabor diferente, obviamente, por isso queremos muito ganhar em casa. 

2026-09-10

Equipa Profissional

“Parabéns aos meus jogadores… e aos adeptos, pela força que nos deram”

Após o regresso do Académico aos triunfos no escalão máximo do futebol português, o treinador do Académico, Bruno Pinheiro, destacou a capacidada da equipa em “agarrar-se” aos três pontos, para resistir à pressão do Gil Vicente e garantir um triunfo que tinha escapado na Madeira. O técnico realçou que são as vitórias que permitem “ganhar confiança e motivação” para o futuro. E, mais uma vez, técnico deixou uma palavra para os adeptos academistas e para o impacto do seu apoio à equipa.  A equipa estava à espera de sofrer como sofreu? Os adversários que estiveram aqui em Barcelos saíram todos com derrota. Ninguém foi capaz de fazer aqui nenhum golo, portanto, acho que por aí se percebe a dificuldade que iríamos ter. Acho que enquanto o resultado esteve 0-0, fomos superiores, com mais intencionalidade com bola, criamos melhores situações. Depois do golo, o Gil empurrou-nos. Na primeira parte acho que ainda assim conseguimos dar réplica. Na segunda parte, a equipa recuou muito as linhas. Não quis que assim fosse, mas compreendo. O mais importante era mesmo os três pontos e os jogadores agarraram-se aos três pontos. Não fizemos o jogo que se calhar mais gostaríamos, mas o importante era ganhar os três pontos e eles foram ganhos. Qual a importância desta primeira vitória no regresso à Liga? É importantíssimo porque só se ganha confiança com vitórias. Por muito que a gente, se calhar, pudesse ter ganho na Madeira ou em casa com o Santa Clara, a verdade é que essas vitórias não apareceram. E se calhar, hoje, se tivéssemos mais três pontos, teríamos sido  capazes de fazer outro tipo de jogo na segunda parte e... não pensar tanto nos pontos. Portanto, esta vitória é importantíssima para nós, neste regresso à Primeira Liga, porque dá confiança aos jogadores. Vir a Barcelos ganhar num campo onde ninguém tinha ganho... e onde o Gil não tinha concedido qualquer golo, honestamente, tem que nos dar confiança e motivação para o resto que aí vem. Com o Marítimo, um campo extremamente difícil, arrancamos um empate e sinceramente acho que merecíamos ganhar. Em casa, com o Santa Clara, perdemos 1-0, e acho que não merecíamos de todo perder. Portanto, temos estado competitivos nos nossos jogos,  com adversários, em teoria, do nosso campeonato, e isso é importante para nós. Tem uma palavra para o apoio dos adeptos no éstádio? Tenho tido sempre esse cuidado porque, de facto, eles merecem imenso. Sentimos o apoio já no último jogo em casa... Nos dois jogos em casa tivemos casa cheia, mas jogar contra um grande (FC Porto) e ter a sensação que se joga em casa, mesmo em casa, foi ótimo! E hoje sentimos o apoio. O facto de conseguirmos resistir àquela segunda parte toda, provavelmente, deve-se tambén ao apoio da claque que esteve ali incansável junto à linha defensiva. Tenho a certeza que teve um fator preponderante junto dos jogadores que estavam ali atrás a aguentar a baliza a zero. Parabéns aos meus jogadores, parabéns pela baliza a zero, parabéns por três pontos num campo onde ninguém ainda tinha pontuado e parabéns aos nossos adeptos pela força que nos deram para sacar aqui os três pontos.

2026-09-06

Formação SAD

Três golos, três pontos

O campeão voltou a casa e voltou feliz. Na noite passada, o Fontelo foi palco dos primeiros três pontos da nova época. Jébril Moumen, Nourdine Barry e Miguel Ângelo foram as estrelas da noite e ofereceram a vitória aos adeptos, com três bolas a zero frente ao CF Estrela da Amadora. A equipa viseense entrou confiante, com um início de jogo sorridente para o Académico de Viseu. Foi uma primeira parte com muita pressão sobre a baliza do Estrela da Amadora, que acabou por se traduzir em golos. Aos 12 minutos, Jébril Moumen abriu o marcador e marcou o primeiro golo da noite, dando assim mais confiança à equipa. Na sua estreia, aos 23 minutos de jogo, Nourdine marcou o seu primeiro golo ao serviço dos Viriatos e aumentou, assim, a vantagem para a formação da casa. Já aos 45 minutos, Miguel Ângelo surpreendeu e marcou o terceiro golo, colocando a equipa numa vantagem mais confortável. Na segunda parte do jogo, a equipa do Estrela despertou e tentou equilibrar a partida, mas o Académico conseguiu aguentar e manter o resultado. Os viseenses continuaram a pressionar a baliza adversária e, aos 70 minutos, Carrasco teve uma grande oportunidade, num remate que acabou por parar nas mãos do guarda-redes do Estrela. As tentativas do Académico mantiveram-se e, num remate à baliza, Simão Arede apareceu isolado e deslizou para o centro da grande área, mas a bola saiu a milímetros do poste. O Académico afirmou, assim, uma vitória por 3-0 e mostrou uma exibição digna de um primeiro jogo da época em casa. A equipa já se prepara para a próxima jornada, na qual visita o Gil Vicente, numa partida em que procura novamente os três pontos.

2026-08-11

Notícias Institucionais

Fan Zone regressa ao Fontelo em dia de Académico x GD Estoril Praia

No próximo sábado, a Académico de Viseu FC, Futebol SAD promove uma nova Fan Zone, na Rua Dr. Aristides Sousa Mendes, no âmbito da 8.ª jornada da Liga Portugal Betclic. O espaço estará aberto a partir das 16h00 e contará com comes e bebes, jogos e desafios, proporcionando aos adeptos momentos de convívio e diversão antes do jogo. Para os mais pequenos haverá insufláveis. Como é habitual, vão estar presentes várias roulotes de restauração de negócios locais, entre os quais o Rude Restaurante, o Marcelo dos Kebabs, as Farturas Gonçalinho, os Fumeiros do Demo, a Confraria dos Carneiros e o espaço Viriathus 1914. Os adeptos poderão ainda visitar a Loja Móvel de merchandising do Académico. Tendo em conta a elevada adesão, a Académico de Viseu FC, Futebol SAD deixa algumas recomendações importantes: A entrada antecipada nas bancadas do Estádio do Fontelo. As portas do estádio abrirão 1h30 antes do início do jogo; Sempre que possível, aconselha-se a deslocação a pé ou através de transportes públicos; É aconselhada a chegada com antecedência à Fan Zone, de forma a aproveitar todas as atividades; Para quem se deslocar de carro, sugerem-se como alternativas de estacionamento o Parque da Feira Semanal e o Parque da Radial de Santiago; O bilhete de jogo é pessoal e intransmissível. A sua revenda por um valor superior ao preço de aquisição constitui crime de especulação; É proibida a utilização de adereços alusivos à equipa visitante nos setores destinados aos adeptos do Académico de Viseu. Devido à realização do evento e do encontro, estarão em vigor os seguintes condicionamentos de trânsito: O Parque de Estacionamento do Solar do Dão e a Alameda Messias de Fuschini estarão encerrados entre as 23h00 do dia 8 de outubro e as 23h30 do dia 11 de outubro; Na Rua Dr. Aristides de Sousa Mendes, o estacionamento estará condicionado entre as 23h00 do dia 7 de outubro e as 23h30 do dia 11 de outubro; A Rua Dr. Aristides de Sousa Mendes e a Avenida José Relvas, a partir do Pavilhão do Fontelo, estarão cortadas ao trânsito entre as 08h00 e as 23h30 do dia 10 de outubro.

2026-10-08

Notícias Institucionais

Equipamento Allianz Cup: “Hoje vestimos a homenagem à Cidade que carregou o Académico”

É com grande entusiasmo que a Académico de Viseu FC, Futebol SAD, apresenta o novo equipamento criado, exclusivamente, para o regresso à Allianz Cup. Inspirada na silhueta da cidade e na sua identidade, esta camisola representa uma homenagem a Viseu e aos viseenses. Sob o mote “Hoje vestimos a homenagem à cidade que carregou o Académico”, o equipamento pretende reconhecer o papel de todos aqueles que contribuíram e continuam a contribuir para o crescimento e afirmação do emblema academista. Cada detalhe transporta um pouco de Viseu. Cada linha representa uma Cidade que apoia, acompanha e leva o Académico consigo. Design e Detalhes O preto é a cor predominante do equipamento. Simboliza a força e reforça a elegância da peça. O tecido apresenta um padrão abstrato em preto e cinza, marcado por faixas verticais esbatidas e irregulares, como se tivessem sido pintadas com um pincel. Na zona frontal da camisola, vê-se a silhueta das Torres do Centro Histórico de Viseu, elemento gráfico inspirado num dos símbolos visuais mais conhecidos da Região. O emblema do Académico de Viseu surge com acabamento bordado premium e relevo tátil, conferindo maior detalhe e valorizando a identidade do clube. Além disso, a camisola conta com um selo exclusivo ao centro, um badge comemorativo aplicado na zona central, desenvolvido especificamente para esta edição. O Legado da Final Four de 2022/23  O regresso à Allianz Cup traz consigo a memória de um dos capítulos mais marcantes da história do Académico. Na época 2022/23, o emblema Beirão alcançou, pela primeira vez, as meias-finais da competição, garantindo uma presença inédita na Final Four, disputada em Leiria. Dentro de campo, foi escrito um marco histórico. Fora dele, a Cidade respondeu com uma verdadeira onda academista. Essa energia coletiva é a inspiração para o regresso à competição. Simbolismo  No regresso à Allianz Cup, vestimos Viseu. Vestimos a sua história, os seus símbolos, a memória de quem já caminhou connosco e a ambição de continuar a escrever novos capítulos. Esta camisola é dedicada a todos os viseenses e academistas que fazem parte da nossa história. Aos que estão em Viseu, aos que vivem longe e aos que continuam a carregar o Académico, seja onde for. O novo manto academista terá a sua estreia oficial no próximo dia 28 de outubro, no Estádio do Dragão, no encontro diante do Futebol Clube do Porto. Estará disponível para venda a partir do dia 8 de outubro, às 12h00, na Loja Online do Académico de Viseu e na Loja Física, no Piso 1 do Palácio do Gelo Shopping. Contamos contigo para vermos a cidade vestida de Académico.

2026-10-08

Notícias Institucionais

Fan Zone entra no ritmo do Rock & Dão em dia de Académico x Vitória SC

No próximo sábado, a Académico de Viseu FC, Futebol SAD promove uma Fan Zone, na Rua Dr. Aristides Sousa Mendes, no âmbito da 6.ª jornada da Liga Portugal Betclic. O espaço estará aberto entre as 16h00 e as 20h30 e contará com comes e bebes, jogos e desafios, proporcionando aos adeptos momentos de convívio e diversão antes do jogo.Para os mais pequenos haverá insufláveis. E a música também será protagonista. A Fan Zone vai contar com uma seleção musical inspirada no ambiente e na identidade do festival Rock & Dão, que se realiza nos próximos dias 18 e 19 de setembro. No espaço haverá também uma ativação alusiva ao festival. Como é habitual, vão estar presentes várias roulotes de restauração de negócios locais, entre os quais o Rude Restaurante, o Marcelo dos Kebabs, as Farturas do Gonçalinho, a Terras do Demo e ainda a Confraria dos Carneiros. Os adeptos poderão ainda visitar a Loja Móvel de merchandising do Académico de Viseu. Tendo em conta a elevada adesão, a Académico de Viseu FC, Futebol SAD deixa algumas recomendações importantes: A entrada antecipada nas bancadas do Estádio do Fontelo. As portas do estádio abrirão duas horas antes do início do jogo; Sempre que possível, aconselha-se a deslocação a pé ou através de transportes públicos; É aconselhada a chegada com antecedência à Fan Zone, de forma a aproveitar todas as atividades; Para quem se deslocar de carro, sugerem-se como alternativas de estacionamento o Parque da Feira Semanal e o Parque da Radial de Santiago; O bilhete de jogo é pessoal e intransmissível. A sua revenda por um valor superior ao preço de aquisição constitui crime de especulação; É proibida a utilização de adereços alusivos à equipa visitante nos setores destinados aos adeptos do Académico de Viseu. Devido à realização do evento e do encontro, estarão em vigor os seguintes condicionamentos de trânsito: O Parque de Estacionamento do Solar do Dão e a Alameda Messias de Fuschiniestarão encerrados entre as 23h00 do dia 10 de setembro e as 23h30 do dia 12 de setembro; Na Rua Dr. Aristides de Sousa Mendes, o estacionamento estará condicionado entre as 02h00 do dia 9 de setembro e as 23h30 do dia 12 de setembro; A Rua Dr. Aristides de Sousa Mendes e a Avenida José Relvas, a partir do Pavilhão do Fontelo, estarão cortadas ao trânsito entre as 08h00 e as 23h30 do dia 12 de setembro. Planeia a tua chegada, vem mais cedo e aproveita para jantar na Fan Zone antes de entrares no estádio. Assim, podes desfrutar de tudo o que preparámos e entrar no Fontelo pronto para mais um jogo.

2026-09-10

Notícias Institucionais

Fan Zone estreia-se na Rua Dr. Aristides Sousa Mendes em dia de Académico X FC Porto

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD realiza, no próximo sábado, uma Fan Zone, na Rua Dr. Aristides Sousa Mendes, no âmbito da 4.ª jornada da Liga Portugal Betclic. O espaço estará aberto entre as 14h e as 18h, com dinâmicas para proporcionar aos adeptos um momento de convívio e lazer antes do apito inicial. Poderão desfrutar de comes e bebes, música, jogos e desafios. Estão presentes no espaço as lojas do Académico e algumas roulotes de restauração de negócios locais, como o Rude Restaurante, o Marcelo dos Kebabs, as Farturas do Gonçalinho, a Terras do Demo e ainda a Confraria dos Carneiros. A icónica rua do Complexo Desportivo do Fontelo vai encher-se de animação e com insufláveis para os pequenos academistas. Tendo em conta a elevada adesão, a organização deixa algumas recomendações, para que os adeptos tenham a melhor experiência possível durante o dia de jogo: • Recomenda-se a entrada antecipada nas bancadas do Estádio do Fontelo, tendo em conta que a abertura de portas será uma hora antes do início do jogo; • A deslocação a pé ou através de transportes públicos poderá ser uma boa opção, face ao trânsito previsto; • É aconselhada a chegada com antecedência à Fan Zone, de forma a usufruir das atividades planeadas; • Para quem se deslocar de carro, sugerem-se como possibilidades de estacionamento o parque da Feira Semanal e o parque da Radial de Santiago; • O Estádio do Fontelo abre às 16h. Face à elevada adesão, é aconselhada a entrada antecipada nas bancadas. • O bilhete de jogo é pessoal e intransmissível. A sua revenda por valor superior ao preço de custo constitui crime de especulação. No âmbito do evento, existem ainda alguns condicionamentos de trânsito: • O parque de estacionamento do Solar do Dão estará encerrado entre as 23h00 do dia 27 de agosto e as 21h20 do dia 29 de agosto; • A Alameda Messias de Fuschini estará cortada entre as 23h00 do dia 27 de agosto e as 21h30 do dia 29 de agosto; • A Avenida José Relvas estará também cortada, a partir do Pavilhão do Fontelo, entre as 8h00 e as 21h30 do dia 29 de agosto. Os adeptos podem aceder ao recinto através do percurso pedonal habitual, devidamente sinalizado, de forma a contribuir para um ambiente festivo e seguro no Complexo Desportivo do Fontelo.

2026-08-27

Notícias Institucionais

Fontelo preparado para a I Liga: Académico apresenta remodelações na casa dos Viriatos

Visita guiada ao Estádio Municipal do Fontelo deu a conhecer as principais intervenções realizadas no recinto antes do regresso do Académico de Viseu ao principal escalão, 37 anos depois.   O Académico de Viseu apresentou esta quarta-feira, no Estádio Municipal do Fontelo, as principais intervenções realizadas no recinto tendo em vista o regresso do clube à I Liga, 37 anos depois da última presença no principal escalão do futebol português.  A visita guiada, que contou com as presenças de representantes de diversas entidades, como João Azevedo, presidente da CM Viseu, Helena Pires, CEO da FPF, Filipa Godinho e Rafael Almeida, por parte da Liga Portugal, e ainda José Carlos Lopes, presidente da AF Viseu, teve no presidente da SAD, Mariano López o anfitrião que permitiu dar a conhecer no local as melhorias realizadas em diferentes áreas do estádio, numa intervenção que pretende dotar o Fontelo de melhores condições para receber o futebol de primeira linha e todos os seus intervenientes.  O Estádio Municipal do Fontelo tem sido alvo de um processo de melhoria e valorização desenvolvido em articulação entre o Município e a SAD do Académico de Viseu. Um trabalho que não começou agora e que tem vindo a ser reforçado com a chegada do clube ao principal escalão.  Entre as intervenções já realizadas pela SAD contam-se a melhoria da iluminação do Fontelo e, mais recentemente, a instalação de um novo relvado, juntando-se agora um conjunto alargado de intervenções destinadas a melhorar as condições de utilização, conforto, segurança e funcionalidade do recinto.   111 novos lugares cobertos na Bancada Central Uma das principais intervenções incidiu sobre a Bancada Central, com a ampliação da cobertura para as zonas norte e sul, permitindo a criação de 111 novos lugares cobertos. A intervenção incluiu ainda a instalação de novos bancos, trabalhos na rede elétrica, atualização dos televisores existentes nos camarotes e revisão da sinalética de emergência.  A zona de camarotes e hospitalidade foi igualmente valorizada, com intervenções nos sanitários da área premium, incluindo a renovação da rede de abastecimento de água, iluminação e loiças sanitárias.  A sala de hospitalidade/catering foi ampliada e passou a dispor de melhores condições de acessibilidade a partir dos camarotes, bem como de maior versatilidade, podendo ser dividida em dois espaços independentes durante a semana. Foram ainda realizados trabalhos na rede elétrica, climatização e iluminação.  Balneários e espaços de apoio renovados Também as áreas destinadas às equipas foram alvo de intervenção. Os balneários dos jogadores foram pavimentados e a cablagem elétrica foi reorganizada e ocultada, melhorando as condições gerais de utilização. Foram ainda renovados os balneários das equipas de arbitragem e das equipas visitantes, reforçando as condições disponibilizadas a todos os intervenientes nos jogos da I Liga.  A intervenção estendeu-se igualmente à sala de imprensa, aos espaços corporate e a outras áreas de apoio do estádio, procurando criar melhores condições para a comunicação social, parceiros e utilização empresarial do recinto.  O túnel de acesso ao relvado foi também pavimentado, melhorando as condições de circulação entre as zonas de balneários e o terreno de jogo.  Mais tecnologia e melhores condições para o público O Fontelo apresenta igualmente novas soluções na área tecnológica, com a instalação de um ecrã gigante e a atualização dos sistemas de som e videovigilância.  No seu conjunto, estas intervenções representam mais uma etapa no processo de transformação do Estádio Municipal do Fontelo, acompanhando a nova realidade competitiva do Académico de Viseu.  O processo tem sido desenvolvido com o objetivo de garantir que a subida à I Liga é acompanhada também por uma evolução das condições da infraestrutura, numa intervenção que a SAD tem assumido em articulação permanente com o Município de Viseu, enquanto proprietário do Estádio Municipal do Fontelo.   “Agradecer a todos os que se envolveram neste processo e que em tempo recorde conseguiram transformar este recinto num palco digno para o Académico Viseu receber os seus jogos da I Liga no coração de Viseu”, congratulou-se o presidente Mariano López no final do evento, que juntou também diversos parceiros do clube, bem como elementos das autoridades de segurança.  A visita aconteceu poucos dias antes da estreia do Académico de Viseu em casa no regresso à I Liga. Depois da deslocação ao Estádio da Luz na primeira jornada, os Viriatos recebem o Santa Clara, no próximo fim de semana, naquele que será o primeiro jogo do clube no renovado Fontelo no principal escalão, 37 anos depois.  A renovação do Fontelo representa, assim, um processo continuado de investimento e valorização de uma infraestrutura municipal que volta a ser palco do futebol de I Liga.

2026-08-12

Notícias Institucionais

A força do Interior apresentou-se à cidade: Académico viveu noite de união e ambição no Centro Histórico de Viseu

O Académico de Viseu apresentou, esta quinta-feira, o plantel profissional para a temporada 2026/27, numa cerimónia que, pela primeira vez, teve como palco a Praça D. Duarte, em pleno Centro Histórico da cidade. Perante centenas de sócios e adeptos, o clube promoveu um momento de celebração, proximidade e afirmação daquele que será o seu regresso à Liga Portugal Betclic, 37 anos depois. “Queremos manter-nos na I Liga, mas só com todos unidos será possível”, sublinhou o presidente do clube, Mariano López Num ambiente marcado pelo entusiasmo academista, foram apresentados todos os elementos que compõem o grupo de trabalho para a nova temporada, desde a estrutura técnica ao plantel principal, reforçando a ligação entre equipa, cidade e região numa noite dedicada à verdadeira força do Interior. A cerimónia ficou igualmente marcada por um dos momentos mais emotivos da noite, com a homenagem prestada a Paulo França, histórico técnico de equipamentos do clube, falecido na época passada. Num gesto de profunda gratidão, o Académico recordou quem, durante tantos anos, viveu o dia a dia do clube com dedicação, profissionalismo e enorme sentido de pertença. Outro dos momentos altos da apresentação aconteceu quando José Cruz, capitão da equipa que garantiu a última subida do Académico à Primeira Divisão, em 1987/88, subiu ao palco para entregar simbolicamente a braçadeira de capitão a Luís Silva, estabelecendo uma ponte entre duas gerações separadas por quase quatro décadas, mas unidas pelo mesmo orgulho em representar o emblema viseense. O presidente da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD, Mariano Lopez, destacou a continuidade do projeto desportivo, mostrando confiança na capacidade do grupo para enfrentar o regresso ao principal escalão do futebol português. "Esperamos dar continuidade ao que fizemos na temporada passada. Mantivemos a grande maioria da equipa, subimos um patamar e acredito que temos potencial para realizar uma época tranquila."  O líder academista dirigiu ainda uma mensagem direta aos adeptos, sublinhando a importância do seu apoio ao longo de uma temporada que se antevê exigente. "Espero que a cidade nos apoie, porque vai ser difícil. Precisamos da energia dos nossos adeptos e do apoio de todos. Queremos manter-nos na I Liga, mas só com todos unidos será possível." Mariano Lopez aproveitou igualmente para destacar as melhorias em curso nas infraestruturas do clube, deixando um apelo para que o Estádio do Fontelo seja uma verdadeira casa cheia ao longo da temporada. "Vamos ter uma casa bonita, diferente, como merece um clube que está na I Liga. Espero que os adeptos se orgulhem de nós, encham o Fontelo desde o primeiro jogo e nos apoiem muito durante toda a época." O presidente concluiu reforçando a ambição de continuar a fazer crescer o Académico de Viseu em todas as áreas. "Temos de fazer mais e melhor com aquilo que temos à nossa disposição, seja ao nível da equipa, das infraestruturas ou da SAD. Acho que temos tudo ao nosso alcance para fazer coisas bonitas."  Também o treinador Bruno Pinheiro fez questão de agradecer a expressiva presença dos adeptos na Praça D. Duarte, assumindo o significado especial deste momento para toda a equipa. "Vou falar de coração, como falaria para os meus jogadores. É ótimo estar aqui, sentir esta moldura humana e todo este apoio, que será muito importante para nos galvanizar durante a época. Muito obrigado pelo vosso carinho." O técnico destacou depois a identidade que pretende ver refletida na equipa e assumiu, simultaneamente, a ambição e a humildade com que o Académico encara o regresso ao principal escalão. "Temos um grupo muito unido, que vai disputar todos os jogos com vontade de ganhar. Queremos que as pessoas de Viseu se sintam orgulhosas desta equipa." Bruno Pinheiro reconheceu ainda que esta será uma etapa particularmente desafiante na sua carreira. "Este regresso à I Liga tornou-se também um desafio pessoal. Será o meu maior desafio neste campeonato, com um grupo de jogadores que, na sua maioria, ainda não tem experiência neste patamar, mas isso motiva-me ainda mais." Por fim, mostrou confiança no trabalho desenvolvido pela estrutura do clube e definiu o principal objetivo para a nova temporada. "Esta estrutura sabe o que faz e vai dar-nos as condições para haver estabilidade. Vamos ser humildes, mas também ambiciosos. Conseguir a manutenção da forma mais tranquila possível é o nosso grande objetivo." Já o capitão Luís Silva, depois de receber simbolicamente a braçadeira das mãos de José Cruz, deixou uma mensagem de união e compromisso para a nova temporada. "Agradecer a receção que nos fizeram aqui hoje, é um sinal de que o clube está vivo e a cidade também. Em nome de todo o grupo agradecemos pelo dia de hoje. Prometemos que vamos representar todos os fins-de-semana da melhor forma, esperamos que vocês se revejam nesta equipa durante toda a temporada e vamos precisar de vocês nos momentos menos positivos, não vai ser fácil, nunca foi, nunca nos deram nada com a nossa força, com a vossa força vamos ser felizes no final”. A apresentação oficial do plantel encerrou uma noite de grande simbolismo para o Académico de Viseu, marcada pela homenagem a quem fez parte da sua história, pela ligação entre diferentes gerações academistas e pela renovação do compromisso de representar Viseu com orgulho no regresso à Liga Portugal Betclic.

2026-07-30

Notícias Institucionais

Equipamento principal 2026/27: “Do nosso Interior, vivemos a glória”

A Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD apresenta o seu equipamento principal para esta temporada desportiva. Sob o lema “Do nosso interior, vivemos a glória”, esta camisola representa o Manto Negro de quem defende, com espírito academista, a cidade de Viseu. A nova pele dos Viriatos presta homenagem às conquistas do passado, sobretudo, às memoráveis subidas à Primeira Liga. O logótipo do histórico parceiro Visabeira regressa à zona do diafragma, simbolizando também o retorno da sua marca ao principal palco do futebol português. Paleta de Cores Preto: É a clássica cor da camisola academista, que traduz a força Interior dos Viriatos e nela a intensidade com que se vive o Académico.   Branco: Presente de forma discreta na gola e nas mangas, estabelece um contraste elegante que evoca o emblema, através da combinação do preto com contornos brancos. Design e Detalhes Textura: O tecido carrega o legado de quem enfrentou todas as batalhas e escreveu páginas de glória na história dos Viriatos. Foi inspirado naqueles que nunca deixaram de acreditar e que continuam a alimentar essa paixão. Visabeira: O regresso do logótipo da Visabeira à zona do abdómen recupera um momento do qual só os mais antigos se lembram, o Académico na primeira divisão. A sua presença une a tradição ao presente e ao futuro, projetando uma nova realidade que não esquece as suas raízes. Simbolismo e Identidade Depois da subida de divisão, veste-se, novamente, a ambição de competir entre os melhores e de honrar a raça de Viriatos. Não se esquecem os tempos de prestígio; pelo contrário, neles está a inspiração para construir o futuro. Sob o lema "Do nosso interior, vivemos a glória", afirmamos a nossa identidade e a nossa forma de estar. Já eternizámos mais um capítulo na história, mas a vontade de conquistar continua intacta. Conhecemos as nossas raízes e seguimos em frente com a mesma determinação: vivemos a glória e queremos continuar a escrevê-la. A nova edição da camisola principal do  Académico já disponível para venda - na Loja Online e na Loja Física do clube  (Piso 1 do Palácio do Gelo Shopping).

2026-07-28

Notícias Institucionais

Terceiro Equipamento 26/27: “Do nosso Interior, cresce a alma viseense”

A Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD tem o orgulho de apresentar o terceiro equipamento da sua equipa principal, para a temporada desportiva que se avizinha. A nova peça reinventa a cor da terceira camisola de jogo, homenageando o Vinho do Dão, referência da Região de Viseu. Sob o lema “Do nosso interior, cresce a alma viseense”, esta peça reinventa a cor que a caracteriza, intensificando-a para transmitir a força dos valores, da tradição e da identidade da região. Com elegância, cada detalhe reflete a história e o prestígio de um emblema clássico. A camisola continua a homenagear o emblemático Vinho do Dão, mas apresenta-se agora numa tonalidade mais intensa, que traduz a afirmação do Académico entre a elite do futebol português. Paleta de Cores Burgundy: Cor predominante da camisola, inspirada no Vinho do Dão, símbolo da região Viseu Dão Lafões. A sua tonalidade presta homenagem à personalidade da região e de todos aqueles que apoiam os Viriatos em todos os momentos. Branco: Aplicado de forma subtil na gola e nas mangas, cria um contraste elegante que realça a profundidade da cor principal e enriquece o design clássico da camisola. Design e Detalhes Textura: Ao contrário das últimas versões, esta camisola distingue-se pelo padrão listado, composto por duas faixas horizontais alternadas. Este detalhe cria uma combinação de luz e sombra subtil, dando a perceção de duas tonalidades da mesma cor. Simbolismo e Identidade O mote “Do nosso interior, cresce a alma viseense” espelha a identidade desta camisola. Onde quer que esteja, a alma viseense nunca se desvanece; cresce, amadurece e fortalece sempre com o seu requinte e o seu caráter clássico, tal como o Vinho do Dão.   Compra já a nova edição da terceira camisola do teu Académico, já disponível na Loja Online e na Loja Física, no Piso 1 do Palácio do Gelo Shopping.

2026-07-24

Clube

Maria Lopes e Tomás Sousa vencem Torneio de Fundo em Viseu

Os nadadores do Académico de Viseu venceram de forma categórica o Torneio de Fundo da ANCNP, conseguindo a maior pontuação no somatório das duas provas longas nadadas. Disputou-se nas piscinas Municipais do Fontelo o Torneio de Fundo, nos passados dias 10 e 11 de maio, em Infantis e Juvenis. A prova obrigava os atletas a competirem nas provas de 400 Estilos e 800 Livres em Femininos, nadando os masculinos a prova de 1500 Livres. Vieram a Viseu disputar esta competição, que se reveste de um grau de complexidade elevado para estes escalões,13 Clubes, em busca de colocar os seus atletas na melhor classificação possível. O Académico de Viseu apresentou-se com 7 nadadores Juvenis e 10 Infantis, terminando a competição com 11 nadadores entre os distinguidos na classificação geral final. Maria Lopes foi a grande vencedora em femininos, com a vitória nos 400 Estilos e o segundo posto na prova de 800 Livres, que lhe deu a pontuação necessária para levar de vencida a geral. Ainda entre as atletas premiadas o Académico teve Eva Gonçalves, Filipa Dias, Alice Rodrigues e Ana Roldão. Em Masculinos os Academistas viram subir ao lugar mais alto do pódio Tomás Sousa, que somou a maior pontuação no somatório das duas competições, colocando a medalha de ouro ao peito. Ainda no pódio esteve Rafael Parente, com a prata, sendo ainda chamados a receber diploma de mérito Rodrigo Morais, Gabriel Fernandes, Tiago Ôlas e Guilherme Pereira. Depois desta excelente jornada, os Academistas têm agora três importantes deslocações, com a ida a Leiria já no próximo sábado, onde disputaram o LeiriaSwim, um Torneio em Espinho no domingo e o Campeonato Nacional de Águas Abertas, na Sertã, que se disputa nos dias 17 e 18.

2025-05-14

Clube

Carta aberta aos Sócios do Académico de Viseu Futebol Clube

Por Mariano Maroto Lopez. Caros Sócios, Assumi a presidência do Académico de Viseu Futebol Clube em junho de 2023, inicialmente no âmbito de uma Comissão Administrativa, num momento particularmente difícil da história do nosso clube. A verdade é que esta Comissão entrou em ação no dia 2 de setembro de 2022, com um pequeno grupo de pessoas que se recusou a baixar os braços, e que foi eleito para a Direção do Clube a 2 de junho de 2023. O desafio ia muito além das quatro linhas. Herdámos uma estrutura fragilizada, com necessidades urgentes em múltiplas áreas, e uma massa associativa descrente, mas ainda assim apaixonada. Vindos de uma trajetória marcada por altos e baixos, os sócios e adeptos esperavam mais do que promessas: queriam renovação, ambição, identidade e valores. E foi exatamente com esse compromisso que abracei esta missão. Dois anos depois, olho para trás com enorme orgulho. O balanço deixa marcas profundas e positivas no universo associativo academista, e agradeço a cada um de vós por nunca me terem deixado caminhar sozinho. Em setembro de 2022, o Clube contava com 655 sócios. Hoje somos 2.018. Este crescimento não é apenas um número: é o reflexo de um sentimento renovado de pertença e confiança. Entre as maiores conquistas do Clube está, sem dúvida, a revitalização do futebol de formação, com um reforço claro no número de jovens inscritos, a captação de talentos regionais e a estruturação de equipas técnicas mais qualificadas. Conseguimos integrar os escalões de Sub-19 e Sub-18 na SAD, garantindo melhores condições de treino e competição. Essa aposta resultou em duas subidas às divisões nacionais, e posteriormente, em dois feitos históricos: um 6.º e um 4.º lugares consecutivos na 1.ª Divisão Nacional de Juniores — resultados que nos colocaram entre os melhores do país e que só foram possíveis graças à sinergia entre o Clube e a SAD. A conquista das competições distritais e a crescente presença de atletas da formação em provas nacionais e internacionais comprovam o investimento feito. O Académico voltou a ser visto como um viveiro de talento e dedicação. Impulsionámos, por fim, o início da construção da nova academia de formação do Académico de Viseu, um projeto há muito sonhado por todos os academistas e que hoje está em marcha. Esta academia será o pilar das próximas décadas e garantirá que o nosso Clube continue a ser a referência número um na região. Os dados são claros: desde 2022, crescemos cerca de 40% no número de atletas no futebol e cerca de 85% na natação. Hoje, contamos com 323 atletas no futebol masculino e feminino e 127 nadadores. Estes números traduzem o crescimento sustentado e o alargamento da nossa ação formativa. Conseguimos estabilizar e fazer crescer a nossa histórica secção de natação, que continua a ser uma das referências nacionais, acumulando medalhas internas e convocatórias internacionais. Criámos ainda uma secção de padel, modalidade jovem e em ascensão, que contribui para a modernidade do Clube e oferece novas oportunidades à comunidade viseense.  No futebol feminino, demos passos firmes desde a fundação da secção em 2023. Apostámos numa base de recrutamento sólida e conseguimos inscrever equipas em vários escalões competitivos. Esse trabalho reforçou a visibilidade do Académico como um clube inclusivo, moderno e atento às dinâmicas contemporâneas do desporto. Não menos importante, vimos com orgulho atletas da casa serem convocadas para as seleções nacionais, tanto no futebol como na natação. Estes momentos confirmam que o caminho está certo e que a formação academista tem qualidade reconhecida a nível internacional. Paralelamente, trabalhámos com dedicação na modernização da comunicação digital. Revitalizámos as nossas redes sociais, que cresceram de forma significativa, aproximando-nos dos adeptos e projetando a marca Académico além-fronteiras. Criámos um site oficial, que hoje serve como ponte entre o clube, sócios e adeptos, como porta de entrada para todos os apaixonados pelo Académico. Outra conquista de relevo foi a valorização do património e da memória histórica do Clube. Tive a honra de liderar o arranque das comemorações dos 110 anos do Académico em 2024, um gesto de respeito profundo pela nossa identidade. Inaugurámos a primeira linha cronológica digital do Clube, lançámos a primeira exposição da nossa história, e encerrámos esse ano simbólico com a apresentação do livro de memórias do Académico, escrito pelo jornalista e autor português Rui Miguel Tovar. No plano institucional, apostámos na reaproximação à comunidade, através de uma estratégia que envolveu a autarquia, as escolas, as universidades, as coletividades locais e outras instituições desportivas. Fizemos do Académico um clube mais presente, mais ouvido e mais respeitado. Hoje, a juventude reencontra-se no Académico, e os mais velhos sentem que o seu legado está em boas mãos. Mesmo tendo exercido, simultaneamente, a presidência da SAD, mantive sempre uma separação respeitosa entre as duas entidades, promovendo o diálogo, a transparência e garantindo que a alma do Académico — os seus sócios — nunca fosse esquecida. Essa foi, para mim, uma linha inegociável. Cumprido este caminho, sinto verdadeiramente que chega o tempo de terminar um ciclo, pelo que anuncio, com orgulho e emoção, que não serei candidato no próximo ato eleitoral do Clube. Faço-o com absoluta convicção e confiança, por saber que deixo um Clube mais forte, mais coeso e mais preparado para os desafios do futuro. O trabalho está longe de estar concluído, mas o caminho está traçado. Levo comigo uma enorme gratidão pelo suporte que me deram, pelo apoio incondicional que senti em cada decisão e pelo privilégio de servir este emblema centenário. Com esta decisão, renovo também o compromisso e foco absoluto nos objetivos e no projeto de exigência máxima em torno da SAD e do futebol profissional. Sempre me senti acarinhado pela cidade e pelas suas gentes. Sempre estive, e estarei, disponível e vou continuar a acompanhar a evolução do nosso Clube.Saio com o coração cheio, mas não me despeço: continuarei academista para sempre. Com orgulho, emoção e respeito, Para sempre academista de coração,Mariano Maroto Lopez.

2025-05-13

Clube

Académico assina protocolo histórico para criação da nova Academia de Formação do Clube

Estamos a construir o nosso futuro. O Académico de Viseu Futebol Clube informa que, no presente fim de semana, deu início a uma nova e promissora etapa da sua história, com a formalização do primeiro passo para a construção da sua futura Academia de Formação. Num momento simbólico e de elevado significado para o futuro do Clube, foi celebrado um Contrato de Promessa de Arrendamento do Campo de Futebol e do Campo de Ténis, em colaboração com o Centro Cultural do Campo e os Baldios de Campo e Bassar. Este protocolo, assinado nas instalações do Centro Cultural do Campo e válido por 25 anos, marca o arranque de um projeto estruturante para o desenvolvimento do futebol de formação na região da Beira-Alta. A nova Academia do Académico de Viseu FC será concebida para albergar até três campos de futebol, integrando igualmente as infraestruturas de apoio, que garantirão as condições necessárias ao crescimento sustentado e qualificado dos nossos e das nossas jovens atletas. Trata-se de um momento histórico na vida do nosso emblema, com a ambição de, num futuro próximo, centralizar num só espaço o coração da formação academista, reforçando a identidade e os valores que norteiam o presente e o futuro do Clube.  A Direção do Académico de Viseu FC expressa o seu mais profundo e sincero agradecimento ao Centro Cultural do Campo e aos Baldios de Campo e Bassar, pela abertura, visão e compromisso demonstrados neste processo conjunto.

2025-05-04

Clube

Mafalda Rosa vence open de Portugal no Jamor

A equipa de Natação do Académico de Viseu foi ao Jamor disputar o Campeonato Nacional de Juvenis, Juniores e Seniores, juntamente com o Open de Portugal, do qual saiu com dois Títulos Nacionais Absolutos. A esse fantástico feito, o clube da cidade de Viseu, somou ainda duas medalhas de ouro em Juvenis. Para além das vitórias Absolutas a equipa de Viseu conquistou ainda duas vitórias no Open de Portugal, pela mão de Mafalda Rosa. Mafalda Rosa foi a Lisboa para nadar as provas de fundo, os 800 e 1500 Livres. A nadadora do Académico mostrou competência, rigor e conquistou o ouro de forma categórica em ambas as distâncias. Os 1500 foram disputados na quinta feira, primeiro dia de competição e os 800 já na sessão de finais de sábado. Estava em disputa o título Nacional e ainda o Open de Portugal, onde os estrangeiros poderiam conquistar a vitória. A Academistas fez o bis em ambas as provas e deu 4 medalhas ao Académico de Viseu. O primeiro dia foi abrilhantando por outro título Nacional para o Académico de Viseu, desta feita em Juvenis, com os fabulosos André Santos, Tomás Sousa, Tiago Ôlas e Rafael Parente a fazerem História para o Académico de Viseu, ao conquistar o ouro na prova de 4x200 Livres, Título que escapava aos Academistas desde 2010. Tomás Sousa viria ainda a “faturar” no primeiro dia de competição com a subida ao pódio, com o Bronze, na prova de 100 Mariposa. No segundo dia de competição foi a vez de Madalena Figueira voltar às medalhas Nacionais, desta feita nos 200 Estilos, em Juniores, onde foi medalha de Bronze Nacional, com o crono de 2.29.79s. Esta subida ao pódio escapava à atleta do Académico de Viseu há dois anos, onde colecionou quartos lugares. João Vitória fez um Nacional bastante regular, destacando-se a marca dos 200 Costas, em que ficou perto do pódio, com 2.14.93s. O último dia de Campeonato trouxe mais um Título Nacional, com a equipa de Juvenis do Académico a bater o Sporting CP nos 4x100 Estilos, com Rafael Parente a Costas, Tomás Sousa a Bruços, Tiago Ôlas a Mariposa e André Santos a Livres. No domingo ainda houve lugar para o terceiro posto de Tomás Sousa na prova de 200 Mariposa, com o valioso tempo de 2.17.43s. Foi um campeonato fantástico para o Académico de Viseu, que disputou, no Jamor, este Nacional, entre os dias 3 e 6 de abril, em que participaram 96 equipas, com 738 nadadores. Entre eliminatórias e finais os Viseenses disputaram oito sessões de competição, com resultados históricos. Começa neste mês de abril a época de “Verão”, com os Academistas a terem a agenda bem preenchida. Desde a prova de Cadetes, em Espinho, ao Regional de Clubes em Estarreja, até à participação na Taça do Mundo de “Open Water”, de Ibiza, ainda no mês de abril.

2025-04-07

Clube

Cadetes do Académico vencem em Espinho

Foram dez as vitórias alcançadas pelos jovens nadadores do Académico de Viseu, no Festival de Cadetes da ANCNP, realizado na cidade de Espinho. Disputaram a competição 15 Clubes e quase 200 nadadores. A competição decorreu nos dias 29 e 30 de março, com os atletas à procura das melhores marcas, bem como da melhor classificação possível, com vista à convocatória para o estágio da seleção, para o qual são convocados os 10 melhores cadetes masculinos e femininos. De Viseu saiu uma comitiva com 18 nadadores, com Benedita Garcia, Inês Martins, Gabriela Caetano, Madalena Figueiredo, Salomé Figueiredo, Leonor Lopes, Ana Laura, Afonso Antunes, Santiago Oliveira, Martim Vieira, Guilherme Morais, Guilherme Trindade, Manuel Fonseca, Francisco Vitória, João Fonseca, Lourenço Pereira, César Parente e Duarte Fernandes. Para além das 10 vitórias, os Viseenses somaram ainda cinco segundos lugares e cinco terceiros. A competição correu de feição aos Academistas, conseguindo, à partida, apurar todos os seus atletas elegíveis, para o estágio de cadetes. A evolução desta “fornada” de novos atletas é bastante promissora, deixando os responsáveis Academistas bastante satisfeitos. Os nadadores Cadetes voltarão novamente às piscinas de Espinho, já no próximo dia 25 de abril, para a disputa do Torneio da Cidade, cm organização do Sporting de Espinho. Entretanto os Academistas encerram a época de inverno, no Jamor, para onde os Academistas viajam já na próxima quarta-feira, para disputar o Open de Portugal, entre os dias 3 e 6 de abril. Para este Campeonato Nacional de Juvenis, Juniores e Seniores o Académico apurou 10 nadadores, que partem em busca do melhor rendimento possível, espreitando sempre o pódio Nacional, se possível.

2025-04-02

Clube

Maria Miguel Lopes sagrou-se Campeã Zonal

 A nadadora do Académico de Viseu foi a mais forte do Zonal Norte, na prova de 100 Bruços, conquistando ainda a Prata nos 200 metros. Eva Gonçalves conseguiu também subir ao pódio do Zonal com uma medalha de Bronze. Foram cinco sessões de intensa competição nas Piscinas Municipais de Viseu, onde estiveram presentes 222 nadadores de toda a Zona Norte do País, totalizando 40 Clubes. A prova decorreu de entre os dias 21 e 23 de março, ao com um competitivo programa de provas. O Académico de Viseu apurou para esta competição oito nadadores, que estiveram em bom plano, com records pessoais, conseguindo ainda carimbar já o passaporte para o Nacional, que esta época se disputará em Loulé. O grande destaque vai para a vitória de Maria Miguel Lopes, que para além de tem conquistado o Ouro em Viseu, no Zonal Norte, com o tempo de 1.18.59s, superou também o tempo da atleta vencedora do Zonal Sul, onde a vencedora dos 100 Bruços fez a marca de 1.24.92s. A viseense conquistou também a prata nos 100 bruços, com o bom crono de 2.55.35s, a escassos três décimos de segunda da vitória. Eva Gonçalves, Infantil B esteve também em vários m plano, marcando presença no pódio, com a medalha de Bronze, na prova de 100 Bruços.  Os outros Academistas estiveram também no seu melhor, alcançando todos eles records pessoais. Registe-se que para além das atletas medalhadas os Viseenses apuraram para esta competição Filipa Dias, Matilde Fernandes, Leonor Coelho, Gabriel Fernandes, Duarte Silva e Rodrigo Morais. Os atletas Infantis fazem agora a transição para a época de “Verão”, começando um novo ciclo de treinos, que culminará com os Campeonatos Nacionais. 32 medalhas conquistadas no InterDistrital em Coimbra Em Coimbra, no InterDistrital das Associações de Leiria, Coimbra e Centro Norte de Portugal, em Juvenis, Juniores e Seniores, os Academistas somaram 22 medalhas, com registos bastante interessantes para este momento da época. A prova decorreu ao longo de seis longas sessões, nos dias 21, 22 e 23 de março, albergando no Complexo Olímpico de Piscinas de Coimbra, 40 equipas e 431 nadadores. Os Academistas saíram de Coimbra com 10 atletas apurados para o Jamor, onde decorrerá o Open de Portugal, entre os dias 3 e 6 de abril, revestindo a época de Inverno dos Academistas de grande sucesso. O Académico de Viseu vai levar ao Jamor os seguintes atletas: Madalena Figueira, Mafalda Rosa, André Santos, Tomás Sousa, Tiago Ôlas, Rafael Parente, Guilherme Silva, João Vitória, Miguel Batista e Martim Lavajo. Na contabilização do Medalheiro deste Interdistrital os Academistas cravaram um numero fantástico de Títulos, quinze no total, acrescentando ao pecúlio mais oito medalhas de Prata e nove de Bronze. A realizar uma época bastante competente em todos os escalões, os Viseenses disputam já nos próximos dias 29 e 30 de março, com os seus atletas da formação, o Festival de Cadetes na cidade de Espinho, para onde os Academistas viajarão com 19 atletas.

2025-03-26

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