Equipa Profissional 2026-09-07

PRÓXIMO JOGO: ACADÉMICO X VITÓRIA SC

O Académico recebe, no próximo dia 12 de setembro, o Vitória SC, em partida da jornada número 6 da Liga Portugal Betclic, marcada para as 20H30, no Estádio do Fontelo.

Os bilhetes para esta partida já se encontram disponíveis, numa primeira fase exclusivamente destinada aos Sócios do Académico.

Venda exclusiva para Sócios

  • Bilheteira Online: Aberta exclusivamente até às 23h59 de quarta-feira;
  • Loja física do Académico: A partir das 14h de segunda-feira e até ao horário de fecho da loja de quarta-feira;
  • Cada Sócio terá o benefício de adquirir até três bilhetes, sendo que o primeiro será disponibilizado com desconto de Sócio, enquanto os restantes serão vendidos ao preço de público geral.

Público geral

  • A venda de bilhetes para o público em geral terá início às 00h00 de quinta-feira.

Informações importantes

  • Não será disponibilizada venda de bilhetes para os setores destinados aos adeptos visitantes.
  • De igual forma, é proibida a utilização de adereços alusivos ao visitante nos setores destinados aos adeptos do Académico.
  • Está prevista a proibição de entrada a menores de 3 anos;
    • Crianças maiores de 3 anos (inclusive) necessitam de comprar bilhete e de serem acompanhadas por um adulto.
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“Parabéns aos meus jogadores… e aos adeptos, pela força que nos deram”

Após o regresso do Académico aos triunfos no escalão máximo do futebol português, o treinador do Académico, Bruno Pinheiro, destacou a capacidada da equipa em “agarrar-se” aos três pontos, para resistir à pressão do Gil Vicente e garantir um triunfo que tinha escapado na Madeira. O técnico realçou que são as vitórias que permitem “ganhar confiança e motivação” para o futuro. E, mais uma vez, técnico deixou uma palavra para os adeptos academistas e para o impacto do seu apoio à equipa.  A equipa estava à espera de sofrer como sofreu? Os adversários que estiveram aqui em Barcelos saíram todos com derrota. Ninguém foi capaz de fazer aqui nenhum golo, portanto, acho que por aí se percebe a dificuldade que iríamos ter. Acho que enquanto o resultado esteve 0-0, fomos superiores, com mais intencionalidade com bola, criamos melhores situações. Depois do golo, o Gil empurrou-nos. Na primeira parte acho que ainda assim conseguimos dar réplica. Na segunda parte, a equipa recuou muito as linhas. Não quis que assim fosse, mas compreendo. O mais importante era mesmo os três pontos e os jogadores agarraram-se aos três pontos. Não fizemos o jogo que se calhar mais gostaríamos, mas o importante era ganhar os três pontos e eles foram ganhos. Qual a importância desta primeira vitória no regresso à Liga? É importantíssimo porque só se ganha confiança com vitórias. Por muito que a gente, se calhar, pudesse ter ganho na Madeira ou em casa com o Santa Clara, a verdade é que essas vitórias não apareceram. E se calhar, hoje, se tivéssemos mais três pontos, teríamos sido  capazes de fazer outro tipo de jogo na segunda parte e... não pensar tanto nos pontos. Portanto, esta vitória é importantíssima para nós, neste regresso à Primeira Liga, porque dá confiança aos jogadores. Vir a Barcelos ganhar num campo onde ninguém tinha ganho... e onde o Gil não tinha concedido qualquer golo, honestamente, tem que nos dar confiança e motivação para o resto que aí vem. Com o Marítimo, um campo extremamente difícil, arrancamos um empate e sinceramente acho que merecíamos ganhar. Em casa, com o Santa Clara, perdemos 1-0, e acho que não merecíamos de todo perder. Portanto, temos estado competitivos nos nossos jogos,  com adversários, em teoria, do nosso campeonato, e isso é importante para nós. Tem uma palavra para o apoio dos adeptos no éstádio? Tenho tido sempre esse cuidado porque, de facto, eles merecem imenso. Sentimos o apoio já no último jogo em casa... Nos dois jogos em casa tivemos casa cheia, mas jogar contra um grande (FC Porto) e ter a sensação que se joga em casa, mesmo em casa, foi ótimo! E hoje sentimos o apoio. O facto de conseguirmos resistir àquela segunda parte toda, provavelmente, deve-se tambén ao apoio da claque que esteve ali incansável junto à linha defensiva. Tenho a certeza que teve um fator preponderante junto dos jogadores que estavam ali atrás a aguentar a baliza a zero. Parabéns aos meus jogadores, parabéns pela baliza a zero, parabéns por três pontos num campo onde ninguém ainda tinha pontuado e parabéns aos nossos adeptos pela força que nos deram para sacar aqui os três pontos.

2026-09-06

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Defesa-central Hugo Gambor é reforço do Académico

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD informa que chegou a acordo para a contratação, a título definitivo, de Hugo Gambor, defesa-central que assina por uma época com mais uma de opção. Nascido em Blois, França, a 30 de dezembro de 2002, Hugo Gambor fez grande parte da sua formação no Blois Football 41, antes de iniciar o percurso sénior ao serviço do Orléans. Passou posteriormente pelo Paris FC e pelo Dunkerque, clube onde contribuiu para a subida à Ligue 2 na temporada 2022/23. Em janeiro de 2024, transferiu-se para o Gent, da Bélgica, tendo representado o Troyes, por empréstimo, na temporada 2025/26. Internacional pela República Centro-Africana, Hugo Gambor chegou a ser convocado para um estágio da seleção francesa de sub-18, em 2020, antes de optar por representar o país de origem do seu pai. Estreou-se pela seleção centro-africana em setembro de 2024, frente ao Lesoto, num encontro de qualificação para a CAN. “Estou muito feliz por estar aqui e por fazer parte deste clube. Conheço a cidade, o clube e a Liga, e estou muito motivado para começar este novo desafio. Espero poder dar o meu melhor pela equipa, sou alguém que se adapta facilmente ao grupo e quero contribuir para alcançarmos os nossos objetivos. Aos adeptos peço que venham apoiar-nos, venham ao estádio porque vamos dar tudo para vencer”, sublinhou o jogador nas primeiras declarações aos meios do Académico. A Administração da Académico de Viseu FC, Futebol SAD dá as boas-vindas a Hugo Gambor e deseja-lhe as maiores felicidades e sucessos nesta nova etapa da sua carreira. Bem-vindo, Hugo.

2026-09-04

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“Temos de ser consistentes durante os 90 minutos em Barcelos”

O treinador do Académico foi confrontado com as questões de arbitragem, mas preferiu focar-se no que a equipa técnica e os jogadores conseguem controlar: a atitude e as exibições. Nesse sentido, mostrou-se contente com o que a equipa conseguiu fazer diante do Santa Clara e Marítimo e espera ver a melhor versão da equipa em casa do Gil Vicente. Entre elogios ao seu antigo clube, Bruno Pinheiro não quis revelar a estratégia que o Académico planeou para este jogo, mas deixou um aviso claro: “Queremos ir ganhar a Barcelos.” Como é que a equipa trabalhou durante a semana? Os recentes erros de arbitragem nos jogos do Académico têm condicionado o trabalho do grupo? Bruno Pinheiro – Não têm condicionado o trabalho. Acho que temos, acima de tudo, distinguir o que depende de nós e o que não depende. Como tal, a arbitragem não depende de nós, focamo-nos no nosso trabalho. Concordo que acaba por ser revoltante a facilidade com que se apitam algumas coisas e não se apitam outras, mas restringimo-nos àquilo que controlamos e ao nosso trabalho. É o processo que implementamos no dia-a-dia, é aí que nos temos concentrado e ninguém perde o foco em relação ao trabalho porque não adianta. Relativamente ainda aos erros de arbitragem, como é que acha possível medir a intensidade do toque nos lances em questão? BP - Nem tem que medir nada, por uma razão muito simples. Acho que há aqui uma confusão na cabeça de toda a gente. Uma coisa é querermos um jogo com menos faltas e permitir mais contactos. Outra coisa é permitir contactos ilegais, tudo o que envolva braços, agarrões, puxões, não é permitido. Para isso metíamos uma bola oval dentro do campo. E não é isso que acontece aqui, a bola é redonda. Para mim, não é uma questão de intensidade. A partir do momento em que o jogador não tem qualquer intenção de jogar a bola e agarra o adversário, impedindo-o de chegar à bola, nem sequer tem discussão. Comparar esse lance [penálti assinalado frente ao FC Porto] com o penálti que nos foi assinalado na Madeira, é ridículo, porque são lances distintos, não tem conversa. Mas como não controlo isso, prefiro virar a página. Pela primeira vez, já ouvimos comentadores a dizer que o Académico de Viseu foi altamente penalizado nos dois primeiros jogos. Incluindo responsáveis por jornais. Mas com o FC Porto não, tudo normal. Porquê só agora? BP - Não controlo o que as pessoas dizem, nem ouço. Não tenho redes sociais nem vejo programas televisivos, pelo que me restrinjo a ver os jogos, a analisá-los e a preparar o trabalho da minha equipa. Agora, é altamente desconfortante, neste momento teríamos mais uns quantos pontos e, tendo já defrontado Benfica e FC Porto, se à 4ª jornada tivéssemos os 5 pontos que fizemos em campo para os merecer, estávamos numa situação muito confortável e bastante satisfatória. Esta é que é a realidade, mas não controlo, e compete-me a mim e aos jogadores, continuar a trabalhar, focarmo-nos no futebol e deixar essa conversa para os entendidos. Para as pessoas do clube que também possam ser responsáveis e intervir nessa vertente. Porque o treinador tem um trabalho para fazer e eu quero acabar com o tema da arbitragem, porque parece que me quero refugiar dos resultados em coisas que não controlo. A minha responsabilidade é o trabalho de campo. Dos quatro jogos que fizemos, Benfica e FC Porto altamente difíceis. Já com o Santa Clara e Marítimo, fizemos o suficiente para empatar em casa com o primeiro e ganhar na Madeira. E isso é o que mais me tranquiliza, mesmo não tendo ganho os jogos, saber que fizemos o suficiente para o conseguir. Na época passada, o Académico de Viseu eliminou o Gil Vicente para a Taça de Portugal e, na altura, ficou com um plantel idêntico a este. Acha que os jogadores que chegaram neste defeso vieram acrescentar qualidade? BP - Em relação ao mercado, fecha hoje e deixamos essas contas para mais tarde. Ainda pode haver mexidas e é cedo para falar nisso. O Gil Vicente é uma equipa que já está consolidada na Primeira Liga, tem feito mercados muito interessantes. Tem feito vendas muito boas e reinveste no plantel muito bem, pelo que vamos defrontar um adversário dos fortes na Primeira Liga. É um clube bem gerido, com uma estrutura de Primeira Liga e reforços de qualidade. Mas, como sempre, a nossa ambição é ganhar e preparámo-nos para isso. Queremos ir ganhar a Barcelos. Que Gil Vicente espera encontrar em campo e de que forma preparou o Académico para este jogo? BP - O Gil Vicente ganhou os dois jogos que fez em casa, e ganhou-os bem. Não concedeu ainda qualquer golo neste campeonato, o que já diz bastante deste adversário. Agora, nós analisámos o adversário, vamos apresentar-nos em campo com uma estratégia que não vou revelar aqui no pré-jogo. Não me importo depois, no pós-jogo, de explicar as opções e o porquê de ter atuado de determinada forma. Mas o jogo foi preparado, sabendo da dificuldade que o adversário nos vai criar. Estamos convictos de que iremos criar-lhes mais dificuldades do que criaram os anteriores adversários que jogaram em Barcelos. Esse é o desafio. Nós, Académico, temos de começar a pensar que se quisermos ganhar jogos, temos de jogar mais e melhor do que os outros. É uma ideia que tem de ser passada a toda a gente. Ainda não nos aproximámos daquilo que eu mais idealizo e dentro daquilo que já fizemos de melhor, ainda não conseguimos ser consistentes durante os 90 minutos. Não digo que devemos jogar muito e bem, porque ainda não somos capazes disso, mas o que soubermos fazer, que o façamos bem durante os 90 minutos. E se o fizermos, seremos capazes de ganhar muitos jogos nesta Primeira Liga. Nas primeiras quatro jornadas, o Académico foi a equipa que mais rematou frente ao Benfica. E o João Guilherme é o jogador da Liga com mais remates para fora. A equipa com mais remates defronta uma equipa que ainda não sofreu… BP - O FC Porto, provavelmente, na última jornada, foi a que menos rematou à baliza…  O futebol tem as suas particularidades. O FC Porto terá marcado nos três primeiros remates que fez e acabou o jogo com cinco remates. Se forem ver os jogos, nunca tinha feito menos de 12 a 14 remates por jogo. E aqui veio ganhar 3-0 com cinco remates.  Acredito que o João Guilherme quando acertar, vai acertar três vezes seguidas. Trabalhamos isso diariamente, fazemos a análise do que devemos corrigir defensiva e ofensivamente. Analisamos o adversário, montamos um plano de jogo, pomo-lo em prática e a finalização faz parte do plano de trabalho normal… Temos falado muito na parte emocional dos jogadores. Nota evolução na questão da paciência, da gestão de emoções… BP - Creio que essa conversa já começa a não fazer sentido. A ansiedade, só se for de querer ganhar. Se formos ver os jogos, tanto contra o Santa Clara como com o Marítimo, podíamos ter ganho pontos ou até o jogo. Mas já não faz sentido de falar em ansiedade do próprio jogo. Agora o querer somar a primeira vitória, faz sentido, porque é uma coisa que passa sempre outra tranquilidade e alegria ao trabalho. Obviamente que temos alguma ansiedade para ganhar o primeiro jogo, mas só do jogar, já não faz sentido. Sendo o jogo a um domingo à noite, véspera de dia de trabalho, e fora de casa, espera, ainda assim, uma boa moldura humana a apoiar o Académico em Barcelos? BP - Nos jogos que fizemos fora, ainda não tive bem a perceção da presença dos adeptos, pois na Luz o jogo foi sem adeptos e na Madeira, é sempre uma deslocação diferente. Vou ficar a saber agora como vai ser o apoio em Barcelos, num estádio muito bonito para se jogar à noite. Um relvado que é top, esperamos estar à altura do jogo e dar uma alegria aos nossos adeptos, sejam muitos ou poucos os que estiverem lá a apoiar-nos. Já agora, apraz-me dizer que fiquei felicíssimo por ver o Fontelo cheio no jogo com o FC Porto, uma casa fantástica e maioritariamente academista, foi muito bom.

2026-09-04

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