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“Trabalhamos para ser o orgulho dos viseenses”

O mister Jorge Simão deu, ao início da tarde de hoje, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente à UD Leiria. Em resposta às perguntas dos órgãos de comunicação social, presentes na sala de conferências de imprensa do Estádio do Fontelo, o técnico principal do Académico começou por abordar o segundo encontro entre as duas equipas, na presente temporada, relembrando que já muito se jogou desde a partida da Taça de Portugal: “Nós vimos o jogo da Taça, para estudarmos o adversário, mas se o conhecimento fosse linear e se traduzisse em vitórias, ganhava sempre quem estuda melhor e quem conhece melhor a outra equipa.  Já defrontei ex-equipas minhas imediatamente a seguir, e isso não significa que se possa traduzir em vitória. Esse jogo é passado, há muita água que correu desde então, e há muita coisa que mudou. Obviamente, amanhã espero que a história seja diferente”. Jorge Simão analisou ainda o momento de ambos os conjuntos, reforçando que não acredita que tal tenha grande influência no decorrer do encontro: “Tal como não acredito que o conhecimento se pode traduzir em vitória, a forma de ambas as equipas também não. Claro que se pode traduzir numa melhor preparação, numa melhor perceção daquilo que vai acontecer no jogo. Tenho ouvido alguns treinadores desta divisão, a dizer várias vezes que esta é uma liga onde qualquer equipa pode perder com qualquer outra, isto sem grande surpresa. E eu digo “ainda bem que é assim”, porque acho que um campeonato, no qual o nível competitivo entre as equipas é mais próximo, torna-se muito mais aliciante não só para quem joga, mas também para quem vê”. Tomando como ponto de partida uma das missivas presentes no balneário, o técnico academista lançou as bases para trazer cada vez mais viseenses ao Fontelo: “Eu dedico-me completamente a este clube e aos jogadores que com quem trabalho, para que consigamos estar perto das vitórias, que é aquilo que nós queremos. Eu recordo uma frase que está escrita aqui numa da parede do nosso balneário: “Trabalhamos para ser o orgulho dos viseenses”. Eu acho que esta é uma expressão muito curiosa, porque se nós conseguirmos devolver o orgulho as pessoas que gostam de nós, o orgulho de vir aos jogos e de se sentirem representados naquilo que nós fazemos dentro do campo, eu acho que é algo sublime”. O Académico de Viseu joga às 18H de amanhã, no Estádio do Fontelo, frente à UD Leiria. A partida da jornada número 16 da Liga Portugal 2, terá arbitragem do árbitro Miguel Nogueira, da Associação de Futebol de Lisboa.

2024-01-05

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Ano Novo, as mesmas vontades

No crepúsculo do último ano, quando as doze badaladas ecoaram como um sussurro de esperança, a nação academista abraçou a promessa de um novo ciclo. Com o despontar do sol do primeiro sábado do ano, a cidade de Viseu respira a energia renovada de 2024. As árvores nuas, testemunhas silenciosas do inverno, parecem sussurrar ao vento os segredos que o novo ano traz consigo. Eis que se ergue, envolto das mesmas, o Estádio do Fontelo, templo de emoções futebolísticas, pronto para receber o duelo entre o Académico de Viseu FC e a UD Leiria. Às 18H, enquanto o sol se prepara para abandonar o palco, dando lugar à sua irmã Diana, a capital da Beira-Alta vestirá as cores das suas paixões, e o Fontelo será o palco onde se iniciará o percurso dos Viriatos no ano do seu 110º aniversário. O Académico, qual fénix renascida, busca no novo ano a resiliência para superar desafios, e erguer-se na tabela classificativa, balanceada pela vitória forasteira no último jogo de 2023. A esperança dos academistas, como estandartes flamejantes, paira no ar, enchendo os corações de fervor e fé na reviravolta. Do outro lado, a UD Leiria, com olhos postos no horizonte, já disse a todos nós que em Viseu quer pontuar, após já ter saído do Fontelo vitoriosa, no jogo da Taça de Portugal, em outubro passado. Essa foi, curiosamente, apenas a terceira vez na história, que os unionistas venceram em Viseu, num duelo que se repete desde 1970. Em 28 jogos, os beirões somam nove vitórias, frente a 13 derrotas e seis empates, sendo que nos últimos sete encontros em casa, apenas foram derrotados por uma vez (a tal da presente temporada, a contar para a prova rainha). Um outro ponto positivo deste embate, prende-se com o facto de ambas as equipas chegarem à 16ª jornada em momentos distintos: os Viriatos não são derrotados há quatro jogos, sendo que só perderam uma das últimas seis partidas; já de Leiria, chega um coletivo que não vence há três rondas seguidas, numa série de apenas uma vitória nos últimos cinco jogos. A teoria vale o que vale, e o futebol já tão bem nos ensinou que o passado pouca influência tem, quando a bola começa a rolar. A cabeça dos jogadores fica limpa, e o acontece dentro das quatro lindas, só aos Deuses do futebol pertence, eles mesmos que escrevem uma nova história a cada novo apito inicial do árbitro. A multidão retém a respiração, e o Fontelo transforma-se no epicentro de emoções contidas. Cada passe é um suspiro de possibilidade, cada defesa um ato heroico. Ansiosos por um recomeço que os faça continuar a vibrar por Viseu, os academistas acorrem em massa ao cerne da sua nação, onde se reúnem com os companheiros, de cachecol ao pescoço e de voz recomposta para gritarem pelo seu Académico. Isto porque o ano até pode ser novo, mas a nossa união é centenária.

2024-01-03

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Maresia de três pontos

Sabendo da presença do Oceano Atlântico, na primeira fila do seu jogo desta manhã, a equipa principal do Académico de Viseu entrou no Estádio do Mar, casa do Leixões, com o pensamento focado numa só missão: terminar 2023 em beleza, com a conquista da primeira vitória forasteira do campeonato. E com uma boa entrada na partida, tentando impor o seu jogo num dos recintos mais hostis da Liga Portugal 2, os comandados de Jorge Simão partiram na frente do marcador, com direito a obra de arte. Gautier, ainda bastante longe da baliza leixonense, bateu um livre direto às redes do guardião Ricardo, que ainda se esticou, mas não conseguiu impedir o primeiro golo viseense na partida. Decorria o minuto nº 23 dos primeiros 45 minutos, e a quase centena de adeptos academistas em Matosinhos, saltava como uma mola para festejar o início do triunfo desta manhã. Entregando as despesas do encontro ao adversário, a turma beirã teve ainda várias ocasiões para dilatar a vantagem, uma delas pelo interveniente do primeiro golo: Gautier, ainda dentro da primeira metade, rematou cruzado ao poste esquerdo de Ricardo, numa bola que ainda sobrou para Samba Koné, que surpreendido não conseguiu finalizar o lance. Já na segunda parte do jogo, à passagem dos 58 minutos, Adriano Amorim (inspirado por Gautier) fez também um golo de belo efeito, reestabelecendo a vantagem algo injusta no marcador. Cientes da sua missão, e impulsionados pela boa exibição até então realizada, os bravos Viriatos não deitaram a toalha ao chão, e juntaram-se para não concederem a reviravolta ao Leixões. Saindo das transições, aproveitando a velocidade nos corredores, o Académico fecharia o resultado perto da entrada no último quarto de hora. Aos 74, aquele que viria a ser considerado o homem do jogo (Gautier, quem mais?) assistiria, com uma bola rasteira que percorreu toda a grande área matosinhense, para Marquinho (entrado no decorrer da partida) fazer, a meias com o defesa Rafa Vieira, o 1-2 final. Com a primeira vitória conquistada fora de portas, nesta edição da Liga Portugal 2, os academistas celebraram o término dos compromissos em 2023, partindo revigorados e confiantes para o que 2024 terá para nos oferecer. À nação viseense que se deslocou ao norte do país, deixamos uma palavra especial: obrigado pelo vosso apoio, reencontramo-nos em 2024, juntos como sempre. Bom ano, e Viv’O Académico de Viseu.

2023-12-30

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“É um jogo para ir à luta e conquistar os 3 pontos”

O mister Jorge Simão deu, no final da manhã de hoje, a conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente ao Leixões SC. Perante as questões dos órgãos de comunicação social, o treinador do Académico de Viseu começou por projetar um jogo em que quer vencer, mas que não considera de fácil exigência: ”Está para nascer o primeiro treinador, que dirá que vai ter um jogo fácil e que não quer pontuar. Preparámo-nos para ganhar, com grande foco naquilo que são os nossos comportamentos, naquilo que nós queremos que aconteça dentro do campo. É um jogo para ir à luta e conquistar os 3 pontos”. O treinador academista abordou também a chamada de alguns viriatos, às seleções nacionais, considerando que é algo natural, e que irá oferecer oportunidades a quem não tem jogado tanto tempo: “Na verdade, esse é um problema que se coloca a seguir a este jogo. Não há nenhum clube que fique descontente quando tem jogadores seus, a representarem as respetivas seleções. É uma coisa boa, as coisas são como são e assim valorizamos os nossos jogadores, por terem a possibilidade de representar as seleções nacionais. Vão decerto abrir-se espaços para outros jogadores aparecerem, porque vamos continuar a jogar com 11.  O plantel não só os 11 que jogam, mas sim os 24 jogadores de campo mais os guarda-redes, que treinam diariamente. O Académico de Viseu joga no Estádio do Mar, às 11H deste sábado, terreno do Leixões SC. A partida referente à 15ª jornada da Liga Portugal 2, terá arbitragem do juiz Cláudio Pereira, da Associação de Futebol de Aveiro.

2023-12-29

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Mar à vista

No cenário pitoresco e fervoroso do Estádio do Mar, onde o sal do oceano dança com o aroma da relva, Académico de Viseu e Leixões comprometem-se a desenrolar um espetáculo de futebol, que promete envolver corações e manter viva a história competitiva que os unem. No próximo sábado, às 11 horas, os dois emblemáticos clubes dão entrada na 15ª jornada da Liga Portugal 2, a última do ano civil de 2023. O Estádio do Mar, como um anfiteatro à beira-mar plantado, aguarda o confronto com uma mistura de ansiedade e excitação. As ondas quebram suavemente nas cercanias, como uma sinfonia que prenuncia a chegada de dois colossos prestes a batalhar. Os viseenses, fiéis na jornada do seu clube, preparam-se para viajar pela última vez num ano cheio de emoções fortes, no qual foram muitos os quilómetros que percorreram atrás do seu Académico. Do nosso lado, a estratégia é como a arte da navegação em águas desconhecidas, através da qual tantas vezes colhemos frutos longe de casa, longe do Fontelo. Afastados dos cheiros da Capital da Beira, os Viriatos, como tripulantes destemidos, seguem as orientações do seu timoneiro Jorge Simão, em busca do caminho para o sucesso. O desafio no Estádio do Mar, é uma oportunidade de mostrar a perícia e alcançar um lugar de destaque na tabela, que não só dignifique mais o emblema que trazemos ao peito, como também nos faça entrar no novo ano renovados e com ambições de manter a senda de pontuar. Naquele que é o antepenúltimo encontro da primeira volta do campeonato, há nova viagem à casa duma das instituições, com a qual temos um dos confrontos mais reeditados da nossa história. São já 41, o número total de jogos em que Académico e Leixões se defrontaram, desde 1953. Marcado pelo equilíbrio, este duelo resultou em 12 vitórias beirãs, contra 16 derrotas e 13 empates. Aliás, prova disso mesmo são os últimos seis jogos entre os dois emblemas, nos quais os resultados falam por si só: dois empates e duas vitórias para cada lado. A rede academista está lançada ao Mar, em busca de novos espécimes que sejam capazes de alimentar a nossa fome de vencer. Para Matosinhos, parte uma comitiva de bravos navegadores, que tentam repetir o feito alcançado nas últimas duas ocasiões em que navegaram estas águas: ganhar. E assim lutando, todos queremos que a Nau viseense, erguida pelas velas que carregam o emblema academista, regresse ao porto do Fontelo carregada de esperanças, vitória e otimismo. Em frente, Viriatos.

2023-12-28

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Deserto de oportunidades no último jogo do ano em casa

No arranque da jornada 14 da Liga Portugal 2, Académico de Viseu e Torreense empataram no Fontelo, numa partida que não foi de todo pródiga em oportunidades. O desfecho com um nulo no resultado, reflete de maneira precisa o que se desenrolou esta manhã, num confronto marcado por poucas oportunidades, no qual ambos os guardiões serviram mais de espectadores que de intervenientes. Nos primeiros 45 minutos, a escassez geral de aproximações às balizas, foi reflexo de um ritmo bastante reduzido, com inúmeras perdas de bola de parte a parte, nas quais a redondinha acabou por ser excessivamente “mastigada” a meio-campo. O equilíbrio dominou as hostes do encontro, que ainda assim chegou para Pipe Gómez ameaçar por duas vezes a baliza de Domen Gril. A grande oportunidade viseense, chegou aos 26 minutos, quando Daniel Labila apareceu à entrada da pequena área (assistido por Gautier), onde por pouco não fez o primeiro. O defesa Joãozinho “tirou o pão da boca” do avançado academista, desviando para canto. Já na etapa complementar, o regresso dos balneários trouxe algumas melhorias, no que às transições defensivas diz respeito. Académico e Torrense tentaram focar-se mais no contra-ataque, no entanto as duas linhas mais recuadas trataram de todos os lances que procuravam chegar perto das balizas.  trouxe algum vigor à partida, com ambas as equipes demonstrando alguma vontade de marcar. O marcador do Fontelo acabaria por não mexer pela primeira vez na presente temporada, assinalando o terceiro jogo seguido sem perder para a turma beirã. Aos mais de 1600 adeptos presentes nas bancadas, agradecemos por tornarem o nosso Académico de Viseu em algo tão especial. Que este Natal traga a todos nós muita alegria. Agradecemos-te por todo o apoio que sempre nos continuam a dar incessantemente. Feliz Natal e viv’ó Académico.

2023-12-16

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“Foi um jogo equilibrado em termos de domínios territoriais”

O treinador-adjunto da equipa profissional de futebol do Académico de Viseu, João Correia, fez o rescaldo à partida frente ao Torrense, na qual os viriatos empataram a zero bolas. No final do jogo, o técnico academista realçou o equilíbrio entre as equipas, admitindo que a entrada da equipa poderia ter sido mais consistente: “Foi um jogo equilibrado em termos de domínios territoriais, julgo que a diferença esteve em que o Torrense foi mais agressivo no último terço, e nós não conseguimos sê-lo. As coisas no início não começaram a sair-nos bem, com passes errados e com falta de clarividência, algo que acabou por retrair a equipa”. João Correia reforçou a falta de agressividade nas transições ofensivas, diagnosticando alguns ajustes a fazer em breve: “Defensivamente, estivemos muito coesos, e é de ressalvar o facto de conseguimos manter a baliza a zero. Ofensivamente, reforço que fomos pouco agressivos no último terço, julgo que foi isso que faltou. É um processo que demora o seu tempo, e estamos convictos que iremos corrigir, visto que são apenas precisas pequenas afinações. Não é nada de extraordinário, os jogadores têm de perceber os momentos nos quais podem vir buscar a bola no apoio, ou quando têm de procurar a bola na profundidade”. O treinador-adjunto dos viriatos alertou ainda para a dificuldade de pontuar na segunda liga, valorizando o ponto conquistado frente ao Torreense: “Seria extraordinário ganhar sempre, mas não ganhando, temos de pontuar. Este é um campeonato muito competitivo, as equipas são muito equilibradas e estes pontos podem, no final, colocar-nos num patamar diferente na tabela”. Com este empate, o Académico de Viseu soma mais um ponto da classificação da Liga Portugal SABSEG. Os viriatos ocupam, provisoriamente, o 12º lugar da tabela, e têm novo desafio no próximo dia 30 de dezembro, no qual se deslocam ao Estádio do Mar, para defrontar o Leixões SC.

2023-12-16

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"Estamos focados no que nós podemos fazer”

O mister Jorge Simão deu, ao início da tarde de hoje, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente ao SCU Torreense. Em resposta às perguntas dos órgãos de comunicação social, presentes na sala de conferências de imprensa do Estádio do Fontelo, o técnico principal dos viriatos abordou a recente mudança de treinador do adversário, afirmando que o grupo de trabalho está concentrado no seu próprio desempenho: “Quando um treinador entra no decurso da época, tenho mais ou menos a ideia daquilo que que se deve fazer, ou que se pode fazer, na preparação em dois ou três dias para um jogo. E isso facilita-nos a vida, porque não sabemos aquilo que vai acontecer e passamos a focar-nos, completamente, naquilo que queremos fazer, naquilo que são as nossas missões táticas, e naquilo que nós queremos que aconteça. O foco durante esta semana passou a ser completamente esse, porque não gosto de tentar adivinhar o que pode ou não acontecer do outro lado. Estamos focados no que nós podemos fazer”. Jorge Simão reforçou ainda a vontade de presenciar as força dos adeptos viseenses, e disse acreditar que os bons resultados voltarão a encher o Fontelo: “Eu estou cá há pouco tempo, mas já começo a sentir que esta é uma cidade que gosta muito de futebol. Se nós, clube, conseguirmos aliciar as pessoas, elas mobilizam-se para nos apoiarem. E nós só conseguimos mobilizar essas pessoas se ganharmos jogos. No passado, com aquela sequência de jogos onde tivemos muitas vitórias seguidas, a média de assistências subiu muito, o que significa que há aqui potencial humano que quer apoiar o Académico. Nós temos de puxar por isso, clube, jogadores e equipa de trabalho, entusiasmando as pessoas e ganhando jogos, ou pelo menos fazendo as pessoas sentirem-se orgulhosas do que fazemos em campo. É desta forma que vamos construir a nossa “fortaleza” O Académico de Viseu joga às 11H de amanhã, no Estádio do Fontelo, frente ao SCU Torreense. A partida da jornada número 14 da Liga Portugal 2, terá arbitragem do árbitro Carlos Macedo, da Associação de Futebol de Braga.

2023-12-15