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Equipa Profissional

Não era a despedida que queríamos

Na tarde deste sábado, o Académico de Viseu recebeu no Fontelo o FC Paços de Ferreira para jogar a última partida da temporada. O Académico entrou dominador na primeira parte do encontro, a equipa academista assumiu o controlo nos primeiros minutos. Aos sete, livre perigoso para os viseenses e, na sequência, surgiu o primeiro remate da partida, com a bola a passar muito perto do poste direito. Um minuto depois, Clóvis esteve muito perto de inaugurar o marcador, com um remate à trave. O ímpeto ofensivo dos viseeenses manteve-se até ao primeiro quarto de hora, com vários lances de perigo. O primeiro remate do Paços surgiu apenas ao minuto 15, por conta de Pavlic.  O golo visitante contra a corrente do jogo, surgiu aos 25 minutos, numa saída rápida. Welton ganhou nas costas de Paulinho e assistiu Pavlic que, à entrada da área, finalizou junto ao poste esquerdo. O Académico procurou reagir de imediato. Aos 32 minutos, esteve perto do empate com um cruzamento de Simão Silva para desvio de cabeça de Yuri, que passou muito perto do poste esquerdo.  A segunda metade arrancou com o Académico à procura de inverter o rumo do jogo. Logo aos 48 minutos, Rui Fonte rematou à figura de Gomes Gerth, naquele que foi o primeiro sinal ofensivo dos visitantes neste segundo tempo. Aos 52 minutos, o Paços voltou a criar perigo numa jogada rápida conduzida por João Caiado, que lançou nas costas de Henrique Gomes. No cruzamento, Rui Fonte falhou o desvio quando se preparava para finalizar à boca da baliza. O Académico esteve muito perto do golo do empate aos 63 minutos. Num grande cruzamento de Paulinho pela direita, Clóvis apareceu bem posicionado e cabeceou com perigo. Com cinco minutos de compensação dados pelo árbitro, o Académico tentou até ao fim alcançar o empate.  Após esta derrota a equipa do Académico de Viseu acaba a temporada em 10º lugar com 45 pontos. Obrigado, Academistas.

2025-05-17

Equipa Profissional

"Acredito que vamos ser muito felizes no futuro”

Na tarde deste sábado, o Académico recebeu, no Fontelo, o FC Paços de Ferreira, num encontro que terminou com a derrota viseense por 1-0. No rescaldo à última jornada da temporada o treinador Sérgio Vieira assumiu o desfecho como reflexo de uma época marcada por altos e baixos, realçando que, apesar das adversidades, há ensinamentos a retirar: “Este último jogo não era certamente aimagem que queríamos dar na reta final, não era o que esperávamos. Mas temos deagarrar-nos às coisas boas que fizemos e levar os ensinamentos para o futuro. Houve muitas coisas menos boas, e cabe a cada um refletir sobre elas”. O treinador academista destacou ainda a importância da concentração e do rigor, sobretudo num jogo como o de hoje: “Sabíamos que este era um jogo com descarga emocional depois da última partida, pelas circunstâncias que estavam aqui postas, pela parte do nosso adversário. Nós tínhamos de ser muito rigorosos no momento com bola, não permitir transições, não permitir qualquer tipo de finalização. Sabíamos que o Paços se ia agarrar a cada contra-ataque, a cada bola parada, a cada momento com muito foco e nós não tivemos esse foco – perante tudo aquilo que vivemos até aqui”. O técnico sublinhou ainda as diferenças entre os dois últimos jogos e o impacto que isso teve na equipa: “Este jogo tinha circunstâncias totalmente diferentes. Era um jogo em que nós é que íamos assumir, nós é que tínhamos de ser criativos e assertivos. Não podíamos facilitar no momento da perda de bola. E esse é um dos processosmais difíceis no futebol. Ficou aqui constatado aquilo que já nos aconteceu noutros jogos: quando estávamos bem, dominadores, um pequeno erro custava-nos caro”. Apesar das muitas ausências, Sérgio Vieira voltou a reforçar a ideia de que a época foi também marcada por instabilidade: “Neste momento tínhamos 8 ou 9 jogadores indisponíveis. Fomos para Vizela com 11 jogadores de fora e hoje tínhamos noveque podiam ser titulares e são jogadores com qualidade. Mas a verdade é que não conseguimos estabilizar a performance coletiva nem o desempenho individual”. A concluir, o treinador deixou uma mensagem direta aos academistas:“Independentemente das tristezas, das revoltas, da irritação, que nunca deixem de apoiar-nos. Entendam que todos erram: treinadores, jogadores, administrações. Todos erram de forma inconsciente. E o mais importante é a estabilidade dos clubes. Quando as coisas estão mal, se não houver união, controlo emocional, compreensão e paciência, tudo pode piorar. Acredito que vamos ser muito felizes no futuro, este é o verdadeiro espírito dos adeptos vencedores”.

2025-05-17

Equipa Profissional

“Vamos terminar a época com dignidade”

O mister Sérgio Vieira deu, no final desta manhã, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste sábado, frente ao FC Paços de Ferreira.   O técnico academista reconheceu as dificuldades que a equipa irá encontrar neste embate, e destacou a agressividade, competitividade e ambição do adversário, que ainda luta por um objetivo importante nesta reta final de temporada: “Sabemos que está em causa algo extremamente valioso e, como é natural, os objetivos que eles ainda têm nesta época. Certamente, vamos ter de combater esse tipo de argumentos da parte do Paços. Este é um jogo que se assemelha muito à maioria daqueles que nós tivemos, porque os adversários sempre foram muito difíceis de contrariar. Queremos e vamos terminar a época com dignidade”. O treinador assumiu que, apesar de o Académico já não lutar por um lugar de subida, há objetivos internos a cumprir e uma imagem a defender: “Não nos focamos no nono lugar, porque o que queríamos era o primeiro, o segundo ou o terceiro, no mínimo. Pelo menos, foi esse o meu objetivo quando vim para cá em janeiro. Infelizmente, não conseguimos, e a partir desse momento, o foco tem de ser conquistar tudo aquilo que é possível conquistar. A posição na tabela é uma consequência final de outros objetivos que nós temos: demonstrar a nossa ambição dentro de campo, a nossa organização e conseguir a vitória. A forma como vamos conseguir essa vitória é aquilo em que a equipa se foca mais: demonstrar ambição, querer, qualidade, profissionalismo, dignidade”. Apesar da frustração por não atingir o principal objetivo da época, Sérgio Vieira destacou a capacidade da equipa em manter a resiliência e em lutar em cada jornada: “Quando o objetivo que me trouxe cá não foi alcançado, para mim pessoalmente não é positivo. Depois, há outros pequenos objetivos que tivemos, que podem ser base para o futuro, para outras conquistas, e esses foram alcançados. Diariamente, sentimos a capacidade de reverter determinados processos, a resiliência para cairmos e levantarmo-nos e continuar a lutar. Apesar de as coisas não estarem a correr como queríamos, ficou a parte positiva desses processos. Mas, em termos gerais, naturalmente que não foi positivo, porque o objetivo principal não foi conquistado. E isto é algo que temos de encarar de forma natural, é a nossa profissão. É uma paixão para os nossos adeptos, mas não pode ser mais do que isso. Primeiro está a parte humana, a frontalidade com que encaramos as coisas. Só assim é que temos a lucidez necessária para nos levantarmos no futuro e sermos muito mais vencedores do que aquilo que fomos até ao momento”. O treinador do Académico de Viseu também abordou as dificuldades que a equipa enfrentou ao longo da temporada, com várias lesões e ausências, que reforçaram a aposta em jovens jogadores: “Já temos estado a fazer isso de uma forma improvisada, mas natural, consoante as circunstâncias com que temos preparado os jogos. Infelizmente, as lesões traumáticas de alguns jogadores, questões disciplinares, acumulação de amarelos, ou as lesões de longa duração como foi o caso do Gautier, todas essas adversidades tiraram estabilidade à evolução da equipa em determinados momentos. Levaram-nos a olhar para todos os jogadores como opções em que confiávamos. Felizmente, foram dando respostas positivas em diferentes momentos de adversidade” Sérgio Vieira destacou ainda o desempenho da equipa em contextos exigentes, como aconteceu no jogo em Vizela, e espera que esse espírito se repita frente ao Paços: “Fomos a Vizela e demos uma resposta muito positiva perante outro tipo de adversidades. Foi um jogo com o estádio cheio, com muito ruído, um ambiente competitivo muito interessante. A maior parte dos nossos jogadores — praticamente todos — mostraram personalidade e confiança. Tivemos uma avaliação positiva do jogo, mesmo não tendo ganhado”. Para este jogo final, o foco está na atitude e na vontade de terminar a época de forma positiva: “O contexto deste jogo é diferente, a envolvência vai ser diferente. Esperemos confirmar essa lógica que, apesar da diversidade, os nossos jogadores mantenham o foco, a atitude competitiva, a ambição de ganhar, a confiança para jogar e a agressividade para disputar o jogo. Porque, no fundo, é isto que os nossos adeptos querem ver. É isto que mantém e eleva as carreiras dos jogadores — competir em diferentes circunstâncias, manter a performance, a mesma regularidade. E, nesse sentido, pode ser positiva a avaliação que vamos fazer de outros jogadores que ainda não tiveram oportunidade até ao momento”. O Académico de Viseu recebe, este sábado, o FC Paços de Ferreira no Fontelo, numa partida agendada para as 14H.

2025-05-15

Equipa Profissional

EMPATE A CAMINHO DO FINAL

Na tarde deste domingo, o Académico de Viseu deslocou-se ao terreno do FC Vizela para disputar a última partida fora de casa da presente temporada. Logo aos cinco minutos, a equipa viseense criou a primeira grande oportunidade de golo. Após uma boa jogada na área do Vizela, André Clóvis cruzou para a zona do segundo poste. A bola passou pelos defesas adversários e encontrou Messeguem, que, posicionado no lugar certo, rematou de primeira. No entanto, a intenção alemã acabou por esbarrar no poste, negando o golo inaugural. O jogo manteve-se algo emaranhado até perto do intervalo, com o Vizela a mostrar maior presença ofensiva. Aos 41 minutos, a equipa da casa intensificou a pressão, mas seria Matheus Sampaio a brilhar. Após um potente remate em trivela de João Reis, o jovem Viriato protagonizou uma defesa apertada. Na sequência, o guarda-redes academista e a defesa dos Viriatos conseguiram negar por três vezes consecutivas o golo ao Vizela, num momento de grande esforço coletivo. Contudo, o Vizela acabaria por inaugurar o marcador aos 45 minutos. Após uma rápida transição ofensiva, Heinz Mörschel rodou e rematou à entrada da área. A bola ressaltou em Kauã Oliveira e traiu Matheus Sampaio, que nada pôde fazer para evitar o 1-0. No segundo tempo, o Académico regressou mais determinado, apesar da insistência dos homens da casa. Aos 76 minutos, Henrique Gomes arriscou de meia distância com um remate forte, obrigando Ruly Garcia a uma defesa complicada, com a bola a passar a escassos centímetros do poste. Já perto do apito final, em cima dos 90 minutos, os Viriatos conseguiram o tão desejado golo. Após um cruzamento tenso de Marinelli para a área, a bola desviou em João Reis, resultando num autogolo que colocou o marcador em 1-1. Após este empate, o Académico de Viseu soma agora 45 pontos e prepara-se para a última jornada da competição, onde receberá o FC Paços de Ferreira no Fontelo. A partida está agendada para dia 17 de maio, pelas 14H. Vamos em frente, Viriatos!

2025-05-11

Equipa Profissional

“Hoje, queríamos mostrar que este grupo, mesmo com lesões e castigos, podia estar noutro lugar”

Na tarde deste domingo, o Académico de Viseu visitou o terreno do FC Vizela, num encontro que terminou empatado a uma bola.  O treinador Sérgio Vieira fez um balanço emotivo e frontal do encontro e da época academista, sublinhando as adversidades enfrentadas e a resposta dada pela equipa, sobretudo pelos mais jovens: "Respeito e entendo quem comenta sem conhecer aquilo que está dentro de nós, o nosso dia a dia. Que não conhece a forma como enfrentámos as adversidades na preparação deste jogo. Fomos a equipa que teve a primeira oportunidade clara de golo e as melhores oportunidades na primeira parte. Aqueles remates intercetados pela nossa defesa nem sequer chegaram à baliza. Antes do golo do Vizela, não me lembro de uma oportunidade deles", começou por dizer o técnico, explicando que, apesar das dificuldades, a equipa respondeu com qualidade. Após o golo sofrido, a equipa não se deixou abater: "Tivemos o lance do Paulinho, que reclama grande penalidade, mas nem fui rever. Não é o nosso foco. O nosso foco éramos nós, aquilo que queríamos para este jogo". Sobre a época, o técnico explicou o sentimento de revolta e o objetivo de provar o valor do grupo: "Este grupo tinha a convicção de que podia estar em qualquer um dos três lugares da frente. Os confrontos diretos ditaram muito. No jogo em Viseu, eles foram superiores, e mesmo assim tivemos várias oportunidades. Hoje, queríamos mostrar que este grupo, mesmo com lesões e castigos, podia estar noutro lugar". O treinador destacou ainda o ambiente hostil vivido no estádio esta tarde: "O Vizela merece estar onde está. Tem um ambiente forte, uma massa adepta presente. Às vezes, até é desgastante ali atrás do banco, mas entendo e respeito. É um clube de Primeira Liga". A instabilidade no desempenho ao longo da época também foi abordada: "Lesões, castigos... tudo isso condicionou a estabilidade da equipa. Empates com Alverca, Tondela... jogos que sentíamos que podíamos e devíamos ter vencido”. Apesar disso, houve espaço para lançar os mais jovens: "Hoje também foi uma oportunidade para eles. Não sei se, com todos disponíveis, lhes daria essa oportunidade, mas desde janeiro que trabalho com estes jogadores e todos mereciam. Os miúdos de 19 e 20 anos, num ambiente exigente, mostraram personalidade. Se forem consistentes, podem ter um futuro risonho no futebol". Para Sérgio Vieira, mais importante do que um jogo é a regularidade: "O mais difícil às vezes não é jogar num estádio cheio, mas sim num com poucos adeptos, às 11 da manhã, com o relvado seco. Hoje todos deram uma resposta positiva". Após este resultado, o Académico de Viseu prepara-se para o jogo da última jornada da Liga Portugal 2, na qual os Viriatos recebem o FC Paços de Ferreira.

2025-05-11

Equipa Profissional

"Focados unicamente em nós"

O mister Sérgio Vieira deu, no final desta manhã, a habitual conferência de imprensa de antevisão à partida deste domingo, frente ao FC Vizela.   Sérgio Vieira relembrou o passado do adversário e o peso que tem na firmeza do clube: “É um clube que desceu da Primeira Liga, com rotinas e estrutura de Primeira Liga. Vem de várias épocas consecutivas nesse patamar, e por esta altura, no ano passado, estava ainda na primeira”. O técnico viseense destacou ainda a importância de manter uma mentalidade forte, independentemente dos objetivos já não passarem pela subida ou presença no play-off:“Queremos, acima de tudo, provar a nós próprios do que somos capazes, perante todas as circunstâncias que estamos a viver: as ausências e os objetivos do momento. Vamos encarar este jogo com todo o respeito por eles, por nós, pelos nossos adeptos, pela nossa identidade, pelos nossos valores e pela nossa ambição”. Também rejeitou a ideia de que a ausência da pressão classificativa possa afetar o jogo: “A pressão que existe no futebol, no desporto e que deve existir na vida tem de vir de dentro de nós. (…) Mesmo que os grandes objetivos da época já não estejam presentes, temos outros, provavelmente mais valiosos, que serão a base para o sucesso daqui a uns meses, ou nos próximos anos”. Por fim, Sérgio Vieira abordou aquilo que realmente importa para o Académico de Viseu nesta fase da época: “Vamos fazer de tudo para vencer, mas com respeito pelo adversário, pelo ambiente, focados exclusivamente em nós, nos nossos jogadores, adeptos e na nossa história. Isso é o mais importante”. O Académico de Viseu joga este domingo em Vizela. Os Viriatos visitam o FC Vizelaàs 14H, para o jogo da jornada 33, da Liga Portugal 2.

2025-05-09

Equipa Profissional

3 pontos com estreias decisivas

Na manhã deste sábado, o Académico de Viseu enfrentou, em casa, a Portimonense SAD. O árbitro apitou para o início do encontro e, apesar dos algarvios serem mais pressionantes, os Viriatos conseguiram travar possíveis momentos de perigo. A primeira situação de perigo dos viseenses surgiu aos 13 minutos. Após um passe milimétrico de Soufiane Messeguem, Paulinho, do lado oposto, cruzou de primeira para Simão Silva. O jovem avançado estava atento e aproveitou para inaugurar o marcador, não dando hipótese ao guarda-redes do Portimonense. Dois minutos depois, na sequência de um pontapé de canto, a equipa visitante reclamou grande penalidade. Após revisão, Halim Shirzad, árbitro da partida, confirmou a infração e entregou a grande penalidade aos alvinegros, que estabeleceram a igualdade. Ainda na primeira parte, um cruzamento perigoso do Portimonense obrigou a defesa do Académico a recuar em alerta. Num momento decisivo, Paulinho apareceu com um corte determinante que arrancou um suspiro de alívio dos academistas. Na segunda parte, o Académico dificultou o jogo à equipa adversária, eliminando qualquer oportunidade de golo. Aos 48, o Portimonense tentou alterar o resultado com uma jogada individual de Paulo Vítor, mas Matheus Sampaio defendeu com segurança. Após substituições, a estreia de Lorougnon Gohi fez toda a diferença. No minuto 60, rompeu pela direita, fintou e cruzou rasteiro para Paulinho que, de trivela, fez o 2-1 da partida. Já perto do fim, a turma do Sul tentava testar a atenção da defesa da casa, mas o Académico negou o empate, mantendo o resultado intacto. Com esta vitória, o Académico de Viseu soma agora 44 pontos e prepara-se para a 33.ª jornada, onde viajará até Vizela. Vamos em frente, Viriatos!

2025-05-03

Formação SAD

A eficácia que voltou a reinar

O Académico de Viseu saiu derrotado da receção ao SC Braga, em partida referente à sétima jornada da Fase de Apuramento de Campeão, do Campeonato Nacional de Juniores. A turma de Sérgio Fonseca regressou a casa com os olhos postos na vitória, após três jornadas sem vencer. Com algumas mudanças no onze inicial, tendo em conta o jogo com o SL Benfica, os Viriatos entraram com o pé esquerdo, perante a enorme eficácia dos minhotos. Aos quatro e aos nove minutos, através de duas bolas paradas, o SC Braga partia na liderança do marcador com dois golos madrugadores. Desde cedo atrás do resultado, o Académico demonstrou, tal como no último jogo, mais posse de bola, mais perigo e mais garra, encostando os nortenhos no seu reduto defensivo, de onde foram impedidos de sair durante o resto do primeiro tempo. No meio de inúmeras oportunidades, foi mesmo preciso recorrer a uma grande penalidade para reduzir a desvantagem. Simão Silva, da marca dos 11 metros, enganou o guardião contrário e fez o 1-2 à passagem dos 27 minutos. Até ao final da primeira metade, os viseenses somariam mais chegadas com perigo à baliza do SC Braga, não conseguindo transformar os lances em golo. O início da segunda parte, trouxe a mesma toada no encontro, com o Académico a regressar dos balneários por cima do jogo. No entanto, contra a corrente do mesmo, os visitantes voltariam a faturar aos 50 e aos 62 minutos, derrubando as esperanças academistas numa possível reviravolta. Ao cabo de sete jornadas, o Académico finaliza a primeira volta desta fase do campeonato no sexto lugar, com oito pontos. Em empate pontual com FC Famalicão e Sporting CP, os comandados de Sérgio Fonseca voltam a jogar em casa no próximo sábado. O início da segunda volta, traz ao 1º de Maio o conjunto algarvio do SC Farense, em partida marcada para as 11H do dia 13 de abril.

2024-04-06

Formação SAD

Empate no Mar mantém viva a luta pela Taça

O Académico de Viseu saiu com um empate da deslocação ao terreno do Leixões. Em jogo a contar para a oitava jornada da Fase de Apuramento para a Taça Revelação, Viriatos e leixonenses não desataram a igualdade a dois, naquela que foi a terceira partida seguida a somar pontos para os sub-23 academistas. Mantendo a superioridade desde cedo no encontro, os comandados de Nuno Braga dispuseram de várias oportunidades para chegar ao golo, tanto na primeira como na segunda metade. Issoufi Maiga foi o primeiro a rubricar o seu nome na ficha de jogo quando, aos 31 minutos da primeira parte, se isolou perante o guardião da casa, rematando para o 0-1.   Já nos segundos 45 minutos, o Capitão Miguel Sena duplicava a vantagem viseense no marcador, ao aproveitar um ressalto do remate de Facundo Alarcón, para bater o guarda-redes contrário na ressaca. Controlando o encontro com posse de bola, foi contra a corrente de jogo que o Leixões chegou, aos 68 e aos 79 minutos, ao empate. O ponta de lança, Tray Fuller bisou e fixou o resultado final. Em reação ao empate em Matosinhos, o técnico principal do Académico de Viseu, Nuno Braga, lamentou os dois golos do adversário, salvaguardando que a equipa controlou a grande maioria do encontro: “Começámos muito bem o jogo com uma primeira parte bastante boa, da qual saímos, com muita justiça, em vantagem. Na segunda parte tomámos conta do jogo, marcando o segundo golo e tendo ainda uma bola à trave. O Leixões conseguiu ir apenas duas vezes à nossa baliza, nas quais fez dois golos. O primeiro nasce de uma transição com ressaltos e alguma sorte à mistura, e no segundo temos de reconhecer que errámos, porque devíamos ter encurtado espaços entre a defesa e o meio-campo. Ainda tentámos reagir, mas já fomos tarde”. Nuno Braga reconheceu que o objetivo era vencer o Leixões, mas que os jovens academistas mantêm viva a convicção de estarem presentes na Taça Revelação: “Preferíamos ganhar aqui e nos açores, mas a realidade é que este resultado em nada mexe com o nosso objetivo de nos qualificarmos. Temos de continuar atrás da nossa ambição, e já só pensamos em ir ganhar aos Açores”. Este empate faz o Académico de Viseu isolar-se, à condição, na segunda posição da tabela classificativa, com 28 pontos (mais um que o CD Santa Clara). Quando faltam apenas três rondas para o término do campeonato, os beirões têm, na próxima jornada, a partida mais importante do calendário. Precisamente frente ao adversário direto, os academistas visitam a Ilha de São Miguel no próximo dia nove de abril, às 11H.

2024-03-29

Formação SAD

“O resultado peca por escasso”

O Académico de Viseu recebeu e venceu o SC Farense, em jogo a contar para a 11ª jornada da Fase de Apuramento para a Taça Revelação. No regresso ao Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão, os jovens viriatos venceram por 2-0, com golos de Miguel Sena e de Rodrigo Geraldo. Sendo superior na maioria do encontro, o Académico de Viseu dispôs de diversas oportunidades para ampliar ainda mais o resultado. Ainda bem cedo na partida, Miguel Sena falhou uma grande penalidade, antes mesmo de se redimir e de acabar mesmo por faturar aos 17 minutos. Na cobrança de um canto à esquerda do ataque academista, o capitão dos jovens Viriatos subiu mais alto que toda a gente, marcando de cabeça. Já na segunda parte, após um novo número considerável de oportunidades de golo, foi através de uma jogada de insistência que o Académico voltou a marcar, com Rodri a irromper na grande-área pelo lado direito, cruzando ao segundo poste para Rodrigo Geraldo encostar. Estava fechado o resultado, e a segunda vitória consecutiva para os viseenses. Em declarações no rescaldo ao encontro, o treinador principal dos beirões, Nuno Braga, destacou a boa exibição da equipa e do guardião Matheus Sampaio, numa vitória que poderia ter sido mais volumosa: “Temos de salientar que jogámos muito bem, mas que o nosso guarda-redes também teve mérito, em determinados momentos que nos mantiveram em jogo. Tivemos um volume ofensivo muito maior que o Farense, como sete ou oito grandes oportunidades. Somos a única equipa que poderia sair daqui como vencedora, mas o resultado peca por escasso”. Com este triunfo caseiro, a turma sub-23 do Académico de Viseu reentra na luta pelos lugares de Apuramento para a Taça Revelação, igualando pontualmente o segundo classificado (o CD Santa Clara) com 27 pontos. A quatro jornadas da segunda fase do campeonato, a equipa de Nuno Braga começa agora a preparar uma tripla sequência fora de portas. A primeira paragem é em Matosinhos, em jogo marcado para dia 29 deste mês, às 10H30 da manhã.

2024-03-20

Formação SAD

Vitória no Algarve relança Apuramento

O Académico de Viseu viajou esta segunda-feira até ao Algarve, para medir forças com o Portimonense SC, em jogo a contar para a jornada número 10 da Fase de Apuramento para a Taça Revelação. A partida realizada em Portimão iniciou-se de forma equilibrada, com aproximações a ambas as balizas. Tendo mais posse de bola no decorrer de toda a primeira parte, o Académico viu o conjunto algarvio criar alguns momentos de perigo junto da baliza de Matheus Sampaio. Perto dos 30 minutos, Afonso Ferreira apareceu frente a frente com o guarda-redes, isolado por Rodrigo Conceição, rematando ao lado. Estava dado o primeiro aviso para o que se seguiria ainda dentro do primeiro tempo, com a turma beirã a chegar à vantagem ao minuto 43, num lance onde o defesa contrário, Afonso Martins, marcou na própria baliza. Já aos 57 minutos do segundo tempo, após uma grande jogada em transição, Rodrigo Conceição apanhou uma bola de ressaca para rematar forte de pé esquerdo, colocando à prova o guardião do Portimonense. O 2-0 chegou perto do final da partida. Aos 84 minutos, o sempre oportuno Kelve Semedo apareceu fora da grande-área, após uma bola afastada por Tomás Igreja, para picar o esférico sobre toda a defensiva algarvia, fazendo o mesmo entrar numa baliza deserta. O Académico de Viseu regressa, assim, às vitórias no caminho para a Taça Revelação, somando agora 24 pontos e ocupando o terceiro lugar da tabela. Os Viriatos aproveitam a derrota do Santa Clara, segundo classificado com mais três pontos, para voltar a sonhar com o apuramento para a Taça, tendo um jogo a menos que os açorianos. Na próxima ronda, a turma academista recebe o outro conjunto algarvio desta fase da competição. A receção ao SC Farense está marcada para quarta-feira, dia 20 de março, às 11H no Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão.

2024-03-11

Formação SAD

Primeiro desaire na Fase de Campeão

O Académico de Viseu saiu derrotado da receção ao FC Famalicão, em partida referente à quinta jornada da Fase de Apuramento de Campeão, do Campeonato Nacional de Juniores. A turma de Sérgio Fonseca entrou em campo com o estatuto de único invencível nesta fase, após somar duas vitórias e dois empates. Mantendo os mesmos onze da deslocação da última jornada a Alcochete, os jovens Viriatos tiveram dificuldade em assumir o jogo no início da partida, entregando a iniciativa ao atual campeão nacional de juniores. Ainda assim, a partir dos 20 minutos, os beirões superiorizaram-se criando diversas oportunidades, inclusivamente de bola parada, que ameaçaram as redes à guarda de Miguel Rodrigues. Ainda assim, o intervalo chegaria com o mesmo nulo com que o jogo iniciou, faltando mais clarividência no momento do remate. O início do segundo tempo foi uma cópia do primeiro, com os forasteiros a entrar por cima. No entanto, e ao contrário do que já se tinha sucedido, o Académico foi incapaz de criar tantas e tão perigosas oportunidades, sofrendo o golo que daria a vitória ao Famalicão, já perto dos 90. Aos 86, Hugo Ferreira isolou-se dentro da grande-área, não dando chances a Rodrigo Anjos. Mesmo com a primeira derrota desde dezembro, o Académico de Viseu mantém o terceiro lugar da Fase de Campeão do Nacional de Juniores, com oito pontos, mais um que o Sporting CP e menos quatro que SL Benfica e FC Porto, que partilham a liderança da tabela. Na próxima jornada, os jovens Viriatos visitam, precisamente, a casa do SL Benfica, em partida agendada para o dia 30 de março, às 16H.

2024-03-09