Equipa Profissional 2026-10-26

Próximo Jogo: Académico x Rio Ave FC

O Académico recebe, no próximo dia 1 de novembro, o Rio Ave FC, em partida da jornada número 10 da Liga Portugal Betclic, marcada para as 18h, no Estádio do Fontelo.

Os bilhetes para esta partida já se encontram disponíveis, numa primeira fase exclusivamente destinada aos Sócios do Académico.

Venda exclusiva para Sócios

  • Bilheteira Online: Aberta até às 23h59 de quarta-feira;
  • Loja física do Académico: A partir das 17h desta segunda-feira e até ao horário de fecho da loja de quarta-feira;
  • Cada Sócio terá o benefício de adquirir até três bilhetes, sendo que o primeiro será disponibilizado com desconto de Sócio, enquanto os restantes serão vendidos ao preço de público geral. 

Público geral

  • A venda de bilhetes para o público em geral terá início às 00h00 de quinta-feira, dia 29 de outubro.

Informações importantes

  • Não será disponibilizada venda de bilhetes para os setores destinados aos adeptos visitantes.
  • De igual forma, é proibida a utilização de adereços alusivos ao visitante nos setores destinados aos adeptos do Académico.
  • Está prevista a proibição de entrada a menores de 3 anos;
    • Crianças maiores de 3 anos (inclusive) necessitam de comprar bilhete e de serem acompanhadas por um adulto.
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“Este Académico faz falta na Primeira Liga”

O Académico de Viseu foi a Alvalade bater o Sporting por 2-1 e somar a quinta vitória consecutiva na Primeira Liga. Pese embora ter chegado aos 17 pontos, a um do conjunto de Alvalade, o treinador dos viriatos não entra em euforias. “Alcançar a permanência, da forma mais tranquila possível” continua a ser o maior objetivo de um clube que não estava entre os grandes do futebol português há 37 anos. Agora, segue-se o FC Porto, no Dragão, para a Taça da Liga e Bruno Pinheiro prepara-se para fazer mudanças na equipa porque acredita em todo o grupo. Confiança não falta a uma equipa que ocupa o 6º lugar na Primeira Liga. Depois de tirar pontos ao Benfica no Estádio da Luz e veio ganhar a Alvalade os 3 pontos, ainda que em circunstâncias diferentes. Está a um ponto do Sporting. Como avalia? Comparativamente a esse resultado que referiu, estivemos muito melhor esta noite. Não pelo resultado, mas em termos de organização defensiva e qualidade com bola. Foi um jogo difícil, como é óbvio. Mas, dentro das dificuldades que já esperávamos num jogo destes, conseguimos controlar na generalidade do jogo as ações ofensivas do Sporting. A determinado momento, houve dificuldade em controlar o 1x1 dos extremos do Sporting, porque recebiam a bola sem pressão e ganhavam alguma velocidade para encarar os nossos defesas-laterais, além de desequilibrar com facilidade. Conseguimos corrigir essa situação e a partir daí, controlámos as ações junto à nossa área. Ganhámos dentro da forma que seria possível e, honestamente, creio que o fizemos de forma justa. O Académico de Viseu tem mais pontos conquistados fora do que em casa. Isso significa que a equipa em casa joga sempre mais presa junto dos vossos adeptos marcaram presença em grande número em Alvalade? Acho que não há uma explicação clara para isso. É futebol. Também fomos jogar fora a Fátima e perdemos para a Taça. Faz parte do jogo. E agora ganhámos em Alvalade. Trabalhamos todos os dias, somos um grupo ambicioso, humilde, que vai à luta e isto não tem nada a ver com casa e fora. Esperamos ganhar mais vezes no Fontelo e continuar a fazê-lo fora de casa também. O Académico chegou às cinco vitórias seguidas na Liga portuguesa e está entre os primeiros classificados do campeonato. Já se pode sonhar com a Europa ou esta palavra ainda é proibida no balneário? Não… temos de ser bem claros. Não é à 9ª jornada que se vai falar dessas coisas. A primeira coisa a fazer é garantir a permanência da forma mais tranquila possível e no dia em que ela estiver assegurada, veremos em que posição estamos e analisaremos o que é possível fazer mais porque queremos sempre mais. Neste momento, o objetivo é claramente mantermo-nos na 1ª Liga da forma mais tranquila possível. É o grande objetivo. Falamos de uma equipa que subiu e chegou agora às cinco vitórias seguidas na divisão maior do futebol português. Como olha para o jogo com o FC Porto, relativo à Taça da Liga? Esta série dá-lhe mais confiança? Dar confiança, dá, obviamente. Mas temos de perceber que somos uma equipa que não está habituada a jogar de três em três dias, pelo que haverá muitas mexidas para o jogo no Dragão [esta quarta-feira]. Isso é ponto assente. Confiamos em todos os jogadores e o treinador tem de escolher quem entende que pode dar resposta. Temos de destacar esta vitória até porque vínhamos de uma derrota extremamente difícil de digerir, frente ao Fátima, do Campeonato de Portugal. Ninguém se foi abaixo, todos têm noção do que poderíamos ter feito melhor e depois chegámos a Alvalade e fizemos o jogo que fizemos. Foi fantástico e os jogadores estão de parabéns. Estão mesmo, depois do resultado no fim-de-semana passado. O Académico é hoje uma equipa, mais do que lutar pela permanência, em constante afirmação? Somos uma equipa que quer, de facto, ficar na Primeira Liga. Honestamente, daquilo que tenho visto, faz falta este Académico de Viseu na Primeira Liga. Viram a massa adepta que compareceu aqui em Alvalade, o Fontelo tem sempre uma lotação praticamente completa. E também pelo futebol que temos conseguido apresentar. O Académico faz falta na Primeira Liga, representamos um clube, uma cidade e também uma região, e acho fundamental este clube manter-se entre os grandes. O Académico esteve muitos anos afastado do escalão maior do nosso futebol e só consolidando o clube na Primeira Liga é que ele poderá crescer e ir poder ambicionar outras coisas. Agora, queremos a manutenção, de forma calma, porque ficaremos satisfeitos se o conseguirmos alcançar. Os dois golos do Académico foram parecidos. Cruzamento da direita, e o João Guilherme a aparecer ao segundo poste a finalizar. Foi algo que percebeu que podiam atacar em relação ao Sporting ou está trabalhado já pela equipa? Esse momento final não é trabalhado em particular, fosse em relação a este jogo ou a outro. O que nós trabalhamos é a forma como queremos desbloquear o jogo e quando o conseguimos fazer é depois uma interpretação dos espaços que o adversário deixa mais livres. No início deste jogo, foi complicado, porque o Luís Silva estava a sair por fora e o Soufiane [Messeguem] estava a baixar. Ao mesmo tempo, o Altimira e o Doumbiaestavam a aparecer. E não pretendíamos isso. Pretendíamos, sim, arrastar o Doumbia e o Gonçalo Inácio, para abrir espaço e atacar a defesa do Sporting com bolas longas. Na 1ª parte, conseguimo-lo fazer, sobretudo a partir do momento em que o Luís Silva se fixou mais no centro. Na chegada à área, trabalha-se de forma a poderem aparecer vários jogadores, para que tenhamos várias hipóteses de finalização. A nível tático, quais são os aspetos que destaca para que a equipa tenha evidenciado um crescimento que lhe permitiu chegar a cinco triunfos seguidos na Primeira Liga? Pergunta interessante… acima de tudo, o treinador precisa de tempo. Nós temos ideias e princípios e queremos jogar de uma determinada forma, mas depois precisamos dos jogadores que melhor se adaptam a esta forma de jogar. E isso leva o seu tempo, mesmo para os jogadores poderem executar o que se pretende. O facto de conhecer cada vez melhor os jogadores que tenho, ajuda. Estamos com uma organização defensiva muito interessante. Apesar de os adversários nos cercarem muito próximo da área, como aconteceu neste jogo, defendemos bem a nossa área, fechámos bem os espaços. Sinto que a equipa pode crescer mais no jogo com bola, mas esse sim, precisa de mais tempo. Porque defender acaba por ter a ver com trabalho e inteligência, é mais fácil de assimilar. O processo ofensivo muda muito em termos das dinâmicas do adversário. E quando a equipa se apanha a ganhar, e depois o adversário muda no decorrer do jogo, é mais difícil de nos adaptarmos. Daí a margem para o crescimento nesse capítulo.

2026-10-25

Equipa Profissional

“Em Alvalade, temos de mostrar organização com bola”

Na antevisão à deslocação ao Estádio José de Alvalade, para defrontar o Sporting, Bruno Pinheiro destacou as principais qualidades da equipa de Rui Borges – a quem dirige elogios pelo trabalho realizado ao serviço dos leões – e identificou aquele que poderá ser o segredo do Académico. “Se quisermos fazer um jogo competente, competitivo e a discutir o resultado, temos de ter bola e é esse o desafio”, atira o técnico que considera, ainda, os primeiros vinte minutos como importantes: “Se resistirmos, poderemos começar a fazer o nosso jogo.” O objetivo nesta partida “é trazer pontos”, tal como em todas as outras. O Académico arrancou esta época a empatar no Estádio da Luz. Sente que a equipa pode repetir a proeza em Alvalade? Se não acreditássemos que fosse possível pontuar, creio que [o jogo] perdia o interesse e sabemos como o futebol é rico em surpresas. Obviamente que o Sporting é o favorito neste jogo, mas iremos tentar, de acordo com as nossas armas e a análise que fizemos do adversário, apresentar uma equipa que vá criar dificuldades ao Sporting. O grande objetivo é trazer pontos. Trabalhamos todos os dias com a ambição de ganhar todos os jogos. Independentemente do nível das equipas, há dificuldades diferentes de jogo para jogo e mesmo sabendo que defrontar o Sporting é um desafio de intensidade máxima, a ambição não deixa de existir. Vamos apanhar um adversário que é fortíssimo e, para além disso, vem de uma derrota e quererá deixar uma imagem diferente. O Sporting é muito pressionante e não vai querer deixar-nos jogar com bola. Vamos ter muitas dificuldades em roubar a bola ao adversário porque este tem muita qualidade individual e coletiva. Vai ser exigência máxima, mas a vontade é de pontuar. Este jogo, por ser contra um grande, tem um peso diferente dos outros? São jogos diferentes. Trabalhamos à luz de princípios, ofensivos e defensivos. Temos os nossos princípios de jogo, que se mantêm de jogo para jogo, o que muda é o plano de jogo em função de estruturas e dinâmicas de pressão que o adversário tenha. Esta semana de trabalho foi igual a todas as outras. Uma das bases de trabalho que temos é analisar o jogo anterior e tentar corrigir o que fizemos menos bem. Focamo-nos muito naquilo que queremos com e sem bola e adaptamos isso às dificuldades que sabemos que o adversário nos pode criar. Quais as maiores qualidades deste Sporting? E de que forma é que o Académico pode surpreender a equipa de Rui Borges? Do Académico, vou falar muito pouco porque não quero entregar nada ao adversário, fico caladinho. Temos noção das nossas capacidades e limitações, mas guardo-as para mim. Já quanto ao Sporting, creio que já falei um pouco, a qualidade individual está lá a todos os níveis. Tem jogadores rápidos, muito talentosos tecnicamente, são fortes no contacto físico. E em termos coletivos, é uma equipa que trabalha com o mesmo treinador há já algum tempo, o que, só por si, já é um fator de maior força coletiva.Honestamente, acho que o Rui Borges tem feito um excelente trabalho no Sporting e esperamos um jogo muito difícil. Qual será o segredo para o Académico poder surpreender o adversário? Resistir à entrada do Sporting é fundamental? Espero uma entrada muito forte do Sporting, a não deixar o Académico ter bola, mas acredito que se conseguirmos resistir na fase inicial, a espaços teremos mais bola e poderemos crescer no jogo com o passar do tempo. Ofensivamente, é uma equipa muito difícil de travar, os jogadores do Sporting têm uma grande mobilidade, o que não permite ter muitas referências em termos defensivos. E ainda mostra uma capacidade de desequilíbrio muito grande no 1x1 nos seus corredores. Se resistirmos aos primeiros vinte minutos, poderemos começar a fazer o nosso jogo, e aí sim, crescer um pouco e equilibrar mais as contas. Deu oportunidade a Paulinho no jogo com o Fátima, mas Bouldini, que até já resolveu um jogo esta época, não foi convocado. Por que razão? Dei oportunidade ao Paulinho, como poderia ter dado ao Bouldini, mas não poderia deixar de ter o André Clóvis no banco para o caso de alguma coisa correr mal, como acabou por correr. Não podia deixar de ter o melhor marcador com a equipa. As convocatórias da Taça são mais curtas do que as da Liga. Por isso, não justificava levar três avançados e ter algumas posições sem poder fazer trocas. Valery Fernández fez a estreia com o Fátima, entrando na ponta final da partida. Quando poderemos ver Valery a ser mais útil esta época? O Valery começou mais tarde a época, não vinha preparado para as exigências físicas, teve esse trabalho para fazer e estamos a integrá-lo aos poucos. Teve alguns minutos [frente ao Fátima] e poderá vir a ter também na Taça da Liga. Eu confio nos jogadores e acho que no jogo da Taça o resultado não foi ao encontro da preparação que fizemos. Ficámos tristes e incomodados com o resultado, mas a verdade é que todos os jogadores que alinharam justificavam essa aposta. Tinham e continuam a ter a minha confiança e é com todos eles que contamos. Estudou o adversário e já disse que vão enfrentar uma equipa com uma enorme mobilidade. Há algum segredo na forma como o Académico vai defender? Eu acredito que a melhor forma de defender é jogando com bola. Quanto mais bola tivermos, menos o adversário tem condições para realizar os seus ataques. Ainda assim, ter a posse só pela posse pode, até, ser prejudicial. Se quisermos fazer um jogo competente, competitivo e a discutir o resultado, temos de ter bola e é esse o desafio. O Sporting irá utilizar uma pressão homem-a-homem e poderá criar-nos muita dificuldade no nosso processo ofensivo. Temos de mostrar organização com bola. Sabemos que dificilmente teremos mais bola do que o Sporting, mas devemos mostrar que sabemos o que fazer com a bola sempre que a tivermos.

2026-10-23

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