Três novos academistas no plantel Sub-23

David Silva, Mateus Azevedo e Aleix Enriquez, são os nomes dos novos jogadores do emblema de Viseu.   David Silva chega para defender a baliza academista, vindo do Vitória SC. Com épocas no SC Braga, passagem pelo Palmeiras FC e adiciona agora ao seu percurso o Académico de Viseu.  Para reforçar a proteção da baliza, Mateus Azevedo de 18 anos vindo do GD Mangualde, prepara já a nova época ao serviço dos Viriatos.  Proveniente de Valência, chega Aleix Enriquez de 19 anos, com 18 golos marcados na época passada ao serviço do Levante UD, o jovem espanhol inicia uma nova etapa e chega ao Académico para reforçar o setor ofensivo.

Marítimo M.
Marítimo M.
Marítimo M.
VS
Académico
Académico
22 AGO 2026 - 15:30

Liga Portugal Betclic

JORNADA 3

22

AGO

Marítimo M.

Académico

J 3
15:30
JORNADA 3 - 15:30

Liga Portugal Betclic

29

AGO

Académico

FC Porto

J 4
18:00
JORNADA 4 - 18:00

Liga Portugal Betclic

06

SET

Gil Vicente FC

Académico

J 5
JORNADA 5

Liga Portugal Betclic

13

SET

Académico

Vitória SC

J 6
JORNADA 6

Liga Portugal Betclic

20

SET

Estrela Amadora

Académico

J 7
JORNADA 7

Liga Portugal Betclic

15

AGO

0

1

Académico

Santa Clara

J 2
18:00
JORNADA 2 - 18:00

Liga Portugal Betclic

09

AGO

2

2

SL Benfica

Académico

J 1
20:30
JORNADA 1 - 20:30

Liga Portugal Betclic

# Equipa J V E D PTS
9 Estrela AmadoraEstrela Amadora 2 0 2 0 2
10 SC BragaSC Braga 1 0 1 0 1
11 AcadémicoAcadémico 2 0 1 1 1
12 FC FamalicãoFC Famalicão 2 0 1 1 1
13 FC AlvercaFC Alverca 2 0 1 1 1
#SOMOSVIRIATHUS

“Saímos desiludidos; os nossos adeptos apoiaram o tempo todo”

Bruno Pinheiro, treinador do Académico, foi claro na análise da derrota frente ao Santa Clara, jogo que assinalou o regresso do Fontelo à primeira liga, 37 anos depois. O Académico teve um “apagão generalizado” na primeira parte; a frustração, contudo, também chegou acompanhada de uma palavra para os adeptos; e de outra para os jogadores, sobretudo quando se falou de mercado: “Os jogadores que cá estão são uns verdadeiros Viriatos e confiamos imenso neles”. Eis a conferência de Imprensa do técnico academista: Se o Académico merecia ter sido mais feliz com as oportunidades no final do jogo. “Tivemos talvez as oportunidades de fazer o empate; mas a realidade é que saio dececionado com a primeira parte, eu e os jogadores. Demos uma primeira parte de avanço e isso paga-se caro. Ponto final.” Sobre a as dificuldades de André Clóvis em impor a habitual influência ofensiva. O André Clóvis é um jogador que participa em demasia no jogo, é um jogador que faz golos, bate de direita, bate de esquerda, faz golos de cabeça. Ele estava a queixar-se em termos musculares, daí a substituição. Entendi por bem tirá-lo, não fosse acontecer algo de grava e perdermos o Clóvis em mais jogos. Mas o jogo também não permitiu que o Clóvis participasse mais. Não foi o André Clóvis, foi um apagão generalizado da equipa, que me custou imenso, a mim e aos jogadores, porque tínhamos ambições. Estávamos a jogar na nossa casa, os nossos adeptos apoiaram o tempo todo, e saímos desiludidos connosco e não ter correspondido com outro resultado. Sobre o impacto das substituições na segunda parte; se tem esperança na temporada que a equipa vai realizar; e a opinião sobre o lance do penalty. Esperança eu tenho. Vai ser uma época difícil para nós, mas vai ser o mesmo para outras equipas. Precisamos de um período de adaptação, na primeira liga os erros pagam-se caro, e o penalty é exemplo disso. Os jogadores que entraram, estiveram bem porque também entraram num momento em que a equipa estava a crescer. A penalidade... não gosto de falar de árbitros, muito menos quando perco; acho que há uma dualidade de critérios com estas novas regras, mas não quero tocar nesse assunto hoje, porque soa a desculpa. Se a equipa esteve mais equilibrada no segundo tempo. Na maioria das vezes o problema das transições ofensivas deve-se ao local onde perdemos a bola. Quando perdemos a bola no meio-campo ofensivo, normalmente conseguimos fazer um controlo sobre os adversários que estão a fazer a saída. Quando perdemos a bola no meio-campo defensivo, esse controlo é muito mais difícil e há muito menos tempo para reagir. O problema é a forma como perdemos a bola, e não a linha defensiva. Na primeira parte perdemos muitas bolas em zonas onde não devíamos; foi um primeiro da forma como perdemos a bola. Se o rendimento na primeira parte foi razão para substituir dois defesas ao intervalo. Não teve nada ver com o penalty, no caso do Igor, são situações que acontecem. Senti que o Ruben e o Igor estavam desgastados e se ficassem no campo iam prejudicar a performance deles. Acho que troquei bem, honestamente; pode fazer confusão trocar dois defesas, mas acho os jogadores que entraram trouxeram outra energia defensiva e ofensiva, porque tinham outra disponibilidade física. Se ainda espera reforços neste mercado de transferências. As mais-valias são sempre bem-vindas. Mas trazer jogadores por trazer, já frisei isso... este grupo é fantástico no trabalho! Acredito que podem entrar mais jogadores, mas têm de ser considerados por toda a estrutura, administração, direção desportiva, treinador, como não havendo dúvidas de que vêm acrescentar valor. Os jogadores que cá estão são uns verdadeiros Viriatos e confiamos imenso neles.

2026-08-15

Bruno Pinheiro: “Temos que saber sofrer quando for para sofrer e jogar quando for para jogar”

Na antevisão ao primeiro jogo do Académico de Viseu no Fontelo no regresso à Primeira Liga, 37 anos depois, o treinador Bruno Pinheiro perspetivou esta quinta-feira, 13, o encontro da 2.ª jornada da Liga Portugal Betclic, frente ao Santa Clara. Depois do empate conquistado na estreia, diante do Benfica, o técnico academista destacou a importância de dar continuidade ao resultado alcançado na Luz, mas alertou para as características de um adversário com maior experiência de Primeira Liga e com uma ideia de jogo consolidada. Para Bruno Pinheiro, o controlo das emoções será determinante num encontro em que o Académico terá de saber aceitar os momentos em que o adversário dominará com bola, sem abdicar da sua identidade e ambição. O treinador espera ainda um Fontelo com uma “moldura humana muito bonita” e assume como objetivo procurar os três pontos. Eis a conferência de imprensa na íntegra: - Sobre as diferenças entre o jogo com o Benfica e o Santa Clara. - “São jogos completamente diferentes. Se num jogo nós já sabemos o que é que vai dar e estamos preparados mentalmente para passar muito tempo no processo defensivo, acho que este jogo com o Santa Clara, o controlo das emoções vai ser muito importante. Queremos tentar dominar os jogos e, se possível, controlá-los com bola. A verdade é que o adversário vai ter qualidade e vai haver momentos, ou senão até a maioria do jogo, em que será o adversário a controlar o jogo. É importante estarmos mentalmente preparados e controlar as emoções para aceitar que, se calhar, não vamos conseguir ter o controlo do jogo que gostaríamos de ter. Temos que aceitar que o adversário tem essa capacidade. Temos que ter a noção de que o Santa Clara é um adversário com qualidade, que joga bem com bola, tem bons jogadores e que vai haver momentos em que se calhar não vamos conseguir impor o nosso jogo. Vamos ter que saber sofrer quando for para sofrer e jogar quando for para jogar.” - Sobre o regresso ao Fontelo e o ambiente esperado. - “Acho que é um momento histórico e estamos todos muito entusiasmados com o facto de jogarmos na nossa casa. Acreditamos que vamos ter uma moldura humana muito bonita e temos a certeza de que vai ser um Fontelo muito animado. Esperamos estar à altura do jogo e, se possível, ganhar os três pontos, que é esse o grande objetivo.” - Sobre o Santa Clara. - “Estamos à espera de um Santa Clara com qualidade. Tem um treinador com muita experiência, muitas épocas de futebol, e sabe bem o que faz. As suas equipas, por norma, são extremamente competitivas. Tem uma base de trabalho que já vem do ano passado e, na minha opinião, é uma equipa com qualidade técnica, com capacidade individual para ter a bola em todos os setores.” - Sobre Luís Silva e Gustavo. - “O Luís Silva não vai estar disponível. Foi uma lesão traumática, numa entrada num jogo de treino. O Gustavo também, no torneio em Varzim, na sequência de um contacto, acaba por cair e ter uma lesão traumática no ombro. Ambos estão a recuperar. O Luís Silva até se esperava que fosse um bocadinho mais rápido, mas não foi. Julgo que em breve estarão disponíveis para trabalhar com a equipa, ou pelo menos assim espero.” - Sobre os reforços Babić e Bouldini. - “O Bouldini dá-nos, em teoria, uma capacidade mais forte para segurar a bola. O André Clóvis é um jogador que procura mais atacar a profundidade. Acredito que, em determinados jogos, nomeadamente quando as equipas estão a sofrer uma forte pressão do adversário, vão pôr muita gente na área e muitas vezes vamos ter que tirar a bola para longe. É importante ter um avançado com capacidade para segurar a bola e esperamos que o Bouldini nos traga essa capacidade. Para além de ser um finalizador, é um jogador dentro da área que tem uma capacidade tremenda para finalizar, nomeadamente de cabeça. O Babić é um jogador para desenvolver, que tem muita intensidade. É um jogador com mais potencial defensivo do que ofensivo, que cobre muito campo para defender. É muito agressivo, ganha muitas bolas no contacto físico e será um jogador mais médio defensivo, box-to-box, que nos pode ajudar mais na recuperação da bola e no contacto físico.” - Sobre a possibilidade de novos reforços até ao final do mercado. - “Acho que o presidente terá dito tudo ao falar em oportunidades de negócio. Não será num setor ou noutro. Será oportunidade de jogadores que possam estar disponíveis no mercado e que se possa perspetivar que tenham um potencial ou uma capacidade claramente superior aos jogadores que estão cá. Portanto, não será num setor ou noutro. Acho que o termo correto será mesmo oportunidade de negócio.” - Sobre as dificuldades que o Santa Clara pode colocar e o equilíbrio entre as duas equipas. - “São dificuldades diferentes. O nível individual das equipas vai estar muito mais nivelado e acho que há capacidade de se jogar mais do que tivemos na primeira jornada. A partir daí, é ter a noção e não achar que vamos conseguir jogar sempre com bola. Para nós, o desejado seria jogar 90 minutos com bola, sabendo que é impossível fazê-lo.” - Sobre a importância de dar continuidade ao empate conquistado na Luz. “Concordo plenamente. Um empate na Luz é um bom resultado para nós, mas só faz sentido dando continuidade no próximo jogo em casa. Todos nós estamos conscientes disso. Para nós, esse jogo foi quase encerrado à saída do balneário. No regresso para cá, já estávamos a preparar o jogo com o Santa Clara. O foco está no Santa Clara. Não vi nenhum comportamento efusivo de ninguém. Vejo toda a gente focada. Não foi feita nenhuma festa. É um bom ponto para nós, mas foi o sentimento de dever cumprido e o grupo, nesse aspeto, acho que é focado e tem noção de que está focado no próximo jogo. Um bom resultado é ganhar os três pontos. Mas depois do jogo, se o adversário for muito superior a nós e empatarmos, terei que aceitar que o empate também foi um bom resultado. Vai depender muito do jogo que conseguirmos fazer.”

2026-08-13

Fontelo preparado para a I Liga: Académico apresenta remodelações na casa dos Viriatos

Visita guiada ao Estádio Municipal do Fontelo deu a conhecer as principais intervenções realizadas no recinto antes do regresso do Académico de Viseu ao principal escalão, 37 anos depois.   O Académico de Viseu apresentou esta quarta-feira, no Estádio Municipal do Fontelo, as principais intervenções realizadas no recinto tendo em vista o regresso do clube à I Liga, 37 anos depois da última presença no principal escalão do futebol português.  A visita guiada, que contou com as presenças de representantes de diversas entidades, como João Azevedo, presidente da CM Viseu, Helena Pires, CEO da FPF, Filipa Godinho e Rafael Almeida, por parte da Liga Portugal, e ainda José Carlos Lopes, presidente da AF Viseu, teve no presidente da SAD, Mariano López o anfitrião que permitiu dar a conhecer no local as melhorias realizadas em diferentes áreas do estádio, numa intervenção que pretende dotar o Fontelo de melhores condições para receber o futebol de primeira linha e todos os seus intervenientes.  O Estádio Municipal do Fontelo tem sido alvo de um processo de melhoria e valorização desenvolvido em articulação entre o Município e a SAD do Académico de Viseu. Um trabalho que não começou agora e que tem vindo a ser reforçado com a chegada do clube ao principal escalão.  Entre as intervenções já realizadas pela SAD contam-se a melhoria da iluminação do Fontelo e, mais recentemente, a instalação de um novo relvado, juntando-se agora um conjunto alargado de intervenções destinadas a melhorar as condições de utilização, conforto, segurança e funcionalidade do recinto.   111 novos lugares cobertos na Bancada Central Uma das principais intervenções incidiu sobre a Bancada Central, com a ampliação da cobertura para as zonas norte e sul, permitindo a criação de 111 novos lugares cobertos. A intervenção incluiu ainda a instalação de novos bancos, trabalhos na rede elétrica, atualização dos televisores existentes nos camarotes e revisão da sinalética de emergência.  A zona de camarotes e hospitalidade foi igualmente valorizada, com intervenções nos sanitários da área premium, incluindo a renovação da rede de abastecimento de água, iluminação e loiças sanitárias.  A sala de hospitalidade/catering foi ampliada e passou a dispor de melhores condições de acessibilidade a partir dos camarotes, bem como de maior versatilidade, podendo ser dividida em dois espaços independentes durante a semana. Foram ainda realizados trabalhos na rede elétrica, climatização e iluminação.  Balneários e espaços de apoio renovados Também as áreas destinadas às equipas foram alvo de intervenção. Os balneários dos jogadores foram pavimentados e a cablagem elétrica foi reorganizada e ocultada, melhorando as condições gerais de utilização. Foram ainda renovados os balneários das equipas de arbitragem e das equipas visitantes, reforçando as condições disponibilizadas a todos os intervenientes nos jogos da I Liga.  A intervenção estendeu-se igualmente à sala de imprensa, aos espaços corporate e a outras áreas de apoio do estádio, procurando criar melhores condições para a comunicação social, parceiros e utilização empresarial do recinto.  O túnel de acesso ao relvado foi também pavimentado, melhorando as condições de circulação entre as zonas de balneários e o terreno de jogo.  Mais tecnologia e melhores condições para o público O Fontelo apresenta igualmente novas soluções na área tecnológica, com a instalação de um ecrã gigante e a atualização dos sistemas de som e videovigilância.  No seu conjunto, estas intervenções representam mais uma etapa no processo de transformação do Estádio Municipal do Fontelo, acompanhando a nova realidade competitiva do Académico de Viseu.  O processo tem sido desenvolvido com o objetivo de garantir que a subida à I Liga é acompanhada também por uma evolução das condições da infraestrutura, numa intervenção que a SAD tem assumido em articulação permanente com o Município de Viseu, enquanto proprietário do Estádio Municipal do Fontelo.   “Agradecer a todos os que se envolveram neste processo e que em tempo recorde conseguiram transformar este recinto num palco digno para o Académico Viseu receber os seus jogos da I Liga no coração de Viseu”, congratulou-se o presidente Mariano López no final do evento, que juntou também diversos parceiros do clube, bem como elementos das autoridades de segurança.  A visita aconteceu poucos dias antes da estreia do Académico de Viseu em casa no regresso à I Liga. Depois da deslocação ao Estádio da Luz na primeira jornada, os Viriatos recebem o Santa Clara, no próximo fim de semana, naquele que será o primeiro jogo do clube no renovado Fontelo no principal escalão, 37 anos depois.  A renovação do Fontelo representa, assim, um processo continuado de investimento e valorização de uma infraestrutura municipal que volta a ser palco do futebol de I Liga.

2026-08-12

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