Defesa-central Hugo Gambor é reforço do Académico

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD informa que chegou a acordo para a contratação, a título definitivo, de Hugo Gambor, defesa-central que assina por uma época com mais uma de opção. Nascido em Blois, França, a 30 de dezembro de 2002, Hugo Gambor fez grande parte da sua formação no Blois Football 41, antes de iniciar o percurso sénior ao serviço do Orléans. Passou posteriormente pelo Paris FC e pelo Dunkerque, clube onde contribuiu para a subida à Ligue 2 na temporada 2022/23. Em janeiro de 2024, transferiu-se para o Gent, da Bélgica, tendo representado o Troyes, por empréstimo, na temporada 2025/26. Internacional pela República Centro-Africana, Hugo Gambor chegou a ser convocado para um estágio da seleção francesa de sub-18, em 2020, antes de optar por representar o país de origem do seu pai. Estreou-se pela seleção centro-africana em setembro de 2024, frente ao Lesoto, num encontro de qualificação para a CAN. “Estou muito feliz por estar aqui e por fazer parte deste clube. Conheço a cidade, o clube e a Liga, e estou muito motivado para começar este novo desafio. Espero poder dar o meu melhor pela equipa, sou alguém que se adapta facilmente ao grupo e quero contribuir para alcançarmos os nossos objetivos. Aos adeptos peço que venham apoiar-nos, venham ao estádio porque vamos dar tudo para vencer”, sublinhou o jogador nas primeiras declarações aos meios do Académico. A Administração da Académico de Viseu FC, Futebol SAD dá as boas-vindas a Hugo Gambor e deseja-lhe as maiores felicidades e sucessos nesta nova etapa da sua carreira. Bem-vindo, Hugo.

Gil Vicente FC
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VS
Académico
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06 SET 2026 - 20:30

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JORNADA 5

06

SET

Gil Vicente FC

Académico

J 5
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JORNADA 5 - 20:30

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12

SET

Académico

Vitória SC

J 6
20:30
JORNADA 6 - 20:30

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20

SET

Estrela Amadora

Académico

J 7
15:30
JORNADA 7 - 15:30

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10

OUT

Académico

Estoril Praia

J 8
20:30
JORNADA 8 - 20:30

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25

OUT

Sporting CP

Académico

J 9
20:30
JORNADA 9 - 20:30

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29

AGO

0

3

Académico

FC Porto

J 4
18:00
JORNADA 4 - 18:00

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22

AGO

2

2

Marítimo M.

Académico

J 3
15:30
JORNADA 3 - 15:30

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15

AGO

0

1

Académico

Santa Clara

J 2
18:00
JORNADA 2 - 18:00

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09

AGO

2

2

SL Benfica

Académico

J 1
20:30
JORNADA 1 - 20:30

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# Equipa J V E D PTS
13 Rio Ave FCRio Ave FC 4 1 0 3 3
14 FC FamalicãoFC Famalicão 4 0 2 2 2
15 AcadémicoAcadémico 4 0 2 2 2
16 FC AlvercaFC Alverca 4 0 2 2 2
17 Estoril PraiaEstoril Praia 4 0 1 3 1

Defesa-central Hugo Gambor é reforço do Académico

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD informa que chegou a acordo para a contratação, a título definitivo, de Hugo Gambor, defesa-central que assina por uma época com mais uma de opção. Nascido em Blois, França, a 30 de dezembro de 2002, Hugo Gambor fez grande parte da sua formação no Blois Football 41, antes de iniciar o percurso sénior ao serviço do Orléans. Passou posteriormente pelo Paris FC e pelo Dunkerque, clube onde contribuiu para a subida à Ligue 2 na temporada 2022/23. Em janeiro de 2024, transferiu-se para o Gent, da Bélgica, tendo representado o Troyes, por empréstimo, na temporada 2025/26. Internacional pela República Centro-Africana, Hugo Gambor chegou a ser convocado para um estágio da seleção francesa de sub-18, em 2020, antes de optar por representar o país de origem do seu pai. Estreou-se pela seleção centro-africana em setembro de 2024, frente ao Lesoto, num encontro de qualificação para a CAN. “Estou muito feliz por estar aqui e por fazer parte deste clube. Conheço a cidade, o clube e a Liga, e estou muito motivado para começar este novo desafio. Espero poder dar o meu melhor pela equipa, sou alguém que se adapta facilmente ao grupo e quero contribuir para alcançarmos os nossos objetivos. Aos adeptos peço que venham apoiar-nos, venham ao estádio porque vamos dar tudo para vencer”, sublinhou o jogador nas primeiras declarações aos meios do Académico. A Administração da Académico de Viseu FC, Futebol SAD dá as boas-vindas a Hugo Gambor e deseja-lhe as maiores felicidades e sucessos nesta nova etapa da sua carreira. Bem-vindo, Hugo.

2026-09-04

“Temos de ser consistentes durante os 90 minutos em Barcelos”

O treinador do Académico foi confrontado com as questões de arbitragem, mas preferiu focar-se no que a equipa técnica e os jogadores conseguem controlar: a atitude e as exibições. Nesse sentido, mostrou-se contente com o que a equipa conseguiu fazer diante do Santa Clara e Marítimo e espera ver a melhor versão da equipa em casa do Gil Vicente. Entre elogios ao seu antigo clube, Bruno Pinheiro não quis revelar a estratégia que o Académico planeou para este jogo, mas deixou um aviso claro: “Queremos ir ganhar a Barcelos.” Como é que a equipa trabalhou durante a semana? Os recentes erros de arbitragem nos jogos do Académico têm condicionado o trabalho do grupo? Bruno Pinheiro – Não têm condicionado o trabalho. Acho que temos, acima de tudo, distinguir o que depende de nós e o que não depende. Como tal, a arbitragem não depende de nós, focamo-nos no nosso trabalho. Concordo que acaba por ser revoltante a facilidade com que se apitam algumas coisas e não se apitam outras, mas restringimo-nos àquilo que controlamos e ao nosso trabalho. É o processo que implementamos no dia-a-dia, é aí que nos temos concentrado e ninguém perde o foco em relação ao trabalho porque não adianta. Relativamente ainda aos erros de arbitragem, como é que acha possível medir a intensidade do toque nos lances em questão? BP - Nem tem que medir nada, por uma razão muito simples. Acho que há aqui uma confusão na cabeça de toda a gente. Uma coisa é querermos um jogo com menos faltas e permitir mais contactos. Outra coisa é permitir contactos ilegais, tudo o que envolva braços, agarrões, puxões, não é permitido. Para isso metíamos uma bola oval dentro do campo. E não é isso que acontece aqui, a bola é redonda. Para mim, não é uma questão de intensidade. A partir do momento em que o jogador não tem qualquer intenção de jogar a bola e agarra o adversário, impedindo-o de chegar à bola, nem sequer tem discussão. Comparar esse lance [penálti assinalado frente ao FC Porto] com o penálti que nos foi assinalado na Madeira, é ridículo, porque são lances distintos, não tem conversa. Mas como não controlo isso, prefiro virar a página. Pela primeira vez, já ouvimos comentadores a dizer que o Académico de Viseu foi altamente penalizado nos dois primeiros jogos. Incluindo responsáveis por jornais. Mas com o FC Porto não, tudo normal. Porquê só agora? BP - Não controlo o que as pessoas dizem, nem ouço. Não tenho redes sociais nem vejo programas televisivos, pelo que me restrinjo a ver os jogos, a analisá-los e a preparar o trabalho da minha equipa. Agora, é altamente desconfortante, neste momento teríamos mais uns quantos pontos e, tendo já defrontado Benfica e FC Porto, se à 4ª jornada tivéssemos os 5 pontos que fizemos em campo para os merecer, estávamos numa situação muito confortável e bastante satisfatória. Esta é que é a realidade, mas não controlo, e compete-me a mim e aos jogadores, continuar a trabalhar, focarmo-nos no futebol e deixar essa conversa para os entendidos. Para as pessoas do clube que também possam ser responsáveis e intervir nessa vertente. Porque o treinador tem um trabalho para fazer e eu quero acabar com o tema da arbitragem, porque parece que me quero refugiar dos resultados em coisas que não controlo. A minha responsabilidade é o trabalho de campo. Dos quatro jogos que fizemos, Benfica e FC Porto altamente difíceis. Já com o Santa Clara e Marítimo, fizemos o suficiente para empatar em casa com o primeiro e ganhar na Madeira. E isso é o que mais me tranquiliza, mesmo não tendo ganho os jogos, saber que fizemos o suficiente para o conseguir. Na época passada, o Académico de Viseu eliminou o Gil Vicente para a Taça de Portugal e, na altura, ficou com um plantel idêntico a este. Acha que os jogadores que chegaram neste defeso vieram acrescentar qualidade? BP - Em relação ao mercado, fecha hoje e deixamos essas contas para mais tarde. Ainda pode haver mexidas e é cedo para falar nisso. O Gil Vicente é uma equipa que já está consolidada na Primeira Liga, tem feito mercados muito interessantes. Tem feito vendas muito boas e reinveste no plantel muito bem, pelo que vamos defrontar um adversário dos fortes na Primeira Liga. É um clube bem gerido, com uma estrutura de Primeira Liga e reforços de qualidade. Mas, como sempre, a nossa ambição é ganhar e preparámo-nos para isso. Queremos ir ganhar a Barcelos. Que Gil Vicente espera encontrar em campo e de que forma preparou o Académico para este jogo? BP - O Gil Vicente ganhou os dois jogos que fez em casa, e ganhou-os bem. Não concedeu ainda qualquer golo neste campeonato, o que já diz bastante deste adversário. Agora, nós analisámos o adversário, vamos apresentar-nos em campo com uma estratégia que não vou revelar aqui no pré-jogo. Não me importo depois, no pós-jogo, de explicar as opções e o porquê de ter atuado de determinada forma. Mas o jogo foi preparado, sabendo da dificuldade que o adversário nos vai criar. Estamos convictos de que iremos criar-lhes mais dificuldades do que criaram os anteriores adversários que jogaram em Barcelos. Esse é o desafio. Nós, Académico, temos de começar a pensar que se quisermos ganhar jogos, temos de jogar mais e melhor do que os outros. É uma ideia que tem de ser passada a toda a gente. Ainda não nos aproximámos daquilo que eu mais idealizo e dentro daquilo que já fizemos de melhor, ainda não conseguimos ser consistentes durante os 90 minutos. Não digo que devemos jogar muito e bem, porque ainda não somos capazes disso, mas o que soubermos fazer, que o façamos bem durante os 90 minutos. E se o fizermos, seremos capazes de ganhar muitos jogos nesta Primeira Liga. Nas primeiras quatro jornadas, o Académico foi a equipa que mais rematou frente ao Benfica. E o João Guilherme é o jogador da Liga com mais remates para fora. A equipa com mais remates defronta uma equipa que ainda não sofreu… BP - O FC Porto, provavelmente, na última jornada, foi a que menos rematou à baliza…  O futebol tem as suas particularidades. O FC Porto terá marcado nos três primeiros remates que fez e acabou o jogo com cinco remates. Se forem ver os jogos, nunca tinha feito menos de 12 a 14 remates por jogo. E aqui veio ganhar 3-0 com cinco remates.  Acredito que o João Guilherme quando acertar, vai acertar três vezes seguidas. Trabalhamos isso diariamente, fazemos a análise do que devemos corrigir defensiva e ofensivamente. Analisamos o adversário, montamos um plano de jogo, pomo-lo em prática e a finalização faz parte do plano de trabalho normal… Temos falado muito na parte emocional dos jogadores. Nota evolução na questão da paciência, da gestão de emoções… BP - Creio que essa conversa já começa a não fazer sentido. A ansiedade, só se for de querer ganhar. Se formos ver os jogos, tanto contra o Santa Clara como com o Marítimo, podíamos ter ganho pontos ou até o jogo. Mas já não faz sentido de falar em ansiedade do próprio jogo. Agora o querer somar a primeira vitória, faz sentido, porque é uma coisa que passa sempre outra tranquilidade e alegria ao trabalho. Obviamente que temos alguma ansiedade para ganhar o primeiro jogo, mas só do jogar, já não faz sentido. Sendo o jogo a um domingo à noite, véspera de dia de trabalho, e fora de casa, espera, ainda assim, uma boa moldura humana a apoiar o Académico em Barcelos? BP - Nos jogos que fizemos fora, ainda não tive bem a perceção da presença dos adeptos, pois na Luz o jogo foi sem adeptos e na Madeira, é sempre uma deslocação diferente. Vou ficar a saber agora como vai ser o apoio em Barcelos, num estádio muito bonito para se jogar à noite. Um relvado que é top, esperamos estar à altura do jogo e dar uma alegria aos nossos adeptos, sejam muitos ou poucos os que estiverem lá a apoiar-nos. Já agora, apraz-me dizer que fiquei felicíssimo por ver o Fontelo cheio no jogo com o FC Porto, uma casa fantástica e maioritariamente academista, foi muito bom.

2026-09-04

“A bem ou a mal, vão ter que contar connosco”

Depois de ter referido na flash-interview que o lance do primeiro golo do FC Porto (falta sobre Gu Costa) condicionou a evolução da partida, assumindo a revolta e garantido mesmo um “viemos para ficar, vão ter que levar connosco”, o treinador Bruno Pinheiro prosseguiu com o mesmo tom na conferência de imprensa. O sentimento academista, verbalizado também pelo capitão Luís Silva, quando afirmou que “o Académico devia ter hoje 5 pontos”, recua aos jogos com Santa Clara e Marítimo. Além do tema da arbitragem, ainda no flash, ficou também a plena consciência de que a equipa pode e deve continuar a evoluir; e uma palavra de agradecimento aos sócios do Académico, pela forma como lotaram o Fontelo e apoiaram a equipa. Seguiu-se depois a conferência de imprensa de Bruno Pinheiro: Qual a análise do jogo? A nossa segunda metade foi melhor. O Porto entrou melhor no jogo e acaba por por conseguir um resultado dilatado na primeira parte. Tentámos reagir, acho que no último quarto de hora estivemos estivemos bem melhor. Depois, na segunda parte, acho que estivemos melhor que o Porto. Evidentemente, podemos dizer que o Porto também consentiu essa posse de bola, a verdade é que eu também senti um Porto desgastado fisicamente. Acho que estivemos por cima do jogo em termos físicos e acabámos por fazer uma segunda parte muito... muito interessante. Não fizemos os três pontos ainda... Também não fomos nós a fazer o primeiro golo ao Porto, nem fomos nós os primeiros a roubar pontos ao Porto... mas estamos cá e... vão ter que contar connosco! A bem ou a mal, vão ter que contar connosco! A equipa pareceu claramente diferente no segundo tempo. Por que razão não foram feitas substituições mais cedo? Olhe, porque eu entendi que não era o momento. Fico feliz que os nossos substitutos tenham entrado bem. Não fizeram mais que a obrigação deles. Tenho um lema aqui com eles que é: é tão importante quem começa o jogo, como quem acaba. E eles deram um sinal que contamos com eles e mostram que têm vontade de jogar e podem ser titulares da equipa. Obviamente o Bouldini não poderia entrar ao intervalo porque fisicamente não está capaz disso. Como viram, jogou pouco tempo e mesmo assim foi decrescendo, na fase final já... já se notava alguma fadiga.  Quanto ao Mestanza, pode jogar os 90 minutos, tem pulmão para isso, tem ritmo para isso. O Kahraman estava bem. O Soufiane também estava bem. Quando fisicamente o Kahraman quebrou, que também tem essa tendência a partir da hora de jogo, deu-se a substituição; todos cumpriram com aquilo que se lhes pedia, que era trazer algo ao jogo. Portanto, satisfeito pela entrada dos jogadores.  O que é importante é que quem entre tenha impacto no jogo. O Académico teve dificuldades na construção? Ou procurou um jogo mais direto? O Porto é uma equipa que, quando joga contra um 4-3-3, que é o nosso caso, joga em 4-2-3-1; assim que pode, ativa a pressão com o extremo /neste caso era o Pepê que ficava agressivo, mais o lateral esquerdo; ficavam agressivos e transformavam em marcação homem a homem). Aí há duas opções: ou baixamos toda a gente e deixamos situações dois para dois no ataque, ou três para três; ou subimos toda a gente e tentamos sair a construir com o guarda-redes. Entendemos que não teríamos essa vantagem porque, de facto, os jogadores do Porto são muito rápidos, são muito agressivos na pressão. Optámos por arrastá-los, portanto, para os trazer mais acima e tentar explorar as costas em situações de igualdade numérica. A meio da primeira parte, já com os três golos do Porto, subiu um bocadinho o bloco de pressão. Qual era a estratégia a partir daí? Não, por acaso fizemos o oposto, resultou e já lhe explico. No início tentávamos ativar a pressão, mais até com o extremo do que com o avançado, para que depois, quando houvesse uma variação do centro de jogo, o FC Porto não encontrasse jogadores livres. Mas a verdade é que tiveram mais êxito do que aquilo que eu esperava nas bolas longas, nomeadamente no segundo golo. A partir desse momento percebi que o melhor era o plano B que estava preparado e que estava trabalhado, e invertemos: a linha de cinco passou a ser atrás para poder defender melhor a largura do campo. O plantel está fechado? Honestamente, acho que poderá ainda entrar gente. Como o Presidente já fez referência, se forem oportunidades de negócio e que se entendam que sejam mais-valias, será feito. Acho que até ao fecho do mercado há essa possibilidade. A chegada de reforços em plena temporada condiciona a evolução? É natural e é uma dificuldade também.

2026-08-29

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