Equipa Profissional 2025-01-28

Bruno Brígido é Viriato até 2026

O guardião brasileiro é reforço da equipa de futebol profissional da Académico de Viseu Futebol Clube, Futebol SAD. Chega proveniente do CF Estrela da Amadora, SAD e rubrica um contrato válido por uma temporada e meia.

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia a contratação do guarda-redes Bruno Brígido, de 33 anos. O atleta brasileiro cumpriu a primeira metade da época no escalão mais alto do futebol português, ao serviço do CF Estrela da Amadora, na qual realizou 19 partidas.

Formado nos canarinhos do Criciúma Esporte Clube, clube que representou até 2015, Bruno Brígido passou ainda pelo Coritiba FC, Esporte Clube XV de novembro e Guarani FC, antes de se transferir para o CD Feirense em 2018/2019. Em Portugal, após quatro épocas nos fogaceiros, transferiu-se para o CF Estrela da Amadora em 2022/23. Na primeira época subiu de divisão e somou, até hoje, um total de 81 partidas. É agora reforço de inverno do Académico de Viseu, com vínculo fechado por uma época e meia.

Bruno Brígido já falou em exclusivo aos canais de informação do emblema Beirão. O novo guardião academista abordou as bases do projeto a ele apresentado, falando também das razões que o levaram a aceitar a proposta: “O projeto do Académico é algo muito aliciante, é conhecido nacionalmente. As pessoas que cá estão, juntamente com os jogadores e todo o staff, fazem com que seja um projeto muito ambicioso, e esse foi o principal motivo da minha escolha. Quero participar neste projeto e tentar sair vitorioso”.

Bruno Brígido afirmou ainda que vem para ajudar, naquela que não é uma luta desconhecida para o atleta: “Eu venho para ajudar, e para acrescentar ao plantel as minhas valências e qualidades. Acima de tudo, quero ajudar os mais novos, dentro daquilo que eu já passei e do caminho que já percorri. Também já estive na situação de lutar na segunda liga para subir, portanto espero que a minha experiência seja uma grande soma para os nossos jogadores e que, no fundo, consigamos tirar proveito de tudo isto”.

Após as primeiras horas ao serviço do emblema Beirão, o guardião academista assumiu que irá dar o máximo, na procura do principal objetivo da temporada: “Posso prometer muita entrega e dedicação. Estou muito feliz e motivado por estar aqui, para mim é um motivo de muito orgulho. Vou dar o meu máximo para que, todos juntos, consigamos atingir o objetivo do Académico”.

Bem-vindo e boa sorte, Bruno.

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“Queremos ser os primeiros a pôr um carimbo da derrota no Estrela”

O Académico de Viseu desloca-se este fim de semana a Rio Maior para defrontar o Estrela da Amadora, na 7.ª jornada da Liga, num encontro que coloca frente a frente duas equipas em momentos distintos: o conjunto da casa ainda não conheceu a derrota no campeonato, enquanto os viseenses chegam ao desafio depois de duas vitórias consecutivas. Na antevisão, Bruno Pinheiro destacou o percurso do adversário e assumiu a ambição de travar a invencibilidade do Estrela, apontando também a margem de progressão que o Académico ainda tem no processo de adaptação ao principal escalão. - Queria perguntar o que espera do próximo jogo, frente a um Estrela que ainda não perdeu, num jogo fora de casa e fora do seu habitat natural, digamos assim. Bruno Pinheiro: Acho que sobre o Estrela já disse quase tudo, que é o facto de ainda não ter perdido. Eu acrescentaria que já defrontou equipas que, por norma, acabam no top 4, que são o Sporting e o Braga. Acrescentaria ainda que os seus homens da frente estão num momento muito bom, cada um deles com quatro golos e uma assistência. E acho que, por aí, está tudo dito. O facto de jogarem fora do seu recinto acho que não deve ser um problema para eles, porque ganharam ao Braga já fora de portas. Portanto, não me parece que seja uma vantagem, tendo em conta aquilo que já fizeram contra o Braga. - E como é que está o Académico para enfrentar este Estrela da Amadora, depois de duas vitórias? Bruno Pinheiro: Acho que vamos estar bem. Obviamente, trabalhamos sempre com a ambição de ganhar. Isso é indiscutível, nem poderia ser de outra forma. A verdade é que as vitórias ajudam a dar confiança. Pessoalmente, senti diferença da vitória de Barcelos para a vitória aqui contra o Vitória. Apesar de o jogo contra o Vitória ter sido muito difícil e poder cair para qualquer um dos lados, senti que houve, de parte a parte, possibilidade de se ganhar o jogo… em Barcelos não senti tanto essa capacidade da equipa. Portanto, acho que trabalhar com vitórias traz essa confiança. Vamos com duas vitórias, vale o que vale, mas acho que vamos fazer um jogo competente. Vamos ombrear com o Estrela e, depois, obviamente, esperamos sempre jogar mais e melhor do que o adversário para aumentar as probabilidades de ganhar. É o que vamos fazer: trabalhar para aumentar as probabilidades de ganhar. — O Mister tem dito nas suas conferências que o Académico gradualmente iria adquirir esta nova forma de estar no primeiro escalão, sendo a equipa composta por jogadores que vieram da Segunda Liga. Acha que já está nesse processo, em termos de intensidade de jogo no contexto do primeiro escalão, ou ainda acha que há margem para melhorar? Bruno Pinheiro: Acho que ainda há margem para melhorar. Haverá sempre margem para melhorar. O que senti, por exemplo, é que fomos mais capazes de identificar aquilo que se pede. Se vocês analisarem o jogo com o Vitória de Guimarães, o Vitória fez uma pressão muito alta. O avançado punha pressão na bola e os dois extremos eram muito agressivos nos centrais. Obrigava muito ao passe atrasado, que muitas vezes os adeptos não gostam, mas a verdade é que depois, quando chegava a bola, o Everton libertava o Gustavo e o Robinho, que recebiam as bolas e, a partir daí, tentávamos desbloquear. Portanto, houve essa capacidade. E o que mais me agradou foi que não era o plano de jogo. Nós tínhamos previsto um Vitória dentro da sua normalidade, com 4-4-2. A verdade é que eles, provavelmente por identificarem que teríamos alguma capacidade de saída de bola, trouxeram uma pressão diferente e a equipa soube adaptar-se a essa pressão. Isso, de facto, é algo que tranquiliza e mostra que estamos no caminho certo. Os jogadores conseguiram trabalhar numa coisa e, num jogo, ser completamente diferente e identificar aquilo que era necessário. Portanto, acho que, nesse sentido, estamos a crescer. Os limites, não gosto de pôr limites. Não vou dizer que estamos perto ou que estamos longe. Honestamente, não gosto de pôr limites em nada. Gosto de trabalhar, de desafiar e desafiar todos os dias, e o limite não existe. Portanto, não lhe sei dizer se estamos longe ou não do nosso máximo, mas acredito que ainda temos alguma margem considerável de progressão. - A mudança de relvado representa menos uma hora de viagem, em Rio Maior em vez da Amadora. Gostaria de saber se, para o Académico, é mais vantajoso, na medida em que também há mais possibilidade de ter adeptos de Viseu a apoiar o clube e porque os próprios acessos a Rio Maior são muito mais fáceis. Isso facilita o trabalho da equipa técnica e da equipa? Bruno Pinheiro: Não, em termos de equipa não altera nada, porque fazemos sempre as viagens atempadamente. Temos sempre em conta o número de horas, o descanso necessário, os horários da alimentação. Portanto, não altera nada. Quando muito, há um ajuste na hora de saída de Viseu e pouco mais. Quanto aos adeptos, acredito que seja melhor deslocarem-se a Rio Maior do que à Amadora. É mais perto e, nesse sentido, espero que eles possam comparecer. Não sei se em grande número, não tenho qualquer indicação até ao momento, mas, se fizerem ouvir-se como fizeram em Barcelos, já ficarei muito satisfeito. Tenho a convicção de que será uma enorme ajuda para os jogadores. Portanto, ficaria satisfeito com o apoio que tivemos em Barcelos. - Do histórico que vi, e corrija-me se estiver enganada, acho que o Académico nunca conseguiu sequer um empate com o Estrela da Amadora [na I Divisão]. Eu sei que são equipas totalmente diferentes e épocas totalmente diferentes. A minha pergunta é se tem esse histórico presente e se a motivação também passa por fazer história. Bruno Pinheiro: Eu arranjo uma motivação de qualquer forma: o facto de o Estrela não ter ainda perdido qualquer jogo esta época é, pessoalmente para mim, motivacional. Queremos ser os primeiros a pôr um carimbo da derrota no Estrela e, só por si, já é um fator de motivação.

2026-09-18

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