Equipa Profissional 2024-07-30

Apresentação do Académico volta ao coração de Viseu com estreia do novo hino do clube

O Kick-off, a apresentação oficial das equipas profissional e sub-23 Académico de Viseu, realiza-se esta sexta-feira, dia 2, a partir das 19h30, tendo como palco principal, mais uma vez, o Adro da Sé de Viseu. Os protagonistas dos plantéis 2024/25 vão ao encontro dos adeptos Viriathus, numa celebração do futebol e da região para a qual se convida toda a comunidade. Num evento com o mote “Pelo amor ao Académico e a Viseu”, um dos pontos altos será a apresentação do novo hino do clube, interpretado pela fadista Mara Pedro.

Em mais uma jornada de celebração e alegria para todos os adeptos 'Viriathus', o Adro da Sé de Viseu, uma das mais belas praças do país, volta a engalanar-se para receber, já esta sexta-feira, 2 de agosto, a apresentação oficial das equipas profissional e Sub-23 do Académico de Viseu Futebol Clube para a temporada 2024/2025.

"Pelo amor ao Académico e a Viseu" é o mote para o Kick-off 2024/2025, que se inicia pelas 19h30, com uma arruada, do Rossio até à Sé, e o tradicional desfile e atuação dos Zés Pereiras. Logo depois, já no Adro da Sé, serão apresentados todos os elementos que integram os corpos técnicos e os grupos de trabalho das equipas profissional, que vai disputar a Liga 2, e Sub-23, que joga a Liga Revelação.

Oportunidade única para todos os sócios e adeptos conhecerem e terem um primeiro contacto com os protagonistas que vão elevar o nome do Académico e da cidade de Viseu na nova época. Presentes, o novo treinador Rui Ferreira, bem como reforços já assegurados neste mercado, casos do costa-marfinense Mohamed Aidara (ex-Al Taraji) ou dos portugueses Paulinho (ex-Leixões) e Diogo Almeida (ex-Mafra).

Em estreia, também, os novos jogos de equipamentos do Académico, desenhados e personalizados de raiz, que para além da tradicional camisola preta, englobam ainda o alternativo em branco, desenhado para honrar o passado e alinhar o futuro da história do clube, e uma terceira camisola de cor bordô, inspirada pela majestosa região de Viseu e pela valentia de Viriato e que simboliza a coragem e o espírito dos heróis do clube.

Com passado, presente e futuro reunidos nos desígnios Viriathus, as atuações do grupo Street Gymn e a apresentação oficial, pela primeira vez em público, do novo hino oficial do Académico, entoado na voz suave e inconfundível da fadista Mara Pedro, também ela embaixadora da cidade de Viseu e de toda a região, completam o programa de celebração do arranque da nova época. Para o qual toda a comunidade está convidada a participar.

Partilhar:
Equipa Profissional

“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

Patrocinadores Principais