Equipa Profissional 2023-09-13

Academistas brilham ao serviço das seleções

Academistas brilham ao serviço das seleções

Está fechada a jornada internacional, no calendário do futebol mundial. Os quatro academistas que foram chamados às respetivas seleções (Famana Quizera, Christophe Nduwarugira, Jovani Welch e Jeppe Simonsen), somaram bastantes minutos nos compromissos internacionais.

Os primeiros a entrar em ação foram Jeppe Simonense e Jovani Welch. O médio do Panamá esteve presente na vitória da sua seleção, frente a Martinica, por 3-0. Na partida referente à fase de grupos da Liga da Nações da CONCACAF, Jovani Welch entrou aos 56 minutos. Três dias depois, o jovem de 23 anos voltou a representar o país natal, entrando aos 72 minutos no empate frente à Guatemala, em jogo a contar para a mesma competição.

Jeppe Simonsen cumpriu também a dupla jornada internacional. O defesa foi titular nas duas igualdades que o Haiti registou na fase de grupos da Liga da Nações da CONCACAF (0-0 frente a Cuba e 2-2 em casa da Jamaica).

Também Famana Quizera e Nduwarugira estiveram ao serviço das respetivas seleções nacionais. O jovem médio ofensivo foi titular, na vitória da Guiné-Bissau frente à Serra Leoa, por 2-1, tendo estado em destaque ao fazer a assistência para o golo da reviravolta. Recorde-se que a seleção guineense, tinha já garantido a sua qualificação, para a próxima edição da CAN (Taça das Nações Africanas). Na mesma competição, Christophe Nduwarugira foi titular na derrota do Burundi em casa dos Camarões, por 3-0. Desta forma, a seleção do médio academista falhou, para já, o apuramento para a fase final da CAN, sobrando ainda dois jogos para o término da fase de grupos.

 

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Um vendaval de igualdades

O sabor agridoce mantém-se, apesar deste ser um empate bem diferente daquele da deslocação a Penafiel. Uma nova igualdade surgiu no centro das muitas nuvens, da muita chuva e, principalmente, do fortíssimo vento que se fez sentir no Dr. Carlos Osório, casa da UD Oliveirense. Separados por três pontos, à entrada para ronda número cinco do campeonato, academistas e unionistas promoveram em campo um bom duelo, que colocou frente a frente duas equipas a privilegiar um futebol positivo, procurando constantemente a baliza contrária. Numa partida equilibrada, até foi a turma da casa a dispor da primeira oportunidade de golo, quando Anthony Carter (ex- Académico de Viseu) introduziu a bola dentro da baliza de Grill, mas em posição irregular. A resposta dos viriatos não podia ter sido mais eficaz: Sori Mané (qual arquiteto), em estreia no onze inicial do Académico de Viseu, desceu no terreno, recebeu o esférico dos pés do central João Pinto e, a partir daí, foi tudo uma questão de arte. Com régua e esquadro, o médio defensivo dos beirões traçou, bem antes da linha de meio-campo, um passe magistral para a desmarcação diagonal feita por Yuri Araújo, que aproveitou a saída em falso do guardião adversário, para receber com a peitaça e rematar com o pé esquerdo, para dentro da baliza aveirense. Os festejos deste minuto 19, em conjunto com os cerca de 100 adeptos viseenses que se deslocaram a Oliveira de Azeméis, refletiram o sentimento de uma nação sedenta por vitórias.

2023-09-17

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“Se nos dá tanto trabalho a fazer um golo, não podemos oferecer dois”

O Académico de Viseu empatou na quinta jornada do campeonato. No regresso à Liga Portugal SABSEG, os viriatos deslocaram-se ao terreno da UD Oliveirense, empatando a dois golos. Na conferência de rescaldo à partida realizada no Estádio Dr. Carlos Osório, o técnico academista, Vítor Martins, lamentou os dois golos sofridos: “Temos sempre de aceitar o empate, mas a nossa grande tarefa é perceber como é que o resultado acontece. Permitimos à Oliveirense fazer dois golos e pôr-se em vantagem, essa é a mágoa que eu levo daqui. Trabalhámos, mas não conseguimos controlar o jogo, na altura mais fácil de o controlar. Depois de uma primeira parte a sofrer contra o vento, onde conseguimos chegar à vantagem, entrámos na segunda parte com a ideia de aumentar o marcador, de não nos fecharmos e irmos em busca do segundo golo. Terminamos empatados, porque desligámos em dois momentos, nos quais não podíamos desligar. É algo que não pode acontecer, nunca mais”. O treinador academista afirmou ainda que a equipa leva, desta partida, mais uma lição para o futuro: “O que eu não posso aceitar, e a responsabilidade é minha, é termos oferecido dois golos à Oliveirense. Não lhes retirando mérito, o que é certo é que eles conseguiram apanhar-se a vencer por demérito nosso. Temos de levar a lição de que, se nos dá tanto trabalho a fazer um golo, não podemos oferecer dois” Com este resultado, o Académico de Viseu soma agora sete pontos. Ao fim de cinco jornadas no campeonato, o emblema viseense ocupa agora o oitavo lugar da tabela classificativa. Na próximas semana, os viriatos deslocam-se ao terreno do Lusitânia de Lourosa, naquela que será a estreia viseense na presente edição da Taça de Portugal.  

2023-09-17

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