Equipa Profissional 2023-05-18

SCHOOL ON TOUR: EB1 de Gumirães

A cidade de Viseu continua a receber, nas suas escolas primárias, a equipa principal de futebol do Académico de Viseu.

Na tarde desta quinta-feira, foi a vez da Escola Básica de Gumirães abrir as suas portas a três dos jogadores seniores do clube: Gautier Ott, André Almeida e Jonathan Toro.

Com a presença de praticamente uma centena de crianças, os jogadores profissionais do Académico de Viseu distribuíram autógrafos individuais, mesmo antes de se juntarem aos alunos no campo de futebol da escola, onde partilharam momentos de diversão e alegria com os mais pequenos.

Aos canais oficiais do clube, a professora Rosa Carmo, responsável pela visita desta tarde, abordou a felicidade que sentiu nos seus alunos, pelo facto de terem a oportunidade de conhecer os jogadores academistas: “Acho que estas iniciativas são muito giras, porque acabam por ajudar a motivar os nossos alunos para a prática de desporto. Muitos deles já conheciam o Académico, mas ainda não tinham estado com nenhum jogador ou elemento do staff. Dá para perceber bem a alegria e entusiasmo que eles sentem neste momento”.

A também Coordenadora de Estabelecimento da Escola Básica de Gumirães acabou por assumir igualmente que, para além do incentivo à prática desportiva, esta é uma iniciativa que aumenta os índices de desportivismo nas crianças: “Estes convívios convosco acabam por incentivar também o desportivismo entre os alunos. Muitos são adeptos de outros clubes da cidade ou da região, mas eles ficam muito contentes na mesma e recebem muito bem os elementos de outro clube, neste caso o Académico”.

Também o defesa central academista, André Almeida, fez um rescaldo bastante positivo à sua participação nesta visita a mais uma escola básica da cidade de Viseu: “É uma experiência muito boa estar rodeado de crianças que nos apoiam e que seguem o Académico. Ver a alegria delas enquanto brincamos ou conversamos, é mesmo das melhores sensações que há”.

O jogador português de 28 anos assumiu ainda que esta é, a seu ver, uma das melhores formas para agradecer aos adeptos, sobretudo mais jovens, pelo apoio incondicional à equipa: “Sem dúvida que eles foram muito importantes ao longo de toda a época. Sabemos que as crianças são o futuro não só da sociedade, mas também do clube enquanto adeptos e jogadores. Por isso mesmo é muito importante fazermos estas ações que nos façam agradecer-lhes por nos ajudarem”.

A cumprir a primeira época ao serviço dos viriatos, André Almeida falou ainda daquele que é mais um fator motivacional para quando a equipa entra em campo: “É claramente uma motivação extra para nós. Só de vermos a sua alegria nos 30/40 minutos em que estamos com eles, nem dá para imaginar a felicidade que sentirão por nos verem a vencer em campo. Portanto é obviamente um fator de motivação para nós quando entrarmos no próximo jogo”.

Partilhar:
Equipa Profissional

“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

Patrocinadores Principais