Equipa Profissional 2026-01-26

André Ceitil reforça o meio-campo dos Viriatos

A Académico de Viseu FC, Futebol SAD anuncia que chegou a acordo com o médio português de 30 anos, André Ceitil, para a sua contratação a título definitivo, válida até 30 de junho de 2027.

André Ceitil e a SAD academista acertaram, esta segunda-feira, a assinatura de um vínculo profissional, que passa a ligar ambas as partes pela próxima temporada e meia.

O médio defensivo deixa assim o CD Tondela, clube que representou desde o Verão de 2023. Formado no SL Benfica, André Ceitil passou ainda por emblemas portugueses como o Vitória FC, o Rio Ave FC, o SC Farense, o Leixões SC, entre outros.

Em declarações exclusivas aos meios de comunicação da Académico de Viseu FC, Futebol SAD, o agora Viriato revelou que a decisão de aceitar o desafio academista, foi sustentada pela confiança transmitida pela estrutura do futebol profissional, e pelo ambiente que encontrou no balneário: “Primeiramente, pesou o projeto em si. Falaram-me muito bem do projeto, tanto o Diretor Desportivo como também os meus companheiros de equipa, com quem já tinha partilhado balneário. Tudo isso aliado fez-me aceitar este desafio”, explicou.

Já integrado no grupo de trabalho, Ceitil destacou a forma positiva como foi recebido, bem como as condições do emblema viseense: “Gostei muito do grupo. Já conhecia a maior parte dos atletas e fui muito bem recebido. As instalações são muito boas”, acrescentou.

Dentro das quatro linhas, o reforço academista garantiu compromisso total e uma atitude competitiva alinhada com os valores de toda a estrutura: “Defino-me como um jogador que não vira a cara à luta. Vou dar sempre 100%, com raça, entrega e dedicação. É isso que os adeptos podem esperar de mim: dar tudo do primeiro ao último minuto”, assegurou.

André Ceitil confessou ainda que sempre sentiu uma ligação especial ao Académico de Viseu, mesmo enquanto adversário: “Sempre que joguei contra o Académico, revia-me e sentia sempre essa paixão e esse fervor que os adeptos têm. Isso também pesou na minha decisão de abraçar este projeto”,afirmou.

O jogador deixou, igualmente, uma mensagem direta aos adeptos academistas, elogiando o apoio incondicional que têm demonstrado: “Ainda no último jogo isso ficou bem visível. Debaixo de chuva torrencial, estiveram presentes no estádio e foi incrível a dedicação deles”, sublinhou, antes de deixar um apelo: “Peço-lhes que continuem a vir, ainda mais neste próximo jogo. O Académico entra sempre para ganhar, é importante que nos ajudem a conquistar os três pontos”.

Bem-vindo, Ceitil.

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“Sou feliz. Confio em todos os jogadores do plantel”

Bruno Pinheiro não escondeu a satisfação pela quarta vitória consecutiva do Académico de Viseu na Liga Portugal, alcançada este sábado, frente ao Estoril (2-1), num jogo decidido nos instantes finais, com um golo de Soufiane Messeguem. O treinador destacou o carácter, a qualidade do trabalho e o ambiente vivido no balneário como fatores determinantes para o melhor arranque de sempre do clube no principal escalão. Apesar do momento histórico, manteve um discurso prudente quanto aos objetivos da temporada, sublinhando que a equipa ainda está longe de ter conquistado aquilo a que se propõe. Na análise ao encontro, Bruno Pinheiro reconheceu as dificuldades sentidas no início da segunda parte, bem como a capacidade de reação da equipa. O treinador destacou ainda as diferentes características de Kahraman e Soufiane Messeguem e antecipou uma significativa rotação do plantel nos próximos compromissos, frente ao Fátima, para a Taça de Portugal, e ao FC Porto, para a Taça da Liga. Uma decisão que justificou com a confiança que deposita em todos os jogadores. Se é um treinador feliz (pela vitória, pelo arranque na Liga e pela resposta que o grupo tem dado) Sou feliz, tenho dito sempre, pelos jogadores que tenho; já o disse aqui e volto a repetir, podemos não ter o melhor treinador do mundo, podemos não ter os melhores jogadores do mundo, mas a verdade é que este é um grupo que trabalha muito e bem, com muita alegria; dá mesmo prazer vê-los quando chegam ao estádio, vêm sempre felizes. Há sempre um ambiente fantástico entre eles e com a equipa técnica. E isso torna-nos felizes. Obviamente, os resultados ajudam imenso. Precisávamos de ganhar jogos para ganhar confiança e ter esta capacidade de jogar com bola… obviamente estou muito, muito feliz pelo grupo que tenho e pelos resultados que estamos a conseguir até ao momento. Tendo a noção que, até hoje, nada está ganho. Está uma boa parte do caminho feito, mas estamos muito longe de ter conseguido alguma coisa. A razão das dificuldades no início da segunda parte; e a reacção. Tivemos dificuldade no início da segunda parte por duas razões. Uma, porque jogamos contra um adversário que tem muita qualidade individual; a segunda razão, porque alteraram a sua estrutura, tiraram o terceiro central, fizeram subir o Tsoungui para o meio, deram liberdade ao João Carvalho, e eu não queria estar a substituir sem ter a noção exata do que é que eu queria fazer e de como queria travar o Estoril. Infelizmente, levei demasiado tempo a perceber e a proceder às substituições… Felizmente, o grupo reagiu e, a partir do momento que fizemos as primeiras substituições, a verdade é que a equipa voltou a encaixar, voltou a controlar o jogo defensivamente e, a partir daí, acho eu, voltamos a ter mais oportunidades que o adversário. Nunca vamos conseguir dominar jogos em noventa minutos, esqueçam, isso não existe no futebol. A opinião sobre a exibição de Kahraman. A maior influência do Kahraman é no último terço, é aquele jogador que pode fazer mais assistências que os seus colegas (já não digo golos, embora eu acredite que ele possa fazerr golos, porque, de facto, remata bem, pé direito, pé esquerdo, é um jogador que é muito forte no último terço). É aí que ele pode diferenciar-se. Por exemplo, o Soufiane é um trabalhador, tremendo; são jogadores completamente diferentes, o Sofi é muito forte no equilíbrio da equipa, o Kahraman é muito forte no último terço; sempre que ele se enquadra, sempre que ele consegue receber a bola virado para a baliza contrário, vai sempre sair qualquer coisa. Se está surpreendido com arranque na Liga; e como vai gerir a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Como treinador, tenho sempre esperança de que as coisas corram pelo melhor, de ganhar todos os jogos. O que sinto é que, de facto, com a idade e com a experiência, conseguimos acelerar o rendimento. O treinador nunca tem tempo, isto é mesmo assim, os treinadores nunca têm tempo, mas a verdade é que, quer eu, quer a minha equipa técnica, com a experiência, estamos cada vez mais capazes de fazer com que as ideias também sejam absorvidas de forma mais rápida. Ter um grupo que trabalha, que gosta de trabalhar e compreende a ideia, facilita muito. É o nosso caso. Quanto às competições que aí vêm, as taças, sinceramente, vai ser um momento para dar oportunidades aos jogadores, porque todos eles merecem. Vai haver muitas mexidas, certamente, porque o grupo demonstrou ser competente e, também, é uma forma de mostrar essa confiança aos jogadores. São jogos a eliminar, mas queremos ganhar e isso é negociável. Às vezes utilizo esta expressão, isto não é a Santa Casa da Misericórdia, não estamos aqui para fazer favores a ninguém. Mas vamos dar oportunidades, porque, de facto, eles merecem e porque eu acredito que, jogue quem jogar, podemos ganhar. Confio em todos os jogadores do plantel neste momento.

2026-10-11

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